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Echoes In The Silence - Lana Del Rey

Capítulo 1

Sentada no sofá, eu mordiscava um taco enquanto observava Taylor e Lana falarem sobre relacionamentos. Taylor, ainda envolvida na energia de uma reunião sobre seu novo álbum, e Lana, que tinha retornado ao seu ex, dividiam experiências e desabafos sobre homens. Embora Taylor tentasse me incluir, o tema geralmente girava em torno de homens, um assunto que, dada minha situação com Lana, me deixava um pouco desconfortável.

Taylor comentou sobre o quão cansativo era tentar mudar alguém. Eu, incapaz de me conter, soltei: "Cansativo e errado, vocês não têm que fazer um homem mudar ele que tem que ser maduro o suficiente para ver o erro que está a cometer e que está a estragar o relacionamento aceitar esse erro e escolher mudar e se ele não fizer isso e porque é infantil, burro, idiota que coloca o ego a frente de um relacionamento com mulheres incríveis."

Lana reagiu com um suspiro, "Essa daí foi dura," e Taylor concordou, "Bateu na ferida."

Continuando, eu disse, tentando aliviar a tensão, "E outra Taylor o sem teto é que saiu a perder tu ta com um cavalheiro, um gostoso e te apoia em tudo entre outras muitas coisas, fora um álbum que te vai fazer ganhar milhões."

Lana riu e concordou, "Nisso eu tenho que concordar com ela com todo o respeito."

Taylor apenas sorriu, aceitando o elogio e o consenso geral, "Eu sei, eu sei. Vocês têm razão."

Sem perder o ritmo, eu brinquei, olhando para Lana, "Eu sempre tenho. Cara tu voltou com o 'amor paga a fiança' de novo, tudo bem se fosse 'amor paga a minha terapia' porque é disso que ele precisa."

Lana, meio divertida, meio resignada, admitiu, "É, eu sou trouxa demais."

Taylor, inserindo uma piada, disse, "Alguém fala mas ainda faz música para a ex mesmo depois de falar que ia parar, e ainda fez música com a atual da ex."

Eu ri, "Primeira aprendi com a melhor a faturar em cima dos relacionamentos fracassados e segundo eu não voltei com ela e nem pretendo tá bom, e outra os fãs amam essa fofoca eu só alimento eles, ao contrário da Taylor que deixa todo mundo à espera do Rep Tv."

Taylor revirou os olhos e Lana pontuou a situação, "10 pontos para a Leah, 0 para a Taylor."

Taylor, fingindo estar ofendida, respondeu, "Me pergunto como ainda te aturo mesmo depois de 30 anos."

Eu, aproveitando a deixa, finalizei com uma nota autoconfiante, "Porque eu sou foda, gostosa, boa conselheira e jamais te irei trocar por um relacionamento."

Lana, provocando mais risadas, adicionou, "Selena foi de arrasto agora."

Eu concluí com uma crítica afiada, "Não entendo o que ela viu naquele cara, beleza que não foi. Por fora é feio por dentro é podre, ele sempre está rodeado de pessoas que falam mal dela ou por algum motivo odeiam ela, e desde que eles começaram a namorar parece que ela só tem oxigênio ao lado dele."

Lana solta um suspiro pesado, apoiando o rosto na mão enquanto olha para a janela. Parece refletir sobre suas escolhas amorosas, perdida em pensamentos. Ela volta a atenção para mim, seus olhos mostram uma mistura de agradecimento e resignação. "Às vezes, acho que você deveria cobrar pelas suas sessões de terapia, Leah."

Eu dou um sorriso irônico e me ajeito no sofá, pegando outro taco. "Querida, se eu cobrasse pelos meus conselhos amorosos, já estaria comprando a Disney."

Taylor, por sua vez, não parece surpresa com a dureza dos nossos comentários, mas ainda sim, uma sombra de frustração passa rapidamente por seu rosto. Ela balança a cabeça, mexendo no celular provavelmente checando algo relacionado ao trabalho. "Sabe, às vezes penso que deveríamos formar um trio de conselheiras amorosas. Poderíamos salvar muitas almas perdidas por aí."

Nesse momento, a conversa é interrompida por uma notificação no celular de Taylor, que imediatamente ilumina seu rosto. "Falando em salvar, acabei de terminar o álbum novo. 'The Tortured Poets Department' está pronto para arrasar no mundo." Ela passa o telefone para nós, mostrando a arte da capa.

Lana e eu nos aproximamos para ver melhor. A capa do álbum é impressionante, e não podemos evitar elogios sinceros. "Isso vai estourar, Tay. É a tua cara," Lana comenta, uma genuína admiração em sua voz.

Enquanto observamos a capa, a conversa toma um tom mais leve. Taylor, aproveitando o momento de descontração, tenta mudar o tópico: "Então, quem vai ficar comigo no lançamento? Preciso de minhas melhores críticas por perto."

