Início da tarde e eu estou no portão de embarque para a Flórida, em primeira classe. Presente de aniversário do meu pai pelos meus 18 anos. Desde muito nova eu viajo sozinha, com a autorização dele.
Quase não consigo viajar nesse voo, pois uma única pessoa comprou literalmente todos os assentos da primeira classe. Precisei implorar muito para que os responsáveis conseguissem convencê-lo. A única exigência dele foi silêncio total da minha parte, e eu concordei na hora. Me sentei o mais longe possível, tendo visão apenas das suas costas.
Coloco meus fones e começo a assistir um ASMR. Acabo pegando no sono. Abro os olhos assustada quando ELE me cutuca.
— Garota, por favor, faça silêncio. Não vou repetir novamente.
O homem fala com uma voz grossa e autoritária. E que homem... Alto, musculoso, barba bem feita, rosto esculpido, pernas marcando na calça social, uma bunda redondinha e um pacote enorme na frente. Nem sei como reparei em tudo isso de uma vez.
Ele volta para o assento e, depois disso, não prego mais os olhos, com medo de outra reclamação.
Quando chegamos, desci primeiro e saí pegando o primeiro táxi que vi, indo direto para o hotel que já estava reservado no meu nome. Infelizmente a suíte presidencial já estava ocupada, então tive que ficar em um dos quartos normais.
Depois de cinco horas de viagem, tomei um banho para relaxar, vesti um vestido com um belo decote nos seios e desci para o restaurante. Após fazer uma refeição leve, vou para o bar do hotel e me sento perto do balcão. Peço um shot de gin e fico observando o movimento calmo e descontraído.
Depois de quatro shots, já estava considerando voltar para o meu quarto quando minha atenção é puxada para o gostoso que entra no bar e senta ao meu lado. O homem do avião. Ele pede um Negroni ao bartender. Não consigo tirar os olhos dele.
— Por que me encara, garota? — fala sem olhar para mim.
— Quer a verdade nua e crua ou a versão educada?
Ele dá uma risada de lado.
— Prefiro a verdade, doa a quem doer — responde, me dando total atenção.
— Te achei um gostoso e esses ternos caem muito bem no seu corpo.
Falo mantendo o contato visual. Mais uma gargalhada sai daquela boca deliciosa.
— Um drink para a moça aqui — ele pede ao bartender.
— Gostei de você. O que faz por aqui?
— Vim passar meu aniversário aqui. E você?
— A trabalho e algumas questões pessoais — ele fala e levanta a mão esquerda, me mostrando a aliança, que eu ainda não tinha reparado.
Bebo a bebida de uma vez e pergunto:
— Você é casado? — falo com tom de decepção.
Ele me analisa e responde:
— Não, sou noivo. Isso é um problema?
— Noivo não é casado. Então isso significa que está disponível?
— Talvez eu possa estar — ele fala, dando mais um gole na bebida. — É uma relação complicada.
Mesmo depois de vários copos, ele se negava a me dizer seu nome, mas a conversa fluía bem. Às vezes dávamos algumas investidas um no outro. Às 22h, subimos.
— No meu quarto ou no seu? — ele pergunta.
— No seu.
Respondo e o sigo. Por sorte (ou azar), ele está na cobertura. Entramos e ele fala para eu me sentir à vontade. Diz que vai tomar um banho rápido e vai em direção ao quarto.
Alguns minutos se passam e resolvo ir atrás dele. Escuto o chuveiro ligado e decido esperar sentada na cama. Ele sai do banheiro completamente nu e me deixa de boca aberta. Acho que vou correr daqui. Só fiz sexo duas vezes na vida e nunca vi um pau desse tamanho.
Ele percebe meu nervosismo, se aproxima, me puxa para ficar em pé e me dá beijos no pescoço. Suas mãos descem para a minha bunda e só isso já me faz arfar.
— Me fala o seu nome, por favor.
— Não posso — ele fala enquanto me beija.
Ele começa a tirar o meu vestido, se afasta e fica me admirando.
— Quantos anos você tem, boneca?
— Vou fazer 18 amanhã.
— Porra, menor de idade, sua safada. Não vai me foder em — ele fala rindo. — Mas como você estava bebendo sendo menor?
— É complicado — respondo.
