...ISABELLA CALLOWAY......
...✨️26 anos✨️...
...NICHOLAS ATTISTER...
...🏐28 anos🏐...
...JADE ATTISTER...
...🎬26 anos🎬...
...CHRISTOPHER PRATT...
...🏐28 anos🏐...
...LINALE ATTISTER...
...43 anos...
...KLAUS ATTISTER...
...44 anos...
...MADDIE CALLOWAY...
...46 anos...
...VIKTOR CALLOWAY...
...52 anos...
...HELENA CALLOWAY...
...13 anos...
.........
...𝙳𝚎𝚣𝚎𝚗𝚘𝚟𝚎 𝚊𝚗𝚘𝚜 𝚊𝚝𝚛𝚊𝚜 ...
Eu estudava na Westbridge Academy, um colégio que ficava no meu bairro. Minha irmã mais nova, Jade, e eu íamos juntos, sempre acompanhados pela tia Bia, que cuidava da gente. Era assim, só nós três. Pelo menos até naquela manhã, quando Jade soltou uma frase inesperada:
— A Isabela vai com a gente?
Eu franzi o cenho, confuso. Ainda sentado na cama enquanto calçava os sapatos, me virei para encará-la. Nunca tinha ouvido falar de nenhuma Isabela, e Jade só tinha uma amiga, com quem brigou no ano passado e nunca mais voltou a falar.
Ela me olhou com os olhos brilhando, como se tivesse acabado de revelar a melhor notícia do mundo. Fiquei em silêncio. Não fiz perguntas. Só descobri quem era a tal Isabela quando ela apareceu para ir conosco à escola naquele dia.
Não troquei nenhuma palavra com ela, mas, honestamente, nem precisava. Isabela falava pelos cotovelos. Ela não calava a boca nem por um segundo, contando como era incrível a vida na fazenda onde morava no Texas e o quanto adorava passar as férias na Califórnia.
Naquele dia, precisei andar alguns passos à frente, pedindo mentalmente para a pirralha sardenta ficar quieta. Eu já fazia parte do time de vôlei da escola, e Isabela passou a assistir aos treinos junto com Jade. Não sei por que, mas a tagarela parecia se divertir.
Ainda naquele ano, Jade fez um teste para o filme Gênio e conseguiu o papel. Isso significou uma mudança drástica para nossa família: nos mudamos para a Califórnia para que Jade pudesse começar as gravações. Apesar da distância, Jade e Isabela continuaram amigas inseparáveis. Elas conversavam todos os dias, sem falta.
— Filho, o professor conversou comigo — minha mãe comentou em tom sério.
Eu resmunguei.
— Ah, mãee...
— Nada de ah, mãe. Nick, você sabe o quanto a escola é importante. Eu te apoio muito no vôlei, mas, por favor, promete que suas notas continuarão boas?
Suspirei e assenti.
Eu já tinha 10 anos. Havíamos nos mudado para a Califórnia há três meses. Entrei para o time de vôlei local e, em pouco tempo, me tornei capitão. O vôlei não era só um esporte para mim. Era como se eu tivesse nascido para isso. Com minha altura acima da média para a idade, me destacava naturalmente.
Minha mãe, Linale Attister, me teve aos 15 anos e Jade aos 17. Nesse mesmo ano, ela se separou do meu pai biológico e se casou com Klaus, nosso padrasto, que sempre nos tratou como filhos de sangue.
— Sabe que tudo o que eu e Klaus fazemos é para o bem de vocês, né, meu amor? — ela disse.
— Claro, mamãe.
Ela jogou a cabeleira loira para trás, beijou meu rosto e saiu do quarto. Olhei pela janela para o céu azul. Nossa nova casa era uma cobertura gigante, bem diferente da casa plana com quintal que tínhamos em Houston. Apesar da mudança, até que eu gostava daqui. A vista da varanda dava para o mar, e havia uma quadra de vôlei lá embaixo.
Peguei minha bola e saí do quarto, mas antes passei pelo de Jade. Ela estava rindo sozinha, provavelmente ensaiando alguma cena do filme.
