NovelToon NovelToon

Meu Guarda Costas É um Berserk!

O trabalho.

Em um mundo dominado pela violência, Alex Corson se destacava. Com 20 anos, 1,98 metros de altura, cabelos pretos e olhos castanhos, ele era uma figura imponente. As cicatrizes em seu rosto e corpo contavam a história de uma vida marcada pela luta.

Criado por um tio alcoólatra após a morte de sua mãe, Alex sofreu abusos e negligência. Mas tudo mudou quando foi vendido a Donato, um chefe da máfia local. Sob a tutela de Donato, Alex foi treinado para lutar e se tornou uma máquina de combate.

Agora, conhecido como Berserk das lutas clandestinas, Alex recebeu uma missão de Donato: proteger Asuka, filha de Elizabeth, uma juíza que havia sentenciado um criminoso poderoso.

Ao chegar ao Japão, Alex foi abordado pela polícia. Mas Elizabeth interveio, revelando sua autoridade e fazendo com que os policiais recuassem.

"Você é exatamente igual à foto," disse Elizabeth, olhando para Alex com um misto de curiosidade e cautela. "Mas é muito maior do que pensei."

"Obrigado, senhora," respondeu Alex, mantendo seu tom neutro.

"Na verdade... Bom, você é meu sobrinho, então está tudo bem você me chamar pelo nome," disse Elizabeth, com um sorriso leve.

Alex seguiu com Elizabeth até seu carro. E já dentro do carro, Alex resolveu se informar a respeito da sua missão.

"Então, senhora... Elizabeth," disse Alex, corrigindo-se. "Qual é a situação da sua filha? Por que ela precisa de proteção?"

Elizabeth olhou para Alex, seus olhos refletindo uma mistura de preocupação e determinação.

"Minha filha, Asuka, está em perigo," disse ela. "Eu sentenciei um homem poderoso, um criminoso que tem muitos recursos e conexões. Ele ameaçou se vingar, e eu acredito que ele fará isso através de Asuka."

Alex franziu a testa, processando a informação.

"Eu preciso saber mais sobre esse homem," disse ele. "Quem é ele? O que ele quer?"

Elizabeth hesitou por um momento antes de responder.

"Seu nome é Ryota Nakamura," disse ela. "Ele é um empresário influente, mas também é um criminoso perigoso. Ele quer vingança, e ele não se importa com quem ele machuca para consegui-lo."

Alex assentiu, seu rosto impassível.

"Eu vou proteger sua filha," disse ele. "Eu vou fazer tudo o que for necessário para mantê-la segura."

Elizabeth olhou para Alex, seus olhos cheios de gratidão.

"Obrigada, Alex," disse ela. "Eu confio em você.”

Depois de alguns minutos de carro, Elizabeth percebe que uma expressão neutra predominava o rosto de Alex. É claro que ela ficou bastante curiosa, afinal de contas, Alex nunca havia saído do Brasil, mas o mesmo não demonstrou emoção alguma de está ali no Japão, mesmo que à trabalho.

"Alex, você parece bastante calmo considerando que está em um país estrangeiro," disse Elizabeth, quebrando o silêncio.

Alex olhou para ela, seu rosto ainda impassível.

"Não há motivo para estar nervoso, senhora," respondeu ele. "Eu estou aqui para fazer um trabalho."

Elizabeth sorriu levemente.

"Sim, eu sei. Mas é normal sentir um pouco de ansiedade ou curiosidade em um ambiente novo."

Alex ergueu uma sobrancelha.

"Eu não sinto emoções, senhora," disse ele, simplesmente. "Isso me permite me concentrar no meu trabalho."

Elizabeth ficou surpresa com a resposta direta de Alex. Ela começou a se perguntar o que havia por trás daquele rosto impassível.

Apesar de sua curiosidade a respeito do jovem Alex, eles já estavam chegando ao seu destino, e isso a fez suspender suas perguntas por hora.

