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Grávida Por Acidente: O Mafioso Obcecado Por Mim.

Uma Morena Misteriosa.

Damon

Eu fui criado pelo meu pai, nunca conheci minha mãe e meu pai evita falar dela. O problema de ser criado por um líder da máfia é que: amor e carinho não vestem e nem blindam um mafioso. Para resumir o grande senhor Belphegor me criou para ser uma arma perfeita e o mais temido mafioso do submundo… Não é atoa que me chamam de Demônio por lá.

Tenho a mulher que eu desejar sem esforço algum, confesso que isso começou a me deixar entediado. Pelo incrível que pareça eu não tenho um melhor amigo… Tenho uma melhor amiga.

Savannah é a melhor caçadora de recompensas do país. Gosto do humor ácido dela, combina bem com meu humor nada agradável. Combinamos de nos encontrar em uma cafeteria que inaugurou há uma semana.

— Chegou atrasado, imbecil… Nada cavalheiro! — ela fala me jogando alguns amendoins.

— Sabe que não tenho pressa para ver essa sua cara feia. — falo de forma zombeteira.

Assim que me sento percebo que Savannah está olhando para algo atrás de mim, curioso me viro para entender a cara que ela está fazendo, meus olhos vão direto para uma morena baixinha de olhos cor de mel, sua pele morena me faz queimar de desejo pelo toque, seus lábios carnudos com batom carmim me faz desejar mordê-los suavemente apenas para apreciar sua reação.

Seus cabelos pretos caem em ondas e bate na sua cintura me vejo segurando-os e puxando para mantê-la firme enquanto seguro sua cintura, seu corpo parece um violão perfeito que eu desejo tocar com toda a minha intensidade e habilidades.

Merda… Que porra de sorriso lindo é esse? Essa mulher vai me matar. Quero esse sorriso só pra mim. Sinto um chute na minha canela e olho para Savannah que diz irritada:

— Se você se atrever arranco teu saco com a minha calibre doze! — ela me ameaça com um sorriso no rosto.

— Mas não vejo seu nome no avental xadrez preto que ela está usando. — falo sorrindo e voltando meu olhar para a morena linda.

— Damon, é sério, eu cheguei primeiro! Vi essa beleza rara primeiro e você não vai empatar a minha foda. — Savannah fala me puxando para olhar para ela.

— Você nem sabe se ela é bi ou hétero. — nós nos calamos ao ver que a morena se aproximar com um sorriso simpático e lindo.

— Ola, boa tarde. Me chamo Sierra e irei atendê-los da melhor forma possível. O que desejam comer ou beber? — sua voz me hipnotiza, o sorriso dela me faz querer agarrá-la e beijá-la aqui mesmo.

— Depende, morena... Quero algo que seja quente, intenso, suave, doce e tentador, feito você! — falo enquanto analiso ela dos pés a cabeça com meu olhar safado e sorriso descarado estampado em minha cara.

— Sinto muito, senhor! Doce, quente, intenso, suave e tentador aqui só temos o café... — ela me ignora friamente e olha para Savannah — O que deseja beber ou comer, senhorita?

— Me chamo Savannah, desculpe pelo meu amigo, ele ainda está na quinta série... Pode mandar para nós dois o mesmo pedido. Dois cafés com pouco leite e açúcar e dois sanduíches de peito de peru sem cascas. Obrigada, linda. — Savannah pisca para a morena que se apresenta mais uma vez:

— Me chamo Sierra, seu pedido será entregue logo... Obrigada, Savannah.

— Eu me chamo Damon... — ela me ignora e sai para buscar nossos pedidos.

Savannah começa a rir e eu chuto sua canela por baixo da mesa e digo:

— Eu deveria pegar minha Glock e descarregar na sua cara feia.

— Pelo menos ela sorriu para mim e eu já ganhei meu dia.

A morena nos serviu café e sanduíche e saiu sem olhar para mim, me ignorando por completo. Aquilo me incomodou, sendo bem sincero feriu meu ego, sou gato pra caralho e essa morena baixinha me ignorou como se eu fosse o salsicha do Scooby Doo.

Sim, sou ruivo, tenho olhos azuis quase cinzas, sou bem alto tenho 1,96 de altura. Eu malho e tenho ombros largos, não tenho pernas de frango, minhas pernas são torneadas. Tenho estilo e bom gosto para roupas, mas uso mais preto e cinza... às vezes uso azul escuro também.