"Conte comigo," digo, "Alguém tem que garantir que você não se perca na fama." Eu dou uma piscadela, fazendo Lana rir e Taylor revirar os olhos.

"Por isso que te aturo, Leah. Sua honestidade brutal é rara," diz Taylor, balançando a cabeça.

Lana, pegando um taco, tenta mudar seu foco dos problemas amorosos. "Vamos falar de algo mais animador. Qual vai ser o single principal, Tay?"

A conversa flui para música, deixando temporariamente os problemas amorosos de lado. Entre risadas e mais tacos, o ambiente fica mais leve, cada uma de nós aproveitando a companhia das outras. Mesmo com as dificuldades, esse é um refúgio seguro onde podemos ser nós mesmas, sem filtros.

"Você sabe," eu começo, "apesar de tudo, não trocaria esses momentos por nada no mundo."

"É isso aí," Taylor responde, levantando seu copo em um brinde improvisado. "À amizade, música, e conselhos nem sempre solicitados, mas sempre necessários."

Lana ergue o seu taco como se fosse um copo. "Às melhores amizades que alguém poderia ter."

Sentada no sofá entre Taylor e Lana, não consigo deixar de sorrir enquanto compartilho detalhes do meu álbum em desenvolvimento, "Girl of My Dreams". Pego outro taco, animada para falar sobre uma das músicas que mais tenho orgulho, "Her Body is Bible".

"É uma música sobre se sentir transcendentalmente conectada a alguém, como se o corpo dela fosse sagrado, quase uma experiência religiosa," explico, sentindo a música pulsar em minhas veias só de falar sobre ela.

Taylor, sempre pronta para uma brincadeira, pega um detalhe específico das letras. "E essa história do 'T Swift T-shirt on the ground', é sobre alguém específico?"

Sinto meu rosto esquentar um pouco com a pergunta dela. "É uma metáfora, mas também foi baseada em um momento real. As melhores músicas vêm desses flashes da vida, não acham?" Respondo, tentando manter um tom neutro.

Lana, ao meu lado, levanta uma sobrancelha, claramente intrigada. "Essa pessoa... seria alguém que nós conhecemos?" ela pergunta, uma pitada de ciúme em sua voz que tenta esconder.

Dou um sorriso enigmático. "Ah, poderia ser qualquer pessoa inspiradora, não é? Mas sim, foi baseada em um momento real. Às vezes a arte realmente imita a vida."

Taylor ri, aproveitando para provocar um pouco mais. "Lana, acho que ela está te dizendo que você deveria deixar mais camisetas minhas pelo chão."

Lana ri junto, e eu posso ver que ela está tentando não dar muita importância, mas seus olhos brilham com uma emoção que ela raramente mostra. "Então, precisamos começar a considerar o que estamos vestindo e onde deixamos nossas roupas," ela brinca.

Continuo explicando sobre a música. "É uma das minhas favoritas até agora. É intenso e pessoal, sabe? Gosto de como posso transformar esses momentos tão íntimos em algo que outras pessoas podem sentir e se conectar."

Taylor acena, admirando a profundidade da conversa. "É incrível como você transforma experiências pessoais em algo universal. É um dom, Leah."

A conversa se aprofundou, discutimos sobre o processo criativo e a música em geral. Sinto-me incrivelmente ligada a Taylor e Lana neste momento, como se nossas experiências individuais se entrelaçassem através das nossas artes.

"Você sabe," diz Taylor, finalizando seu taco, "talvez todas nós encontremos um pouco do sagrado nos momentos que compartilhamos, seja através da música ou apenas estando juntas assim."

Concordamos em uníssono, a noite preenchida não só de palavras, mas também de uma compreensão mútua da importância de nossas conexões, revelando não apenas nossos triunfos, mas também as vulnerabilidades que enfrentamos juntas.

À medida que a noite avança, percebo que está chegando a hora de nos despedirmos, e a conversa toma um tom mais leve. Lana, se levantando do sofá, surpreende-me com um convite inesperado.

"Leah, o que você acha de nós duas fazermos algo juntas um dia desses? Só nós duas." Seu sorriso é gentil e sincero, e meu coração dá um salto com a ideia.

"Eu adoraria," respondo rapidamente, tentando conter o entusiasmo em minha voz. "Só me avise quando, e eu estarei lá."

Taylor, sempre observadora, sorri com um ar maternal. "Vocês duas se cuidem," ela diz, aproximando-se para me dar um abraço de despedida. "E Leah, se eu não te ver antes de começar a 'The Eras Tour', você pode vir atrás de mim com uma vassoura!"

Rimos juntas, e respondo, brincalhona, "Você sabe que eu faria isso. E não se atreva a dar todo o seu amor para a Sabrina. Guarde um pouco para mim também, está bem?"

