Olá, queridos leitores! Sou a Maah, é minha primeira vez escrevendo nesse aplicativo espero muito que vocês gostem da história que eu vou contar para vocês eu sou a criadora de "O Contrato". Essa história gira em torno de um casamento arranjado entre duas famílias, unindo Lia Makoto, uma jovem doce e ingênua, e Rin Nakamura, um homem frio e dominante. Forçados a viver juntos, os dois precisam lidar com o desdém e a indiferença um do outro. Rin, frustrado com a situação, desconta a sua raiva em Lia, que tenta, com todas as forças, encontrar um lugar nesse casamento imposto. Acompanhem a jornada desses dois personagens e descubram se o amor pode florescer em meio a tanto ódio.
⚠️ATENÇÃO ALERTA DE GATILHOS⚠️
Essa história é para maiores de 18 anos por que pode conter:
Violência física, psicológica ou sexual
Assassinato
aborto
palavrões
sexo explícito ou detalhado.
Ahh! E para me ajudar poderiam me seguir no inst.
@AutoraLady_maah
Lia foi conduzida ao altar pelo pai, com passos hesitantes, enfrentando Rin com um olhar vazio e desprovido de esperança. A luz suave do santuário não conseguiu iluminar o desânimo que pairava no ar. A cerimônia, fria e breve, selou seu destino, como se fosse apenas mais uma formalidade. O padre pronunciou as palavras rituais com uma voz monótona, enquanto Lia sentia seu coração afundar. Seu olhar encontrou o de Rin, mas não viu amor, apenas um cálculo frio e cruel.
Ao serem declarados marido e mulher, Lia sentiu um nó apertado na garganta. Seu pai sorriu, orgulhoso, mas Lia não conseguiu corresponder. O anel, um símbolo de compromisso forçado, pesou em seu dedo. Rin inclinou-se para o beijo final, mas Lia sentiu apenas um vazio interior, como se estivesse cumprindo um dever, não expressando amor. Seu coração clamava por liberdade, por escolha, por um destino diferente.
—Vamos embora! - ele fala com uma voz fria e cortante.
Lia segurou o buquê com força, seus dedos branqueando. — Embora? Mas e a festa? - questionou, sua voz trêmula.
Rin soltou uma risada curta e amarga. — Festa? Ah, me poupe! Tenho trabalho amanhã e você, minha querida esposa, não tem nada melhor a fazer do que me acompanhar.
Lia sentiu um nó na garganta, mas tentou manter a calma. — Eu só queria comer um pouco dos macarons... - murmurou, seus olhos fixos nos doces coloridos.
Rin se aproximou, seu olhar fixo nos dela. — Você está brincando comigo? - sua voz era um sussurro ameaçador. — Não se esqueça de quem manda aqui.
Antes que Lia pudesse responder, Rin a puxou com força, fazendo-a soltar o buquê. A dor aguda em seu braço a fez gemer baixinho. — Você vai fazer o que eu mandar, entendeu? - ele rosna, seus olhos brilhando de raiva.
Lia tentou se soltar, mas a força dele era demais. As lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto, misturando-se à frustração e ao medo. — Por favor, me solta... - ela suplicou, sua voz fraca.
Rin a arrastou para fora da igreja, ignorando os olhares curiosos dos convidados. Ao se afastarem, Lia ouviu a voz de sua mãe a chamando, mas Rin a puxou para dentro do carro com mais força, fechando a porta com um baque.
Ao chegar a mansão, Lia sente um arrepio ao ser jogada na cama e vê Rin tirar o paleto de casamento e desabotoar a camisa, revelando seu torso definido. Ela sente um misto de medo e repulsa ao olhar para ele, mas Rin não parece notar. Ele se aproxima dela, seu olhar fixo em Lia, e começa a se despir. Lia tenta se afastar, mas Rin a segura com força.
— Tira a roupa e abre as pernas – ele diz com uma voz autoritária.
— Solte-me ! O que você está fazendo?
— Relaxa, querida. Isso vai doer menos do que você imagina, é só abrir as pernas prometo que vou te foder com carinho– ele diz com deboche e começa a acariciar as pernas dela e subindo lentamente.
