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O Pai Mafioso do Meu Aluno - Memórias

Em uma noite de verão...

...Atenção!...

...Esse livro é uma edição especial ,uma releitura do livro original "O pai mafioso do meu aluno"....

...Nele,teremos as memórias do trisal que formou a Família Paolli.As cenas são narrativas inéditas em primeira pessoa,com a visão pessoal dos três sobre os fatos ocorridos, o que permitirá a você, leitor, compreender melhor as atitudes que cada um três tomou....

...A história se passará entre a juventude de Serena,Marcos e Rafael e Enzo e o fim do marco temporal do livro "Pietro E Enzo"...

......................

É um noite quente de verão,e como sempre a casa está cheia, as crianças decidiram que querem acampar no quintal.

Crianças...são todos adolescentes cheios de hormônios! Além dos nossos quatro filhos caçulas, Mel ,Helena ,Gael e Ayla,tem os netos que não saem daqui.

Vicenzo, Benjamin,Elisa, Marquinhos,Rafinha e Sereninha. E meu filho do coração, meu enteado, Aslan.

Isso quando não trazem os namorados, namoradas, amigos ou nossos filhos mais velhos, os sobrinhos e netos que moram longe e se hospedam aqui.

Desde quando me elegi governadora e assumi o posto de chefe da máfia,moramos na capital,mas todos os finais de semana voltamos para cá, Teresópolis! Nosso refúgio desde quando Rafael, Marcos e eu resolvemos formar um trisal.

Somos os patriarcas da família Paolli,nenhum passo é dado sem que nossa opinião seja pedida. Estão todos sempre ao nosso redor.

—Vamos contar histórias de terror! - pede Benjamin

—Não,baba! Eu tenho medo!

Ayla pula no colo do meu quarto marido, Yusuf,a quem todos chamam de "o turco".

Sim,eu tenho quatro maridos! Vivemos um policasamento,eu sou a única mulher para quatro homens heterossexuais. Rafael,Marcos,Enzo e Yusuf,fazem parte do meu harém reverso.

—Acho melhor você dormir lá dentro,minha bonequinha! Você só tem 9 anos.

—Manda a bebezinha para o berço que aqui o assunto é para gente grande!

—Que gente grande é essa ,Helena? Vocês tem 15 anos! - esbraveja Rafael com a nossa filha caçula.

—Nós temos 18! - dizem Marquinhos,Rafinha e Vicenzo nossos netos.

—Então podem ouvir histórias melhores, que tal uma história de amor? - diz Marcos

As crianças começam a rir

—Qual é pai! História de amor?! questiona Gael,meu filho com Marcos

—Ah...mas não é qualquer uma, é a nossa!

—Eu acho pesado demais para eles,Marcos...- diz Enzo

—É delegato,tem relatos proibidos para menores... - digo

Nessa hora eles se olham e começam a se interessar.

—Vocês nunca nos contaram a história profundamente, sempre passaram por cima em pequenas situações...- Mel,minha filha com Enzo,começa a instigar os irmãos e sobrinhos.

—Eles já estão grandinhos,já beijam na boca que eu sei! - fala Rafael

—E fazemos outras coisas também! - Vicenzo começa a rir com os primos gêmeos,esses três são terríveis!

—Então quem começa a contar? - pergunto

—Sou eu,claro! O principal ! - Rafael logo se prontifica

—Além de velho é convencido!

—Serena...manda essa garota parar! Ela sabe que odeio que me chamem de velho!

—Helena...para de implicar com seu pai minha filha,ou eu te coloco para dormir lá dentro com a Ayla.

—Vai nonno! Conta logo! Adoro histórias de trisal...acho tão lindo! - Sereninha chega a suspirar, com aquele rostinho lindo e romântico de boneca de porcelana.

Os gêmeos e ela são filhos do nosso primogênito, Lorenzo. Ele homenageou os pais dando nossos nomes aos filhos.

—Bem ,vamos começar quando eu era um ragazzo de dezessete anos...