Ainda quero saber porque aquela morena que mais parece uma deusa me deu aquele gelo, se eu estivesse na Groenlândia sentiria mais calor se for comparar com o jeito que ela me tratou.

Volto para casa e decido ir para o escritório tenho alguns relatórios para analisar. Comandamos a máfia que vende todo e qualquer tipo de drogas, e para facilitar tudo também temos um negócio legalizado, as boates.

Decidimos batizar de Titã, temos boates espalhadas por todo o país e às vezes sou obrigado a viajar para fiscalizar todas.

Meu pai ainda está trabalhando no submundo, porém agora ele é um dos anciões do tribunal da máfia e isso me irrita já que ele sempre procura saber o que estou fazendo para não parar lá.

— Damon, precisamos conversar! — meu pai entra sem bater mais uma vez.

— Olá pai, boa tarde! Entre, não estou nada ocupado! — falo sarcasticamente.

— Damon, seus dois subchefes são uns imbecis! Você precisa arrumar outros que não te leve para as mãos da morte.

— Pai, o senhor não deveria estar no tribunal da máfia mandando algum pobre coitado para o esfolamento? — pergunto ainda olhando para a tela do computador.

Tenho dois subchefes, Adonis cuida das boates, ele tem mais jeito para falar com as mulheres e temos muitas trabalhando lá. Já Crowley, por causa de seu ego e temperamento narcisista o coloquei para me ajudar com a máfia.

— Você precisa levar nossos negócios mais a sério, Damon. Crowley quase levou você para o tribunal da máfia por confiar em um comprador que era um espião. O tribunal está fazendo isso com todas as máfias do nosso Estado. Para sua sorte isso caiu nas minhas mãos e eu dei meu jeito. Já o Adonis está vendendo nas boates para menores de idade. E o tribunal deixou bem especificado que não vendemos mais nada para menores de idade assim como eles não devem ter acesso a danceterias e boates que vendem qualquer produto ilícito.

Tiro meus olhos da tela do computador e olho para o meu pai, eu não acredito que aqueles dois imbecis me fizeram levar uma bronca do meu pai por serem burros.

— Eu vou resolver isso, e não vai acontecer novamente... Don Belphegor, senhor ancião do tribunal da máfia. — falo isso enquanto me levanto, pego minhas duas pistolas às coloco no meu coldre atrás das costa, visto minha jaqueta e saio do escritório.

Damon

Savannah

Crowley

Adonis

Meu Destino Quem Sabe Sou Eu.

Sierra

Me casei no dia do meu aniversário de vinte anos, foi um casamento simples, mas dos meus sonhos. Elon era o príncipe encantado perfeito daquele tipo que abre portas, leva buquê de flores e chocolate para acompanhar sempre uma pelúcia diferente. Nós começamos a namorar no final do segundo ano do ensino médio da escola, nem sei o que ele viu em mim. As outras garotas eram magras, elegantes, loiras e ele escolheu a mim.

Os pais dele haviam comprado uma casa para ele de presente de casamento, o pai dele também deu um ótimo emprego para ele com um salário bom. Mas a empresa do pai dele virou cinzas, literalmente, depois que fizemos um ano de casados. Elon me disse que o pai dele não havia colocado a empresa no seguro e eles perderam tudo, com isso Elon teve que arrumar um emprego que não ganhava tão bem, ele virou gerente de uma loja famosa de roupas em nossa cidade.

Mas só o dinheiro dele não estava dando, já que ele também estava ajudando os pais. Quando completamos dois anos de casados, minha amiga, Joan, me disse que na boate Titã estavam contratando meninas para servir mesas e também para dançar para os clientes em uma cabine de vidro. Ela me avisou que as cabines de vidro tinham buracos por onde os clientes jogavam o dinheiro e que ali eu ganharia mais.

— Joan, não sei, amiga... Elon pode não gostar. — falo encarando o chão.

— Sierra, se você virar a favorita, gata do jeito que é vai ganhar mais de cinco mil dólares por semana. Mesmo você dando a porcentagem da boate, ainda assim você ganhará muito dinheiro. — ela insiste.

— Vou conversar com ele e te ligo! — falo me levantando.

— Vou falar com meu caso, que também toma conta do lugar para segurar essa vaga para você. — ela beija minha bochecha e sai animada.

