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Whisky & Baunilha

• ۝ CAPÍTULO 01

— ... Estou perdido... Eu realmente fiz aquilo...

Caesar:

"De tudo de ruim que podia acontecer de mais ruim e cabuloso na vida de alguém, tudo aconteceu em um dia só... Só para mim, bem que minha mãe me dizia que eu era azarado, mas quem diria que seria a esse ponto, eu não esperava que eu realmente faria algo daquele tipo por dinheiro, mesmo dizendo que faria de tudo..."

Naquela manhã, quando eu acordei, eu não estava na minha casa ou em qualquer casa que eu conhecesse; porque de verdade eu nunca estive lá anteriormente nenhuma outra vez, por isso não reconhecia aquele lugar por mais que eu tentasse.

A cama com os lençóis cheirado a amaciante era quase perdida pelo cheiro de muito semên seco e aquele suor que havia grudado do edredom e travesseiro ainda fazia as lembranças do dia anterior vir a tona na minha memória. Que embora eu estivesse bêbado ou drogado, ontem eu tinha plena consciência daquela situação na hora em que eu disse o que eu queria fazer por dinheiro, e as palavras foram: faço tudo.

E eu lembrava-me de tudo.

De como ele me manipulou para fazer aquilo, do jeito bruto e violento que ele me fudeü e do meu corpo ainda dolorido depois de tudo. Sem contar de seu esperma ainda escorrendo de dentro de mim depois que eu já havia relaxado. Eu estava horrorizado e apavorado com a besteira que eu tinha feito, não pensei direito, e por isso, no dia seguinte eu desejei do fundo da minha alma que eu queria morrer.

— Ontem eu...! Não... Não... Caesar seu idiota vagabundo.... De tudo que você poderia fazer.... De todas as coisas e maneiras de conseguir dinheiro... Porque eu o consegui dando a bunda pra aquele cara....

...ΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩ...

No dia anterior a toda aquela cagada que eu havia feito e aceitado na minha vida, eu havia sido despejado do meu apartamento depois de seis meses de aluguel atrasado, a dona do apartamento ainda teve misericórdia de deixar um pobre miserável vivendo como um rato, um ladrão de sua generosidade, assim ela decidiu me expulsar.

Não tinha nada nem ninguém pra quem eu pudesse recorrer, estava em um estado diferente do qual a minha família morava, e não é como se fosse fazer muita diferença já que eu tinha sido deserdado de casa antes de ir embora, não tinha amigos ou sequer alguém que gostasse de mim naquele lugar. Mudar para aquele estado foi a pior decisão da minha vida.

Sem casa, sem família, sem amigos, sem emprego, sem dinheiro... E o pior de tudo, uma dívida imensa de aproximadamente um milhão de dólares acumuladas com juros surreais que eu nunca conseguiria pagar.

Depois que percebi que estava no fundo do fundo do poço, eu decidi que só havia uma coisa do qual eu pudesse fazer para acabar com o meu sofrimento, acabar com o sofrimento pela raíz. Um imprestável a menos no mundo não faria a diferença, alguém insignificante igual a mim não faria ninguém nem sequer reparar quando fosse embora.

Deixei as minhas coisas numa praça próxima dolugar que eu estava alugando e havia acabado de ser despejado e andei até a ponte principal da cidade, que a propósito não ficava tão longe dali também

Assim que avistei a ponte eu subi nela e fui caminhando devagar até o seu meio trajeto e logo que eu cheguei ali caminhei próximo a mureta, de um lado a pista cheia de carros passando sem preocupação, e do outro uma queda alta e assustadora de mais de dez sete metros, direto para o mar.

O breu daquela noite deixou tudo mais apavorante pra mim e fazia minha mente ter dó do meu ser. No fundo eu não queria aquilo, mas sentia que era a única coisa que podia fazer para me livrar.

— Depois da morte... Não tem sofrimento.... Pelo menos é o que os padres afirmam se eu for pro céu.... Acho que vou pra lá se eu morrer, nunca fiz nada de mal a ninguém mesmo....