— Não me toque!– ela chuta ele várias vezes.
— Ah, é? Então vamos ver quem manda aqui. Sua vadia, eu sou teu macho e vai me obedecer igual uma cachorra – ele puxa o cabelo dela forçado-a olhar pra ele.
— Por favor, para! – ela chora aos prantos.
— Por favor? Você não tem ideia do que é um "por favor" quando se trata de mim– ele segura o rosto dela perto do dele.
Lia sente um arrepio percorrer seu corpo enquanto as mãos dele apertam seus seios, e o gemido escapa involuntariamente de seus lábios. No entanto, em vez de se afastar, ele começa a chupar seus seios, enviando ondas de prazer por todo o seu corpo. Lia se desespera, tentando resistir, mas a sensação é intensa demais. Seus seios estão em chamas, e ela não consegue mais pensar com clareza.
— mmmm...p-para...para..– ela se desespera.
— Shhh..relaxa, sei que tá gostando – ele passa mão por sua vagina— sua bucetinha já tá pronta pra mim, vou te foder até não aguentar mais.
— não, não, não–ela chora muito.
— O que foi? não quer?– ele solta uma risada cruel e perversa.
— Você é um crápula, miserável e maldito– Ela chora de raiva , empurrando ele para longe.
— Você é minha, farei o que quiser com você e farei da sua vida um verdadeiro inferno.
— v-você é um miserável....– falta palavras para Lia, que chora amargamente.
— Oras...pare de chorar e deixe eu te comer ou será que terei que fazer isso a força?– ele rasga o vestido de noiva dela, com brutalidade.
— não, não...NÃÃOOO...NÃOOO...– Ele a beija com força enquanto sente suas mãos invadirem seu corpo sem permissão.
Lia sente o beijo quente de Rin no seu pescoço, fazendo com que seus sentidos se eletrifiquem. Ele desce até seus seios, chupando com voracidade, fazendo com que ela sinta um arrepio intenso. Seu coração dispara, batendo forte em seu peito. Enquanto isso, ele puxa a calcinha dela para o lado e esfrega seu pênis na entrada de sua vagina, fazendo com que ela sinta uma onda de excitação. Lia tenta resistir, mas seu corpo trai sua mente, tremendo de desejo apesar da repulsa que sente. Seus olhos se fecham, e ela suspira, perdida na sensação de prazer que Rin está lhe proporcionando. A jovem tenta empurrar o homem para longe, mas é tarde demais. Ele já está dentro dela, penetrando-a com um movimento firme e profundo. Seu corpo se arqueia, e ela sente uma onda de dor e prazer misturados. Seus olhos se abrem, e ela vê Rin olhando para ela com um olhar intenso, seus olhos brilhando com desejo. Lia sente-se invadida, mas ao mesmo tempo, seu corpo começa a responder ao toque dele, começando a se mover em sincronia com os movimentos de Rin.
— Olha só você ainda era virgem que sorte a minha– ele geme com uma voz rouca.
— Aaaahhh..mmm...mmm – ela arqueia as costas sentindo seu corpo tremer — isso dói...aaaaiin
Rin segura as duas pernas de Lia e as levanta até seu ombro, penetrando-a com força e intensidade. Lia se contorce e seus olhos se viram, enquanto ela tenta processar a sensação de prazer e dor que está experimentando. Seu corpo se arqueia, e ela sente que está perdendo o controle, enquanto Rin continua a penetrá-la com força. Seus gemidos se tornam mais altos e frequentes, e ela sente que está chegando ao limite.
— Eu ...vou gozar– ele fala enterrando o rosto no pescoço dela– e começa a enchê-lá de esperma quente e viscoso.
Ela ofega e se vira de lado ainda tremendo–ah...ah...ah..ahh..
— vá tomar banho! – ele ordena com uma voz de desprezo.
— Miserável, como ousar falar comigo assim depois de ter feito amor comigo e ter tirado a minha honra, maldito!
