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Minha Borboleta

Apresentação dos personagens parte 1

Oiii gente, eu sou a Luna Black tenho 23 anos

1.52 de altura kkkk, sou formada em Psicologia clínica. Bom minha história é uma dor de cabeça e depois de tudo oq aconteceu não pretendo me meter em algum relacionamento tão cedo, nem morta. Eu moro em Portugal, Lisboa... Meus pais moram em Luxemburgo aliás minha mãe e meu padrasto, eu perdi meu pai com 5 anos mas tudo bem... Tenho uma irmã de 15 anos a Ann e o Diego de 18 anos. O resto gente eu conto com o tempo, bjsss

Eae, eu sou o Dean Johnson tenho 28 anos com 1.89, sou o CEO da Computer world

sou Português mas atualmente estou nos EUA a trabalho, a base da minha empresa está em Portugal. Vivo sozinho, meus pais estão em Portugal, eles e o meu melhor amigo Vince é que me ajudam a tratar da empresa principalmente quando estou fora.

Oiee gente eu sou a Gabriela Pereira mas podem me chamar de Gabi, melhor amiga da Luna... Tenho 24 anos e sou brasileiraaaa com orgulho 😚, bom eu fiz Psicologia clínica tbm gente, conheci a Luna no primeiro dia da Faculdade e até hj somos melhores amigas. Moro com ela e sei tudinho do passado dela... Mas enfim não namoro não, ainda kk só não encontrei alguém especial, meus pais moram no Brasil em Rio de Janeiro nessas férias quero levar a Luna pra lá hihi, ahmm eu tenho 1.62 bjss

Eae gente eu sou o Vincent Walter, mas podem me chamar de Vince, não há muito oq dizer sobre mim gente, sou Brasileiro, tenho 1.84... Solteirão 😚😚 mas gosto de aproveitar as festas, trabalho com o Dean.. Meus pais estão no Brasil no Rio de Janeiro enfim, é isso

Oi gente, eu sou a Mirella Barbosa amiga da Luna e da Gabi kkkk moramos todas juntas. Sou brasileira tbm com 1.60

Não namoro gente, estou a espera da pessoa certa, e meus pais tbm moram no Brasil em São Paulo. Sou formada em Veterinária e tenho 25 anos

Eae pessoas, sou o Danilo Blanco tenho 27 anos, 1.85... Amigo do Dean e do Vince, também trabalho com ele. Eu não namoro, tô ficando com a Livie uma das amigas da Bruna ( uma obcecada pelo Dean kkkk) sou Português gente e meus pais moram aqui em Portugal tbm. Eu vivo sozinho é bem legal até, é isso gente

Apresentação dos personagens parte 2

Oie eu sou a Heather Black a mãe da Luna, tenho 45 anos sou médica pediatra, perdi o pai da Luna a muito tempo e sei que isso ainda lhe afecta, eu só quero que ela seja feliz.. Me casei com o Sam( Samuel Rodrigues)

Oi eu sou o Samuel Rodrigues, tenho 48 anos

sou Neurocirurgião, tenho três filhos.. Não são se sangue mas amo eles mesmo assim

Oii eu sou a irmã da Luna, Ann Black

tenho 15 anos, ainda não namoro quero aproveitar mais um pouco

Oii sou o irmão delas já sabem o nome😝

tenho 18 anos e estou no meu primeiro ano da Faculdade, faço Arquitetura

eu não namoro tá, daqui a pouco talvez 🙈

Mãe e pai do Dean

Mãe e pai da Gabi

Mãe e pai do Vince

Mãe e pai da Mirella

Mãe e pai do Danilo

Eae gente, eu sou a Bruna Miranda

tenho 25 anos e faço Gestão financeira é um pouco chato😮‍💨

enfim eu AMO o Dean e ele vai me amar a bem ou a mal.