—Há quantas décadas atrás, babbo? - debocha Enzo

Enzo,meu terceiro marido,é filho do primeiro casamento de Rafael.

—Isso não interessa! Vão me deixar falar?! - Rafael berra

Todos silenciam e começam a ouvir o meu mafioso sênior contar como tudo começou...

...Observação!Não esqueça de curtir a cada capítulo, pois ele foi postado completo e a sua curtida é importante para o rendimento da obra! Obrigada 🥰...

A história da família Paolli -HOT

A nossa família,como uma família da máfia, existe desde 1920,é uma das mais antigas da Camorra.

Meu pai ,Vicenzo tinha 5 irmãos: Giovanni, Graziela, Marcelo, Leonardo e Diogo.

Após a morte do meu nonno Don Humberto Paolli, meu tio Giovanni assumiu por ser o mais velho,mas ele era noivo de uma moça que o meu nonno já não aprovava a família, então, Graziela,Leonardo e Paollo apoiavam o meu pai ,que era o segundo na linha de sucessão. Mas Diogo ,o caçula, não queria, com interesse de se tornar o consigliere e assim ficar mais próximo de tomar o lugar do irmão um dia.

—Diogo é pai do Guilhermo e do Apolo. - Enzo me interrompe

—Sim, Apolo sequestrou Serena e queria derrubar Lorenzo, que era o Don época. - diz Marcos

—Mas nós o matamos no meio de uma nevasca na Suíça! - completo

—Tempão que não vemos o tio Guilhermo...gosto dele! - diz Gael

—Também gosto dele...

Olhamos para Serena na hora.

—Que foi? Caramba...vocês veem maldade em tudo!

—Ih...a mamma passou o rodo nele também?! - Helena pesca tudo no ar e começa a gargalhar instigando os outro.

—Minha feiticeira, não fala mais nada não! Por favor!

—Eu vou lá dentro ver a Ayla...não posso falar nada também!

Ela sai batendo o pé emburrada, mais tarde eu dou um calmante a ela ...

—Bem,continuando...

Meu tio Giovanni e meu pai brigaram, quase se mataram, minha mamma o convenceu a ir embora e assim ele fez .

Depois dessa briga por poder e discordâncias na família, meu babbo pegou a minha mamma, que estava me esperando, e minha irmã Antonella e veio parar no Brasil, minha avó materna, Giovanna, os acompanhou.

Eles se instalaram em São Paulo,aonde tinha um braço da Camorra. Lá , o meu pai se fixou e começou gerenciar os negócios da máfia para outros clãs.

Eu nasci, um bambino bonito e forte, e quando tinha 5 anos,meu tio Leonardo assumiu o clã na Itália após a morte do meu tio Giovanni, o mesmo que brigou com meu babbo.

Don Giovanni Paolli morreu quando era recém casado, após se desentender com os cunhados, que armaram uma emboscada para ele,no fundo, meu nonno Humberto estava certo...

Aconteceu uma guerra entre clãs para vingar a morte dele,meu tio Leonardo tomou posse de todos os bens da família rival e assumiu a esposa do falecido irmão.

Meu tio ,Don Leonardo era fiel e devotado,mas os dois nunca tiveram filhos.Ele estava sempre em contato com mio babbo, eram muito unidos...meu tio,mio padrinho...tenho saudades dele!.

Meus olhos se enchem de lágrimas e os bambinos reparam, atentos à história, Marcos traz a pipoca e senta ao lado deles.

—Continua ,nonno! - pede Elisa

Eu era o herdeiro do clã Paolli,o sucessor direto de Don Vicenzo Paolli,meu pai, e por meu tio não ter filhos...ele me cercava de cuidados e me ensinou tudo o que sei.

Eu passava muitas férias em Nápoles, o meu tio me preparava para ser seu substituto um dia,ele treinou a mim e ao Maximiliano, que é o padrasto do Nico. Max é filho de meu tio Marcelo.