— Jade?
— Oi, Nick. Estou conversando com a Bela. Vem falar com ela também.
— Urgh. Diz que eu não quero falar com a sardenta tagarela. Vou treinar.
— Ele mandou um “oi”, Bela — ela respondeu, rindo, enquanto eu revirava os olhos e saía dali.
Na quadra, como de costume, quase ninguém estava lá. Apenas um garoto treinava sozinho. Me sentei em um dos bancos e o observei por alguns minutos. Ele era bom, sabia o que fazia. Quando percebeu minha presença, tomou um susto.
— Você manda bem — comentei.
— Obrigado. Você sabe jogar?
— Sei.
Ele parecia aliviado.
— Até que enfim! Nunca conheci ninguém aqui que goste ou saiba jogar. Sou Christopher, prazer.
— Nicholas. Quer jogar?
— Claro! Vamos lá.
E foi assim que conheci meu melhor amigo. Seis anos depois, eu e Christopher estávamos juntos no teste para o sub-17 dos Scorpions, o melhor time de vôlei da Califórnia. Após um ano tentando, conseguimos a aprovação lado a lado.
.........
...atualmente...
Eu cresci dividida entre Los Angeles e o Texas. Minha mãe morava em uma fazenda no Texas, enquanto meu pai vivia em Los Angeles. Naquela época, essa vida entre dois estados não parecia nem um pouco legal, mas acabou me trazendo muitos aprendizados – e, de quebra, me apresentou à minha melhor amiga.
A reconciliação dos meus pais veio no meu aniversário de treze anos, seguida pela chegada da Helena, minha irmãzinha mais nova. Hoje, eles moram juntos em Los Angeles, mas eu não moro mais com eles. Divido um apartamento com Jade.
Jade Leah Attister Di Angelis. Um fenômeno. A melhor atriz da atualidade. Uma das pessoas que eu mais amo no mundo. Minha outra metade. Minha alma gêmea da amizade. Minha contraparte perfeita... exceto quando se trata de dar conselhos. Nesse quesito, Jade é um completo desastre.
— Aceita, Bela! É um passo enorme na sua carreira. Os Scorpions são o melhor time de vôlei dos Estados Unidos! Você vai ser muito renomada.
— Eu já sou bem renomada, Jay — retruquei, ofendida.
— Eu sei que é, Belinha — respondeu, se jogando no sofá. — Mas pensa só: viagens de graça, regalias, tudo o que você quiser. E além de tudo isso, é os Scorpions! Eles são hexacampeões!
— Também é o time onde joga o seu irmão. Aquele que eu odeio e que me odeia.
— Ah, não, Isabela! — Jade se levantou de um pulo. — Você não vai recusar essa oferta só porque Nicholas está nesse time. Eu não aceito isso!
Fiquei em silêncio por um instante. Jade tinha razão. Aceitar o cargo de fisioterapeuta dos Scorpions era uma oportunidade que qualquer profissional da minha área mataria para ter. Mas só de pensar no Nicholas... naquele maldito olhar arrogante e sorriso convencido... meu sangue fervia.
— Não é tão simples, Jay — sussurrei.
— É mais simples do que você acha, Bela. Aceita o trabalho e mostra pro meu irmão que você não está nem aí pra ele! — disse ela, determinada.
Suspirei, olhando para minha melhor amiga. Talvez ela tivesse razão. Talvez essa fosse minha chance de mostrar ao Nicholas que não existia espaço para ele na minha vida... e que eu era muito mais do que ele pensava.
— Tá bom. — cedi, finalmente me dando por vencida.
— Eba! Vamos sair pra comemorar! — Jade pulou animada.
— Você sabe que não pode beber, né? — alertei, cruzando os braços e lançando um olhar sério para ela.
Jade revirou os olhos, mas sabia exatamente do que eu estava falando. Depois do último escândalo na mídia, em que seu nome estava em todas as manchetes por ter bebido em excesso durante um evento, sua “imagem perfeita” estava por um fio.
