Vou lhes contar uma história a história de quando eu era criança até agora na minha atual idade, não é uma história fácil, mas é a minha realidade e a de muitas mais principalmente as que viveram comigo,
o mundo é lindo hoje eu sei, mas em meio às lindezas do mundo existe os lados negros os lados feios que ninguém acredita existir,
principalmente os que tem tudo mas me acredite nem tudo no mundo verde azul é flores os espinhos algumas vezes ficam ocultos.
Me chamo BELLA ESPERANZA bom eu chamo-me não né, os outros que me chamam rsrsrsrs pelo menos esse foi o nome que me deram no orfanato onde cresci,
atualmente tenho vinte dois quase vinte três anos,
não sei quem é ou foi os meus pais só sei o que me disseram desde pequena que não me quiseram que me descartaram como lixo, não liguei para isso afinal quem me disse esta e outras palavras que confesso já me fizeram chorar muito quando criança,
não me importava é uma víbora, mas eu tinha alguém uma pessoa, boa do jeitinho dela mas tinha,
ela que me deu esse nome ela disse que eu fui a bebê mais linda que ela já viu e ESPERANZA por significar esperança, disse que fui encontrada na porta do orfanato LUZ DA ESPERANÇA.
Numa noite fria e chuvosa que apesar de estar ensopada quase congelada eu chorei tão alto que foi impossível alguém não ouvir.
De fato tudo o que restam as crianças que se encontram ali é esperança, esperança de dias melhores ou ser adotada, ou morrer logo,
Nem sempre foi assim quando a minha fada madrinha a boa e velha ranzinza irmã MARY era viva ela cuidava e amava as crianças cuidava de mim,
me ensinou a ser forte a não ligar para opiniões fracassadas de pessoas más que não tem o que fazer, que não devia mostrar fraqueza e nem derramar as minhas lágrimas para quem não merecia, que eu era mais forte do que aparentava,
que resistir a uma forte tempestade com poucos meses de vida, que não eram pessoas insignificantes que me tirariam o sorriso e brilho dos olhos,
Olhos esses que chamam sempre a atenção, eu tenho uma condição rara que se chama heterocromia, para quem não sabe o que é, os meus olhos são um de cada cor,
algumas pessoas me chamam de aberração por ser diferente, mas eu faço como a irmã Mary me ensinou, mando enfiarem a opiniõ deles, no mais profundo buraco que encontrarem,
claro que ela não disse para eu dizer essas palavras, mas... (da de ombros)
Irmã, Mary era uma freira bem diferente ranzinza com um humor bem diferenciado, mas que sempre sabia levantar o meu ânimo quando as outras crianças implicava comigo, ela era a única mãe que conheci a única que me deu um pouco de amor e incentivo para qualquer coisa,
ela foi arrancada de mim e aí sim conheci o pior das pessoas conheci o que era o inferno com apenas oito anos fui obrigada a crescer e aprender a me defender para não ter uma morte precose,
no orfanato tinha duas partes a parte das crianças pequenas que ficam até os dez anos e a outra parte que ficava os maiores, mas todos eram tratados iguais ou pensava que sim,
até irmã Mary morrer e ela a víbora mais cretina que já conheci assumir e transformar tudo num inferno para as pobres almas que ali residiam.
(essa é nossa protagonista BELLA ESPERANZA)
ainda me lembro do dia que a víbora entrou no quarto que dividia com outras meninas estava a chorar escondida, pela perda que tive o meu coração doía tanto a tristeza me consumindo sem ninguém para me consolar e ela fez questão de deixar bem claro que tudo só iria piorar.
ALINA / víbora
ALINA: _ pobre órfã chorando escondida coitadinha rsrsrs, que peninha, pensa que está ruim agora, não sabe nem da metade do que lhe espera rsrsrs .
olha para um homem de cara fechada que lhe acompanha e diz
ALINA: _ pode levar ela para a outra parte acabou a mamata órfãnzinha, hora de retribuir a sua estadia nesta instalação.
O seu sorriso maquiavélico me dá arrepios fazendo-me encolher ainda mais no canto da cama.