—Eu lembro bem do tio Leonardo, ele dizia que eu nunca seria um Don, pois não tinha equilíbrio mental, ele dizia que se meu pai não tivesse outro filho, o próximo Don deveria ser o Pietro. Eu ficava com raiva, mas no fundo ele tinha razão. - recorda Enzo

O meu tio morreu de um infarto já idoso ,eu estava morando junto com a Serena,meu pai voltou as pressas para Nápoles para assumir tudo, e eu continuei aqui. Mas...

O suspense da história não os deixam piscar.

—Eu vou lá dentro rapidinho e já volto!

—Ah não!!!!

Eles protestam e eu entro em casa aos risos,encontro a minha feiticeira vestindo a camisola para dormir.

—Ué? Não vai virar a madrugada conosco?

—Eu não posso falar nada, tudo vocês reclamam!

Eu a abraço por trás e cheiro seus cabelos macios e cacheados,esse cheiro que me inebria há quarenta anos.

—Vamos voltar? - a beijo os ombros e pescoço

—Não, estou estou esperando o Yusuf.

—Ah! Entendi...quer transar com o turco!

—Estou com sono.

—Ficou chateada?

—Não...

—Ficou sim e eu vim só para me reconciliar!

A agarro agressivamente,e a jogo contra a parede.

—Rafael! A porta do quarto está aberta!

—Ayla já dormiu e os outros estão distraídos lá fora.

Mordo seu pescoço e passo a língua até chegar à orelha. Sinto o gosto do seu perfume doce e envolvente, ela geme, fecha os olhos e vai abrindo as pernas...ela sabe o que eu quero!

Nos beijamos feitos dois loucos,ela puxa os meus cabelos grisalhos e eu puxo seus cachos castanhos.

O desejo entre nós é assim, incontrolável, mesmo depois de tantos anos, nosso amor é fogo ardente!

Puxo sua camisola pra baixo e mamo seus peitos,adoro morder o biquinho e ouvi-la me gemer.

—Ai...Rafa!

Ela puxa o meu pau de dentro do short de moletom, duro pra caralho, pronto para rasgar sua b...c...ta!

Serena levanta uma perna e eu entro numa estocada só. Escorrego dentro dela e fodemos em pé feitos dois animais no cio.

Minha feiticeira é muito baixinha, e eu tenho quase dois metros de altura,ela parece uma bonequinha nos meus braços e eu brinco do jeito que eu quero com ela...

Ela pula em cima de mim, enroscando suas pernas na minha cintura,vai para cima e para baixo sentando no meu pau,a levo até a janela do nosso quarto e a apoio sentada,me encaixo e vou metendo rápido,ela arranha os meus braços e grita no seu orgasmo,eu a calo com os meus beijos até que ela amolece depois do prazer.

Eu continuo o meu vai e vem, até que enfim, gozo gostoso dentro dela, enchendo sua b...c..ta pequenina com a minha porra.

Rimos ofegantes um para o outro .

—Safado!

—Somos,amore mio!

Continuamos a nos beijar quando o turco entra no quarto.

—Ah...fala sério Rafael ! E agora?

—Ela já está satisfeita,vai ter que esperar até de manhã! Boa noite, amore mio!

Saio me ajeitando e deixando o turco puto da vida!

Volto para o jardim.

—Aonde eu parei?

—Não sei, mas está com um chupão no pescoço.

Coloco a mão no lugar.

—Esquece isso Helena! Bem...voltando a estória...

Eu continuei aqui,mas o meu pai precisava de mim para se fortalecer diante de Diogo e dos nossos aliados, eu deveria estar do lado dele,fora que a PF estava na minha cola , eu precisava ir embora rápido. Armei todo um esquema para Serena ir embora comigo....mas ela descobriu estar grávida, não sabia quem era o pai e com medo ,resolveu não fugir comigo. Foram dolorosos 2 anos separados! Mas isso eu conto depois...tem muita coisa nesse meio tempo aí!