Eles chegaram a uma mansão luxuosa nos arredores de Tóquio. Elizabeth desligou o motor e se virou para Alex.

"Nós estamos aqui," disse ela. "Essa é a minha casa. Você estará aqui com Asuka até que a ameaça seja neutralizada."

Alex assentiu, olhando em volta da propriedade.

"Eu preciso saber mais sobre a rotina de Asuka," disse ele. "O que ela faz durante o dia? Quem ela frequenta?"

Elizabeth sorriu.

"Asuka é uma estudante aplicada," disse ela. "Ela frequenta uma escola particular aqui perto. Eu posso fornecer todos os detalhes que você precisar."

Alex assentiu novamente, seu rosto ainda impassível.

"Vamos entrar," disse ele. "Eu preciso conhecer Asuka."

E com isso, Alex seguiu Elizabeth para dentro da mansão, pronto para começar sua missão de proteger Asuka.

Ao entrar na mansão, Alex foi levado a uma sala de estar elegante, onde uma jovem de 17 anos estava sentada no sofá, estudando. Ela tinha cabelos pretos e olhos castanhos, semelhantes aos de Alex, mas seu rosto era mais delicado e feminino, além de um toque oriental.

"Asuka, esse é Alex," disse Elizabeth, apresentando-os. "Ele estará aqui para protegê-la por um tempo."

Asuka olhou para Alex, surpresa, e depois voltou a olhar para a mãe.

"O que está acontecendo, mãe?" perguntou ela, preocupada.

Elizabeth sentou-se ao lado de Asuka e explicou a situação, omitindo alguns detalhes para não assustá-la.

Asuka ouviu atentamente, seu rosto cada vez mais preocupado. Quando Elizabeth terminou de explicar, Asuka olhou para Alex novamente. Os olhos da garota percorreram as cicatrizes no rosto e nos braços de Alex, mas nada que a deixasse assustada.

"Obrigada por estar aqui para me proteger," disse ela, com um sorriso leve.

Alex assentiu, seu rosto ainda estava impassível, mas algo em seu olhar fez Asuka se sentir um pouco mais segura.

Asuka continuou a estudar, mas agora com Alex sentado ao lado dela, observando-a com atenção. Elizabeth saiu da sala, deixando-os sozinhos.

"Então, Asuka," disse Alex, quebrando o silêncio. "Eu preciso saber mais sobre sua rotina. Quais são seus horários de aula? Quem são seus amigos?"

Asuka olhou para Alex, surpresa com a quantidade de perguntas.

"Eu tenho aula das 8h às 15h," disse ela. "E eu não tenho muitos amigos. Eu sou uma pessoa bastante reservada."

Alex anotou as informações em um caderno.

"Eu preciso saber mais sobre os lugares que você frequenta," disse ele. "Quais são seus restaurantes favoritos? Quais são os lugares que você gosta de visitar?"

Asuka pensou por um momento antes de responder.

"Eu gosto de ir ao parque Shinjuku Gyoen," disse ela. "E eu adoro comer ramen no restaurante Ichiran."

Alex anotou as informações, seu rosto ainda impassível.

"Eu vou precisar acompanhá-la a todos os lugares," disse ele. "Para garantir sua segurança."

Asuka assentiu, começando a se sentir mais segura com a presença de Alex.

O passeio.

Aqui vai uma possível continuação:

No dia seguinte, Asuka e Alex saíram para o parque Shinjuku Gyoen, como planejado. Alex estava vestido com roupas civis, mas ainda assim chamava a atenção com seu tamanho e presença imponente.

Asuka, por outro lado, estava relaxada e feliz, aproveitando o dia ensolarado e a companhia de Alex.

"Eu adoro vir aqui," disse Asuka, enquanto caminhavam pelo parque. "É tão tranquilo e bonito."

Alex assentiu, mantendo-se alerta e vigilante, observando os arredores.

"Sim, é um lugar muito agradável," disse ele ainda com sua expressão neutra no rosto.