Taylor acena, sua risada ecoando pelo estúdio. "Prometo, pequena."

Lana e eu caminhamos juntas até o estacionamento, onde minha Ferrari SF90 aguarda. Lana, com seus olhos brilhando, não consegue esconder seu fascínio pelo carro.

"Uau, essa é a sua SF90? Leah, esse carro é um sonho!" ela exclama, admirando a máquina vermelha sob as luzes do estacionamento.

Dou uma risada, destravando o carro com o controle remoto. "Sim, ela é minha bebê. Talvez eu te deixe dirigir um dia, se você se comportar," brinco, piscando para ela.

Lana sorri, balançando a cabeça. "Só não vá acelerar demais sem mim ao lado!"

Prometemos manter contato e marcar algo em breve, e com um último abraço, Lana se afasta. Assim que entro no carro, sinto uma mistura de emoções. Felicidade pela noite que tivemos, ansiedade pelo que está por vir com Lana, e uma ponta de saudade já antecipando a ausência de Taylor.

Assim que a Ferrari desliza pelas ruas tranquilas da cidade, meus pensamentos giram inquietos em torno do encontro de hoje e do convite inesperado de Lana. Há uma suave euforia no meu peito, um misto de nervosismo e antecipação.

Quando finalmente chego em casa, estaciono o carro na garagem e, antes mesmo de entrar, já pego o celular para mandar uma mensagem para Lana. A luz da tela parece intensa na escuridão do carro.

Eu: "Oi Lana, você já chegou em casa?"

A resposta não demora a chegar, e um sorriso se forma no meu rosto ao ver o nome dela piscando na tela.

Grant🩵: "Sim, acabei de entrar. E você, tudo bem na estrada com a SF90?"

Eu: "Tudo ótimo, a Ferrari é sempre incrível na estrada. Obrigada por hoje, mal posso esperar pelo nosso dia juntas."

Grant🩵: "Eu também, Leah! Vai ser divertido. Boa noite!"

Eu: "Boa noite, Lana!"

Guardo o celular com um suspiro contente e, ao entrar em casa, tiro os sapatos e me jogo no sofá, ainda envolvida nos eventos da noite. Não demora muito até que outra mensagem chegue, desta vez de Taylor.

Sis💜: "Ei, só queria dizer boa noite e que eu te amo, pequena Rose. Cuide-se e não deixe de sonhar grande, ok?"

Eu: "Boa noite, Ali! Eu te amo também. Obrigada por tudo, sempre. Sonhos grandes são o único tipo que eu tenho. ❤️"

Um calor reconfortante se espalha pelo meu coração ao ler as palavras de Taylor. Ela sempre sabe como fazer alguém se sentir especial e cuidado.

Desligo a tela do celular e me permito ficar ali por mais alguns momentos, refletindo sobre a noite e os planos futuros. Entre o conforto de amizades verdadeiras e a emoção de novas possibilidades, sinto-me profundamente grata. Por fim, decido que é hora de ir para a cama, carregando comigo a certeza de que estou cercada por pessoas que realmente importam. Com um último suspiro satisfeito, apago as luzes e caminho para o meu quarto, pronta para os sonhos que a noite trará.

Capítulo 2

Adentrei no estúdio pela segunda vez naquela semana, desde a noite dos tacos. Desde então, minhas mãos não paravam de escrever músicas, o que era um sinal promissor para minha criatividade. Assim que entrei, encontrei Jack distraído, mas logo seus olhos se iluminaram ao me ver.

"Pronta para mais uma?", perguntou ele, com seu sorriso acolhedor.

"Sempre estou", respondi, sentindo-me animada, mas logo acrescentei: "Mas esta não será para o álbum. Será uma música que sairá antes."

Jack arqueou uma sobrancelha, claramente intrigado. "Algo de especial?"

"Não, nada de especial", respondi, tentando conter a excitação. "Mas esta letra simplesmente não sai da minha cabeça, e algo me diz que devo lançá-la."

"Então vamos a isso", disse Jack, sua expressão indicando uma mistura de curiosidade e empolgação.

Mas antes que pudéssemos começar, senti a necessidade de explicar uma coisa importante. "Mas tem um porém", disse, pausando para enfatizar minhas palavras. "Não será uma música como as outras. Será pop rock."

Jack assentiu, mostrando-se receptivo à ideia. "Saindo da zona de conforto, hein?"

"Sempre", respondi, sentindo uma onda de determinação me envolver.

Enquanto começávamos a trabalhar na música, pude sentir a energia do estúdio ganhar vida ao nosso redor. A ideia de explorar um novo estilo musical era emocionante, e eu estava pronta para abraçar o desafio com tudo o que tinha.

Após finalizarmos a gravação da música, Jack e eu nos recostamos um pouco, discutindo os detalhes restantes do álbum.