Oi gente eu sou a Livie Magalhães, melhor amiga da Bruna, tenho 24 anos e tbm faço Gestão financeira... eu gosto mesmo

sou Portuguesa, eu namoro o Danilo(eu sei que ele vive falando que a gente tá só ficando mas eu sei que ele me ama) ele vai assumir isso!!

Eae eu sou a Zoe Rodrigues, tenho 24 anos e sou amiga da Bruna e da Livie

faço Medicina dentária

e sim, sou meia irmã da Luna 🙄🙄

não gosto dela, o meu pai passou a dar muito mais atenção a ela do que a mim mas enfim

eu gosto do Vince mas ele não me dá bola, na verdade... Nós ficamos quando nos encontramos nas festas mas é só ficada do momento

Oi gente eu sou a Sophie Thénrèse, sou francese e sou colega da Luna aff, ela é sempre melhor em tudo, os médicos gostam muito dela e eu sou uma ninguém

ela sempre fica com os "holofotes" só pra ela e eu odeio isso a atenção que devia ser minha em 1 min ela tira de mim 🙄🙄

Então gente, prontos para saber oq aconteceu no passado da Luna? Oq será que ela e o Dean tinham?

Pq o nome do livro é "Minha borboleta" ?

GENTEEEE KKKK

Borboleta é como a felicidade: leve, colorida e delicada. Ela aparece quando menos esperamos, trazendo beleza e graça aos nossos dias. Assim como a felicidade, não podemos forçá-la a ficar; devemos apreciá-la enquanto está presente, respeitando sua natureza livre e passageira. É um lembrete de que as coisas mais bonitas da vida surgem quando estamos abertos para enxergar.

Tal como a borboleta, a felicidade é sutil e muitas vezes fugaz. Não se pode aprisioná-la, pois perderia seu encanto. Ela pousa suavemente em momentos simples, em gestos de carinho, em risos compartilhados e em instantes de paz.

Assim como uma borboleta precisa de flores para viver, a felicidade floresce em corações que cultivam amor, gratidão e esperança. Quando paramos de correr atrás dela e simplesmente aprendemos a apreciar o que temos, descobrimos que, muitas vezes, ela já estava ali, nos acompanhando em silêncio, esperando ser notada.

A borboleta nos ensina que a vida é uma dança de transformação, onde os desafios são como o casulo que, quando aceito, nos faz emergir mais fortes, mais belos e mais livres.

Novo começo

As ruas de Lisboa estavam movimentadas como de costume. O som das buzinas e das conversas se misturava com o aroma das pastelarias locais, criando um cenário típico da cidade. Luna Black, com seus 23 anos e recém-formada em Psicologia Clínica, caminhava pelas calçadas de pedras irregulares com passos firmes. Apesar de sua pequena estatura, ela transmitia uma presença marcante, reforçada por seus longos cabelos cacheados que balançavam ao ritmo do vento.

Lisboa era sua casa, mas também um lugar onde ela escondia memórias difíceis. Desde que perdera o pai aos cinco anos, sua vida fora marcada por mudanças. Sua mãe e o padrasto viviam em Luxemburgo, deixando Luna sozinha com suas lembranças e uma nova fase para enfrentar. Ela não reclamava. Era independente e orgulhosa de sua trajetória, mas carregava as cicatrizes de um passado que preferia manter escondido.

Naquela manhã, Luna tinha sua primeira consulta como psicóloga em uma clínica renomada. Não era apenas o início de sua carreira, mas também uma chance de recomeçar. Vestindo um elegante blazer preto, ela entrou no edifício, respirou fundo e seguiu para a sala de espera.

— Doutora Black? — chamou uma recepcionista sorridente.

Luna assentiu, ajustando a alça da bolsa em seu ombro.

— É a minha vez? — perguntou, tentando esconder a ansiedade.

— Sim, pode entrar. Seu paciente já está esperando.

Ao abrir a porta da sala, Luna foi recebida por um jovem de olhar inquieto. Ele parecia perdido, mexendo nos dedos como se quisesse fugir dali.

