Hoje era véspera de Natal, Alana Já estava a caminho, Megg levantou animada era uma grande felicidade ter sua melhor amiga, no Natal, Tomou um banho vestiu um vestido longo tecido fininho porque no texas o calor era escaldante, desceu para tomar o café, o pai se sentia ofendido se não fizessem as refeições em família, era tradição.
_ Bom dia papai.( Falou beijando a testa do pai)
_ Bom dia querida, vejo que acordou animada.
_ Bom dia mamãe( Cumprimentou a mãe com um beijo)
_ Sim ela hoje acordou muito feliz, imagina o motivo?( Falou sarcástica)
_ Parem os dois, acordei como todas as manhães, mas realmente hoje é um dia especial, minha melhor amiga vem passar o Natal conosco.
_ Não esqueça que reveillon seu noivo vem para celar o compromisso.
Megg logo fechou a cara, porque tinha que tocar nesse bendito assunto.
_ Como se chama mesmo o nome dele pai?
_ Heitor Alonso
_ Hum belo nome.( Megg só lembrava de Heitor, o gostosão da boate)
_ Eita que Megg agora voou, um dolar pelos seus pensamentos.( Brincou Telma)
_ Para Mamãe é que eu gosto desse nome.
_ Hum, ótimo assim será mais fácil, seu futuro marido é um homem sério, mas é o partido ideal para você minha filha.
_ O gordinho( Falou Megg com semblante triste)
_ Homens tem que ser forte mesmo, esses magricelos raquítico não dão conta de uma mulher a frente do seu tempo como você né minha filha, agora vamos encerrar esse assunto e fazer o nosso dejumjum.
Em Nova York
Heitor estava a finalizar os trabalhos para o recesso de Natal, os dias estavam a ser corridos, o pai andava muito debilitado, se a sua mãe fosse viva seria diferente porque com certeza ela estaria o tempo todo, cuidando do marido, como fazia falta. Heitor ficou órfã aos 12 anos a mãe morreu de tuberculose, ficou dias internada, mas o pulmão estava muito debilitado devido há anos de muito cigarro Brenda era uma fumante ativa, por isso quando a maldita doença chegou a fez de vítima, Brenda era muito feliz, sabia que o filho estaria com o casamento definido com uma moça de família, ela amava a Megg, sempre quis ser mãe de menina mas o destino não lhe deu essa graça. Heitor estava meio melancólico, lembrava que a mãe amava o natal, e agora mais um ano sem ela e sem falar no pai que estava a cada dia mais doente, o câncer era uma maldita doença, sua vida estava uma temenda loucura, ainda estava enfeitiçado pela miragem da boate, como ela era linda e cheia de vida e um pouco maluquinha, lembrou que quando a convidou novamente para sair ela se fez de difícil e do nada aceitou, ele estava encantado ela era tão doce e meiga, saber que tinha sido o primeiro amante dela o deixava tão excitado e masculo isso alimentava o seu ego, tirar o celo de uma mulher tão linda era como ganhar na loteria.
_ Senhor desculpe a interrupção, mas o seu pai ligou, exigiu que fosse para mansão o mais rápido possível.
_ Obrigado Joana, farei isso.
Seu pai estava ansioso para esse casamento, sempre dizia que não podia morrer sem vê-lo casando com uma moça descente e de família boa, era o sonho de vida dele, Já Heitor planejava casar e logo após 1 ano ia se separar, não iria ficar preso a um casamento sem amor, com uma tremenda descinhecida, isso era loucura, viva o século XXI, não existe mais isso de casamento forcado, agora que estava bonito podia ter qualquer mulher que desejasse não iria se prender a uma única mulher, ele queria era Miragem que arrebatou seu coração no Brasil.
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Atualizado até capítulo 50
Comments
Marcia Azevedo
É tudo estranho. Primeiro que ela mora no Texas, um estado dos EUA, é Natal e o frio é intenso. segundo, a mãe dele morrer de tuberculose nos EUA. Esta doença não vem do vício em cigarro e sim de um vírus. nem no Brasil se morre mais deste mal. Fora que o local é tratado como povoado, quando o estado é um dos mais ricos. Fora outras games da autora. Deveria ter o mínimo de cuidado quando for escrever sobre um outro país. Nem vou citar os erros ortográficos.
2025-01-28
1
Anonymous
Estranho ela ter 21 anos e já ser formada em pediatria
2024-11-04
0
Marli Batista
Eu também
2024-09-27
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