Subi em cima da mureta com a ajuda de um dos cabos da ponte. Eu queria que algum dos carros parasse e me impedisse, mas ao mesmo tempo queria que isso não acontecesse pra que o meu plano ocorresse bem, eu estava pronto, prestes a me jogar. O vento ao meu favor, ninguém havia vindo até mim, eu havia desistido da minha vida, estava a beira de um suicídio. Fechei meus olhos e quando os abri novamente para me jogar em meio a minha morte certa eu ouvi uma voz rouca e irônica soando ao meu lado.

— Nem vai morrer numa queda dessas.

— ...?! Quem...?

Me assustei e olhei rápido para o lado da onde a voz vinha, me segurei então novamente num dos cabos da ponte e quando percebi quem estava do meu lado, vi que era um homem de porte, musculoso de terno, cabelos negros e olhos azuis claros, que eram iluminados pela luz da lua e levemente pelas luzes dos postes que iluminavam o local. Ele cheirava a colônia e estava fumando o cigarro mais caro que você pode imaginar que existe.

E mesmo depois de me dizer aquilo, ele nem sequer me olhou, no ficou apoiado na mureta da ponte enquanto fumava e olhava para o mar abaixo de nós.

— ... O que você disse...?

Aquele homem misterioso se virou para mim e me olhou nos olhos. Fiquei hipnotizado por um segundo, não podia desviar meus olhos das pedras preciosas que pareciam ser os seus de tão claros e brilhantes que eram seu olhos.

— ... Pela altura que você está e o jeito que você pretende pular, não morrerá, no máximo vai se quebrar todo quando entrar em choque com a água. Pernas... Costelas... Pescoço.... Pode até ficar tetraplégico pulando daqui sabia? Eu considero isso pior do que a morte.

Ele deu mais uma tragada no cigarro e voltou a olhar para mar, me deixando pensativo e considerando o que ele tinha falado enquanto fazia parecer que nenhuma daqueles pensamentos passavam pela minha cabeça.

— ... E por que se importa? Nem te conheço.

"Ele está certo, se eu não pular direito só vou conseguir fazer um belo estrago.... Mas não é uma sequela que eu quero.... Também não quero morrer de verdade, mas no fim, que escolha eu tenho.... Se eu continuar vivo meus credores virão atrás de mim e sabe-se lá que raios vão fazer comigo se eu não pagar..."

— Importar.... Ha se eu me importasse com você não estaria nem fumando, mas com certeza já teria te tirado daí a força.

"Um bruto ignorante desses se intromete na minha vida e no meu quase suicídio e diz que não se importa...." O homem engravatado suspirou fundo e tirou do bolso uma carta, que ele mesmo queimou ali na minha frente com a brasa do cigarro e assim que o papel virou cinzas, ele as sobrou em direção ao mar. Enquanto as cinzas iam embora com o vento, ele se virou para mim.

— Pronto, agora aqui é a ponte das vidas. Lancei uma agora sobre o mar, exatamente o que você está prestes a fazer.

— ... O que...?

— Não sei porque você está prestes a fazer o que está fazendo, mas se você me pedir ajuda, eu te dou ajuda.

— ... Não preciso de qualquer ajuda vindo de um estranho que nem você, obrigado.

— Hum, você quem sabe.

"Isso foi uma metáfora ou algoassim...?" Ele sorriu e disse enquanto caminhava em direção a pista:

— Bom, boa sorte com sua futura coluna quebrada.

Assim um carro importado parou na estrada da ponte a sua frente e ele foi entrando nos assentos traseiros, quando ele abriu a porta vi que tinham alguns prostitutos, tanto homens, como mulheres.

— Porque a demora gostosão?!

— Estávamos quase morrendo de esperar!

— Que impacientes.

