O quarto estava quente, a luz fraca da vela jogando sombras dançantes nas paredes. O cheiro de jasmim enchia o ar, mas era o calor dos corpos que dominava tudo. Clara sentia o vestido leve roçar seus seios enquanto se movia, os mamilos já duros marcando o tecido fino. Ela sabia que ele estava olhando, sentado na poltrona, os olhos famintos devorando cada pedaço dela.
"Vem cá", ele disse, a voz grossa, quase um grunhido. Clara riu baixo, parando perto o suficiente para ele sentir o calor entre suas coxas, mas sem encostar. "Calma, ainda não", ela provocou, inclinando-se até os lábios quase tocarem os dele, o fôlego quente roçando a boca dele. Seus dedos subiram pelo pescoço dela mesma, descendo até os seios, apertando um deles de leve só pra ver ele engolir em seco.
Ele estava duro, o pau apertado contra a calça, e ela podia ver o volume crescer enquanto brincava com ele. "Porra, você me mata assim", ele soltou, os punhos cerrados nos braços da poltrona. Clara deu um passo pra trás, deixou o vestido escorregar de um ombro, o tecido caindo até mostrar um peito nu, o bico rosado exposto. Era um convite, e ele não aguentou mais.
Levantou-se num pulo, o corpo colado ao dela em segundos. "Você gosta de me deixar louco, né, sua safada?", ele murmurou, as mãos finalmente agarrando a cintura dela, puxando-a contra o pau duro que pulsava na calça. Ela gemeu de leve, esfregando-se nele, e respondeu com um sussurro: "E você gosta de meter em mim quando eu te provoco."
O beijo veio faminto, línguas se enroscando enquanto ele arrancava o resto do vestido. Ela sentiu o pau dele roçar sua coxa, livre agora que a calça caiu, e o quarto virou um caos de mãos, gemidos e o som de pele contra pele.