Cp 11

Guerreiro Narrando.

Eu sinto em ter perdido a cabeça com ela, não tô acostumado a ter mulher dentro da minha casa, pra mim tudo é frescura, fui de boa para a quadra, chegando lá fiquei com os parça e comecei a beber o um pouco estava esses dias em casa.

_ Fala meu mano!_ um aliado meu me cumprimentou chegando perto de mim, com uma mulher.

_ Fala meu parceiro!_ cumprimentei o mesmo.

_ Ta casado cara?_ ele perguntou sentando a mulher no colo dele.

_ Hahaha ta louco! quem te falou um bagulho desse_ comecei a negar com a cabeça fumando meu cigarro.

_ Cara toda a quebrada já sabe que tem uma novinha linda na tua goma_ ele disse dispensando a mulher.

_ Quem é esse boca aberta? quero trocar um lero com ele_ falei.

_ Não precisa de Boca aberta Guerreiro, todo mundo sabe além disso acho que a princesa saiu do castelo_ ele disse rindo bebendo.

_ Ta de caô cara_ falei.

_ É, então porque teus homens estão loucos procurando a princesa na favela_ ele disse rindo.

_ Não chama ela de princesa!_ olhei ele com um olhar negro.

_ Te conheço! E teu olhar de cara frio e que mata gente rindo não me intimida hahaha se eu fosse tu ia procurar a Princesa_ ele disse rindo levantei e peguei na correntes dele e puxei com força.

_ Não chama ela de princesa_ falei cara a cara com ele e ele simplesmente começou a ri.

_ Hahaha_ ele se soltou de mim, odeio quando ele faz isso.

_ Chefe temos mó problema_ um vapor falou me cutucando.

_ Eu já sei o problema só quero saber qual dois porquinhos vai pagar por deixar ela sair de casa_ falei empurrando eles e procurando ela dentre tanta gente.

_ Ei vai aonde?_ A carol veio correndo atrás de mim.

_ Não me testa uma hora dessa,que não tô afim de trocar ideia contigo falo_ falei andando para fora da quadra até achar ela, mandei eles levarem ela pra casa

_ Quem é ela?_ Carol perguntou enquanto eu estava indo até minha moto.

_ Não te interessa!_ falei.

_ Tu levou uma estranha pra dentro da tua casa Guerreiro_ ela continuou tagarelando no meu ouvido com raiva peguei no Pescoço dela.

_ Eu já te avisei! não quero falar contigo, então vai procurar outro macho pra sentar_ falei montando na minha moto e sair de lá cantando pneu quando cheguei perto da minha goma vi a louca na sacada me pergunto, ela vai se jogar? desci louco da moto corri pra abrir a porta entrei dentro de casa até que cheguei no quarto e a puxo contudo pra dentro de novo.

_ Eu me pergunto o que se passa na tua cabeça?_ perguntei.

_ Qual direito você tem sobre me impedir de eu acabar de vez com minha vida_ ela falou se levantando e a segurei de novo.

_ Quem mandou tu sair de casa? E onde tu estava esse tempo todo_ perguntei.

_ Não te interessa, porque não deixa eu levar a minha vida da forma que eu quero_ ela disse.

_ Se drogando!_ perguntei ainda segurando.

_ Isso não te diz respeito, só quero..._ ela disse porém interrompi.

_ Quer acabar com a po** da tua vida? pois bem vou adiantar pra te_ falei puxando ela.

_ Pra onde vai me levar?_ ela chorava.

_ Não quer acabar com tua vida?_ falei e levei a mesma para alto do Morro onde tinha um lugar muito alto que dava pra ver a favela inteira de cima, coloquei ela bem na beirada olhando pra baixo.

_ Quer morrer Luz? posso fazer isso agora_ ela estava desesperada e chorava muito.

_ Eu te fiz uma pergunta!_ apertei os braços dela e ela negou com a cabeça, deixei por um minuto minha raiva me consumir por inteiro.

_Foi o que pensei!_ falei puxando ela e ela soluçava de tanto chorar.

_ Tu usou drogas né?_ perguntei e ela não respondeu.

_ EU TE FIZ UMA PERGUNTA!_ Gritei e ela se assustou e confirmou com a cabeça.

_ Fala pra mim! quem foi_ perguntei e ela não respondeu.

_ Não adianta esconder Luz eu vou saber, e sabe o que vou fazer com quem te vendeu ou te deu?_ perguntei cara a cara com ela, ela negou novamente.

_ Vou matar ele da forma mais lenta por descumpri uma ordem minha_ falei e ela chorou mais.

_ Agora vai dormir!_ falei empurrando ela até l quarto que mandei prepara pra ela, entrei no meu quarto e me sentei na cama com raiva não sabia o que acontecia comigo.

Acordei de manhã e tomei aquele banho de lei, me vestir e fui logo no quarto dela pra agilizar ela quando abrir a porta ela tava acordada parece que não dormiu a noite será se peguei pesado com ela?

_ Quero que tome banho? vamos sair_ falei e ela estava fitando o nada.

_ Ou!_ falei indo até ela.

_ Não quero sair!_ ela disse deitando na cama.

_ Eu não te perguntei se tu queria, tô dizendo que tu vai, tu tem 10 min pra se arrumar_ falei saindo do quarto, precisava fumar um antes de sair.

_ Saiu da Quadra ontem sem me dizer!_ Dado falou entrando dentro de casa.

_ Não sou tua quenga não!_ falei soltando fumaça para o ar.

_ Hahaha ta com o senso de humor elevado né_ ele falou tomando o cigarro da minha mão.

_ Não tô pra brincadeira hoje papo sério!_ falei sério.

_ Não tu nunca ta pra brincadeira_ ele disse se sentando no sofá, até que Luz estava descendo as escadas.

_ Bom dia Luz!_ Dado falou e ela não disse nada.

_ Porr@ me deixou no vacu_ ele disse levantando.

_ Para onde vamos?_ ela perguntou.

_ Tu vai saber_ falei saindo de dentro de casa indo até meu carro e ela e Dado atrás, entramos no carro e saímos da favela.

_ Onde vai me levar?_ ela perguntou olhando cada parada que a gente dava.

_ Vai saber!_ falei chegando no local

_ Tu ta trazendo a mina para um hospital_ Dado falou rindo.

_ Cara! cala a boca_ ele desfez o sorriso descemos do Carro e entramos dentro da Clínica.

_ Por que me trouxe aqui?_ ela questionou já com os olhos cheios de lágrimas, não disse nada até que entramos na sala da diretora da Clínica.

_ Onde está a interna_ ela perguntou.

_ Interna?_ ela perguntou assustada.

_ Sim! tô te internando e nem tenta dizer que não vai ficar_ falei seguro.

_ Como..._ela negou e uma lágrima caiu

_ Vai por mim! vai ser melhor pra ti_ Dado falou, depois de tudo pronto, paguei a clínica em dinheiro vivo.

_ Vai me deixar aqui?_ ela disse chorando.

_ Tu precisa!_ falei.

_ Tu vai me abandonar?_ ela perguntou.

_ Não luz! eu venho te ver!_ falei e ela me abraçou.

_ Não sei porque ta fazendo isso por mim, mas eu te agradeço muito Guerreiro_ ela disse ainda agarrada a mim me despedi dela e sair de lá.

_ Nunca te vi assim_ Dado falou

_ Eu já disse que não tô pra brincadeira hoje_ falei

_ Não tô brincando_ ele disse.

_ Papo sério, vamos em silêncio_ falei e ele concordou.

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