Ele resmungou enquanto entrava no carro. "Ele é um milionário ou algo assim....?! Como alguém pode ter tanto dinheiro como uma roupa daquelas, aquele carro e todas aquelas quengas?! Espera... Eu posso engabelar ele. Vou convencê-lo a me ajudar" Assim que ele estou no carro e fechou a porta eu corri até lá e apoiei minhas mãos na janela do carro, o vidro estava abaixado.

— Espera! —Ele me olhou lentamente e arqueou sua sobrancelha.

— O que você quer?

— Eu sei que disse que não, mas preciso da sua ajuda!

Todos de dentro do carro me regularam e fizeram cara feia porque eu havia aparecido ali.

— tsk, interesseiro... Você só viu o meu carro e ficou cadela assim?

— ! O que-

— Do que você precisa? Dinheiro?

— ... É... Preciso de dinheiro.

— ... Quanto você está devendo?

— ... Mais de um milhão e meio....

Ele me encarou e suspirou fundo, estendeu a mão pra fora do carro e puxou a gola da minha blusa para que eu ficasse com o rosto próximo dele, assim que o fiz ele jogou a fumada do cigarro no meu rosto, o que me fez tossir.

— Isso é um tremendo exagero... Gastou com alguma put@ por aí?

— São os juros....

— ...Entendi, fique parado.

De repente ele escostou a bituca do cigarro no meu pescoço e deixou ela lá me queimando, enquanto eu relutava pra que ele me soltasse.

— Ah! O que- Argh....! Me larga...!-

— Se aguentar isso te dou trezentos mil dólares.

— ... Promete? Ngn....

— Sou um homem de palavra.

"Não posso perder esse dinheiro...!" Enquanto ele ainda queimava a minha pele, eu apoiei a minha cabeça na porta do carro e contive minha dor. Mas aquele encaralhado não parava de olhar pro meu rosto, assim como todo mundo que estava no carro, mas seu olhar era penetrante, como se ele estivesse excitado por me machucar.

Quando ele acabou, ainda passou sua unha sobre a queimadura e arranhou.

— Ngn...! Droga...

— Você aguentou bem...

— .... E o dinheiro?

Ele me olhou de cima a baixo de novo, mas dessa vez regulando mais o meu corpo.

— .... Entre no carro, no assento da frente, conversamos sobre isso quando chegarmos na minha casa.

— ... Certo.

Ele me soltou e logo que eu saí da janela, ele levantou o vidro, então eu fui até o assento da frente e me sentei ao lado do motorista.

O carro começou a andar pela estrada, saindo da ponte e enquanto estávamos em movimento aquele cara começou a transar com todas aquelas put@s no banco traseiro, estava sentindo como se alguém estivesse de olho em mim e estava.

Assim que olhei no retrovisor, vi que aquele cara estava me olhando enquanto f0dia lá atrás. Por de trás dos gemidos exagerados e a melação que estava lá atrás, aos meus olhos encontrarem os dele meu corpo estranhamente reagiu, então fiquei evitando olhar para ele pelos retrovisores e tentar me concentrar só na estrada, o que foi difícil de fazer durante a uma hora que passamos naque carro.

Finalmente o carro chegou, o local era um condomínio de luxo com vários prédios glamourosos, e o prédio em questão que o motorista havia parado era o maior entre os outros e carregava o nome do deus kronos, o homem rico que então se ajeitou e saiu de dentro do carro como se nada tivesse acontecido ali, enquanto a parte traseira do veículo ficou toda cheia de esperma e vinho, muitas camisinhas, bitucas de cigarro e drogas no chão do carro também. Além de que todas aquelas prostitutas estavam jogadas por cada canto do carro. Sai então de lá e assim que levantei meus olhos ele me olhou sério e me mandou entrar junto dele no prédio.

Pegamos o elevador e o homem que selecionava os botões apertou o da cobertura do edifício, não tinha ficado tão surpreso, a essa altura ele morar na cobertura está sendo o normal pra ele.

— Qual o seu nome?

— Ah, Caesar.

— ... Hum, confesso que me surpreendi agora, nunca conheci um Caesar endividado.

