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DARIUS E DANTE, Os Herdeiros Alfas

Nota da autora.

  Oi minha gente querida, como vocês estão? Espero que bem.

Estarei dando continuidade nas histórias dos filhos de Caliel e da fada Luz, primeiro foi da Zoe e agora será de Darius e Dante, espero que gostem, depois estarei fazendo da Eloah e do Nathan.

Aconselho para melhor entendimento lerem os livros anteriores.

✅️ Fada Luz e o Alfa sombrio

✅️ Zoe, meu companheiro é o Rei.

Tentarei está atualizando todos os dias.

Quero agradecer as minhas leitoras por sempre estarem aqui lendo, comentando e curtindo, isso é muito importante para mim, saber que estão gostando ou não, pois cada pessoa tem um gosto e devemos respeitar a todos, claro que sem ofensas.

Obrigado pelo carinho que sempre recebo nos comentários.❤️❤️😘

Este livro tem alguns mistérios, ação e muito amor, serão duas histórias em um livro, pois cada personagem terá a sua companheira.

Sem perda de tempo vamos para história.

Espero que curtam, comentem e avaliem o livro.

😘 no ❤️.

Lia Costa.

Cap- 01 Darius e Dante

Autora narrando...

   Os anos se passaram na alcateia do Norte, Darius e Dante agora com 36 anos eram os Alfas responsáveis pela alcateia.

Caliel e Luz ajudavam mais deixou todas as responsabilidades nas mãos dos dois, Darius como filho mais velho dos trigêmeos, ficou encarregado de tomar conta da alcateia e Dante ficou mais responsável pela administração da empresa da familia.

   Darius se tornou um lobo sério, responsável, de postura fria e algumas vezes até arrogante, apesar de ter como exemplo o amor de seus pais, não acreditava no amor, nem em companheiras destinadas, isso não era para ele, jamais ficaria como seu pai todo derretido por uma mulher. Com esse pensamento resolveu assumir um compromisso com uma loba de outra alcateia e daqui um mês se casarão.

   Dante era o oposto do irmão, gentil, muito educado e galanteador, gostava de sair e curtir a vida, seu maior sonho era encontrar sua companheira e viver um amor igual ao de seus pais, enquanto ela não aparecia ele queria curti a vida.

Darius estava tomando café da manhã quando Dante apareceu.

— Bom dia irmãozinho.

—Bom dia Dante.

— Tem notícias do papai e da mamãe, sabe quando eles voltam?

— Chegarão amanhã.

— Que bom já estou com saudades, é incrível como aqueles dois se amam, não vejo a hora de encontrar minha companheira.

— Você é um sonhador Dante, vive sonhando acordado, eu não me iludo com isso.

— Quero só ver quando sua companheira aparecer.

— Ela não vai aparecer e eu já escolhi minha companheira e vou me casar com ela daqui um mês.

— E se ela aparecer Darius o que vai fazer, vai rejeita- la?

— Ela não vai aparecer, vamos encerrar esse assunto.

—Ok, não falo mais, a vida é sua, agora me diz uma coisa e aquela humana que você conheceu a dois anos atrás, você descobriu alguma coisa sobre ela.

— Não e já faz muito tempo que deixei essa história pra lá.

— Sabe irmão e se ela era sua companheira, você disse que sentiu uma atração tão forte por ela que não conseguiu resistir, você disse que ela era humana e se por isso que não conseguiu identificar o laço de companheiro.

— Que história é essa Dante, você está pior do que eu imaginava, está vendo muitos filmes românticos é, foi só uma atração, nada a ver isso que você falou, agora vamos, vou passar lá na empresa hoje, quero ver como tudo está.

— Vamos hoje tem reunião com os chefes de setor.

Eles saem da mansão da alcateia e cada um vai no seu carro.

Alguns minutos depois eles chegam na empresa, vão direto para sala de reunião, a maioria dos chefes de setor já haviam chegado, só faltava Ayla filha de Silas e Valentina, ela se tornou chefe do setor de fabricação dos remédios naturais.

— Onde está Ayla, Gael? — Dante pergunta ao primo.

Gael irmão de Ayla e Beta dos irmãos Darius e Dante.

— Ela já está chegando primo...olha ela ai...

Darius e Dante olham para porta, Ayla entra e logo atrás dela entra uma garota, sem acreditar no que está vendo, Darius arregala os olhos totalmente surpreso, a garota também não conseguiu disfarçar, mas logo se recompôs.

🐺 — É ela Darius a nossa garota.

[— Eu sei Eron e ela não é nossa garota.]

🐺 Mas bem que poderia ser, ela tem algo que mexe com a gente.