— Se você quer manter sua reputação intacta até o início das gravações de Golden Lover, precisa se comportar.
Ela suspirou, derrotada.
— Tá bom, tá bom. Você tem razão.
— Ótimo.
— Então vamos pedir uma pizza e comer como as boas melhores amigas que somos. — sugeriu com um sorriso travesso.
— Agora sim você está falando minha língua. — concordei, já pegando o celular para fazer o pedido.
...ᯓᡣ𐭩...
Enviei o e-mail para os Scorpions confirmando que aceitava a oferta, e agora aqui estava eu, no estádio deles. Era imenso. Já tinha passado na frente várias vezes e visto algumas fotos, mas nunca tinha tido a oportunidade de entrar. – nem quando Jade me chamava para assistir os jogos eu aceitava, sempre dava alguma desculpa.
O diretor, Ewan, estava me guiando pela estrutura. O vestiário era impressionante, com as camisas de cada jogador penduradas em seus devidos lugares. Quando passei, vi uma camisa azul, com o sobrenome Attister e o número 24 estampados nela. Não pude deixar de revirar os olhos.
— Agora vamos lá. Os meninos estão treinando. Quero apresentar a nova fisioterapeuta deles. — Ewan falou, quebrando o silêncio.
— Claro. — Respondi, tentando esconder a tensão crescente dentro de mim.
Descemos as escadas em direção à entrada da quadra. As arquibancadas estavam vazias, mas a quadra estava cheia de bolas de vôlei, com os jogadores se exercitando.
Ewan bateu palmas, chamando a atenção de todos. Eles estavam todos suados, as camisetas de vôlei coladas ao corpo, ressaltando músculos e definições impressionantes. Os bíceps deles eram maiores do que minha cabeça — e olha que eu não me considero baixa, tenho 1,64m de altura.
Mas, pelo amor de Deus, esses caras eram enormes.
Engoli em seco, tentando manter a compostura e não deixar transparecer o quão impactada eu estava com a quantidade de testosterona e, bem, beleza ao meu redor. Eu sabia que seria difícil, mas não imaginava que o choque seria tão imediato.
— Pessoal, esta é Isabela Grace Calloway, a nova fisioterapeuta de vocês. Ela é a melhor no que faz. Assistimos alguns de seus vídeos nas redes sociais e enviamos a oferta. E, felizmente, ela aceitou. — Ewan anunciou com entusiasmo.
— Prazer, senhorita Isabela. Eu sou Reymond, o treinador. — Um homem de meia-idade estendeu a mão, e eu a apertei com firmeza, mantendo o sorriso profissional.
— Prazer em conhecê-los. — Respondi, enquanto os jogadores se aproximavam um a um para me cumprimentar.
Todos, menos ele. Ele não estava lá. E eu nem sei por que, mas meus olhos o procuraram instintivamente. Antes que pudesse me perder nesse pensamento, Reymond começou a falar novamente.
— Temos um jogador, Nicholas Attister. — Assenti ao ouvir o nome. — Ele está com uma lesão no calcanhar, resultado de um impacto muito forte no chão.
— Ele está aqui? — Perguntei, sentindo meu coração disparar de um jeito que não era nada profissional.
— Sim, está no ambulatório. Ele precisa estar 100% para a próxima temporada. Nicholas é o capitão do time e meu melhor jogador. Quero ele novo em folha, entendeu?
Fiz uma careta discreta enquanto seguíamos lado a lado em direção ao ambulatório. Esse homem claramente não entendia o que era o processo de recuperação. Lesões não se resolvem com mágica ou força de vontade. Elas exigem tempo, paciência e, às vezes, trabalho árduo.
Quando avistei a placa indicando o ambulatório, senti um gosto amargo na boca. Entramos, e lá estava ele. Nicholas Attister, usando uma bota ortopédica, fazia flexões adaptadas, apoiando-se nos braços musculosos enquanto mantinha a perna lesionada elevada.
— Nicholas! — Reymond o repreendeu imediatamente.