“Posso te fazer uma pergunta?” Perguntou Asuka.

Alex direcionou seus olhos a ela.

“Tudo bem, eu não vejo problema algum,” Respondeu Alex.

“Desculpa ser inconveniente, mas preciso saber,” disse Asuka. “Porque você não sorri?”

De repente, Alex parou e olhou em volta, seu olhar se fixando em algo.

"O que foi?" perguntou Asuka, notando a mudança na expressão de Alex.

"Não sei," respondeu Alex. "Mas eu sinto que estamos sendo observados."

Asuka olhou em volta, mas não viu nada fora do comum.

"Não vejo nada," disse ela.

Alex franziu a testa, seu instinto de luta se manifestando.

"Vamos sair daqui," disse ele. "Agora."

Asuka concordou e seguiu Alex, que a levou rapidamente para fora do parque. Uma vez na rua, Alex olhou em volta, procurando por qualquer sinal de perigo.

"O que você viu?" perguntou Asuka novamente, curiosa.

Alex hesitou por um momento antes de responder.

"Eu não sei," disse ele. "Mas eu sinto que estamos sendo vigiados. É um instinto que eu desenvolvi ao longo dos anos."

Asuka assentiu, começando a entender a natureza de Alex.

"Você é muito cuidadoso, não é?" perguntou ela.

Alex assentiu, seu rosto ainda impassível.

"Eu preciso ser," disse ele. "Para proteger você e a mim mesmo."

Asuka sorriu levemente, apreciando a dedicação de Alex.

"Obrigada, Alex," disse ela. "Nos conhecemos literalmente ontem, mas eu me sinto segura com você por perto."

Alex não respondeu, mas seu olhar se suavizou ligeiramente, revelando um lampejo de emoção.

“Só estou fazendo o meu trabalho,” respondeu Alex.

Aqui vai uma possível continuação:

Asuka sorriu novamente, mas desta vez com um toque de tristeza.

"Eu sei que você está apenas fazendo seu trabalho," disse ela. "Mas é bom saber que alguém se importa com a minha segurança."

Alex olhou para Asuka, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve curiosidade.

"Você não tem ninguém para se preocupar com você?" perguntou ele.

Asuka hesitou por um momento antes de responder.

"Minha mãe está sempre ocupada com o trabalho," disse ela. "E eu não tenho muitos amigos. Eu sou uma pessoa bastante solitária."

Alex assentiu, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve empatia.

"Eu entendo," disse ele. "Eu também sou uma pessoa solitária."

Asuka olhou para Alex, surpresa com a revelação.

"Por quê?" perguntou ela.

Alex hesitou por um momento antes de responder.

"Eu não tenho muita experiência com relacionamentos," disse ele. "Eu sempre fui uma pessoa muito focada no meu trabalho."

Flashbacks de todas as suas lutas clandestinas, tomaram a cabeça de Alex por um instante.

Asuka assentiu, começando a entender melhor a natureza de Alex. Asuka olhou para Alex com uma expressão de compreensão.

"Eu entendo," disse ela. "É difícil ter relacionamentos quando você está sempre se preocupando com a sua própria segurança."

Alex assentiu, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve gratidão por Asuka entender.

"Sim, é difícil," disse ele. "Mas eu não me importo. Eu estou acostumado a estar sozinho."

Asuka sorriu levemente, tentando animar Alex.

"Bem, agora você não está sozinho," disse ela. "Você tem mim, e eu tenho você."

Alex olhou para Asuka, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve surpresa com a declaração de Asuka.

“Que tal um acordo?” Perguntou Asuka.

Alex levantou uma de suas sobrancelhas.

“Que tipo de acordo?” Perguntou Alex.

Asuka sorriu levemente, com um tom misterioso em seu olhar.

“Eu conto um pouco da minha vida para você, se você me contar mais sobre a sua,” disse Asuka.