— ... Eu tinha dinheiro, só não soube cuidar.

— Típico de quem deve, só sabe se vitimizar.

— .... Seu nome qual é?

— Dominic.

— Hum, entendi.

— ... E então? O que achou da carona?

"... Ele realmente quer falar sobre algo assim.... Ele acha bonito f0der com outras pessoas no carro de plateia?" Ignorei a pergunta e fingi que não ouvi nada.

O clima ficou pesado e tenso de novo e então ele se aproximou de mim e me prensou na parede, segurando na minha cintura, "ei... O que é isso...?"

— Não finja que não me ouviu. O que achou da carona? O carro era confortável, ou você preferiu reparar no que acontecia lá atrás?

— ... O carro era legal.

Ele levou sua outra mão até a minha bunda e me apertou ali, mas eu o empurrei assustado.

— Que porr@ você tá fazendo?!

— O que você achou que eu queria te trazendo aqui?

Ele me segurou com força e colocou a mão de volta na minha bunda, mas dessa vez por dentro da minha cueca.

— Ngn... Me larga...!

— Que estranho... Ganhou na loteria ou algo assim? Você não queria o dinheiro?

— ... Você -

— Se me rejeitar agora só vai sair daqui com trezentos mil, ainda vai ter um milhão e duzentos de dívida, acho que não tem muita diferença.

"Eu devia ter imaginado... O que deu faço agora? Quando terei a chance de conseguir dinheiro fácil assim de novo, ainda mais quantias desse tamanho....? Mas fazer o que ele está pensando é loucura... Eu não sinto nem sequer atração por homens...."

— ... Você vai me pagar....?

— Vou. O que me diz?

— .... Quanto....?

— É assim que se fala, vou te pagar cinquenta mil a cada vez que você me deixar te f0der, eu aumento a quantia quanto mais experiente e profissional você ficar.

— .... Fechado....

"Se vai ser esse valor mesmo se eu fizer com ele umas vinte vezes eu pago a minha dívida.... Mesmo me sentindo enjoado com a ideia de ter um pau na minha bunda, se eu pensar que são só algumas vezes eu consigo fazer pelo dinheiro, depois eu sumo daqui o mais rápido que puder."

Dominic repuxou meus glúteos e esfregou o meu ânus.

— Não pode esperar até chegarmos no apartamento?

— ... Hm.... Se eu esperar vou te pagar só dez mil por essa vez.

— .... Filho da put@....

Ele então enfiou seu dedo todo dentro com força, até o talo, doeu muito, ele tinha me rasgado.

— Argh! Tira....!

— Sh, o rapaz do elevador não está tentando ouvir um porno gay, então cale a boca e engula a dor.

— Ngn...

"Esse arrombado...!" Antes que eu percebesse ele colocou mais dois dedos dentro de mim, senti um melado escorrendo, com certeza era sangue. Apertei o braço dele e acabei arranhando ele por causa da dor, só queria socar ele.

— Haah... Se você tivesse noção da sua expressão agora.

— Espera...! Para de mexer seus dedo-

Antes que eu pudesse terminar de falar, ele levantou meu rosto e começou a me beijar, mordendo a minha boca e chupando a minha língua.

#Vigésimo andar, cobertura#

A porta do elevador abriu e ele tirou seus dedos de dentro e me arrastou pra fora do elevador, quando me dei conta ele me jogou dentro do banheiro, o que me fez cair com tudo no chão e bater a perna na privada.

— Aí! Ngn... Precisava disso?!

— Levante e se lave. Você fede a podre. A quantos dias não toma banho? Limpe-se direitinho se não quiser ser punido.

Continua....

⁠۝ CAPÍTULO 02

Aquilo era humilhante, Dominic se sentou na beirada da banheira e de lá ficou olhando eu me banhando debaixo do chuveiro. A água escorrendo pelo meu corpo se tornava cada vez mais fria e o barulho dela caindo era como uma tortura, sentia que já estava a uma eternidade debaixo daquele chuveiro me lavando. Eu não queria sair de lá, temendo o que viria a seguir. Tentando ao máximo evitar olhar nos olhos dele eu deixava a minha cabeça baixa e fingia que ele não estava lá, mas era difícil.

