Isabella Ayla Hilbert Nogueira este é o nome que meu paizinho que era apaixonado por cada um destes nomes históricos me registrou.
Olha para frente tomando coragem para entrar na agência de emprego precisava urgente de um emprego fixo com carteira assinada queria fazer alguns cursos para fazer a faculdade dos meus sonhos ciencia da computação meu sonho estou no último ano do ensino médio respiro fundo nas até o ar e quente amo minha cidade Rio de Janeiro mais infelizmente aqui no Brasil as oportunidades são poucas e todo cursos que era de graças nesta areia eu fiz.
Sempre incentivada por meus pais a ir atrás dos meus sonhos desde muito cedo com alguns fracassos e vitórias consegui chegar até aqui.
Não sou de família rica moro em uma das favelas do Rio mais sempre coloquei como meta a boa educação que eles me deram.
Meu querido pai era pedreiro daqueles que de vez enquanto tomava uma dose de pinga no bar do seu Alberto, e minha mãe trabalhava em uma casa destas madames que vivia em na Internet.
Ela conta cada coisa que esse pessoal fazia que só por Deus eu sempre dizia que se um dia conseguir ficar rica os tiraria dali.
Mãe se algum dia ficar rica vou tirar todos daqui lhe darei proteção e muito dinheiro para gastar pode ter certeza. Sorriu pulando em cima dela a cobrindo de beijos.
Me olha séria.-- Iza minha filha se algum dia ficar rica então é por que Deus esta te abençoando, não se preocupe conosco vá viver sua vida ainda temos seus irmãos diga-se de passagem não são fáceis. Fez uma pausa. Agora se apresse o Uber que chamei já está chegando. Sai com ela a beija no rosto enquanto ela entra no carro.-- Esteja aqui as duas horas para ficar com seus irmãos. Olha para o motorista Mimi a leve com cuidado e por favor esteja livre para traze-- lá em segurança.
Pode deixar dona Isolda sua filha estará aqui as duas horas.
Ela foi deixada em frente a uma agência de empregos respira fundo e entra pega uma senha e se senta mexendo no seu celular para passar o tempo sua atenção e chamada por um rapaz que parecia desconfortável e impaciente.
Já está esperando a umas duas horas e nada de chamar sua senha o rapaz até desistiu e foi embora.
Se eles forem almoçar aí que demoraria mais ainda.
Como um presságio um por um sai fechando os guiches de atendimento e fica só uma pessoa ali que era um senhor de idade avançada que era muito lento.
Finalmente seu número foi chamado ela se levanta para pegar seus pertences mas quando olha novamente sentado na cadeira estava outra pessoa um homem sentiu seu sangue ferver e vai até lá que abuso daquele cara de pau.
Isabella se aproxima e fica parada encarando o atendente.-- Posso saber por que está atendendo ele sendo que é a minha vez.
O velho a ignora totalmente e continua a dar atenção ao homem sentado à sua frente.
Isabella não gosta de escândalo mas a atitude dele mexeu com seu nervos ela bate as mãos no balcão.-- Estou falando com você que merda é essa e a minha vez estou aqui a quase três horas.
O homem a olha com deboche.-- Tem que ser mais rápida demorou eu chame a próxima senha.
Você o que!? Disse furiosa.-- Vai me atender agora está me ouvindo ou farei de sua vida um inferno.
O velho a encara por um tempo e continua aconversa com o homem a sua frente.
Isabella sai vai até o bebedouro pega logo dois copos de água e volta tancando água na cara do homem e outro no homem sentado na cadeira.
Ali começa uma calorosa discussão entre os três os seguranças são chamados para tirá-la de dentro a agência se vê jogada na rua e furiosa chama a polícia que não demora a chegar ali explica tudo e entra novamente com a polícia só que o velho já não estava mais lá foi informada que lhe tinha saído.
A polícia faz um interrogatório sobre as acusações e feito um boletim de ocorrência foi aberto, velho desapareceu.
Queria saber como eu vou ficar vim aqui para conseguir um emprego. Ela reclama para um dos policiais presente.
Ele vai até um dos guichés conversa com atendente que a chama faz um breve interrogatório e lhe dá um endereço para comparecer às nove horas da manhã seguinte.
Mas alguma coisa senhorita. O policial pergunta já do lado de fora da agência.
Ela suspira.-- Não obrigado senhor por ter vindo.
Vai continuar com o boletim aberto e prossesar a agência. Ele anotava em sua prancheta algo no papel.
Sim vou eles não podem continuar iguinorando as pessoas que vem aqui na esperança de arrumar um emprego. Suspira.
Senhorita Nogueira o inquérito foi aberto e só aguardar. Ele sai a deixando ali.
Mimi não demorou muito estaciona o carro e ela entra suspirando está furiosa com o descaso daquele velho babaca.
Olhando pelo retrovisor nota que ela está muito tensa.-- O que ouvi dona encrenca.
Como sabe que algo aconteceu. Disse surpresa.
E melhor contar logo querida desabafar sempre ajuda. Sorriu.
Iza pula para o banco do carona colocando o cinto começa a contar para ele tudo que aconteceu.
Ele dava risadas de repente para a olhando.-- Seus pais não vão gostar nada disso.
Você está proibido de falar.
Agora esta com medo da mamãe é. Fala prestando atenção no trânsito.
Não tenho medo fiz o certo oque aquele velho pensou. Disse com determinação de que vez o certo.
Nas falto o emprego.
Não não faltou olha aqui. Disse balançando um pedaço de papel na sua frente com um sorriso largo.
Ele balança a cabeça sem nada dizer parando o carro.
Mimi pode me levar lá amanhã cedo.
Claro se sua mãe deixar estarei aqui. Ele liga o carro e sai.
Isabella entra em casa está tudo no mais absoluto silêncio ela estranha onde está todo mundo.
Sua mãe aparece sem nada dizer lhe entrega o celular, a briga toda estava já nas redes sociais, ela olha para o celular e para sua mãe, que a encarava sem nada dizer.
Eu posso explicar.
Estou esperando. Fez uma pausa.-- Quantas vezes preciso dizer a você que tudo se resolve com educação e não deste jeito o pobre do velho deve ter ficado muito triste.
Mãe se tivesse que fazer de novo não hesitaria aquele velho babaca chamou a minha senha e atendeu outro no meu lugar.
Isolda balança a cabeça sabia que sua filha era como ela quando adolescente não levava desaforo para casa, mas tinha que a repreender para aprender a lidar com as pessoas lá fora pois o mundo era cruel e ela não queria que sua filha fosse alguém frustrada incapaz de se defender.
Enquanto Isabella falava mostrou-- lhe um pequeno pedaço de papel com endereço. Sabe onde fica este lugar. Diz esquecendo da briga.
Isolda pega o pequeno papel e o vira entre as mãos.-- Não tenho certeza, mas acho que é naquele edifício comercial que fica na gávea, não me lembro do nome agora.
Tenho que está lá amanhã as nove horas.
Conseguiu o emprego. Sua mãe pergunta admirada.
Queira Deus que sim estou a rezar para isso. Ela dá um sorriso abraça a sua mãe.
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Atualizado até capítulo 57
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