Sempre fui uma ótima dançarina, na verdade esse era meu sonho, porém não dançar em uma boate semi nua para desconhecidos. Conversei com Elon que aceitou na hora e eu não entendi bem aquilo, pensei que ele teria ciúmes e fosse dizer que eu não iria... me equivoquei.

— Amor, eu te amo, sei que é fiel a mim... e isso será por pouco tempo. Logo não terei mais que dar dinheiro para o meu pai e poderemos viver como queremos. — ele diz com um sorriso no rosto.

— Você tem razão... poderemos ter nosso primeiro bebê depois que tudo estiver mais calmo. — ao me ouvir ele faz uma cara que me deixa sem jeito, mas não diz nada.

Como a casa dos meus pais era ao lado da minha, fui até lá dizer que eu iria começar a trabalhar a noite e se minha mãe poderia ajudar Elon se ele precisasse de alguma coisa. Tenho uma irmã de dezessete anos, Sofia, ela disse que qualquer ajudaria nossa mãe para que eu ficasse despreocupada.

A minha primeira noite na Titã foi surreal. Eu parecia uma estrela famosa que estava ali para dar autógrafos, os homens ao me verem com uma roupa super sexy de mulher maravilha uivavam e assobiavam. Eu ainda não tinha encostado na barra do pole dance e eles jogavam notas de cinquenta e cem dólares por ali.

Eu pedi para tocar "Dangerous Woman" da Ariana Grande, quando começou me senti uma dessas famosas com todos os holofotes em mim, as luzes giratórias da boate focaram em mim. E eu apenas mergulhei na música, deixando meu corpo sentir as vibrações dela.

Foi uma experiência única, não esperava me sentir tão sexy e quente até começar a deslizar naquela barra. Quando a música parou não acreditei na quantidade de dinheiro que se amontoou na minha frente, eram muitas notas de cinquenta e cem dólares. Joan me deu um saco para colocar todas dentro.

Fui para o camarim contar aquilo tudo, tranquei a porta e comecei a contar, fiquei surpresa ao descobrir que ali tinha quinze mil dólares. Tive que tirar cinco mil e entregar para o Adonis, ele comanda tudo aqui... Cada valor que recebemos uma certa porcentagem vai para a casa.

Trabalhei no bar o resto da noite para que as outras tivessem suas oportunidades também. Voltei para casa tão feliz que tentei fazer amor com o Elon antes dele sair para o trabalho, mas ele disse que precisava ir. Tive que me aliviar com meu pequeno sugador de clitoris, confesso que dessa vez o usei por quase uma hora cada vez que me imaginava dançando.

As coisas começaram a ir bem para mim, na boate eu era um sucesso, quando fiz um ano na boate, justo nessa noite passei mal após dançar, estava com muita falta de ar e sentia dores nas costas. Adonis me dispensou mais cedo, ao chegar em casa decidi chegar em silêncio para não acordar o Elon, creio que fiz certo.

A porta do meu quarto estava escancarada, eu consegui ver toda a cena bem explícita e ouvir com clareza.

— Isso sua putä gostosa, me deixa fodër essa sua bundä gostosa e apertada. Quer tudo dentro de você? — Elon pergunta ofegante.

— Quero sim, vai me fodë gostoso! Nossa, seu paü é tão grande. — Sofia responde.

— Eu vou gozär, não contrai desse jeito! Coloca sua mão nessa coisa gostosa e bate uma vai, vamos gozär juntos.

Meu estômago se revirou, pareciam dois cachorros cruzando, ele estava por trás dela, ela estava de quatro para ele enquanto o mesmo fazia sexo anal com ela. Isso me surpreendeu pois Elon dizia para mim que odiava sexo anal por ser sujo e anti higiênico... Mas com ela estava metendo até as bolas. Quando os dois estavam gozandö e uivando feito cachorros, fui até a cozinha e peguei a vassoura.

Voltei até o quarto e eles continuavam o ato libidinoso, desci a vassoura nos dois, bati tanto que quebrei a vassoura. A cabeça de Elon começou a sangrar e ele caiu tonto, a Sofia ainda estava lúcida, dei uma surra nela com meu sinto enquanto a puxava pelo cabelo e a arrastava nua jogando-a para fora da casa. Só parei porque estava prestes a desmaiar com falta de ar.

