Antônio
Ela abriu a porta e eu entrei falando do diário, mas quando olho nos olhos dela sinto que eles estavam em lágrimas, não sei se chorava, mas é o que parece será porque choras? Mas ela é tão arrogante que joga o diário que cai no chão, abaixo-me pra pegar e a toalha que estava saiu e fica tudo de fora, ela está a olhar é menino está arrasando ela tá encarando, quer dizer que gostou, aproximo dela sorrindo, mas sabe o que ela faz? me expulsa e ainda me ameaça, sair do quarto calado, claro não sou besta não quero levar outro soco, mas de uma coisa eu sei eu preciso lê esse diário e saber de tudo, mas agora preciso mesmo é se arrumar e descer, que roupa visto, é tenho que usar a roupa do defunto, procuro alguma que serve, e acho visto e desço e escuto a voz daquele folgado, será o que ele quer?
_ verinha me diz uma coisa, aquele, mala sem alça suponho que é Marcos está aqui?
Verinha que tem a mesma cara da Rita fofoqueira, já se aproxima, fofofqueiro não se aguenta aí fica a procura de uma vítima pra contar com detalhes tudo que viu se acho ruim claro que não, só assim vou saber de tudo!
_ seu Antônio os dois estão no escritório que era do seu nino.
Olho tudo, mas não sei onde é esse escritório cheguei hoje como vou saber também.
_ onde é esse escritório verinha?
_ logo ali na direita!
_ obrigado verinha quero que fique de olho em tudo não gosto desse Marcos.
_ pode contar comigo seu Antônio, vou fica com os olhos em tudo!
Claro que vai, essa é a cópia da dona Rita do morro, chego perto da porta, mas não quero entrar, coloco o ouvido coladinho na porta e tento escutar o que eles conversa e não estou a ouvir direito, mas calma aí ouvir uma coisa, isso não a ruiva é minha e ele não vai levar ela pra jantar, escuto passos então corri até a cozinha.
Verinha _ o que ouve seu Antônio?
Antônio _ Verinha, se a ruiva pergunta algo diz que desci agora.
Verinha _ ok!
Marcos _dom Antônio boa noite!
Antônio _ estava perfeita.
Débora _ janta conosco Marcos
Antônio_ não ele não vai jantar!
Débora _ senta Marcos, a Vera fez um peixe maravilhoso.
Marcos _ obrigado Débora, mas é melhor eu ir.
Antônio _ ótimo, a, mas uma coisa, dá próxima vez que vir aqui quero que fique na sala de espera, e tudo que for tratar fala comigo.
Débora _ como é?
Marcos _ok dom Antônio desculpa!
Débora _ desculpa nada, Marcos é como da família já disse.
Ela fala isso e vai atrás do mala sem alça, eu não sou besta fui atrás dela, ela tem que entender que eu que mando aqui e não ela.
Marcos _ não se preocupe Débora, tá tudo bem espero você amanhã.
Débora _ ok Marcos!
Antônio _ espero que entenda que sou eu que mando em tudo e não fui com a cara desse mala, então não quero ele na minha casa.
Débora _ ok dom Antônio vejo ele em outro lugar, afinal, você é o herdeiro. Vera leva meu jantar ao meu quarto, come sozinho Dom Antônio.
Aí filha da mãe... fico pulando e xingando porque a pu... Desgra... Pisou no meu pé, e agora doe pra cassete, a ela me paga, a ela me paga olha quebrou meu dedinho...
Vera _ o que foi dom Antônio?
Antônio _ vera Ela quebrou meu dedo tenho certeza disso.
Vera _ o senhor também provocou.
Antônio _ tu tá de qual lado em?
Vera _ do seu, também não gosto do seu Marcos.
Antônio _ eu também não, mas a ruiva aí me pagar a ela vai.
Vera _ dona Débora é gente boa seu Antônio, ela só sente falta do seu Freitas e do nino, ela ama chocolate dar um pra ela.
A Vera diz isso e eu tive uma ideia, a ruiva você não me conhece.
Antônio _ Verinha, arruma uma bandeja bem linda que eu mesmo vou levar pra dona Débora, e trás o chocolate e uma pimenta da pior.
Vera _ o que vai fazer?
Antônio _ eu vou fazer uma surpresa pra dona Débora ela Não gosta de chocolate?
Vera _ sim ela ama...
Já sinto o gostinho da vingança aí mas meu pé doeu,ela pisa forte!
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Atualizado até capítulo 79
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