— Ah! Lia me faça um favor eu não fiz amor com você, eu apenas te fodi! – ele rir com malvadeza — acha que por causa disso irei te amar? Mas é nunca.... você é apenas uma sem nada igualzinha a seus pais que acham que quando a gente se casasse eles iriam usufruir do meu dinheiro e das minhas fábricas de chocolate? Agora se adiante e tome um banho que amanhã teremos que mostrar a todos a nossa linda relação de "amor " – ele faz "aspas" com os dedos debochando da situação.
— Eu te odeio– ela fala com voz de choro.
— Ahh! Eu também odeio você, é um sentimento recíproco afinal–ele rir e logo olha para mancha de sangue nos lençois se sentindo magnífico, após tirar a virgindade dela.
Lia se levanta com dificuldade, sentindo-se um pouco tonta e desorientada após a relação forçada com Rin. Ela cambaleia um pouco, mas consegue chegar ao banheiro, onde se senta na beira da banheira. Ela olha para si mesma no espelho e vê que está suja de suor e com olheiras. Ela se sente um pouco enojada e humilhada, mas também sente uma sensação de alívio por estar longe de Rin.
Ela abre a torneira da banheira e começa a se despir, sentindo o calor da água quente envolver seu corpo. Ela se deixa levar pela água, fechando os olhos e tentando esquecer o que aconteceu. Ela se sente como se estivesse em um estado de choque, incapaz de processar tudo o que aconteceu. Enquanto a água quente a envolve, Lia começa a chorar, sentindo-se vulnerável e exposta. Ela não sabe como lidar com a situação e se sente perdida. Lia sai do banheiro, envolta em uma toalha, e encontra Rin esperando por ela na sala. Ele a olha com um sorriso, mas Lia pode ver um brilho de satisfação em seus olhos.
— Pronta para conversar?- comenta Rin.
— O que você quer conversar?– ela fala ainda com a toalha em volta do corpo.
— Sobre o que aconteceu lá atrás. Você não parece muito feliz.– diz com deboche.
— Mas é claro que eu não estou feliz. Você me forçou a fazer algo que eu não queria fazer, seu MONSTRO!– ela grita com raiva.
— Ah...deixa de drama, mulher! Você até gemeu e se movimentou junto comigo, vai negar? e eu te ajudei a relaxar...
— Você me chamou de vadia e me forçou a transar com você. Isso não é relaxar, é abuso— ela rosna.
— Eu fiz o que você queria, te fodi tão gostoso que você gemia como uma vagabunda , sua putinha – ele fala com desprezo olhando para o corpo dela.
— Eu te odeio...eu te odeio – chorando
— Agora para de falar bobagens e vá dormir amanhã o dia será longo.
Lia se deitou ao lado de Rin, vestindo uma camisola confortável, e fechou os olhos, sentindo as lágrimas caírem silenciosamente sob o travesseiro. Seus soluços sacudiam seus ombros, enquanto uma dor profunda e desesperadora tomava conta de seu coração. A respiração entrecortada ecoava no silêncio do quarto. Ela tentava se controlar, mas não conseguia evitar o choro convulsivo que refletia sua agonia interior. A solidão e o medo a envolviam, enquanto pensamentos de desesperança e impotência dançavam em sua mente, e lentamente ela foi fechando os olhos se entregando ao sono.
Lentamente ela abre os olhos e é cercada por um silêncio opressivo. A luz solar que inunda o quarto contrasta cruelmente com a escuridão que lhe consome a alma. Cada lágrima que escorre pelo seu rosto carrega um pedaço de seu coração despedaçado. A janela se torna um reflexo de sua existência: um vazio imenso, sem horizontes. O mundo lá fora parece seguir em frente, indiferente à sua dor. Ela se sente uma náufraga, sem rumo, sem esperança. Ela se encontra em um estado catatônico, com movimentos robóticos,
enquanto a escova desliza mecânica sobre seus dentes. Seu olhar vagueia, perdido em um abismo de desespero.