"Então, como está indo o restante do álbum?", perguntou Jack, enquanto ajustava alguns botões na mesa de mixagem.

"Está indo... bem, acho", respondi, tentando disfarçar minha insegurança. "Tenho algumas ideias para as próximas faixas, mas ainda estou trabalhando nelas."

Jack deu uma olhada para mim, com um sorriso brincalhão. "Ah, Leah, você sempre parece tão confiante, mas sei que, por dentro, está toda 'meio na defensiva e insegura'."

Arqueei uma sobrancelha, surpresa e um pouco divertida com a observação direta de Jack. "Ok, talvez você tenha um pouco de razão. Mas é assim que funciona, não é? Sempre tentando superar minhas próprias expectativas."

Jack riu, parecendo satisfeito com minha resposta. "Exatamente! É isso que te mantém sempre em movimento, buscando a perfeição."

Enquanto conversávamos, meu telefone vibrou, indicando uma nova mensagem. Ao abrir, vi que era da Lana.

"É a Lana", eu disse a Jack, sentindo uma mistura de nervosismo e excitação. "Ela quer marcar o encontro."

Jack soltou uma risada e fez um gesto dramático de desmaio. "Oh, céus! O momento que você tanto esperava finalmente chegou. Estou tão orgulhoso!"

Revirei os olhos de brincadeira para Jack, mas por dentro, sentia borboletas no estômago. "Obrigada, Jack. Vamos ver como será."

Mensagens

Grant🩵:

Oi Leah!

Tudo bem?

Ainda estamos combinadas para sair juntas? :)

Eu:

Oi Lana!

Tudo ótimo por aqui!

Sim, claro, o encontro ainda está de pé.

Grant🩵:

Estava pensando...

em um jantar

Conheço um restaurante incrível que adoraria te levar.

O que acha de sexta?

Eu:

Ah, que ideia maravilhosa!

Adoro a ideia do jantar, ainda mais se for contigo.

Qual restaurante você sugere?

Grant🩵:

Vou te enviar o endereço.

Que tal nos encontrarmos lá às 19h?

Eu:

Perfeito!

Mal posso esperar .

Até sexta-feira às 19h, Lana! :)

Grant🩵:

Ei, Leah!

Não se esqueça da sua Ferrari SF90, ok? 😉

Eu:

Claro que não vou esquecer!

Ela estará pronta para nos levar aonde quisermos.

Até, Lana! 😊

Conversando com Jack no estúdio, compartilhei sobre os planos para o jantar com Lana na sexta-feira, buscando um pouco de conforto e conselho antes do grande encontro. "Jack, estou um pouco nervosa com o jantar marcado para sexta-feira. Será que estou fazendo a coisa certa?" perguntei, sentindo uma mistura de ansiedade e empolgação.

Jack sorriu, compreendendo minhas preocupações. "Leah, não se preocupe tanto. Você e a Lana são amigas há tanto tempo, tenho certeza de que será uma noite incrível juntas. Apenas seja você mesma e aproveite o momento."

Concordando com Jack, respirei fundo, tentando afastar as preocupações sobre o jantar com Lana. "Você está certo, Jack. Tenho que deixar isso de lado e focar no que realmente importa agora: o álbum que estou trabalhando em lançar. Estou ansiosa para compartilhar minha música com o mundo, e isso é o que realmente me move."

Jack assentiu, mostrando apoio. "Exatamente, Leah. Seu álbum é incrível, e sei que será um sucesso. Continue focada no seu trabalho e no que te faz feliz."

Com um sorriso reconfortado, agradeço a Jack pela sua orientação. "Obrigada, Jack. Você sempre sabe o que dizer para me acalmar. Agora, vamos voltar ao trabalho e fazer dessa música algo realmente especial."

Com essa nova perspectiva em mente, mergulhei de volta no trabalho no estúdio, sentindo-me renovada e determinada a fazer do meu álbum um sucesso.

Chegando em casa após o dia cheio no estúdio, peguei algo para comer e decidi iniciar uma video chamada com Taylor para compartilhar as novidades e relaxar um pouco.

"Oi, Ali! Como foi o seu dia?" disse, com um sorriso audível na voz, enquanto via Taylor deitada confortavelmente com a Olivia, sua gatinha.

Taylor acenou animada do outro lado da tela. "Oi, Rose! Meu dia foi ótimo, obrigada por perguntar. Estou aqui com a Olivia, apenas relaxando. E o seu dia, como foi?"

Deixando escapar um suspiro de satisfação, compartilhei com ela os detalhes do meu dia de gravação. "Foi incrível! Mal posso esperar para compartilhar uma prévia da nova música que estamos trabalhando."

Taylor sorriu, curiosa. "Adoro ouvir um trecho! Estou ansiosa para ouvir o que vocês criaram."