—Nonno, você sempre diz que você não parecia ser um herdeiro da máfia porque adorava ir à bailes funk cercado de traficantes dentro da favela. - diz Rafinha

Dou uma risada.

—Meu pai ficava louco comigo...bons tempos aqueles...querem ouvir sobre a minha juventude?

—Até eu quero!

Enzo se joga no meio das almofadas com eles e lá vai eu contar essa parte que foi tão conturbada na minha vida.

A juventude de Rafael

—Vamos embora seu arrombado! Vamos chegar atrasados!

— Não grita caralho! Meu babbo vai ouvir e me impedir de sair!

Teco berra feito um doido.

—Tá com medinho do papai?- ele debocha

—Você sabe que ele não gosta que eu fique no meio da favela junto com os traficantes!

—Aí, os caras aí não vão contar nada para ele não?

—Eles são meus parças, os soldados do meu pai estão sempre comigo.

Saímos quase que em silêncio do nosso apartamento duplex no Leblon, hoje vou subir o morro com o Teco. Ele mora na Cidade de Deus e lá, é o paraíso para mim. Música até o dia raiar, bebida para caramba e mulher a rodo! É só estalar o dedo e elas vem até mim.

Meu pai não gosta que eu fique boa parte do tempo na favela, diz que eu vou perder a minha essência da máfia italiana e me corromper com o tráfico carioca. Mas eu gosto disso aqui ,e ele não entende que é possível unir os dois mundos.

Eu tenho 17 anos já estou na faculdade, sou treinado exaustivamente desde os 11 anos pelo meu tio Leonardo em todas as férias que passo em Nápoles. Fora as atividades aqui quando acompanho o meu pai quando ele vai executar alguém ou fechar negócios.

A minha vida é a máfia! Eu sou a Camorra e a Camorra sou eu. Mas as vezes eu preciso ser um pouco Rafael e é nessa hora,que junto com o meu melhor amigo Teco, que eu vou transformar no meu braço direito futuramente, que eu posso ser apenas um jovem.

Chegamos no baile e logo sou recebido pelo Chefe do tráfico local, Pardal.

—Rafael Paolli, o brabo! Chega mais aqui no camarote! Quero você aqui do meu lado hoje, estou comemorando o nascimento do meu filho!

—Caralho maluco !Você tem quantos anos?

—Vinte e dois.

—E já vai ser pai?!

—Esse esse é o segundo porra! É o meu Gabriel ,futuro GB, dono desse morro, escuta que eu tô te dizendo!

— Eu não quero saber de filho tão cedo, eu quero é curtir a vida, meter para caraca, é por isso que eu não tiro camisinha do bolso!

A noite é uma criança, bebemos whisky ,vodka ,cerveja... tudo que temos direito e é claro, cheira uma carreirinha de vez em quando. O meu pai não gosta diz, que a droga nos entorpece e a gente acaba fazendo coisas que não queremos. Mas eu só faço isso de vez em quando.

— Aí ,vou ali embaixo pegar a menina que eu tô ficando. - fiz Teco

— Quem ?

— A Cristiane, a vizinha da minha avó.

Eu dou uma olhada na mina do Teco.

— Gostosa porra! Vê se ela conhece alguém lá para me apresentar.

Teco desce e fica com a garota tempos depois, ele sobe de novo com ela e mais uma.

— Aí Rafael, essa aqui é a Érica amiga da Cristiane.

— Muito prazer!

—O prazer é todo meu, gata!

 Ela não faz muito meu tipo de mulher, mas é gostosa e parece ser fácil e isso é tudo o que eu preciso. A noite termina do jeito que eu imaginava, levamos as meninas para o motel e ali fazemos loucuras...

Chego de manhã cedo em casa, crente que meu pai ainda estaria dormindo, mas ele estava sentado na poltrona virado para a porta.

— Você pensa que eu não sei que saiu escondido, ragazzo?

Eu silencio e não cogito sequer respondê-lo.

