— Elliott: Um bebê não dá tanto trabalho assim, não.
Melissa começou a sorrir.
— Elliott: Do que você está sorrindo?
— Melissa: De nada, não. — falou sorrindo.
Elliott olhou no celular e já eram 22 horas.
— Elliott: Já são 10 horas da noite, acho que já está na hora de a criança tomar um banho e ir dormir.
— Melissa: Eu também acho. Filha, está na hora de você tomar banho e ir dormir.
— Hannah: Mas mãe...
— Melissa: Se você quiser discutir, discuta com seu pai. Foi ele quem mandou você ir tomar banho e dormir.
— Hannah: Tá bom, mamãe.
Elas subiram e Elliott ficou ainda sentado à mesa. Angelina se aproximou da mesa com um litro de refrigerante e serviu.
— Elliott: Eu preferia um copo de uísque.
— Angelina: Mas vai o refrigerante mesmo. Parabéns, meu menino.
— Elliott: Obrigado, Angelina.
— Angelina: Elliott, você sabe que eu gosto de você como se fosse um filho que eu nunca tive.
— Elliott: Eu também gosto de você como se fosse minha segunda mãe, Angelina, porque você nunca teve um filho.
— Angelina: Elliott, quando eu era mais nova, sofri um acidente e não pude engravidar. Meu marido engravidou outra mulher e se casou com ela. Então, conheci a sua mãe, que estava grávida de sete meses e já não conseguia fazer muita coisa. Cuidei dela até você nascer. Desde o primeiro dia que te vi, cuidei de você como se fosse meu filho.
— Elliott: Sinto muito, Angelina, mas ainda há tempo para você se casar de novo — dá um sorriso.
— Angelina: Eu já tenho quase 60 anos.
— Elliott: Uma vez igual a você, até eu pegava, se fosse solteiro — fala brincando.
Eles dão risadas.
— Angelina: Quem sabe eu não arrumo um pretendente daqui a alguns anos.
— Elliott: Eu vou te arrumar um marido.
— Angelina: Eu não preciso de um marido, sabia?
Elliott deu risada e tomou o refrigerante.
— Elliott: Deixa eu subir que daqui a pouco a Melissa desce chorando — falou sorrindo.
— Angelina: Vai lá.
Elliott se levantou e foi em direção à casa. Ele entrou dentro de casa, subiu e foi para o seu quarto. Melissa estava assistindo e olhou para ele.
— Melissa: Onde você estava? — falou chorando.
— Elliott: Ué, amor, eu estava lá embaixo conversando com a Angelina. O que aconteceu? Por que você está chorando?
— Melissa: Você me abandonou, assim como o Lucas fez com a Lara — falou, chorando.
O Elliott não entendeu nada.
— Elliott: Amor, do que você está falando? Quem é Lara e Lucas? Eu não te abandonei, eu só estava conversando com a Angelina.
— Melissa: Olha eles aqui — apontou para a televisão.
O Elliott entendeu tudo. Ele se sentou na cama, abraçou e beijou ela. Ele já estava acostumado com as frequentes mudanças de humor dela.
— Melissa: Meu amor, vamos fazer um amorzinho gostoso. — fala, abraçando e beijando ele.
— Elliott: Eu não te entendo, sabia? Uma hora você está chorando, outra hora você está sorrindo, outra hora você quer fazer amor.
— Melissa: Você não me ama mais?
— Elliott: Sim, meu amor, eu te amo muito.
— Melissa: Então vamos fazer amor.
Elliott não falou mais nada, apenas a beijou, e eles fizeram amor. Depois, foram tomar banho. Após o banho, eles se vestiram e voltaram para a cama.
— Elliott: Você está satisfeita agora?
— Melissa: Eu queria um sorvete.
— Elliott: Tá bom, eu vou lá buscar.
— Melissa: Traz o pote de sorvete e vê se tem pão, traz também, e não esquece da colher.
— Elliott: Será que eu não tenho mais um minuto nessa casa? — fala, sorrindo.
O Elliott se levantou, desceu e foi até a cozinha. Pegou uma colher, o sorvete e um pacote de pão de forma, e levou para ela.
— Elliott: Aqui estão as suas comidas estranhas.
— Melissa: Sirva o sorvete para mim.
— Elliott: Claro, meu amor.
O Elliott pegou uma tigelinha, serviu o sorvete e entregou para ela.
— Melissa: Obrigada, amor. Agora me dê o pão.
O Elliott entregou a sacola de pão para ela, e ela tirou um pão e colocou sorvete como se fosse Nutella. O Elliott ficou um pouco enjoado.
— Melissa: Quer provar? Está uma delícia.
— Elliott: Não, eu já jantei, obrigado.
— Melissa: É bom que sobra mais para mim.
— Elliott: É tudo seu, meu amor. Você vai querer mais?
— Melissa: Coloque um pouco mais de sorvete e deixe três pães para mim, o resto pode levar.
— Elliott: Tá bom, da próxima vez eu uso camisinha.
— Melissa: Mas foi você que pediu para eu tirar o DIU.
— Elliott: Meu amor, continua comendo que eu vou guardar as coisas.
— Melissa: Tá bom.
Elliott serviu mais sorvete para ela e deixou três pães. Depois, desceu para guardar as coisas e subiu novamente. Melissa já havia terminado de comer tudo e correu para o banheiro para vomitar.
— Elliott: Com uma comida dessas, até eu vomitava.
— Melissa: Cala a boca, Elliott.
— Elliott: "Não vai estar mais aqui quem falou."
Após ela terminar de vomitar, ela tomou um banho, escovou os dentes e foram se deita.
— Melissa: Elliott, eu te amo. Obrigada por estar comigo. Eu sei que estou insuportável, chorando e brigando com você o tempo todo.
— Elliott: Eu também te amo, meu amor. Insuportável você sempre foi, mas agora está passando dos limites. Mesmo assim, tem sido maravilhoso estar ao seu lado e ver essa barriguinha crescer a cada dia.
— Melissa: Não fala assim, que vou chorar.
Elliott deu um beijo nela e Melissa se deitou de lado, enquanto Elliott se deitou de conchinha com ela.
— Elliott: Amor, vamos fazer amorzinho de novo.
— Melissa: Ah, não, Elliott. Você sempre quer transar, estou grávida e cansada. Vai dormir, homem. O que o seu filho vai pensar de você, um tarado?
— Elliott: É engraçado, na sua vez ele não pensa nada. Agora, na minha, é diferente. Você quer toda hora.
Melissa sorriu.
— Melissa: Mas é diferente no meu caso, minha médica falou que o sexo ajuda na hora do parto.
— Elliott: Então estou querendo te ajudar ainda mais.
— Melissa: Tá bom.
— Elliott: Nossa, minha filha, que fogo que você tem...
Melissa sorriu.
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Atualizado até capítulo 31
Comments
Luzia Ribeiro
o frescura essas mulheres gravidas fica chorando atoa isso é frescura da um tanque de roupas pra ela lavar que passa afffffff
2024-05-20
4
Rosângela Pereira
essa história está com falta de assunto essa é a verdade.
2024-02-18
5
Silvia Aparecida Ferreira Ferreira
kkkkkkkkkkkkkkkk
2024-01-24
9