Então, peguei meu violão e toquei um trecho da música que estávamos desenvolvendo.

"I like a girl that's got a boyfriend

Can't seem to get her out of my head

And she knows it should be me in her bed

Yeah, she knows it, she knows it, she knows it

I think I'm in love, you're like my twin flame

You and I, we're perfectly aligned, it drives me insane

That he gets to call you mine

When he don't get your brain like I do"

"Então, o que achou desse pedacinho?" perguntei, com um tom brincalhão, enquanto tocava o trecho da música.

Taylor riu do outro lado da tela. "Uau, Leah! Essa música está incrível. Parece que você está botando todo o seu coração nela."

"É, estou tentando colocar um pouco de emoção nessa letra," respondi, dando um sorriso. "Afinal, todo mundo já teve uma paixoneta impossível alguma vez na vida, não é mesmo?"

Taylor concordou. "Com certeza! E acho que essa música vai se conectar com muitas pessoas. Mas cuidado para não se apaixonar pela garota com namorado, hein!"

Eu ri, sabendo que Taylor já tinha sacado. "Ah, relaxa, Taylor! É só uma música. Mas falando nisso, acho que você já sabe quem é a 'garota com namorado', não é?"

Taylor sorriu, maliciosa. "Ah, então é a Lana! Não precisava nem dizer. Você é transparente demais, Leah."

"Oops, minha máscara de mistério foi revelada," brinquei, rindo. "Mas é isso aí, você me pegou. A inspiração veio direto do meu crush pela Lana."

Taylor gargalhou. "Bom, agora que está tudo esclarecido, mal posso esperar para ver como ela vai reagir quando ouvir a música."

"Ah, falando nisso," continuei, animada, "sabe quem me mandou mensagem hoje? A Lana! Ela finalmente marcou o encontro que conversamos naquela noite dos tacos."

Taylor arregalou os olhos, empolgada. "Uau, isso é incrível, Leah! Parece que o universo está conspirando a seu favor. Tenho certeza de que vocês vão se divertir muito juntas."

"Sim, estou animada para passar um tempo com ela," concordei, sentindo um misto de nervosismo e ansiedade. "Vamos sair na sexta-feira à noite. Acho que será uma noite divertida."

"Prepare-se para muitas risadas e bons momentos!" disse Taylor, com um sorriso malicioso. "E quem sabe, talvez você até consiga arrancar algumas histórias para futuras músicas."

"É, quem sabe ela não se torna minha musa inspiradora," brinquei, rindo. "Mas vamos ver no que vai dar. O importante é que será uma noite divertida."

Taylor assentiu. "Tenho certeza de que será. Aproveite cada momento, Leah. Esses encontros são sempre especiais."

"Com certeza vou aproveitar," disse, sorrindo. "E prometo te contar todos os detalhes depois, Ali!"

Depois de mais alguns minutos de conversa descontraída, Taylor e eu finalmente decidimos encerrar nossa videochamada.

"Bom, Ali, acho que é hora de eu ir escrever mais um pouco," disse, com um sorriso. "Tenho que aproveitar essa inspiração enquanto ela está fresca na minha mente."

Taylor assentiu, com um aceno animado. "Claro, Leah! Vá lá e arrase. E se precisar de alguma coisa, já sabe que estou aqui para ajudar."

"Você é demais, Taylor," respondi, sentindo-me grata pelo apoio dela. "Obrigada por sempre estar ao meu lado, como uma verdadeira irmã."

Taylor sorriu ternamente. "Sempre, Leah. Você sabe que pode contar comigo para tudo."

Depois de nos despedirmos, desliguei a videochamada e me preparei para me dedicar ao meu trabalho.

Com um sorriso no rosto, me levantei da cadeira e decidi aproveitar a energia positiva do momento para me dedicar mais à escrita. Peguei meu caderno e caneta, pronta para deixar minhas ideias fluírem e transformar meus pensamentos em palavras.

Enquanto as músicas ecoavam em minha mente, senti uma onda de inspiração me envolver. Sabia que ainda tinha muito a explorar e a criar, e estava determinada a fazer o melhor de cada momento.

Com determinação, me concentrei no papel à minha frente e deixei minha criatividade fluir livremente. Era hora de escrever mais uma página do meu livro de músicas, aproveitando cada melodia e cada palavra como se fossem as últimas.

Capítulo 3

(Pov:Lana)

Falta algumas horas para o encontro com a Leah, estou prestes a acabar de me arrumar quando escuto a porta do quarto ser aberta.

Jack: Cheguei, vamos. - sua voz soou impaciente.

- Vamos onde, Jack? Eu já tinha te dito que vou sair com a Leah - respondi, mantendo-me firme em minha decisão.

