capítulo 4

Olivia narrando

Aquele imbecil do Max, não cansa de me humilhar, eu sempre tento agradar à ele, tento lhe satisfazër o máximo na cama, mais parece que nada disso tem sido o suficiente, para ele me amar, já que estamos noivos à quase quatro meses, e até agora eu não percebi nenhum interesse da parte dele em marcar o nosso casamento, eu já toquei nesse assunto por várias vezes, mais ele sempre foge, eu amo esse idiota, e não vou desistir dele, eu sei bem o motivo pelo qual estamos juntos, mais senão fosse por causa daquela bendita promessa que ele fez ao seu pai, pouco antes dele falecer, não estaríamos juntos, pois eu sei que o Max jamais se casaria com alguém, senão não fosse praticamente por " obrigação " , ele é galinha demais, porém eu fecho meus olhos e fingo não ver nada, porquê eu sei, que mesmo que demore, eu serei sua esposa.

Ontem ele chegou de viajem, eu estava com muitas saudades, aproveitei quando ele subiu para o nosso quarto, e fui atrás, tirei minha roupa e entrei silenciosamente no banheiro, passei minhas mãos por seu abdômen, e fui para sua frente, fiquei de costas para ele, esfregando minha bündä em seu päu, eu sabia que ele não ia resistir á mim, e ele me fez delirar de todos os jeitos me fündëndö bruto.

Agora uma coisa que está me intrigando, é a forma como ele estava olhando para quela "empregadinha" na hora do jantar, parecia que eles já se conheciam de algum lugar, O bom é que ele e a minha amada sogra, colocaram aquela "pobretona" em seu devido lugar, eu rir bastante daquela "tonta", quem ela achou que era, quando disse que servir o jantar não era seu trabalho ? eu achei magnífico a resposta que o meu noivo deu à ela, terminamos o jantar e o Max se levantou, ele foi para o quarto, ficamos eu e a minha sogrinha no sofá, falando sobre aquela "empregada pobretona" .

Olivia : Eu adorei à sua resposta sogra, aquela "empregadinha" precisa saber quem manda

Amélia : Eu estou quase mandando aquela "insolente" para o olho da rua, eu não fui com a cara dela

Olivia : Então mande, será uma dor de cabeça à menos, agora a senhora me dê licença, vou para o quarto

Amélia : Isso querida, aproveite e faça logo um netinho para mim

Olivia : A senhora acha que eu não já tentei ? O Max me entope de anticoncepcionais

Amélia : Não seja tola Olivia, você precisa deixá-lo embriagado e aí sim, você terá o controle da situação

Eu nunca havia pensado nisso, me parece uma ótima ideia.

Olivia : Certo sogrinha, deixe comigo, boa noite

Amélia : Boa noite, divirtam-se rs

Eu me levantei e subi para o quarto, quando eu abrir à porta o Max já estava saindo, eu perguntei.

Olivia : Aonde você vai Max ?

Ele me ignorou por completo e passou por mim saindo do nosso quarto, eu entrei pisando duro de tanta raiva.

Olivia : Aaah que ódio ( Me joguei na cama ) eu preciso dar logo um jeito de engravidar e fazê-lo se apaixonar por mim, ele vai ser meu, custe oque custar

...****************...

Alanna narrando

Aquele homem já estava me machucando, pois seus braços prendiam os meus e apertava minha barriga, sua outra mão estava tampando minha boca, não passava ninguém para me ajudar, eu já estava acreditando que ali era o meu fim, quando derrepente o homem me soltou, eu olhei para trás ainda assustada, e lá estava o "Arrogante" , segurando o homem com seus braços em volta do pescoço dele, eu fiquei em transe olhando para eles, minhas mãos estavam tremendo, os dois começaram à entrar em luta corporal, o "filho da Dona Amélia" acertou um "soco" no rosto do homem, e continuou indo para cima dele, os dois rolaram no chão trocando "socos", eu me vi perdida, sem saber oque fazer, aquele mesmo homem que queria me fazer mal, subiu em cima do "Arrogante" e acertou alguns "socos" em seu rosto, eu olhei para os lados na esperança de ver alguém e pedir ajuda, mais infelizmente não passava uma pessoa, foi quando eu vi uma pedra grande e à peguei do chão, o desespero me fez tomar coragem e jogar aquela mesma pedra na cabeça do homem, ele caiu apagado no chão, o filho da Dona Amélia se levantou e se aproximou de mim perguntando.

