Você se encolhia no canto do quarto,chorava descontroladamente ,não significava nada para seu pai ,foi tao fácil a barganha como se fosse uma mercadoria,agora estava ali , naquela casa desconhecida e com um homem crueu que aceito tudo aquilo ,não sabia oque ia lhe acontecer, sua vida mudou completamente,a porta se abre e ver uma empregada entrar ,ela coloca sobre a mesa uma bandeija de comida.
Empregada\=se alimente senhorita por favor .
olha para ela que sai trancando a porta novamente, não sentia vontade de comer e não se levanta,la fora ja de noite caia uma forte chuva ,tudo estava em silêncio,vai ate a janela e era primeiro andar, teria uma chance de sai dali,as vezes via alguns homens passando mas devido a chuva não os viu mas, abre a janela e tinha uma parte inclinada que dava para andar e chega mas perto da sacada ,tinha um jarro que dava para pular e não ficaria tao longe do chão ,precisava arrisca e não simplesmente ficar sentada esperando seu destino, sai pela janela se apoiando nas beiradas e vai andando devagar, a chuva forte estava deixando difícil o equilíbrio,o pouco que ficou ali já estava completamente molhada.
A cada passo que dava ficava mas difícil ainda,estava escorregadio e não conseguia mas continuar e assim no último passo acaba caindo,o impacto com o chão fez o ar sair de seus pulmões,sua perna tinha uma dor terrível,olha em volta quase tonta ,se levanta ofegante,a casa era cercada por arvores e jardin, tinha esperança de chega na cerca e tenta fugir ,se levanta com dificuldade ,vai arrastando a perna e consegue se apoiar em uma arvore.
Alessandro\=tava quase acreditando que tinha dormido.
Olha para o lado e la estava ele escorado em uma arvore,com as mãos no bolso olhava para ele, não se importava com a chuva, será que estava ali esse tempo todo, a vigiava ,rubi tenta apressar o passo para correr mas não consegue,acaba soltando um grito de dor e se apoiando em outra arvore mas a frente, escuta os passos dele ,ate que sente aquela mão grande em seu pescoço,ele segura ,tenta reluta mas não consegue, seu destino era esse e talvez morrer fosse um alivio .
Alessandro\=Você sabe que não tem saida aqui, mas adimiro sua força de vontade.
Rubi\=vai logo,me mata.
sente as suas mãos enfraquecer em seu pescoço.
Alessandro\=te matar,e porque eu faria isso, agora você estar em minhas mãos e não vai se livrar dela tao fácil.
Rubi\=so me mata logo, não vou fazer falta a ninguém.
Ali fora estava escuro, sentia a chuva em seu rosto e ele ali tao tenebroso em sua frente.
Alessandro\=eu vou sentir.
Você se espanta,espera tudo dele menos aquela fala tão calma , aproxima o rosto do seu rosto era como se sentisse seu perfume,aquela boca tocando a pele delicada de seu pescoço .
Rubi\=oque ta fazendo?
Alessandro\=Você tem a pele tao macia e delicada, tão branca.
Rubi\=como pode aceitar uma pessoa como barganha? -a respiração ofegante no peito, a voz tremula pelo frio que fazia.
Alessandro\=eu não barganho nada, apenas quando e algo que quero muito.
A mão dele sobe pelo seu rosto e segura seu queixo apertando sua boca,e então você sente aquela boca na sua, a ligua brincava em sua boca ,ficou completamente em choque e quando ele volta a lhe encara sorria.
Alessandro\=o doce gosto da inocência, você agora não tem para onde ir ou como escapar disso,sou seu dono e você e minha , completamente minha.
Rubi\=Estou com frio.
Você não sabia oque dizer depois disso, aqueles olhos tao atento a tudo observa cada parte do seu corpo e entao ele toca levemente sua coxa ,sente uma dor terrivel e grita.
Alessandro\=se machucou feio aqui.
Logo ele a coloca nos braços e se ver naquels braços sendo levada para dentro,a ideia de liberdade agora parecia tão distante.
Alessandro\=não tem mas nada para você la fora.
Chega no quarto e ele te coloca sentada na cama, rasga sua calça tao fácilmente e ali estava cortado ,deve ter batido em algo quando caiu ,ver ele se ergue e tirar a camisa molhada ,aquele corpo tao definido e molhado, que calor era aquele,sinte as bochechas arde.
Alessandro\=me deixa ver isso.
vejo ele entrar no banheiro e sair com uma pequena maleta, e tira vidro e molha um algodão colocando sobre meu machucado ,nesse momento sinto um arde absurdo,mordo a mão para não gritar.
Rubi\=sou prisoneira aqui?
Alessandro\=sim, mas acredito que aqui você vai estar melhor.
Como poderia estar melhor ali, com o homem que era conhecido por se cruel,que a aceito como uma aposta de jogo , será que ia abusar dela.
Rubi\=eu não sirvo para isso.
Vejo ele se alarma e enquanto enrrolava minha coxa.
Alessandro\=para que?
Rubi\=para te satisfazer,eu não..
Sinto uma dor quando ele segura mas uma vez meu queixo,quase tampando minha boca.
Alessandro\=não estou a procura de putas, não me ache esse tipo vazio de homem ,entendeu?
Não estava entendendo mas nada, ele a beijou e olhava tao atraente.
Alessandro\=ENTENDEU?
Rubi\=sim...
Alessandro\=seja obediente, não tem escolha.
o ver se levanta pega a maleta e sai do quarto trancando ele, de alguma forma se ofendeu por aquela pergunta , não entendia mas nada, passa a mão pelo curativo ,ele sabia fazer aquilo mas ainda estava doendo, se deita na cama, naquele dia foi tantas emoções e acaba adormecendo.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Maria Sena
O Alessandro deve ser mafioso,é muito esperto, sabia que ela ia tentar fugir e já estava esperando ela ma chuva. Talvez ele goste dela como mulher, se fosse pra botar ela pra trabalhar colocaria ela na cozinha.
2025-03-18
1
Fafa
Tomara que ele cuide dela, em vez de usá-la como uma qualquer
2025-01-09
0
Ivanilda Avelino
o Alessandro parece ser melhor do que ela chamava de pai
2025-03-07
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