Capítulo 18

uma saudação no final do capítulo

...vamos começar...

ayari: d-daiki -medo-

daiki: -levanta rápido- fique atrás de mim e não se afaste por nenhum motivo

ayari: -obedece e fica atrás de daiki-

Daiki tirou a arma que tinha no bolso da calça e apontou para a frente caminhando para dentro da casa, protegendo ayari... dentro da casa

daiki: -olha para todos os lados-

no chão haviam guardas e empregados de daiki mortos, mas não eram muitos, apenas 2 empregadas e 4 guardas

ayari: -enjoo- gloop -segurando a vontade de vomitar-

daiki e ayari continuaram caminhando até chegarem à porta do salão onde se ouviam mais tiros e, efetivamente, uma das máfias inimigas de daiki estava se rebelando

???? : -encostado na parede olhando o espetáculo acariciando a barriga-

??? : querido(a), certeza que não está passando mal? se estiver passando mal podemos ir e deixar que os nossos homens cuidem disso

???? : não sairei daqui até que daiki sumiyoshi venha dar as caras -decidido(a)-

daiki: {ayari fique aqui e não saia}

nota: {sussurro}

ayari: {t-tome cuidado, está bem? }

daiki: --acena e sai do esconderijo-

daiki: -sai apontando com a arma- o que você quer, Carlos?

Carlos: o quê mais seria? seus territórios -sorri-

daiki: é por isso que você faz esse escândalo todo e mata meus homens?!!

Carlos: é a única forma de você me dar ouvidos, tento falar com você ou mando contratos, você não me dá atenção -irritado-

daiki: do que você está falando, cara?!! não chegaram contratos seus para mim, muito menos a notícia de que você quer falar comigo

Carlos: -olha fulminante para um de seus homens-

homem: -medo-

daiki: mesmo que tivessem chegado, eu não te daria meus territórios nem morto

homem: -se aproxima de Carlos e sussurra algo-

Carlos: traga-o(a)

homem: com licença -vai embora-

daiki: -confuso-

uns 10 segundos depois chega um homem apontando uma arma para a cabeça de ayari e tapando sua boca,

ayari: -chorando, com medo-

Carlos: -se aproxima de ayari sem olhar para o seu rosto, mas olha para a barriga que lhe chamou a atenção- a-acaso? -olha para o rosto de ayari- n-não pode ser -chora- solte-o(a)

homem: -solta ayari confuso-

ayari aproveitou que o homem o soltou e correu para trás de daiki assustado(a)

daiki: você está bem? não fizeram nada com você? -preocupado-

ayari: -nega com a cabeça-

Carlos: v-você se chama ayari?

ayari: s-sim, por quê?

Carlos: PAREM DE ATIRAR

NOTA: os trabalhadores de Carlos continuavam atirando nos homens de daiki

homens: -param de atirar-

Carlos: ayari, não se lembra de mim? sou eu, Carlos -olha para ele com os olhos marejados-

ayari: Carlos, só conheci um Carlos e ele era m-meu -fica em choque- n-não acredito

Carlos: -sorri- seu irmão, não é?

ayari: n-não pode ser, e-ele morreu

Carlos: também pensamos que você tinha morrido no acidente, como nossos pais, e olha só, são e salvo(a) -se aproxima de ayari-

daiki: -aponta a arma para ele-

ayari: -se afasta- isso é impossível, q-quantos anos você tem?

Carlos: tenho 15 e você deve ter por volta de 20, ou estou enganado?

...continua...

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