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Oi pessoas lindas, essa é a minha primeira história, hoje já está concluída (com a graça de Deus)
sei que tem muitos erros, porém neste ano de 2025 estou a fazer uma revisão
(no meu tempo, quando tenho tempo)
se mesmo assim ainda encontrarem erros na ortografia peço perdão, pode acontecer são muitas palavras algumas acabam passando, mas tenho certeza que não será tantas como esta.
peço desde já que se puderem curtir é comentar agradeço muito, isso ajuda a obra a crescer ser vista por outros leitores (a) e é de graça 😜🤑
no início tem essa impressão ruim sobre as crianças do orfanato, mas melhora depois,
deixo claro que também NÃO sou a favor de violência contra crianças, ou qualquer outro tipo de violência, essa é uma história de romance e superação, peço um voto de confiança.
obrigada e curtem essa fantasia não irão se arrepender 😘😉
ação, aventura, adrenalina, romance, como muitos dizem tiro p0rrada e bomba.
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O homem assustador olha-me com pena e diz para a víbora
HOMEM: _ ALINA ela ainda não tem idade para ir para lá, certamente ira morrer na primeira sessão!!
ALINA: _ não me importo se ela tem idade ou não, não pedi a sua opinião e não me importo nem um pouco se essa coisinha insignificante ou qualquer uma das outras morrer ou não, faça o que eu mando e guarde o que pensa que você sabe Álvaro.
ele me olha cabisbaixo e fala baixo
ÁLVARO: _ sinto muito pequena só cumpro ordens.
ele leva-me para o outro lado, mas antes da víbora passar pela porta ela diz-me
ALINA: _ agora sua inútil terá a oportunidade de provar que não é completamente uma. (olha-me de cima a baixo)
_ completa inútil rsrsrs melhor secar esses olhinhos porque agora não tem mais a velhota para lhe afagar, a coitada tomou o chá da morte ops... (fala colocando a mão na boca como se não quisesse dizer o que disse) __ palavras erradas e o chá da noite e dormiu para sempre que descanse em paz a pobrezinha kkkkkkkkk
fala tudo com a mão no coração como se realmente sentise pela perda da irmã Mary, ela acabou de me confessar que matou a irmã Mary meu coração sangra meus olhos arde e não seguro mais as lágrimas choro desesperada, o que será de mim só tenho oito anos ninguém acreditaria numa criança e órfã se falasse que a víbora da ALINA matou a irmã.
Ela olha-me com diversão e maldade estampada nos seus olhos ela está se divertindo com o meu sofrimento com o meu desespero.
ALINA: _ o orfanato LUZ DA ESPERANÇA está sobre nova direção agora as coisas irão mudar para melhor.(diz começando a andar para olhar para mim e terminar de falar) __ para mim.
ela se vai gargalhando com seus saltos vermelhos a fazer barulhos pelos corredores, essa mulher e pura maldade coitada da irmã Mary coitada de mim e de todas as crianças .
(...)
Depois de uma semana aqui deste lado realmente a víbora não estava a brincar quando disse que tudo ia mudar, a alimentação aqui é ruim estou tendo que limpar todos os banheiros, ajudar na limpeza em geral e não sou só eu tem mais crianças mais velhas,
fiz amizades com duas garotas e um menino uma tem dez anos chama-se Eliza, a outra, treze se chama Maria e o menino tem quinze ele chama-se Bruno eles perderam os pais e vieram parar aqui disseram-me que a três anos a víbora vem a traficar crianças daqui
e promovendo lutas entre as crianças deste orfanato e de outros, ainda não me colocaram nessas lutas ainda bem, Álvaro
também tem se mostrado um amigo pelo menos quero pensar assim ele deu-me muitos conselhos entre eles para eu tentar passar o mais despercebida possível pela víbora,
ela já mostrou não gostar de mim nem um pouco, o que eu não entendo porque tanto ódio assim se nunca fiz nada para ela.
Bruno já participou de cinco lutas e disse que a primeira é a pior de todas por não saber nada sobre defesa pessoal ou o mínimo de lutas, e tem também a questão da culpa, remorso por agredir um semelhante tão inocente quanto si mesmo.
Ele e maria tem ensinado para mim e para a Eliza algumas coisas que aprenderam sobre lutas, ontem eles chegaram aqui bem machucados e tristes e o sorriso no rosto da víbora é de arrepiar.