— Elize, você é perfeita. Gostosa demais.
Ele me vira de costas e me dá um tapa na bunda. Depois me deita e começa a me chupar. No começo eu não entendo bem e fico desconcertada. Ele percebe e pergunta:
— O que houve? Não gosta?
— É que eu nunca fui chupada antes. E nunca cheguei a gozar.
Falo e vejo seus olhos escurecerem.
— Caralho, que projeto de homem foi esse que te comeu? Tirou sua virgindade e nem te chupou, porra.
Ele volta a me chupar de forma tão indecente — o barulho, as sugadas fortes, o dedo entrando em mim. Minhas pernas tentam se fechar incontrolavelmente, mas ele as segura, mantendo-as bem abertas.
— Senhor... — falo, sentindo meu corpo formigar e uma onda de prazer tomar conta de mim. Então um líquido sai.
— A porra, garota. Nunca gozou antes e a primeira vem logo um squirt.
Fico tremendo na cama. Ele sobe em cima de mim e fala no meu ouvido:
— Vou te foder sem pena, boneca. Vou te mostrar como um homem de verdade fode.
Ele encaixa o membro em mim e me penetra fundo, gostoso, dilacerando minha bucetinha.
— Ahh, tão apertadinha — ele geme e continua metendo fundo.
— Fica de quatro pra mim, boneca.
Eu imediatamente me empino para ele. Ele coloca e tira em metidas lentas. Começo a jogar a bunda para trás, implorando pelo contato. Ele puxa meu cabelo e mete de uma vez, me fazendo gritar. Sinto seu pau inchar dentro de mim, então ele tira o membro e goza na minha bunda.
Eu chupo o seu pau, vamos nos lavar e, minutos depois, eu sento nele. Ele começa a esfregar meu clitóris, aumentando ainda mais o meu prazer e me fazendo gozar mais uma vez.
— Que pau gostoso, me fode mais — falo ainda em cima dele.
— Bonequinha sedenta.
Ele levanta, me pega no colo. Eu fecho as pernas na cintura dele e ele me penetra logo em seguida.
— Senhor, por favor, me diz seu nome.
Ele não responde.
— Pra você eu vou ser só um caso de uma noite, uma foda inesquecível. É assim que quero que lembre de mim. Eu vou marcar essa buceta. Ele não vai mais se contentar com nenhum outro além de mim, boneca. Mas não posso te falar meu nome.
— Então você vai ser meu gostoso sem nome?
— Isso mesmo. Portanto, me diz o que quer de presente.
— Queria saber o nome do dono desse pau maravilhoso — falo entre gemidos. — Mas que tal você gozar dentro de mim?
— Não posso. Seria um problema que eu adoraria causar, mas não seria correto com você.
Eu me afasto um pouco dele e falo:
— Relaxa, eu sou...infértil!
Ele me lança um olhar e para de se movimentar.
— Sinto muito, mas não quero arriscar.
— Então você pode me dar algum remédio amanhã, que tal?
Ele não responde. Novamente me deita na cama e sobe em cima de mim. Quando estou quase no clímax de novo, peço para ir por cima. Começo a cavalgar e a gemer loucamente o quanto eu queria sentir o leite dele em mim. Ele fala pra eu sair de cima, mas por algum motivo eu não quis obedecer. Sinto seu gozo quente escorrer dentro de mim.
Ele geme até sentir a última gota sair.
Tomamos banho e fomos dormir. De madrugada, quando acordei, já tinha uma caixinha com o remédio para eu tomar. Mas eu não menti para ele quando falei que sou infértil. Eu me visto e saio do quarto. Na sala, escrevo um bilhete para ele e volto para o quarto, deixando-o debaixo do remédio.
“Senhor gostoso sem nome,
Essa noite foi maravilhosa. Espero que para você tenha sido tanto quanto foi para mim. Desculpa por não tomar seu remédio. Mas como não vamos mais nos encontrar, quero que fique tranquilo: você nunca poderá ser pai de um filho meu.
Da sua: Elize.”
Saio do apartamento, reservo outro hotel e, logo cedo pela manhã, vou embora para outro lugar. Apenas as lembranças da noite passada vão existir para mim. Ele é noivo e eu não vou passar de mais uma foda para ele.