Maxwell : Você está bem ? ele te machucou ?

Alanna : Eu estou bem, não, ele não fez nada

Maxwell : Eu vou ligar para polícia, fique de olho nele

Eu concordei e ele ligou para polícia do seu celular, o homem continuava desacordado, eu estava com medo de ter matado ele.

Maxwell : Eles já estão á caminho

Eu abaixei a cabeça para não olhá-lo, eu estava muito chateada ainda, por ele ter me feito passar aquela humilhação na hora do jantar.

Maxwell : Eu vou te levar para casa, todos os dias, e quando eu não puder, vou pedir para o motorista te levar, essa cidade tem muita violência

Alanna : Não precisa, eu sei me virar sozinha

Ele me olhou e não falou nada, seu rosto estava machucado, e sua boca havia um pequeno corte, o homem começou à se mexer, eu respirei aliviada por não ter matado ele, mais estava com medo, o " Sr Arrogante " se aproximou do homem e deu um " Soco " no rosto do mesmo, fazendo ele desmaia novamente, em poucos minutos a polícia chegou, o "Arrogante" falou alguma coisa com os policiais, e as autoridades levaram o homem.

Maxwell : Menos um maníaco, vamos

Alanna : Eu vou esperar um taxi

Maxwell : Vamos logo, eu estou sem paciência

Alanna : Eu não vou, eu já disse que eu sei me virar sozinha

Eu dei as costas para ele, e andei um pouco para uma parte com mais iluminação, eu parei e o "Arrogante" apareceu em minha frente, ele derrepente me pegou no colo, me colocando de bruço em seus ombros, eu batia nas costas dele e falava muito brava.

Alanna : Me ponha no chão agora seu "Emgomadinho" eu vou gritar

Ele não dizia nada e continuava caminhando, até que ele me colocou no chão, e abriu a porta de um carro de luxo.

Maxwell : Entre "Atrevida"

Ele não ia desistir, então eu entrei no carro, mesmo contra minha vontade, ele logo entrou também, e dirigiu, eu estava evitando olhá-lo, não posso negar, que esse Homem é lindo, mais sua "Arrogância" faz ele se tornar uma pessoa feia.

Maxwell : Me diga o endereço

Alanna : Rua ****************

Eu disse o endereço e em minutos ele parou o carro em frente à minha casa, eu não disse nada e abri a porta do carro para sair, ele segurou meu braço e disse.

Maxwell : Não vai me agradecer ?

Alanna : Eu não te pedir nada

Puxei o meu braço de sua mão, e saí do carro, bati a porta com delicadeza, dei as costas e escutei ele falar.

Maxwell : Você além de ser "Atrevida" é mal educada

Eu não olhei para trás e continuei andando até chegar perto da minha casa, abri a porta e entrei, fechei a porta e fiquei olhando por uma pequena brecha, ele ficou parado no carro por mais um tempo, e logo deu partida indo embora.

Eu entrei tranquila, pois senão minha mãe ia desconfiar que algo aconteceu.

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Comments

Maria Silva

Maria Silva

estou gostando da história muito linda parabéns autora continua asim

2025-03-09

0

Cleise Moura

Cleise Moura

Mas que mãe fdp incentivando enganar o próprio filho e uma bruxa mesmo 😡

2025-03-01

1

Maryazinha Alvez

Maryazinha Alvez

menina do ceu kkkkk

2024-12-14

0

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