Ele levantou o olhar, visivelmente atrapalhado, tentando se recompor. Mas, ao erguer os olhos, sua visão pousou diretamente em mim. A confusão tomou conta de seu rosto, como se eu fosse a última pessoa que ele esperava encontrar ali.
Três anos. Fazia três anos que eu não o via pessoalmente. E eu odiava admitir, mas ele estava ainda mais bonito. Porra, ele estava sem camisa, e aquele peitoral definido, os bíceps enormes... Tudo nele parecia maior, mais forte, mais intenso. Ele parecia ainda mais alto, com seus quase dois metros de altura dominando o ambiente.
— O que ela tá fazendo aqui? — Ele perguntou, com uma falsa indiferença que não disfarçava o desconforto real.
.........
Eu me lesionei na semana passada durante um ataque ao time rival. Pisei com muita força no chão, e o impacto acabou lesionando meu calcanhar e tornozelo. Agora, eu estava condenado a usar essa maldita bota ortopédica e longe dos treinos, o que era o pior de tudo. Eu odeio me machucar. Sempre tomei o máximo de cuidado, mas, dessa vez, foi inevitável.
Por isso, minha mente brilhante achou que seria uma boa ideia fazer flexões no chão para manter o corpo ativo. Elevei a perna lesionada e comecei. Já estava na vigésima quarta repetição quando a porta se abriu, revelando Reymond... e ela.
Isabela.
A última pessoa que eu esperava ver no estádio dos Scorpions. Por um segundo, o choque me travou. Por mais que ela fosse a melhor amiga da minha irmã e Jade não perdesse um jogo meu, Isabela nunca estava com ela. Eu sempre achei que ela não gostava de esportes.
Meu olhar foi diretamente para o dela, e eu notei algo. Seus olhos verdes-jade encaravam meu peitoral por um segundo mais longo do que o necessário. Quis sorrir de lado, mas me contive. Porque, porra, ter uma mulher gostosa como Isabela olhando para mim assim fazia meu corpo reagir de um jeito que não deveria.
Ela estava ainda mais linda do que eu lembrava. Seus olhos brilhavam, e a pele branca, antes cheia de sardas evidentes na infância, agora só exibia pintinhas quase imperceptíveis. Mas o que não mudou foi a altura. Ela não cresceu nada desde a última vez que nos vimos. Continua sendo um gnomo de jardim.
— O que ela tá fazendo aqui? — perguntei a Reymond, tentando manter a indiferença na voz. Não deixaria ela saber o quanto sua presença mexia comigo.
— Essa é Isabela Calloway, a nova fisioterapeuta do time, Attister.
— O quê? — murmurei, quase inaudível. — Eu conheço ela, Reymond. É amiga da Jade.
— Que maravilha! — Reymond respondeu, como se tivesse acabado de encontrar uma mina de ouro.
Eu só revirei os olhos, já entendendo onde isso ia parar. Reymond era um verdadeiro caçador de fama. Ele vivia para explorar qualquer conexão com celebridades, então, saber que Isabela era amiga da Jade provavelmente fez o dia dele. Minha irmã é uma das atrizes mais famosas do momento, e, por mais que os Scorpions já fossem um time conhecido, ele adorava as manchetes sensacionalistas como:
"Jade Attister é vista na arena dos Scorpions torcendo pelo irmão Nicholas Attister."
Por isso, ele sempre foi um puxa-saco comigo, tentando manter as portas abertas para o brilho de Jade atrair ainda mais atenção para o time.
Eu encarei Isabela novamente, tentando processar a ideia de que ela estaria aqui... todos os dias. Ela parecia desconfortável, mas mantinha uma postura firme. E por algum motivo, isso só me irritava mais.
Ela cruzou os braços, levantando o queixo como se não se importasse com o ambiente em que estava ou com as circunstâncias. Mas eu sabia que ela se importava. Sempre se importou. Esse jeito dela de tentar parecer superior me tirava do sério desde que éramos mais novos.
— Então, Attister, vou deixá-los para se conhecerem melhor. — Reymond sorriu, claramente satisfeito com o "reencontro" e saiu da sala antes que eu pudesse contestar.
