A noite presente é se muitas vezes as pessoas aproveitassem o que tem de bom o mundo teria paz, mas não percebem que estão as vezes piorando a cada minuto. Assim observei uma criança com suas fantasias, com seus sonhos é que todos deles não foram realizados.
Enquanto seguiu em frente até tentei interromper suas escolhas, mas não conseguir então partiu para uma breve é dolorosa guerra.
Sua expressão aterrorizante com os soldados feridos as outros com só um braço, então suspiro com suas mãos tremendo a sua pele suadar enquanto desliza na sua testa.
A noite se fazia presente é se passou os dias, suas reportagens ficaram famosas é logo assim encontrou-se um autor de livros, é se interessou com tudo o tal autor era perfeito para ela.
Mas sua vida não era tão mil maravilhas,tinha seus problemas que surgiram em sequência no seu casamento.
É iniciou até que chegou sua velhice numa cama de um belo hospital, mas seus filhos os que diziam amá-la nenhum apareceu, isso o tempo em que ela entrou pela quela porta é assim chegou no quarto 123.
── Irei.. - Fala sem forças já tenho respirar,deixei as lágrimas caírem.- Morr-Morrer.. Cof..Cof - respirei com dificuldades.
── Des-Desculpa.. Cof cof- Aperto o lençol com força enquanto chegam os médicos é enche o quarto. - T-Tô com medo - Disse já sem voz é tremia.
── Sr. Alyssa.. vai ficar tudo bem ok? - Falava tentando me acalmar a minha visão estava turva. - Calma Senhora - só esperei fundo enquanto falava comigo.
Deu seu último suspiro e acabou morrendo assim disse: " Minha pequena criança.. Ah queria vê feliz mais uma vez, mas não posso pois se foi ".. É assim ela se foi as vezes não gosto disso, é chorei ao vê-la partir os que puderam estar ali mal ligavam para isso.
*
Estavam num barzinho a esquina é seu primeiro filho mais velho,o Tony era assim que a Alyssa chamava seu querido filhor estava bêbado junto com uma mulher um pouco mais velha do que o mesmo.
Se disse que sou mal ou pudesse salvá-la disso tudo, diria que " sim "é que tentei a última vez foi naquela momento em que não conseguir interferir.
O céu era de nublado, a chuva caía no chão é seus pingos eram sem gosto a verdade é que poderia dizer que o céu chorava por mim, é a única vez que puder vê seu belo sorriso era sexta-feira o dia do seu aniversário a música meio lenta com seus significados.
O marido escutando a música e dançando junto com ela é seus olhos cheios de lágrimas, até que o som parou é o corpo caído no chão se fazia ouvir gritos pela casa. Theo o cachorro corria pelo jardim chegando ao seu dono, os parentes expulsão ele, juntos levaram o corpo já sem cor para o hospital assim seus sorrisos não puder vê desde daquele dia.
Assim foi o último fim da Alyssa da minha pequena é frágil criança...
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