Alex hesitou por um momento, considerando a proposta de Asuka. Ele não estava acostumado a compartilhar detalhes sobre sua vida com ninguém, mas havia algo em Asuka que o fazia querer abrir-se mais.

"Está bem," disse Alex finalmente. "Eu aceito o acordo."

Asuka sorriu, parecendo satisfeita com a resposta de Alex.

"Ótimo," disse ela. "Eu começo. Minha mãe é uma juíza muito respeitada aqui no Japão. Ela sempre foi muito ocupada com o trabalho, então eu cresci praticamente sozinha."

Alex ouviu atentamente, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando um interesse genuíno.

"E você?" perguntou Asuka, olhando para Alex. "O que você fez antes de se tornar um... um protetor?"

Alex hesitou novamente, considerando o que revelar sobre seu passado. Mas algo em Asuka o fazia querer confiar nela.

"Eu fui um lutador," disse Alex finalmente. "Um lutador de rua. Eu lutei em torneios clandestinos para ganhar dinheiro."

Asuka olhou para Alex, surpresa com a revelação.

"Um lutador de rua?" repetiu ela. "Isso é incrível. Você é muito corajoso."

Alex sorriu de lateral levemente, sentindo-se um pouco mais confortável com a conversa.

"Não é coragem," disse ele. "É apenas uma questão de sobrevivência."

"Eu entendo," disse ela. "Mas é corajoso da sua parte ter feito o que foi necessário para sobreviver."

Alex olhou para Asuka, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve gratidão por Asuka entender.

"Obrigado," disse ele. "Mas eu não fiz nada de especial. Eu apenas fiz o que precisava ser feito."

Asuka sorriu levemente, sentindo-se mais conectada a Alex.

"Eu acho que você está sendo muito modesto," disse ela. "Você é uma pessoa muito forte e corajosa."

Alex olhou para Asuka, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve surpresa com a declaração de Asuka.

Depois de caminhar por alguns minutos, Asuka parou e se espreguiçou de pé.

“Eu estou cansada e com fome,” disse Asuka, enquanto fazia uma careta. “Podemos parar para descansar e comer?”

Alex olhou em volta inspecionando o lugar, mas preocupado com o bem estar de Asuka, ele assentiu com a cabeça.

Asuka pensou por um momento antes de falar.

"Eu sei um lugar bom para comer," disse ela. "Um restaurante japonês que minha mãe sempre me leva quando estamos juntas."

Alex olhou para Asuka, interessado.

"Qual é o nome do restaurante?" perguntou ele.

"Se chama Sakura," respondeu Asuka. "É um lugar muito aconchegante e a comida é deliciosa."

Alex assentiu, impressionado com a recomendação de Asuka.

"Vamos lá," disse ele. "Eu confio no seu julgamento."

Asuka sorriu, satisfeita com a decisão de Alex.

"Ótimo," disse ela. "Vamos."

Eles caminharam até o restaurante Sakura, que estava localizado em uma rua tranquila. O interior era aconchegante e decorado com elementos tradicionais japoneses.

Asuka olhou em volta, sorrindo.

“É um ambiente acolhedor,” disse Alex.

"Eu sabia que você ia gostar," disse ela.

Alex assentiu, sentando-se à mesa.

"Sim, é um lugar muito agradável," disse ele.

Eles pediram comida e começaram a conversar novamente, sentindo-se mais confortáveis um com o outro.

Devo protegê-la.

Enquanto esperavam a comida, Asuka começou a perguntar mais sobre a vida de Alex antes de se tornar um protetor.

"Então, você disse que foi um lutador de rua," disse Asuka. "Como você começou a lutar?"

Alex hesitou por um momento antes de responder, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve nostalgia.

"Eu comecei a lutar quando era criança," disse ele. "Eu cresci em uma área pobre da cidade e tive que aprender a me defender desde cedo."

Asuka olhou para Alex com uma expressão de compreensão.

"Eu entendo," disse ela. "Mas como você passou de lutar nas ruas e acabou como um protetor?"