[— Ela é só uma humana Eron, agora vê se fica quieto ai.]

— Bom dia, primo Darius que bom te ver, como está?

Darius limpa a garganta, se levanta e abraça sua prima.

— Estou bem prima e você.— Darius fala sem deixar de olhar para a garota que está logo atrás de Ayla com as mãos cruzadas a frente do corpo, tentando não olhar para ele.

— Estou muito bem primo.

— E ela quem é? — Nesse momento a garota olha para ele estreitando os olhos.

— Ah essa é Luise minha nova assistente, pedi que ela viesse a reunião comigo, assim ela vai se familiarizando com o ambiente, vem Luise vamos nos sentar bem ali.

Dante que observava a cena, logo percebeu que algo estranho estava acontecendo ali, seu irmão estava tenso, incomodado e tinha haver com aquela garota.

Elo mental On...

[— É ela, a garota que você nunca esqueceu?]

[— Cala a boca Dante.]

[— Olha você tem razão de ter ficado tão mexido com ela, a garota é linda, gata demais.]

[— Dante se você não calar a sua maldita boca, eu vou fazer você calar...]

[— kkkk fui.]

Elo mental Off.

  Para desespero de Darius Luise sentou bem ao lado de Dante, que cumprimentou Ayla e Luise também.

Uma veia saltou no pescoço de Darius, quando Dante pegou na mão de Luise a cumprimentando.

Dante olho para o irmão e sorriu, ele conseguia sentir tudo que o irmão estava sentindo e ficou impressionado de como aquela garota estava mexendo com seu irmão.

   Durante toda reunião Darius não tirou os olhos de Luise, ela ao contrário dele, passou toda a reunião desviando de seus olhares.

Assim que a reunião terminou Ayla se levantou, se despediu de todos com um aceno de cabeça e saiu da sala acompanhada de Luise.

Darius saiu logo em seguida indo para sua sala, apesar de quase não ir mais à empresa, ele ainda tinha sua sala.

   Darius sentou em sua cadeira, mais logo levantou, estava inquieto como jamais esteve, o perfume dela ainda era o mesmo, nunca conseguiu tirar aquele cheiro da memória, a forma que ela se entregou para ele naquela noite, de como ele e seu lobo a possuíram, eles quase perderam o controle da situação e por muito pouco não a marcou, lembrou de como ficou surpreso e com raiva por ela não está mais ali quando acordou, geralmente as mulheres ficavam e faziam de tudo para eles ficarem com elas novamente e para completar a situação descobriu que ele tinha sido o primeiro a tocá-la naquela noite.

Passou dias, semanas, tentando encontra- lá, até que resolveu desistir e iniciou um relacionamento sério com Milene sua atual noiva.

(...)

Cap- 02 Darius

    Não consigo parar de pensar naquela garota, preciso sair daqui.

🐺 Darius vai falar com ela.

— Falar o quê Eron, não tenho nada pra falar com ela, já faz tanto tempo, agora eu estou noivo e ela deve ter alguém também.

🐺 Ok, então para com essa aflição ai, pois você está me deixando nervoso também.

   Saio da empresa e na saída vejo Luise pegando um taxi, olho no relógio são 10:00 horas, muito cedo para sair da empresa, sem pensar começo a seguir o taxi.

— Mais que droga, o que eu estou fazendo.

   O taxi vai para o lado da cidade onde só tem humanos e sem me importar com o perigo sigo o taxi a uma certa distância, até que vejo ele parar em frente a um pequeno prédio, ela sai e entra naquele lugar que parece ser bastante simples, o taxi continua parado até que ela sai novamente com um bebê nos braços, eu fico sem reação.

🐺 É um bebê Darius e se...

— Nem completa a frase Eron.

O taxi passa por mim e eu sigo ele.

🐺Sabe que existe essa possibilidade Darius, naquela noite perdemos o controle da situação, precisamos ter certeza.

— Isso não pode está acontecendo...

O taxi segue até que para em frente ao hospital, ela sai praticamente correndo com o bebê nos braços, eu estaciono e entro no hospital também, vejo ela saindo com uma enfermeira e entrando numa sala, fico ali do lado de fora esperando alguém sair.

   Alguns minutos depois ela sai com a enfermeira, ela parece está tão aflita que nem percebe minha presença, ela entra na sala de medicação deita o bebê em uma cama, vejo que ela está chorando, ver ela assim me deixa muito angustiado e não entendo o porquê.

  A enfermeira aplica a medicação na veia do bebê e ele chora, nesse momento sentimos o nosso cheiro naquele bebê, sentimos sua dor, uma conexão muito forte se estabelece entre nós.