Jack fechou a porta com um suspiro audível, sua expressão carregada de descontentamento. "Sério que você vai trocar sair comigo por sair com aquela coisa lá?" Ele deixou escapar, um tom de desdém permeando suas palavras.

Aquilo me atingiu em cheio, uma onda de desconforto e irritação se formando dentro de mim. "Leah é minha amiga, Jack. E o encontro já estava marcado há dias. Não é justo você falar assim dela", rebati, minha voz carregada de indignação.

Em um movimento brusco, Jack avançou em minha direção, agarrando meu braço com força. Senti uma pontada de dor percorrer meu corpo enquanto ele apertava com força, seus olhos faiscando com raiva.

(Ps: nada contra o Jack mas nada a favor tbm, se tem pessoas que gostam dele tudo bem, algo nele não me desce mas se ela está feliz isso que importa)

"Você pode dizer o que quiser, Lana, mas suas ações falam mais alto do que suas palavras", ele disse, sua voz carregada de descontentamento, enquanto eu tentava me libertar de seu aperto.

Tentei manter a calma, apesar da crescente sensação de desconforto. "Jack, por favor, pare. Isso não é certo", implorei, lutando para me soltar de seu aperto opressivo.

Com um suspiro pesado, Jack finalmente soltou meu braço, sua expressão endurecida pelo conflito. "Tudo bem, Lana. Faça o que quiser", ele murmurou, sua voz soando desgastada.

Com um sentimento de alívio misturado com tristeza, vi Jack se afastar, deixando-me sozinha com meus pensamentos tumultuados.

Saí de casa com uma mistura de nervosismo e antecipação. Cada passo em direção ao meu destino parecia carregado de expectativa, e meu coração batia mais rápido à medida que me aproximava do restaurante vegetariano Blossom, onde encontraria Leah.

O ar da cidade estava fresco e revigorante, e as luzes das ruas de Nova York cintilavam como estrelas distantes no céu noturno. Enquanto caminhava pelas calçadas movimentadas, meu pensamento vagava para o encontro que me aguardava, e uma sensação de alegria se misturava ao nervosismo.

Chegando ao restaurante, fui recebida pelo aroma tentador de pratos vegetarianos e pela atmosfera acolhedora do local. O ambiente estava iluminado por luzes suaves, criando uma aura de intimidade que combinava perfeitamente com a ocasião.

Encontrei Leah sentada em uma mesa no canto do restaurante, um sorriso caloroso iluminando seu rosto quando me viu. Seus olhos brilhavam com uma mistura de emoções, refletindo a mesma expectativa que eu sentia.

"Leah!" chamei, minha voz transbordando de entusiasmo enquanto me aproximava dela. "Que bom te ver."

Ela se levantou para me cumprimentar, seu abraço envolvendo-me em um calor reconfortante. "Lana, que bom que você veio," ela respondeu, seu tom cheio de alegria genuína.

"Eu não esperava encontrar a rainha de LA ainda aqui em NY," comentei, enquanto nos sentávamos à mesa.

Leah soltou uma risada suave. "Pois é, acontece que estou em Nova York por alguns dias. Vim visitar a Taylor e, claro, aproveitar para fazer um pouco de trabalho também. E você, o que te trouxe de volta a NY?"

"Estou aqui principalmente a trabalho também," respondi, dando de ombros. "Mas claro que não perderia a chance de te encontrar."

Leah arqueou uma sobrancelha, um sorriso divertido brincando em seus lábios. "Trabalho, é? É sobre o álbum Lasso?" ela perguntou, sua curiosidade evidente.

"Sim, é isso mesmo," confirmei, sentindo-me surpresa por ela ter acertado em cheio. "Estamos trabalhando duro para trazer algo especial aos fãs."

Nossa conversa fluiu suavemente, envolvendo-nos em risos e histórias enquanto desfrutávamos da companhia uma da outra.

"Então, o que você acha do lugar?" perguntei a Leah, olhando ao redor do restaurante.

Leah sorriu, dando uma olhada ao redor. "É encantador. Adoro a atmosfera acolhedora e parece que têm várias opções vegetarianas no cardápio. E você, Lana, já veio aqui antes?"

Balancei a cabeça. "Não, é a minha primeira vez. Mas ouvi tantos elogios sobre este lugar que mal podia esperar para experimentar."

Enquanto falávamos, o garçom se aproximou para nos cumprimentar e apresentar o cardápio. Exploramos as opções, discutindo sobre quais pratos vegetarianos pareciam mais tentadores.

"Este risoto de cogumelos parece delicioso," comentei, apontando para o cardápio. "E você, Leah, o que te chama a atenção?"

Leah estudou o cardápio por um momento antes de sorrir. "A salada de quinoa e abacate parece ótima. Estou tentando manter uma alimentação mais saudável ultimamente."