— Você sabe que eu tive que executar dois bons soldados por sua causa, porque foram coniventes com você, Rafael?!!

Ele grita e logo vejo o rosto da minha mãe olhando da varanda.

—Perdão, babbo!

—Perdão babbo?! Você acha que isso é o suficiente, Rafael?! Seu tio não tem filhos ,você é o nosso sucessor, esse comportamento é inadmissível ! O que você quer? Entregar a Camorra nas mãos do tráfico carioca, é isso?! A sua postura não condiz com de um mafioso ,você desonra a Camorra e o nosso clã !

As palavras dele me ferem e eu engulo o meu orgulho e a minha vontade de chorar.

—O senhor tem toda a razão, babbo!

Ele se aproxima de mim e ergue a mão,fecho os olhos pata receber seu tapa em meu rosto e logo escuto a voz da minha mãe.

— Vicenzo ! Não ouse!

 O meu pai é um homem determinado, grosseiro ,um mafioso à moda antiga. Ele não tem limites, e às vezes parece não ter coração. A única pessoa capaz de freá-lo é a minha mãe, Eleonora.

— Sua sorte é que sua mãe é a mão que segura o meu braço! Vá para o seu quarto agora fazer as suas malas, vamos para a Florida visitar a sua irmã e participar do aniversário do meu nipoti Pietro!

—Sim senhor! - beijo a sua mão - Com licença!

Entro no meu quarto direto para o chuveiro, tomo um banho cheio de ódio, as lágrimas disputam o lugar no meu rosto com a água. Eu me seco e quando estou saindo ,encontro a minha mama sentada na beira da minha cama.

—Rafael, não provoca o seu pai! Vai chegar uma hora em que eu não poderei fazer nada, e terei que dar razão a ele!

— A senhora vê como ele me trata, mamma! Sempre é muito rigoroso!

— É porque você é o sucessor, meu filho! Precisa de limites, está sendo treinado longe de Nápoles e ele se esforça para deixar um legado para você.

— Eu não quero morar em Nápoles, eu não quero ser Don! e?Eu só quero ser o Rafael, eu posso trabalhar para máfia, mas eu não quero assumir esse cargo, é muito pesado para mim!

— Se o seu pai ouvir isso... amanhã mesmo suas coisas estarão no aeroporto para você morar definitivamente com o Leonardo!

Eu abaixo a cabeça.

—E por favor, Rafael! Pare de usar drogas.

— Eu não usei drogas.

—E também deveria tomar banho direito , o seu nariz ainda está sujo de pó.

A minha mamma é uma mulher firme, forte e ao mesmo tempo doce. Todos que a olham acham que é submissa,mas a verdade é que dentro dessa casa, quem manda é ela, ela finge obediência apenas para que meu pai não se sinta menosprezado. Porém nada passa assim o aval dela. Não se mete em relação a máfia, mas em nossa família ,ela não deixa nada passar desapercebido.

Chegamos na Flórida para visitar a minha irmã Antonella, meu cunhado Cesare e o meu sobrinho Pietro,que acabou de fazer um ano ,ele também é meu afilhado.

—Vem aqui com o tu padrinho bambino! Como você é bonito!

—Um dia Rafael irá me dar herdeiros assim, bonitos e fortes como o Pietro! - diz meu pai fumando um charuto que minha mãe toma da mão dele e apaga.

— Vai sonhando...- falo baixinho para o meu cunhado.

—Não quer se casar, Rafael ?

—Eu não! Quero curtir muito e ser livre, o dia que uma mulher colocar coleira em mim pode me mandar internar ,que eu estarei maluco!

—Essa eu pago pra ver! Ainda te vejo de quatro por uma mulher.

—Só se ela for uma feiticeira para me jogar um encantamento muito forte que mude a minha ideia sobre isso!

—Olha lá, hein ?! As palavras têm poder!

— Relaxa cunhado! Isso nunca irá acontecer, essa mulher não existe e se ela existir ,eu faria de tudo para ela nunca sair do meu lado!

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