No espelho, um fantasma de si mesma a encara. Olhos vazios, sem brilho, refletem uma alma atormentada. A imagem é uma representação cruel da dor que a consome. Cada traço facial, uma linha de tristeza. Cada olhar, um grito silencioso. A escovação se torna um ritual macabro, uma tentativa fútil de escapar da realidade. Mas a dor é omnipresente, ecoando em cada canto de sua mente. Cada momento, uma agonia. Cada respiração, uma lembrança da perda. Ela se sente presa em um ciclo infernal de autocompaixão e desespero, incapaz de escapar da própria sombra. A realidade é um pesadelo do qual não pode acordar. E, no espelho, a imagem da desolação a encara, um lembrete cruel da sua própria desintegração.
Logo após o banho e a escovação de dente, ela entra na cozinha e é envolvida pelo aroma doce e convidativo dos cupcakes. Fumiko, a habilidosa cozinheira, orquestra uma sinfonia de sabores, misturando ingredientes com precisão e carinho. Ela se aproxima, fascinada pela dança dos utensílios e pelo sorriso radiante de Fumiko. A luz dourada do forno ilumina o ambiente, criando um clima acolhedor. O aroma de baunilha e chocolate envolve-a, transportando-a para um mundo de conforto e alegria. Sua tristeza, embora ainda presente, começa a se dissipar, substituída por uma sensação de esperança e renovação.
— Fumiko, você é uma verdadeira artista!– ela exclama, admirando os cupcakes decorados com flores de chocolate.
Fumiko sorri, oferecendo-lhe um cupcake ainda quente. — Para você, um presente para alegrar seu dia.
— Ah! Muito obrigada, Fumiko– Lia prova o cupcake. — nossa isso tá delicioso.
— Fico contente que tenha gostado dona Lia, a senhora é confeiteira não é? adoraria provar um de seus bolos. — diz a cozinheira com um belo sorriso.
— De certa forma, Fumiko – ela da outra mordida no doce— farei um bolo incrível para você comer junto com sua família.
— Sério dona Lia, eu vou amar comer um de seus bolos deliciosos com minha família.
Enquanto ela e cozinheira conversavam animadamente, a porta da cozinha se abriu e Rin entrou, seu olhar gelado varrendo o ambiente. Seu rosto refletia desprezo e desinteresse, como se a cena alegre e acolhedora fosse uma perturbação. Fumiko, sentindo a tensão, interrompeu sua atividade e baixou os olhos, enquanto ela, surpresa, sentiu um arrepio percorrer sua espinha. O clima acolhedor da cozinha se transformou em um ambiente tenso e pesado.
— Fumiko! – diz ele com uma voz baixa e cortante.
— Sim, senhor Nakamura!– a cozinheira ainda ficava de cabeça baixa.
— Eu te pago para conversar com minha esposa, ou para você trabalhar?– ele fala friamente.
— P-pra t-trabalhar s-senhor Nakamura– ela gagueja.
— Mas não é isso que estou vendo, pelo ao contrário estou vendo vocês duas conversarem– ele diz com um tom de desprezo.
— Ela não tem culpa de nada, Rin...eu que invadi o espaço dela, ela estava fazendo cupcake e queria um pouco pois gosto muito de doces– Lia fala com segurança.
— Eu não quero mais interação entre as duas, Lia tome seu café que daqui a pouco temos que sair para uma reunião de negócios que é muito importante – ele sai da cozinha com passos firmes.
Fumiko retomou seu trabalho, preparando os cupcakes com precisão, enquanto o silêncio desconfortável pairava na cozinha. Ela, tentando ignorar a tensão, serviu-se uma xícara de café e sentou-se à mesa, observando tudo ao redor. Após alguns minutos, ela se levantou, determinada, e deixou a cozinha. Subiu as escadas, rumo ao quarto, para escolher um vestido adequado para a reunião. Seu coração ainda sentia a pesada atmosfera criada por Rin. Assim que se arrumou, Rin a conduziu até a Ferrari preta brilhante, estacionada na frente da mansão. O motorista, impassível, abriu a porta e eles entraram. Durante a viagem, o silêncio era opressivo, quebrado apenas pelo som suave do motor. Ela olhava pela janela, perdida em pensamentos, enquanto a cidade passava rapidamente. Sua mente estava turbulenta, antecipando a reunião e o comportamento de Rin. Seu coração batia acelerado, refletindo sua inquietação.