Alex sorriu levemente, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve ironia.

"Eu tive um pouco de sorte," disse ele. "Eu conheci alguém que me ajudou muito com as lutas, então depois de um tempo ele me ofereceu esse trabalho, e eu aceitei."

Asuka assentiu, curiosa.

"Quem foi essa pessoa?" perguntou ela.

Alex hesitou por um momento antes de responder, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve hesitação.

"Alguém que eu confio," disse ele. "Alguém que me ajudou a sair das ruas e a começar uma nova vida."

Os flashbacks de suas lutas sangrentas tomaram a mente de Alex novamente, mas o mesmo se manteve firme.

Asuka olhou para Alex com uma expressão de curiosidade.

"Eu gostaria de saber mais sobre essa pessoa," disse ela.

Alex sorriu levemente, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve promessa.

"Talvez um dia eu conte," disse ele.

Excelente continuação! Aqui vai uma possível continuação:

Asuka assentiu, sorrindo levemente. Ela podia ver que Alex não estava pronto para compartilhar mais sobre sua vida, e ela respeitava isso.

"Entendo," disse ela. "Eu não quero pressionar você."

Alex olhou para Asuka, seu rosto ainda impassível, mas seus olhos revelando uma leve gratidão.

"Obrigado," disse ele. "Eu aprecio sua compreensão."

A comida chegou e eles começaram a comer, conversando sobre assuntos mais leves. Asuka estava feliz em ver Alex relaxado e mais descontraído.

Depois de terminar a comida, Alex olhou para Asuka e disse:

"Eu acho que é hora de voltarmos. Eu preciso verificar algumas coisas."

Asuka assentiu, concordando.

"Sim, é uma boa ideia," disse ela.

Eles saíram do restaurante e começaram a caminhar de volta para o apartamento de Asuka. Alex estava vigilante, observando os arredores e verificando se havia algum perigo.

De repente, Alex parou e olhou para Asuka.

"O que foi?" perguntou ela, notando a mudança na expressão de Alex.

"Eu não sei," disse Alex. "Mas eu sinto que estamos sendo seguidos novamente."

Asuka olhou em volta, mas não viu nada fora do comum.

"Não vejo nada," disse ela.

Alex franziu a testa, seu instinto de luta se manifestando.

"Vamos sair daqui," disse Alex temendo pela vida de Asuka.

Asuka assentiu com a cabeça, mas assim que os dois deram seus primeiros passos, um homem com um sobretudo atravessou o caminho dos jovens e parou de frente a eles. Os olhos de Alex se cruzaram com os do homem, deixando bem evidente o início de uma luta pela sobrevivência.

O homem era alto e magro, com um rosto pálido e olhos frios. Ele olhou para Alex e Asuka com uma expressão de desdém.

"Você parece bastante perigoso, jovem… Você é o guarda costas da garota, não é?" perguntou o homem, sua voz baixa e ameaçadora.

Alex não respondeu, mas seu corpo se tensionou, preparado para a luta.

"Quem é você?" perguntou Asuka, sua voz firme.

O homem sorriu, ignorando a pergunta de Asuka temporariamente, mas logo a respondeu.

"Meu nome não é importante," disse ele. "O que importa é que eu estou aqui para levar você."

Alex deu um passo à frente, bloqueando o caminho do homem.

"Isso não vai acontecer," disse ele, sua voz firme.

O homem riu, uma risada fria e maldosa.

"Você acha que pode me impedir?" perguntou ele. "Eu sou mais forte do que você imagina."

Alex não respondeu, mas seu corpo se preparou para a luta. Ele sabia que precisava proteger Asuka a todo custo.

O homem sorriu novamente enquanto revelava o cabo de uma Katana que estava escondida debaixo de seu sobretudo.

Alex viu a katana e seu instinto de luta se intensificou. Ele sabia que precisava agir rápido para proteger Asuka.

"Vamos sair daqui," disse Alex, puxando Asuka para trás.