Tranquei a porta e tentei recuperar o ar, minha visão embaçava, mas me mantive firme. Elon se arrastou e começou a me xingar:

— Sua desgraçada! Maldita! Quase quebrou minha cabeça! — com ele ainda no chão andei com dificuldade até o quarto.

Peguei as únicas duas malas que eu tinha e comecei a colocar minhas coisas dentro, ele viu aquilo e se desesperou.

— Sierra, vamos conversar... Eu sei que errei! Mas eu... — interrompi ele e perguntei:

— A quanto tempo? — ele abaixa a cabeça e responde:

— Na sua primeira noite fora, ela veio aqui e eu estava nu no nosso quarto. Ela tirou as roupas dela e se deitou em nossa cama e começou a se masturbar... Eu fui fraco, senti tesão e acabei tirando a virgindade dela. Ela disse que a partir daquela noite também seria minha mulher... Ela é muito gostosa, Sierra. Viciei no sexo dela. — ele confessa sem olhar na minha cara.

— Uma última pergunta... Você gosta de sexo anal?

— Ela disse que se eu não a comesse por trás iria dar para outro... Enlouqueci de ciúmes e acabei fazendo o que ela queria. — por ele estar de cabeça baixa não viu que eu já tinha arrumado minhas malas.

Elon tentou me impedir de ir embora, mas o acertei com o abajur que estava em uma mesa na sala e depois fui embora. A dor da traição estava me matando por dentro, mas eu não iria desmoronar na frente deles.

Sierra

Joan

Ela Vai Ser Minha.

Damon

Estou aborrecido, meu pai foi me encher o saco porque os dois imbecis que coloquei para me ajudar estão querendo ferrar com a minha vida. Deixei Adonis cuidando das boates e Crowley cuidando da máfia e acaba que os dois estão fazendo merda.

Mas não vai ser de mim que os anciãos vão arrancar o couro, vou acabar com aqueles dois. Assim que eu cheguei no escritório da boate principal peguei os dois fodendö com duas mulheres que trabalham na boate.

— Não me importo nem um pouco de empatar a foda de vocês já que acabaram com meu dia! As duas vadias fora daqui, agora! — falo enquanto me encosto na porta para mantê-la aberta.

Elas logo saem correndo e os dois se vestem enquanto suas caras demonstram descontentamento. Assim que estão completamente vestidos dou um soco na cara de cada um e falo em seguida:

— Se querem fazer sexo procurem um motel. Aqui não é lugar para isso, espero não pegar algo assim de novo.

— Tenho certeza que você não veio até aqui só para isso... Fala logo o que está acontecendo. — Crowley fala enquanto passa a mão no queixo onde acertei um soco.

— Calma, queixinho de vidro. Eu deveria usar minha arma ao invés do punho, vocês só não são mais burros por falta de espaço na porra do crânio! — falo enquanto me sirvo uma bebida.

— Mas os negócios estão indo bem, Demônio. Tudo está sendo repassado perfeitamente para você e seu pai. — Adonis se explica tentando entender o que está acontecendo.

— Ok... — viro a dose dupla de vodca e continuo — Me respondam uma pergunta: qual é a idade mínima para entrar na Titã e consumir o que "vendemos"?

— 21 anos! — ambos respondem em uníssono.

— Descobri que um adolescente entrou aqui, consumiu e ainda transou com uma das dançarinas que passou uma dst para ele. Agora, me respondam: o que vocês fizeram com o segurança que permitiu a entrada dele? — pergunto irritado.

— Demônio, todos mostram as identidades na entrada e... — eu soco a mesa de vidro com tanta força que a quebro fazendo alguns cortes em meu punho e pergunto:

— Para quê eu pago um absurdo todo mês ao Devon? Até então ele quem fica responsável por identificar as falsificações, ele é o melhor do país!

Eles ficam quietos e eu sinto vontade de socá-los novamente. Mas respiro fundo e digo:

— Me escutem bem. As dançarinas não são prostitutas, não quero elas transando com os clientes. Se vocês querem continuar comendo elas é um problema de vocês, mas que não seja aqui, a Titã é uma boate e não um motel. Se o meu pai me dizer que eu vou ser convocado para uma reunião no tribunal da máfia pode ter certeza que vocês vão junto comigo.

Eles apenas concordam, eu os convido para ir tomar um café, quero ver a morena de novo. Tenho que confessar, ela não sai da minha mente.