Assentindo, fizemos nossos pedidos ao garçom e continuamos nossa conversa animada. O tempo parecia voar enquanto compartilhávamos histórias e risadas, desfrutando da deliciosa comida e da agradável companhia um do outro.

À medida que nos deliciávamos com a sobremesa, Leah observou a movimentação fora do restaurante com um olhar curioso. "Lana, você veio acompanhada por seguranças?" ela perguntou, indicando a aglomeração de fãs e paparazzi do lado de fora.

Balancei a cabeça enquanto sorria. "Não, na verdade vim a pé. Moro perto daqui, então achei mais fácil vir caminhando."

Leah soltou um riso divertido. "Você sempre adora testar seus fãs, não é?"

Rindo, assenti. "Bem, não é sempre que posso me dar ao luxo de sair sem ser reconhecida, mas é bom ter um pouco de anonimato de vez em quando."

Ela levantou uma sobrancelha em um gesto inquisitivo. "Você confia em mim o suficiente para deixar que eu te leve a algum lugar?"

Curiosa, olhei para ela com um sorriso intrigado. "Claro, onde você tem em mente?"

Leah sorriu misteriosamente. "Você vai descobrir em breve," ela respondeu, levantando-se da mesa e me convidando a segui-la. Intrigada e animada com a perspectiva de uma nova aventura, levantei-me e a segui para fora do restaurante.

À medida que saímos do restaurante, fomos recebidas por uma multidão de fãs entusiasmados e paparazzi ávidos por uma boa foto. Enquanto caminhávamos pela calçada, ouvimos as vozes animadas dos fãs e os cliques incessantes das câmeras.

"Leah, Lana, estão juntas?" um dos fãs perguntou, erguendo seu celular para registrar o momento.

Leah lançou-me um olhar divertido antes de responder: "Apenas duas amigas saindo para jantar."

Os paparazzi, por sua vez, não perderam tempo e começaram a disparar uma série de perguntas enquanto nos seguiam pela rua. "Como vocês se conheceram?" "Estão trabalhando em alguma colaboração?" "Podemos esperar uma nova amizade entre vocês?"

Leah e eu trocamos olhares, compartilhando um sorriso cúmplice diante da cena caótica ao nosso redor. Enquanto continuávamos nosso caminho pela calçada movimentada, respondíamos às perguntas da melhor forma possível, mantendo uma atitude descontraída e amigável.

Conforme avançávamos pela rua, nos aproximamos da Ferrari SF90 de Leah, que reluzia sob as luzes da cidade.

"Uau, você realmente trouxe o carro," comentei com um sorriso, admirando o veículo impressionante.

Leah deu de ombros com um sorriso travesso. "Bem, eu pensei que seria divertido fazer uma entrada dramática."

Rindo, seguimos em direção ao carro e Leah destravou as portas, permitindo que entrássemos. Adentrei o veículo com uma sensação de empolgação, apreciando o luxuoso interior enquanto me acomodava no banco do passageiro.

"Está pronta para a próxima aventura?" Leah perguntou, ligando o motor com um sorriso travesso.

Assenti com entusiasmo, ansiosa para descobrir para onde ela estava me levando. "Sempre pronta," respondi, minha voz carregada de expectativa enquanto nos afastávamos do restaurante e partíamos para uma nova jornada juntas.

Finalmente, o carro parou em frente a um prédio imponente, e Leah desligou o motor com um sorriso enigmático. "Chegamos," ela anunciou, abrindo a porta do carro.

Segui Leah até o edifício e subimos até o terraço, onde fomos recebidas pela vista deslumbrante da cidade iluminada abaixo de nós. As luzes brilhantes de Nova York se estendiam até onde a vista alcançava, criando um cenário impressionante que me deixou sem fôlego.

"Uau, isso é incrível," murmurei, admirando a paisagem deslumbrante diante de nós.

Leah sorriu, observando minha reação com satisfação. "Eu sabia que você ia gostar. É um dos meus lugares favoritos na cidade."

Nos sentamos em algumas cadeiras que estavam dispostas no terraço, apreciando a vista deslumbrante diante de nós. O silêncio confortável pairava entre nós enquanto absorvíamos a serenidade da noite.

"É tão bom ter um momento de tranquilidade longe de toda a agitação, não é?" comentei, olhando para Leah com um sorriso.

Ela assentiu, concordando. "Definitivamente. Às vezes, é importante parar e apreciar a beleza que nos rodeia."

Concordei, deixando-me envolver pela atmosfera pacífica do lugar. Era como se estivéssemos em nosso próprio pequeno refúgio, longe das preocupações do mundo exterior.

"Leah, obrigada por me trazer aqui hoje à noite. Foi realmente especial," eu disse, olhando para ela com gratidão.

Ela sorriu, seus olhos brilhando com calor. "É um prazer compartilhar momentos como este com você, Lana. Espero que possamos ter muitos mais no futuro."