— Tá nervosa!?– ele diz olhando de soslaio pra ela.
— Não!
— E porque está tão nervosa? Você vai ter que se acostumar com isso, reuniões viagens e muitas outras coisas– ele passa a mão nas coxas de Lia.
— Não me toque, seu crápula – ela tira a mão dele de sua coxa.
— Adoro quando você se faz de difícil eu fico excitado, mas agora não é hora da gente se divertir, a noite te usarei.
As palavras de Rin ecoavam na mente de ela, como uma faca afiada, cortando profundamente seu coração. O carro parou em frente ao imponente edifício do escritório presidencial. Akiko, a recepcionista, aproximou-se com sorriso elegante. Seus cabelos curtos, castanhos, enquadravam seu rosto harmonioso. Seus olhos castanhos brilhavam com profissionalismo.
— Bem-vindos! Sejam bem-vindos ao escritório presidencial Myamura ,Eu sou Akiko. Estou à disposição para atendê-los.— diz com um sorriso.
— Akiko, estamos aqui para a reunião marcada.– ele diz impassível
— Claro, me acompanhem– eles seguiram até a sala presidencial — aqui a sala.
Assim que entraram na sala presidencial, um ambiente luxuoso e elegante, eles se depararam com os sócios das renomadas empresas de chocolate de Tóquio, incluindo:
Empresas presentes e os donos:
Meiji Seika Pharma, Hilton
Ezaki Glico, Kawasaki
Morinaga, Rikon
Lotte Confectionery, Kenny
Rin, confiante e assertivo, avançou para cumprimentar os presentes, enquanto ela permaneceu alguns passos atrás, observando a cena com misto de curiosidade e apreensão. Akiko, com seu sorriso profissional, ofereceu chá verde e doces tradicionais japoneses, quebrando o gelo antes da reunião.
— Senhor Nakamura, então essa é sua esposa? – perguntou Kawasaki, dono da Ezaki Glico, com um sorriso curioso.
Rin, com um sorriso educado, respondeu: — Sim, é uma honra tê-la ao meu lado. Agora, vamos aos negócios. Como andam nossas parcerias?
Hilton, da Meiji Seika Pharma, inclinou-se para frente. — Nossa parceria está prosperando. Nossos chocolates estão dominando o mercado japonês.
— Sim, e nossa colaboração na pesquisa de novos sabores está rendendo frutos excelentes –Rikon, da Morinaga, concordou.
Kenny, da Lotte Confectionery, acrescentou: — E nossa expansão global está avançando rapidamente, graças à nossa aliança.
Rin sorriu, satisfeito — Excelente! Estou ansioso para discutir novas estratégias para fortalecer nossas parcerias.
Kawasaki olhou para ela, curioso. — E sua opinião, senhora...?
— Desculpe, eu não posso dar minha opinião – Lia se cala.
Kawasaki insiste — não seja tímida é a esposa de um dos grandes fabricante de chocolate de toda Tóquio, você tem sorte hein? Mas já que não quer falar tudo bem, Senhor Nakamura o que acha de criarmos um novo doce ou um novo nome?– ele diz com entusiasmo.
— A gentileza é toda sua. Mas a verdade é que minha esposa é tímida ahhh e sobre o novo doce... Humm, que tal algo que represente a delicadeza e a tradição japonesa? Talvez um chocolate com matcha e feijão azuki? Ou quem sabe um doce inspirado nas flores de cerejeira? O nome... poderia ser algo como 'Yukimi Dango do Céu' ou 'Flor de Cerejeira da Felicidade'. O que o senhor acha?"
— Bem ! ainda iremos discutir sobre isso, Senhor Nakamura.
Após discutirem detalhes do novo doce, o grupo fez uma pausa para saborear os delicados petiscos japoneses, como sushi e tempura, acompanhados de chá verde.
— O chá verde da Akiko é excepcional. –Rin, com um sorriso, comentou.
— Sim, ela tem um toque especial– Kawasaki concordou.
Hilton, da Meiji Seika Pharma, retomou a discussão — E sobre o nome do novo doce? Algumas sugestões?