[–Ele é o nosso filho não é Eron?]

[🐺 E sim Darius, ele é nosso filhote.]

Me aproximo mais, Luise está de costa para mim, ela tenta acalmá-lo, mas ela está muito nervosa também.

  Quando chego bem perto ela se vira e leva um susto.

— Vo- Você!— Ela enxuga as lágrimas e fica na frente do bebê, como se tentasse escondê-lo de mim, ela sabe que eu sou o pai, será que está com medo de eu tentar tirar ele dela? É provável.— O que o senhor está fazendo aqui?

Preciso ir com calma, para não assusta- la, então falo.

— Eu estava saindo de uma reunião com a administração deste hospital, pois fornecemos medicamentos para eles, então vi você entrando aqui com um bebê e fiquei curioso, é seu filho?

Ela apenas sinaliza com a cabeça que sim, mas continua parada no mesmo lugar.

—Posso vê-lo?

Ela fecha os olhos e respira fundo, ela se afasta para o lado, então vejo ele de perto e não tem como negar, ele se parece muito comigo, até a cor de seus olhos e a mesma cor dos meus, o bebê olha para mim como se soubesse quem eu sou, sem conseguir me conter sinto uma enorme vontade de chorar.

   Olho para o lado vejo Luise me encarando, ela baixa a cabeça.

— O que ele tem?— Pergunto olhando para o bebê.

— Eu ainda não sei, ele estava com muita febre e a pessoa que cuida dele me ligou, tive que sair do trabalho, mas eu falei com a senhora Ayla.

— Por favor Luise não me trate como um total desconhecido, ele é meu filho não é?

   Nesse momento uma enfermeira chega dizendo que vai tirar sangue do pequeno para os exames, como ele já está com acesso no bracinho ficou mais fácil.

   A enfermeira sai e Luise se aproxima mais do pequeno e começa a falar com ele, me sento em uma poltrona e fico observando.

Percebo que o pequeno dormiu, ela ajeita um cobertor sobre ele e se senta em outra poltrona que tem no quarto.

— Luise precisamos conversar.

— Pode ser outra hora, agora eu só quero saber se meu filho está bem?

— Tudo bem, eu entendo.

— O senhor pode ir, acho que vai demorar um pouco para sair os resultados dos exames, o senhor deve ter muitas coisas para fazer...

—Eu não vou embora Luise, nosso filho está doente, eu não vou deixar ele aqui assim.

— Que eu me lembre, eu não disse que ele é seu filho.

— Não disse mais eu sei que é.

Ela revira os olhos e o celular dela toca.

Ela se levanta, saindo de perto e atende o celular, logo ela desliga e volta a se sentar na poltrona.

— Como é o nome dele?— Pergunto assim que ela senta.

— Dominic

— É muito bonito, eu gostei, é um nome forte, assim como pai dele.

   Ela revira os olhos de novo, o pior é que ver ela fazendo isso me faz lembrar daquela noite em que ficamos juntos.

Darius se controla, se controla...

   Um médico entra na sala todo sorridente e fala com Luise, Eron vem aos meus olhos e vejo tudo vermelho.

— Senhorita Luise os exames do seu bebê já saíram, não é nada grave, apenas uma virose.

— A pessoa que cuida dele não está doente, não entendo.

— Nesse período do ano é comun esse tipo de virose, mas não se preocupe com os cuidados que tenho certeza que você terá com ele, logo ele ficará bom, dê bastante liquido a ele, aqui está a medicação que você precisa comprar.

— Com licença Doutor, mais isso ficará comigo.— Falo pegando a receita da mão dele.

— E quem é o Senhor? — O médico me pergunta, olha só agora ele me viu.

— Eu sou o pai do bebê.

— Ah...muito prazer Senhor e me desculpe eu não vi o senhor.

— Claro que não viu, pois estava ocupado demais prestando atenção na mãe do meu filho.

— Não é isso Senhor...

— Doutor não ligue para ele, como ele disse, ele é apenas o pai do meu filho, muito obrigado.

Olho para Luise e ela dá de ombros como se não tivesse dito nada demais.

  O doutor sai da sala e eu continuo a encarar ela.

— Olha só, agora você admitiu que sou o pai de seu filho.

— Por favor pode me devolver a receita, preciso dela para comprar os medicamentos.

— Eu vou providenciar não se preocupe, agora vamos vou deixar vocês dois em casa.

Ela arregala os olhos e diz:

— De jeito nenhum Darius, eu vou sozinha para casa.

— Não discuta comigo Luise.

(...)

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