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⚠️ revisado 01/2025 ⚠️
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Descobri que a víbora matou a irmã, Mary por que ela descobriu tudo de errado que ALINA tem feito a três anos com ajuda de algumas pessoas que trabalham aqui.
(...)
três ano depois...
Hoje completo onze anos de vida e três que passei para esse lado o lado do terror, tenho sofrido muito aqui, não sei o que é comer a três dias estou a base de água, não vejo o Bruno a uma semana ele saiu para uma luta e não o vemos mais,
Bruno daqui a uma semana completa dezoito anos e pela lei terá que ir embora do orfanato mas aqui nada e normal ninguém nesse inferno segue a lei as próprias autoridades que deveria proteger-nos está a faturar com as lutas juntos da víbora, somos pobres órfãos sem ninguém para dar falta de nós tornamos-nos meras moedas nas mãos de seres cruéis movidos a dinheiro.
A uma semana não vejo o não sei o que ouve com ele sei que ir embora não foi, não sem se despedir de mim e das meninas nos assumimos irmãos de coração e cuidamos uns dos outros.
Álvaro tem andado estranho a dias tenho ficado preocupada sinto que algo nada bom está para acontecer.
ÁLVARO: _ BELLA vim-te dar uma notícia nada boa pequena. (ele fala ao se aproximar de mim em um dos banheiros que estou a limpar)
__ pequena o que ouve com você?? diz preocupado a sua expressão e de surpresa ao ver a minha face abatida.
BELLA: _ Sr. Álvaro não estou muito bem estou sem comer a três dias e o meu corpo está cansado, e a minha mente preocupada o sr. viu o Bruno a uma semana não o vejo!?
Ele suspira soltando o ar pesadamente e diz-me
ÁLVARO : _ sinto muito pequena, não sabia não estava aqui, sobre o seu amigo ele não está mais aqui no orfanato, ele tem se saído bem nas lutas e ALINA o vendeu para uma organização poderosa.
BELLA: _ não!! não é possível não pode ser, até quando essa víbora vai continuar a nos fazer mal.
começo a chorar sentada no chão Álvaro me ampara levanta-me e diz que não é hora para eu chorar e nem para me preocupar com os outros que é para eu pensar em mim.
ÁLVARO: _ vem pequena vou leva-la ao refeitório para se alimentar precisa ficar forte você acabou de completar onze anos e ALINA quer coloca la para lutar tenho intercedido por ti a anos, ela não quer me ouvir mais preciso que seja forte e use a inteligência que sempre teve e tudo que o seu amigo e eu temos te ensinado para ganhar as batalhas e voltar para nos.
Acompanho Álvaro até o refeitório e me alimento como se o mundo fosse acabar em comida
Depois de uma semana da minha conversa com Álvaro ALINA a víbora e um outro homem que nunca tinha visto junto com uma das mulheres que trabalha no orfanato me levaram a um lugar que não sei onde é, estou vendada e so escuto as risadas
deles as ofensa de sempre e já não me importo, no meu peito o coração está a mil por hora o cheiro desse lugar cheira a sangue a podridão o meu estômago refira tenho vontade de vomitar, o pavor tomando conta de mim,
escuto gritos de dor e pessoas gritando mate, mate repetidas vezes,
Quando me tiram a venda fico horrorizada com o que vejo uma garota está coberta de sangue e bem machucada e outra no chão sem vida banhada em seu próprio sangue.
ALINA: _ com medo órfã é bom ficar talvez você não saia daqui viva kkkk.
ela gargalha com o meu medo
respiro fundo tomando coragem olho para ela com raiva com tanta raiva que devo estar até vermelha
Entro no ringue tem uma menina um pouco mais velha que eu ela olha-me com raiva e desdém, vem para cima de mim me acerta um chute eu caio ela monta em cima de mim e começa a me bater bate tanto que penso vou morrer,
olho desnorteada para o lado cuspir o sangue da boca e vejo a víbora sorrir olhando para mim vitoriosa com a minha dor, sinto a minha raiva aumenta não vou dar o gostinho para ela, não vou morrer não hoje.
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⚠️revisado 01/2025⚠️
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