— E que tal Sakura Delícia? –Rikon, da Morinaga, sugeriu.
— Ou talvez Tokio Sweet? –Kenny, da Lotte Confectionery, acrescentou.
— Não sei...tem que ser um nome que faça o povo chegar nos comércios e querer comprar...tem que ser um nome poderoso, teremos que marcar outra reunião para falarmos mais aprofundamente sobre isso – comenta Rin.
*Em Casa*
Rin entrou em seu quarto, tirando o terno e a gravata com movimentos rápidos e precisos. Seu olhar intensificado encontrou Lia, que o observava em silêncio.
— O que você achou da reunião?– ele perguntou, sua voz baixa e controlada.
— A reunião foi bem aprofundada, A Sakura Delicious tem um bom ...é...dono..– ela disse com o olhar baixo.
— E o que você achou de mim, liderando a reunião? – ele se aproximou com um olhar intenso e penetrante.
— Você foi... assertivo e confiante.– ela engoliu seco.
— E você? Por que não quis falar sua opinião?– ele a encarou como se fosse um lobo secando sua presa.
— Não queria interferir. – Lia baixou os olhos.
— Eu quero sua opinião. Você é minha parceira – Rin se aproximou mais.
Lia sente um arrepio ao sentir a mordida do pescoço e o toque da mão de Rin. Ela fecha os olhos e deixa que ele continue a desarrumar o laço do vestido, sentindo o tecido macio e sedoso sob seus dedos.
— Ahh... sim... – ela sussurra, sentindo-se vulnerável e excitada ao mesmo tempo.
Rin continua a beijar o pescoço dela, movendo-se lentamente para baixo, até chegar ao ombro. Ele desliza a mão para dentro do vestido e começa a acariciar a pele quente e macia de Lia.
— Você é tão linda... – ele sussurra, sua voz rouca de de prazer.
Lia sente um arrepio ao sentir a mão de Rin deslizar para dentro do vestido, acariciando sua pele. Ela geme suavemente, sentindo-se cada vez mais excitada. Seus olhos ainda fechados, ela abaixa a cabeça, permitindo que Rin continue a beijar seu ombro e acariciar sua pele.
— Ahh... Rin... – ela sussurra, sua voz trêmula de prazer.
Rin continua a beijar e acariciar Lia, movendo-se lentamente para baixo, até chegar ao decote do vestido. Ele desliza a mão para dentro do decote e começa a acariciar os seios de Lia, fazendo-a gemer mais alto.
— Você é tão macia... tão linda... – ele sussurra, sua voz cheia de desejo.
Lia foi impulsionada suavemente para a maciez da cama. Rin, com um sorriso malicioso, se posicionou abaixo dela e, com movimentos rápidos, deslizou a calcinha de seda. A língua quente e úmida explorou cada centímetro de Lia, que se contorcia em um turbilhão de sensações. Os dedos afundaram nos cabelos de Rin, puxando-os com força enquanto um gemido escapou de seus lábios. A cada toque, a intensidade aumentava, levando-as a um ápice de prazer. Rin aumenta a pressão, seus dedos se afundando mais em seu cabelo, puxando suavemente enquanto ele se move dentro dela.
Lia sente um arrepio percorrer seu corpo, seu clitóris latejando com cada movimento. Ela geme baixinho, seu corpo se arqueando em resposta à pressão e ao prazer. Seus seios balançam suavemente, seus mamilos endurecidos, e ela sente o desejo crescer dentro dela. Rin continua a se mover, seus movimentos se tornando mais rápidos e intensos, e Lia se contorceu, um tremor intenso percorrendo seu corpo. A cada toque, a intensidade aumentava, levando-a a um ápice de prazer. Um gemido escapou de seus lábios, enquanto seu corpo se curvava em um arco perfeito. Quando a explosão de prazer a atingiu, Lia se entregou por completo, sentindo seu corpo tremer e se contrair. Ele ainda excitado finalizou gozando nela , a lambuzando com seu esperma e Lia caiu no colchão totalmente exausta apagando completamente.
Para mais, baixe o APP de MangaToon!