Mas o homem já estava se aproximando, a katana em mãos.

"Não vai ser tão fácil," disse o homem, com um sorriso cruel.

Alex sabia que precisava usar todas as suas habilidades para derrotar o homem. Ele se preparou para a luta, seu corpo se tensionando.

Asuka, por sua vez, estava assustada, mas confiava em Alex para protegê-la. Ela se afastou um pouco, observando a cena com medo.

O homem atacou Alex com a katana, mas Alex conseguiu desviar facilmente. Ele contra-atacou com um soco, mas o homem conseguiu bloquear.

A luta continuou, com os dois homens se enfrentando em uma batalha intensa. Alex estava determinado a proteger Asuka, enquanto o homem estava determinado a levá-la.

O homem avançou contra Alex novamente e com um giro tentou decapita-lo usando sua katana. Alex conseguiu se esquivar do golpe e atacou o homem com uma poderosa ombreada que empurrou o agressor para trás.

Aproveitando o momento, Alex avançou contra o agressor e o golpeia com um poderoso soco, que mesmo sendo bloqueado pelo homem, o arremessou para trás derrubando-o no chão.

Antes que Alex pudesse atacar novamente, o homem rolou para trás e se colocou de pé já com sua katana preparada para fatiar Alex em um contra-ataque.

O homem atacou Alex com um golpe rápido e preciso, mas Alex conseguiu desviar no último segundo. Ele contra-atacou com um chute, mas o homem conseguiu bloquear com a katana.

Se aproveitando do bloqueio do homem, Alex saltou e conseguiu acertar um chute certeiro no rosto do homem, enviando-o para o chão. O homem se levantou rapidamente, mas Alex estava preparado.

Com um movimento rápido, Alex socou o braço do homem com uma força monstruosa e o desarmou. Na primeira oportunidade que teve, Alex agarrou a katana. O homem olhou para Alex com raiva e medo, sabendo que estava derrotado.

"Quem é você?" perguntou Alex, apontando a katana para o homem.

O homem hesitou por um momento antes de responder.

"Eu... eu sou um agente da organização Kuroba," disse ele.

Alex franziu a testa, surpreso.

"A organização Kuroba, vocês fazem parte da Yakuza, não é?" Perguntou ele.

O homem assentiu.

"Sim... nós fazemos..."

Alex olhou para Asuka, que estava assistindo à cena com medo.

"Você está aqui para levá-la, porquê?" perguntou Alex, apertando a katana.

O homem hesitou antes de responder.

"Porque... porque o chefe quer que levemos a garota viva, ele… Ele disse que pela desonra que passou, a juíza Elizabeth Suzuki merece sofrer, um sofrimento pior que a morte," disse ele.

Alex olhou para Asuka novamente, e então para o homem.

"Entendi, mas se esse é o caso… Não posso deixar você vivo,” disse Alex, sua voz firme.

O homem olhou para Alex com medo, sabendo que estava condenado.

"Não... por favor," disse ele, tentando se defender.

Mas Alex não teve piedade. Com um movimento rápido e preciso, ele golpeou o homem com a katana, derramando o seu sangue e acabando com a ameaça.

Asuka assistiu à cena com horror, mas também com alívio. Ela sabia que Alex havia salvo sua vida novamente.

"Alex... obrigada," disse ela, sua voz trêmula.

Alex olhou para Asuka e sorriu levemente.

"Não há de quê," disse ele. "Eu estou aqui para protegê-la."

Alex então olhou em volta, verificando se havia mais alguma ameaça. Depois, ele se virou para Asuka novamente.

"Vamos sair daqui, logo este lugar estará cheio de polícias," disse ele. "Precisamos encontrar um lugar seguro e contatar a Juíza Elizabeth."

Asuka assentiu, concordando. Ela sabia que Alex estava certo.

Para mais, baixe o APP de MangaToon!

novel PDF download
NovelToon
Um passo para um novo mundo!
Para mais, baixe o APP de MangaToon!