— Você aqui, huh? — falei, quebrando o silêncio, enquanto me ajeitava na maca, ainda usando a bota ortopédica. — Achei que sua especialidade fosse cuidar de cavalos no Texas, não de atletas.
Ela revirou os olhos, me lançando um olhar afiado que provavelmente já tinha ensaiado antes de entrar aqui.
— E eu achei que você já tivesse aprendido a descer desse pedestal que construiu para si mesmo. Parece que me enganei.
Eu sorri de lado, inclinando o corpo para frente enquanto apoiava os cotovelos nos joelhos.
— Bom saber que ainda guarda suas garras.
Ela soltou uma risada curta, sem humor.
— Se tem alguém que não me preocupa aqui, esse alguém é você, Nicholas. E fique tranquilo, eu sou profissional. Mesmo com clientes difíceis como você.
— Difícil? Eu? — perguntei, com uma falsa expressão de inocência. — Você acabou de chegar e já está me julgando?
— Não preciso de mais do que cinco minutos com você para saber que continua o mesmo idiota arrogante de sempre.
— E você continua a mesma baixinha tagarela.
Ela bufou, mas antes que pudesse me retrucar, pegou um tablet que trazia consigo e começou a anotar algo, ignorando completamente minha provocação.
— Vou analisar sua lesão e montar o plano de recuperação mais adequado. Espero que você colabore, Attister, porque, se não fizer sua parte, não se preocupe, vou ser bem firme.
Eu ri, cruzando os braços enquanto a observava. Ela tinha mudado, sim. Isabela não era mais só a amiga irritante da minha irmã. Ela tinha uma postura que exigia respeito, mesmo com aquela língua afiada.
— Vamos ver como você se sai, Calloway. Espero que seja tão boa quanto Reymond disse.
— Ah, pode ter certeza que sou. Só espero que você tenha a mesma dedicação ao seu tratamento que tem para provocar as pessoas ao seu redor.
Aquele foi o momento em que percebi que Isabela seria um problema. Não só porque era eficiente no trabalho dela, mas porque, de alguma forma, ela conseguia fazer meu coração bater mais rápido.
...ᯓᡣ𐭩...
Jade dividia um apartamento com Isabela, o que já complicava bastante a minha vida. Mesmo que eu quisesse visitar minha irmã, sabia que correria o risco de dar de cara com Calloway. Então, para evitar esse constrangimento, resolvi ligar para Jade e resolver isso diretamente.
Nicholas Attister: Por que você não me disse que aquela sua amiga irritante ia trabalhar no meu time, hein, Jade?
Jade Attister: Ah, e por que eu deveria ter te contado, Nick?
Nicholas Attister: Porque eu sou seu irmão, sua ingrata. Sempre conto tudo pra você.
Jade Attister: Ah, me poupe, Nicholas. Não venha com esse drama. A Bela pediu pra não contar nada. E, além disso, ela é minha melhor amiga, caramba.
Nicholas Attister: Tá bom... Mas porra, Jade, agora vou ter que aturar aquela garota irritante todos os dias.
Jade Attister: Nicholas, pelo amor de Deus, você já tem 28 anos! Seja mais profissional e pare de agir como uma criança. A Isabela tá lá pra trabalhar, não pra aturar as suas implicâncias.
Nicholas Attister: Puta que pariu. Tá, tudo bem.
Depois disso, mudamos de assunto, e a conversa terminou logo em seguida. Assim que desliguei, me peguei encarando o letreiro de Hollywood iluminando a montanha ao longe.
A verdade é que Jade estava certa. Eu precisava agir como um adulto e lidar com isso de forma profissional. Mas, ao mesmo tempo, havia algo em Isabela que me incomodava e... intrigava. Talvez fosse o fato de ela sempre ter tido uma resposta afiada na ponta da língua ou a forma como parecia imune às minhas provocações.
Mas nada disso importava agora. Era só mais uma questão de trabalho. Pelo menos era o que eu tentava convencer a mim mesmo.
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