Angel.
O Arthur colocou todos para fora da casa dele,e ficou com o pessoal que ele considerava mas próximo,então o churrasco ficou rolando entre os íntimos.
Paçoca: eu conheço bem essa história
Menor: Eu também,e eu já assisti de perto
Jorge:esses homens cabeça dura
Todos ficamos conversando e resenhando até tarde da noite,depôs o pessoal foi todos embora e a casa voltou a ficar silênciosa,A dafine foi para o quarto dela,eu para o meu e Arthur provavelmente para o dele.
Fico deitada na cama pensando em tudo que estava vivendo,eu casada as 18 anos com um homem que eu nem conheço,em um país diferente e praticamente sozinha, diferente da Dafine eu não estava gostando de ficar longe da minha família,fico pensando em tudo e acabo pegando no sono.
Acordo no meio da madrugada com barulho de tiros e me assusto, estava levantando da cama quando vejo o Arthur invadido o meu quarto.
Angel: o que estar acontecendo?
Arthur: estão invadindo o morro,vem vou levar você e sua prima para o cofre.
Ele sai do quarto e eu o suigo,a dafine já estava na porta do quarto dela.
Dafine: o que é isso?
Arthur: invasão,vamos,não tenho tempo para explicar.
Ele foi em direção ao um quarto que tinha no final do corredor e abrio a porta e fez sinal para nós entrar,ele foi até o morro e tinha uma caixa de metal enorme dentro da parede e ficava escondida dentro do closet.
Arthur: Entrem,só saiam daqui quando eu tirar vocês,se eu não vim o Mateus vem.
Angel: vamos ficar quanto tempo aqui?
Arthur: provavelmente,4 ou 5 horas,aí dentro tem comida,bebidas,livros só não tem sinal.
Dafine: se for para eu ficar viva se tivesse só água já estava bom.
Arthur: agira preciso ir,entrem
Nós entramos na caixa grande de metal e ele fechou a porta,o lugar era até confortável,e bem aconchegante.
Dafine: você viu os bagulho de tiro?
Angel: sim,mas vamos ficar bem
Dentro da caixa de metal não dava para ouvir nada,era um silêncio total,eu e a Dqfie pegamos livros para ler,e a dafine atacou as comidas que tinha.
Os minutos pareciam horas,e eu aproveitei o tempo para dormir,acordei depois de um tempo e a Dafine estava agitada.
Dafine: finalmente tu acordou,já tem mas de 3 horas e nos aqui dentro,já estou ficando sem ar
Angel: calma, respirar tudo véi ficar bem.
Dafine: e se toda morreram?
Ángel: isso não vai acontecer
Dafine: você não pode ter certeza?
Angel: Não sei.
Ficando conversando e falando sobre o morro,a dafine tava afim de andar para conhecer o local e eu concordei,seria bom,e talvez poderia até dar aula de baile as meninas.
Depois de horas finalmente escutamos a caixa de metal ser aberta,e assim que a porta abre damos de cara com paçoca.
Paçoca: vim tirara vocês daqui e levar para a casa da Marlene
Kiara: o que aconteceu?
Paçoca: invasão no morro,tentaram matar o chefe.
Angel: conseguiram?
Paçoca: aquele ali nem o diabo quer no inferno,o infeliz só levou dois tiro de raspão
Kiara: E o mal humorado?
Paçoca: Matheus tá bem,ele estar organizando a equipe de limpeza no morro.
Angel: equipe de limpeza?
Paçoca: muitos corpos e sangue nas ruas,temos que limpará antes de liberar a população para sair,agora vamos já demoramos muito.
Saimos do cofre e do quarto e descemos as escadas,o paçoca tava com um carro todo preto na garam com os vídeos fumê,entro no carro com a Kiara e paçoca da partida no carro,por onde passamos vimos homem morto,não demorou muito e chegamos em uma casa grande.
Paçoca: vocês vão ficar aqui,mas tarde o Arthur vai passar para buscar vocês.
Angel: está bem.
Logo em seguida o grande portao da casa se abre e flor estava na frente nos esperando,nós aproximamos dela que nos recebe com um enorme sorriso,mas era visível que tinha chorado.
Flôr: Que bom que vocês estão bem.
Dafine:digo o mesmo
Angel: a senhora estar bem?
Flor: vamos entrar.
Ela sai andando e vamos logo atrás dela,quendo chegamos na sala todas as mulheres estavam lá.
Marlene: Que bom que estão bem.
Angel: aconteceu alguma coisa?
Manuela: o meu irmão foi atingido e levado para o hospital do morro em estado grave,estou indo para lá
Flor: eu também vou,eu quero ficar perto do meu marido.
Marlene: eu preciso ver o meu filho.
Sol: o Arthur mandou ficamos Aquí.
Daniela: Ele precisa de nós,só não quer admitir
Flor: então vamos todas.
As mulheres começaram a se movimentar e em pouco tempo estávamos todas dentro de um único carro,o carro a sorte que éramos todas magras,a Daniela foi dirigindo feito louca até o hospital,e assim que chegamos ela parou o carro de qualquer jeito e descemos.
O hospital estava cheio e de longe vejo o Arthur com a cabeça encostada na parede,a roupas dele estavam suja de sangue,e parecia que ele estava tentando controlar a respiração,vejo a Flor se aproxima dele e tocar em seu ombro e falar alguma coisa,ele responder com o rosto ainda na parede e da um soco com raiva depois de falar mas alguma coisa,a flor se aproxima de nós novamente e fala.
Flor: o sombra vai ficar bem,essa não é a primeira vez e nem vai ser a última,ele é forte.
Ficamos todas na recepção do hospital e de longe vejo toda hora algum indo falar com Arthur,vejo o Mateus entrando com o Kaique e falando alguma coisa e Arthur sai às pressas,mas antes de passar pela porta ele olha na minha direção,fica um tempo me olhando nos olhos e logo depois sai com os outros.
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Atualizado até capítulo 100
Comments
Maria Jose Paulo
/Sob//Sob//Sob//Sob//Sob/
2024-11-12
1
Margarete Dutra
Autora Sombra não pode morrer não 🤔🤔🤔
2024-10-14
3
maria conceiçao
tenho certeza que ele não vai morrer se não perde a graça tem muita coisa para falar ainda
2024-09-17
1