- Agora me chup@ vadia gostosa – Ele ordenou batendo com seu membro duro no rosto dela.
- Sim Senhor – Agatha assentiu com uma cara de safada e abocanhou aquele membro como uma profissional, ela usava sua lingua e colocava tudo em sua boca.
Dom Mauricio olhando para Agatha só conseguia lembrar da mulher com uniforme de camareira que o serviu mais cedo, ele pensou em sua boca, seu sorriso, seu olhar e começou a soc*r com força na boca de Agatha, fechou seus olhos imaginando Sabrina e aumentava seu ritmo fazendo Agatha ficar vermelha e se engasgar por diversas vezes, ele puxou o cabelo dela com força e só parou quando percebeu que ela não era Sabrina, mas precisava se aliviar.
- Fica de quatro no sofá - Ele ordenou e se levantou, pegou um preservativo, rasgou e colocou em seu membro duro.
Agatha obedeceu e então sentiu Dom Mauricio entrar, com força, sem dó e nem piedade, como sempre, ele era bruto e ela gostava disso, tinha prazer em se sentir usada por ele, era completamente obcecada por aquele homem que já havia deixado claro não ter nenhum sentimento por ela. Dom Mauricio dava tapas fortes sem se preocupar com o barulho que ela começou a fazer, porém ele não queria ouvir a voz de Agatha.
- Cala a boca, não quero te ouvir gemer – Ele ordenou enquanto metia mais forte e só conseguia pensar em Sabrina, fechou seus olhos segurou a cintura dela com força e aumentou mais seu ritmo, até fazer Agatha goz*r e goz*u no preservativo, ele saiu de cima dela rapidamente e foi para o banheiro se limpar.
Quando saiu do banheiro Agatha ainda estava na sala, ela pegou suas roupas e foi para o banheiro dele se arrumar.
- Senhor, podemos conversar? Agatha disse – Saindo do banheiro
- Diga – Ele disse sem olhar para ela
- Gostaria de saber se poderia me ajudar com um valor um pouco mais alto esse mês, tive alguns gastos extras e estou precisando de um pouco mais – Agatha disse acariciando os ombros dele
- Agatha, eu vou te dar, mas não se acostume, já te pago muito mais do que você merece, inclusive, espero que faça melhor seu trabalho, agora saia – Ele disse tirando a mão dela do ombro dele
- Obrigada Senhor – Ela disse com um sorriso sem se importar com a grosseria dele e saiu de sua sala.
Dom Mauricio continuou pensativo, que mesmo depois de tran*sar com Agatha, ainda estava tenso e não se sentia aliviado, ele continuava pensando na camareira que lhe serviu de manhã, se lembrando das belas pernas, do rosto, do olhar e do sorriso que não saia da sua mente.
“Só posso estar enlouquecendo” Ele pensou enquanto decidiu tomar mais uma dose de uísque.
As horas passavam e o ambiente no resort Villa Sereno vibrava com a energia do poder e da ambição. Don Mauricio estava no centro de tudo, conduzindo os negócios com firmeza e visão estratégica, após algumas reuniões, recebeu seu pai Vicenzo Meneceucci em seu escritório no Restort.
- Pai, que surpresa vê-lo aqui – Dom Mauricio disse se levantando
- Olá filho, soube que voltou de viagem e vim te visitar – Vicenzo disse com simpatia cumprimentando seu filho com um abraço
- Sim, cheguei hoje de manhã dos Estados Unidos, estamos faturando o triplo esse mês, aceita um uísque? - Dom Mauricio disse após abraçar seu pai e foi até seu bar, pegou dois copos
- Sim filho, dose dupla e com gelo por favor, eu vi os relatórios que você enviou, realmente os lucros aumentaram muito, você fez um ótimo trabalho – Vicenzo disse se sentando
- A ideia é aumentar ainda mais, espere alguns dias para conferir as expectativas do próximo mês - Dom Mauricio disse entregando o copo de uísque para o seu pai e se sentou bebendo também.
- O conselho está muito satisfeito com seu desempenho como líder. Você sabe como não chamar a atenção e isso é ótimo - Vicenzo disse bebendo sua dose de uísque
- Temos mais homens na polícia no governo americano, eles me colocam um passo à frente de tudo, está sob controle nosso esquema, mas me diga. O que o traz até meu escritório? Sei que não está aqui somente por saudades - Dom Mauricio disse curioso
- Meu filho, você me conhece, vou ser direto ao ponto, preciso conversar com você sobre um assunto importante. Não podemos adiar mais o momento de uma aliança que pode trazer grandes benefícios para todos nós.