— Olá, sou a doutora Luna Black — disse ela com uma voz calma, sentando-se à frente dele. — Você pode me chamar de Luna, se preferir.

O jovem levantou o olhar hesitante, estudando-a por alguns segundos antes de responder.

— Eu sou Miguel... Não sei por onde começar.

Luna sorriu. Sabia que cada história tinha um ponto de partida e que, muitas vezes, esse começo era o mais difícil.

— Não se preocupe, Miguel. Vamos começar no seu tempo.

Enquanto ouvia o paciente, Luna percebeu algo familiar em suas palavras. Ele falava sobre perdas, medos e a sensação de estar sozinho, temas que ressoavam com as próprias experiências dela. Naquele momento, Luna entendeu que seu trabalho não era apenas ajudar os outros a superar seus traumas, mas também usar cada história como uma forma de curar a si mesma.

Ao fim do dia, enquanto caminhava de volta para casa, Luna refletiu sobre o que significava começar de novo. Lisboa podia ser cheia de lembranças difíceis, mas também era um lugar onde ela poderia escrever um novo capítulo de sua vida.

“Nem morta vou me meter em um relacionamento”, pensou, rindo sozinha. Mas, no fundo, sabia que a vida era imprevisível e que, talvez, o destino tivesse outros planos para ela.

Sala da Luna

O sol começava a se pôr, tingindo o céu de Lisboa com tons alaranjados. Luna Black girou a chave da porta de casa e foi recebida por um som inconfundível: o latido animado de Alaska, seu Husky Siberiano. O cachorro correu em direção a ela, balançando o rabo de forma frenética.

— Calma, garoto! — disse Luna, ajoelhando-se para acariciar a cabeça de seu fiel companheiro. — Eu também senti sua falta.

A sala estava quente e acolhedora, decorada com almofadas coloridas e quadros abstratos que Gabriela, uma das melhores amigas de Luna, adorava colecionar. Sentada no sofá, Mirella segurava uma xícara de chá, enquanto lia um livro de mistério.

— Finalmente em casa! — disse Mirella, levantando o olhar para Luna. — Como foi o primeiro dia na clínica?

Luna suspirou e se jogou no sofá ao lado dela, enquanto Alaska subia e se aninhava em seu colo.

— Foi intenso, mas acho que sobrevivi. Tive um paciente que me fez lembrar de... coisas do passado.

Gabriela apareceu da cozinha segurando uma tigela cheia de pipoca.

— Isso é um sinal de que você está no lugar certo — disse ela, sentando-se no chão. — Trabalhar com psicologia é meio que se reconectar com as próprias cicatrizes, não é?

— Você está sempre tão filosófica — brincou Luna, rindo.

Mirella colocou o livro de lado e olhou para Luna com seriedade.

— Mas, falando sério, você está bem? Sabe que não precisa carregar tudo sozinha, né? Estamos aqui pra você.

Luna sorriu. Gabriela e Mirella não eram apenas amigas, eram como irmãs. Desde que decidiram dividir a casa, formaram uma pequena família. Gabriela era extrovertida, sempre cheia de ideias e opiniões. Mirella, por outro lado, era a calma em pessoa, com uma paixão por livros e um talento para resolver qualquer problema com paciência.

— Eu sei. Vocês são as melhores. — Luna fez uma pausa e olhou para Alaska, que parecia concordar com um leve abanar de cauda. — E você também, garoto.

Enquanto a noite avançava, as três amigas conversaram sobre o dia, riram de histórias antigas e planejaram o fim de semana. Alaska, como sempre, era o centro das atenções, roubando pipocas e recebendo carinho de todas.

Luna se sentiu grata. Apesar dos desafios que enfrentava, sabia que tinha um porto seguro ali, com Gabriela, Mirella e Alaska. A vida podia ser imprevisível, mas com eles ao seu lado, ela sentia que podia enfrentar qualquer coisa.

Alaska

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