— Mas são cinco horas da tarde! Por que vamos até uma cafeteria? — Crowley pergunta.

— Porque eu quero! — respondo para ele enquanto saio do escritório.

Ao chegar na cafeteria falo com o gerente que quero a sala vip e quero ser atendido por Sierra. Ele olha para mim e diz de um jeito arrogante:

— Senhor, sinto muito, mas não é o senhor que escolhe a funcionária que irá atendê-lo! Temos um quadro de funcionários com regras a serem seguidas.

Assim que ele termina de falar seguro ele pelo pescoço e tiro uma das minhas armas do coldre e coloco em sua têmpora ao dizer novamente:

— Eu já estou na sala vip, agora você vai designar a Sierra para atender essa sala! Você conseguiu me ouvir bem ou preciso ser mais claro?

Solto o homem que cai no chão segurando o pescoço e tossindo, enquanto me sento escuto Crowley alertar o homem:

— Faça o que ele está mandando ou até o final do dia você não terá mais cafeteria para gerenciar.

O homem sai e um minuto depois Sierra entra, mas ela não olhou para nenhum de nós três, estava atenta ao cardápio em suas mãos que é bem diferente do cardápio que Savannah usou da outra vez.

— Bom final de tarde, sou a Sierra e irei atendê-los... — somente quando seus lindos olhos cor de mel pararam em mim que ela calou-se.

— Se sua memória for boa creio que já saiba o que irei querer... além de você, é claro.

Sem me responder ou até mesmo voltar a olhar em meus olhos ela se volta para Adonis e Crowley e pergunta:

— O que os senhores desejam comer ou beber? — sinto sua voz fria e apática cortar o ambiente, mas não vou desistir.

Logo ela traz os pedidos, entrega primeiro o de Crowley e Adonis deixando o meu por último. Seguro a mão dela assim que coloca tudo na mesa e digo:

— Você poderia ser mais gentil. Estou apenas querendo me aproximar desses seus lábios que viraram meu desejo favorito.

— E você poderia deixar de ser um babaca e soltar a minha mão enquanto estou pedindo numa boa. — ela ainda não encara meus olhos e eu a instigo:

— Estou ansioso para saber o que você faria se eu não soltar. — ela me surpreende, pega um pequeno vaso que está no meio da mesa e joga a água que está ali em minha cabeça com isso eu a solto e Adonis fala:

— Você está querendo morrer? Por um acaso sabe quem é ele? — e ela responde antes de sair rapidamente:

— Apenas mais um tarado idiota!

Crowley se levanta para ir atrás dela e eu faço um sinal com a mão para que ele não vá atrás dela.

— Vai deixar ela te humilhar assim, Demônio? — ele pergunta indignado.

— Vamos esperar ela sair... Os funcionários saem pelos fundos da cafeteria e é para lá que vamos agora.

Ficamos lá esperando por duas horas, quase todos os funcionários da cafeteria saíram, minha ansiedade me consumia. Quando ela saiu a peguei pelo braço e arrastei para o outro lado do beco da cafeteria onde não tem saída.

Crowley e Adonis estavam de olho mais na frente para que ninguém nos interrompesse. Ela me olha irritada e fala:

— Está perdendo a razão? Vou gritar e pedir socorro. — ela está tão furiosa que olha nos meus olhos sem piscar.

— Quero o meu beijo. Se eu não provar seus lábios sinto que vou deixar de existir. — atrevida e irritada ela responde:

— Isso não é problema meu.

Por ela ser muito baixinha acabo suspendendo ela e a beijo à força, não tive tempo de sentir sua língua, além dela me morder ainda me deu um chute no saco o que me fez soltá-la e ela correu fugindo de mim. Eu estava ajoelhado no chão segurando meu saco que lateja de dor. Adonis e Crowley chegaram perto de mim.

— Não a segurei porque você disse que iria cortar nossas mãos se a tocarmos. — Adonis se explica.

Assim que consigo recuperar a pouca sanidade que tenho falo para eles:

— Investigue tudo sobre ela. Quero saber até quantas vezes ela penteia o cabelo.

Assim que consegui me colocar de pé andamos em direção ao meu carro, a minha morena me deixou mancando de tanta dor, fora o gosto do meu próprio sangue na boca. Mas ela vai ser minha.

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