- Estou ouvindo, pai. Do que se trata? - Disse bebendo mais uma dose
- Você tem ido muito bem nos negócios, mas precisa começar a pensar no futuro herdeiro da nossa família. Eu tive uma reunião com meu compadre Lorenzo, sabemos que você é um homem de negócios e de grandes responsabilidades, mas Laura está aguardando seu pedido de casamento. Acreditamos que está na hora de consolidar nossos laços com uma aliança matrimonial. Eu fiz essa promessa a família de Cursino há muitos anos atrás e chegou o momento de cumprir essa promessa.
- Ela está aguardando meu pedido de casamento?
- Exatamente, meu filho. Acreditamos que unir forças com esse casamento entre nossas famílias, seria benéfico para ambos os lados
- Não sei se a Laura, é a mulher mais apropriada para estar ao meu lado, pai.
- Claro que é, vocês se conhecem desde crianças. Ela é uma mulher encantadora, se formou na faculdade de Direito, elegante, com grande potencial de ser sua esposa. Você sabia que esse momento iria chegar, precisa assumir suas responsabilidades como Don.
- Entendo... Mas um casamento arranjado, pai? Eu não concordo com essa ideia. Não pretendo me casar um dia e se eu for, será alguém que eu escolher, igual você escolheu a minha mãe e depois sua outra esposa quando minha mãe morreu. Tenho que ter sentimentos para me casar, e não tenho isso no momento pela Laura. Ela pode ser linda e encantadora, mas não aos meus olhos
- Meu filho, sentimentos não são a base para um casamento. Às vezes, é necessário pensar nas responsabilidades e no futuro da nossa família. Sua mãe foi um casamento arranjado pela máfia, uma aliança que meu pai fez com a família dela e com o tempo aprendemos a nos amar. O amor é uma construção diária, Laura será uma boa esposa e uma senhora Menecucci admirável.
- Eu entendo as suas preocupações, pai, mas eu preciso ter a minha voz nessa decisão. Eu não posso me casar com alguém que não me desperta nenhum tipo de interesse.
- Mauricio, eu quero que você pense direito, e depois falaremos novamente sobre isso. entendo a sua posição. Você ainda é novo meu filho, mas precisa pensar no seu futuro, no futuro da nossa família, o conselho tem cobrado seu casamento, um homem precisa ter raízes em uma família, lembre-se de que as nossas responsabilidades com o conselho não podem ser negligenciadas e você fez um pacto de sangue com a organização - Vicenzo disse sério
- Vou pensar sobre isso, eu prometo que levarei em consideração todas as questões familiares, pai. Mas é importante para mim encontrar pelo menos uma conexão verdadeira com a pessoa que irei dividir a minha vida – Dom Mauricio disse sério
- Somos mafiosos meu filho, fazemos o que tem que ser feito, sem sentimento, você sempre foi assim, vou pedir para Lorenzo esperar um pouco sobre o casamento e veremos como prosseguiremos. Mas saiba que não podemos dizer NÃO para a família Cursino.
- Ok Don Vicenzo, você já foi extremamente claro, agora se me der licença, preciso me preparar para um jantar com alguns investidores e empresários dos nossos cassinos – Dom Mauricio disse tentando dispensar o pai daquele assunto chato.
- Claro, não quero mais roubar o seu tempo Don Mauricio, eu vou indo - Don Vicenzo disse terminando sua dose de uísque
- Até mais – Dom Mauricio disse se despedindo
- arrivederci (até logo) - Vicenzo disse e saiu da sala de Dom Mauricio que ficou pensativo na conversa que teve com seu pai. Ele sabia que não poderia enrolar essa decisão por muito tempo e precisava resolver a situação.
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Atualizado até capítulo 154
Comments
Maria Das Neves
estou amando essa história parabéns autora Mia ❤️❤️
2025-04-03
0
Marli Batista
Pega fogo cabaré 🔥🔥🔥🔥🔥
2025-02-23
0
Flora Nascimento
Estes pessoal da Máfia. tem Sempre estes casamentos arranjados desde a criança pequena. Como ? se Quando a Criança Cresce Acaba Amando outra Pessoa. Será Que é Assim mesmo ou é Só Nas Histórias.
2024-09-23
1