Enquanto estávamos no terraço, desfrutando da vista deslumbrante da cidade, não pude evitar perceber o olhar preocupado nos olhos de Leah quando ela notou o leve tom avermelhado em meu pulso. Seguimos em silêncio até o carro, e eu me senti grata por ela estar ali para me ajudar.

"Hey, Lana, você está bem? Notei que seu pulso está vermelho", Leah comentou, sua voz suave e tranquilizadora.

Tentei desviar a atenção da situação, dando de ombros com um sorriso. "Ah, deve ter sido apenas uma batida em algum lugar", murmurei, tentando ignorar a sensação incômoda.

Leah aplicou cuidadosamente uma pomada no meu pulso, seus dedos suaves tocando minha pele com uma gentileza reconfortante. Uma corrente elétrica parecia passar entre nós no momento em que nossas mãos se encontraram, e eu me vi incapaz de afastar o olhar de seus olhos.

"Eu sei que não foi isso", ela murmurou suavemente, sua voz ecoando no ar noturno. "Mas sei que não é da minha conta."

Fiquei surpresa com sua perspicácia, me sentindo vulnerável diante dela. "Você está certa.", concordei, sentindo-me grata por sua compreensão.

O silêncio entre nós era carregado de uma tensão palpável, e eu me vi perdida em pensamentos enquanto observava Leah. Seus dedos habilidosos na minha pele despertaram uma sensação avassaladora dentro de mim, e eu me peguei desejando que aquele momento pudesse durar para sempre.

Nosso silêncio era preenchido apenas pelo suave murmúrio da noite e pela brisa fresca que nos envolvia. Eu podia sentir meu coração batendo mais rápido, uma mistura de nervosismo e excitação borbulhando dentro de mim.

Leah e eu nos perdemos por um momento na intensidade do nosso olhar, como se estivéssemos em nossa própria bolha, isoladas do mundo ao nosso redor. Era uma sensação estranha, mas ao mesmo tempo incrivelmente poderosa.

Por fim, quebrei o contato visual, desviando o olhar para o horizonte distante da cidade iluminada. "Obrigada por cuidar de mim, Leah. Realmente aprecio isso", murmurei, minha voz suave com gratidão.

Ela sorriu gentilmente, seus olhos refletindo uma ternura genuína. "Sempre estarei aqui para você, Lana. Você não precisa enfrentar nada sozinha", respondeu, sua voz transmitindo um conforto que aqueceu meu coração.

À medida que o carro parava em frente ao meu prédio, senti uma pontada de tristeza por ter que me despedir de Leah. A noite tinha sido tão especial, e agora parecia que estava acabando rápido demais. Quando Leah mencionou uma das minhas músicas, um sorriso nostálgico se formou em meus lábios.

"Espero que o abraço não tenha te machucado", ela murmurou, suas palavras trazendo à mente as letras de uma música minha.

Compreendendo a referência, sorri suavemente. "Não se preocupe, Leah. Foi perfeito", respondi, meus olhos encontrando os dela com um carinho mútuo.

Nos abraçamos uma última vez, e antes de nos afastarmos, senti o calor dos lábios de Leah no canto dos meus, um gesto sutil, mas cheio de significado. Meu coração deu um salto, e por um momento, o mundo ao nosso redor pareceu desaparecer, deixando apenas nós duas no universo.

Enquanto ela se afastava e eu observava seu semblante desaparecer na noite, meu coração estava cheio de uma mistura de emoções

Sentada no sofá, deixei-me envolver por uma sensação de inquietação enquanto repassava mentalmente os eventos da noite. Meu coração batia descompassado, e eu me peguei passando os dedos pelo pulso, onde Leah tinha deixado seu toque suave.

Cada lembrança dos momentos compartilhados com Leah parecia ecoar em minha mente, como uma melodia suave que não conseguia evitar de cantarolar. Seus olhos, seu sorriso, o jeito como ela falava... Tudo parecia tão vívido, tão real, que era como se ainda estivéssemos juntas naquele momento.

Sem perceber, me vi sorrindo enquanto relembrava os momentos em que nossas mãos se tocaram, em que nossos olhares se encontraram. Havia algo de mágico na maneira como ela me fazia sentir, algo que eu não conseguia explicar, mas que me deixava ansiando por mais.

No entanto, uma parte de mim ainda resistia a admitir a verdade: eu estava me apaixonando por Leah. Era uma revelação assustadora, uma confissão que eu não estava pronta para enfrentar. Mas, ao mesmo tempo, era uma verdade que eu não podia mais ignorar.

Com um suspiro, afastei-me desses pensamentos tumultuados e me permiti relaxar no conforto do sofá. Mas, mesmo enquanto tentava acalmar minha mente agitada, uma coisa era clara: Leah tinha deixado uma marca em mim, uma marca que eu não conseguia apagar.

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