O que eu mais queria naquele momento era aproveitar o banho, fazia tanto tempo que eu não me banhava, a água quente... A sensação era maravilhosa, sentia até mesmo o meu corpo ficando mais leve, infelizmente seu olhar fuzilando meu corpo fazia com que essa sensação fosse temporária.

— Por quanto tempo mais pretende ficar só molhando o corpo? Já não se lavou? Ou só está enrolando pra dar tempo de eu perder o tesão?

— ... Fazia tempo que eu não tomava banho quente.... Só estava aproveitando e-

— E gastando uma água que você nem vai pagar. Se for gastar tanto assim eu deveria começar a fazer uma tabela das suas novas dívidas.

— ... Não precisa, já estou desligando.

Desliguei o chuveiro e estiquei meu braço até a toalha para vesti-la

— Não se cubra. Vire de costas.

— ...! O quê...?

— Eu mandei virar de costas.

Dominic agarrou no meu ombro e me virou de costas pra ele, me deixando com o rosto em direção ao vidro do box. Segurando o meu quadril ele me forçou pra empinar a bunda, mas eu fiz força contra, colocando minha mão sobre a minha bunda a tampando para que ele não fizesse nada.

— Espera...! Vamos fazer aqui? Assim?

— Por que não? Queria algo romântico ou coisa parecida? Não curto coisas assim.

— Não é isso...! Minha perna! Eu bati minha perna mais cedo, está doendo, não vou aguentar em pé-

Ele me puxou de volta em direção ao corpo dele. Com o impacto eu acabei caindo de joelhos no chão de maneira bem desastrosa, e no exato momento que coloquei meus olhos nele, Dominic estava desabotoando sua calça, tirando se membro pra fora e logo em seguida o esfregou no meu rosto

— Chupe. Se você acha que vou ser ‘compreensível’ porque é a sua primeira vez com um homem, esqueça.

— ... Não pedi nenhuma merda dessas.

— Então pare de reclamar de tudo como se eu fosse ter pena de você. Afinal, você disse que faria de tudo pra ter o dinheiro, não é? Até mesmo virar uma putinha, certo?

“pørra! Fui muito idiota... Mas como voltar atrás agora? Já vou ganhar algum dinheiro, preciso conseguir o resto! Só preciso aguentar um pouco...” Segurei no pau dele e comecei a chupar ele, era grande, sentia minha mandíbula doendo e os cantos da minha boca como se estivessem prestes a rasgar. Também mal conseguia respirar, então o tirei de dentro da minha boca e comecei a tossir, eu tinha engasgado.

— Haah... Ngn... Não consigo...

— Percebi, você é um merda nisso, seus dentes não param de arrastar. Tenta de novo.

Dominic segurou meu rosto e começou a pressionar seu pau nos meus lábios, me forçando a colocá-lo na boca, mas eu revirei meu rosto.

— Para...! Parece que vou vomitar...!

— Pense assim: ‘se eu vomitar ele vai me espancar’.... Não é muito mais motivador assim?

Ele deu um sorriso medonho de canto a canto da boca, meu corpo tremeu inteiro de medo, Dominic então deslizou seu dedo sobre os meus lábios, me fazendo abrir a boca e aos poucos foi colocando seu pau lá dentro.

— Mngnnn....

— Finja que é um picolé e chupe como se estivesse aquele calor de matar e ele estivesse derretendo. Não raspe com os dentes, use seus beiços e sua língua.

— Mnn....

— Ah.... Assim....

“Isso é nojento e vergonhoso...! O pau dele está na minha boca... E sinto meu corpo ficando estranho.” A glande dele estava deslizando pelo meu céu da boca e fazendo meu corpo se estremecer cada vez mais, que a boca é uma zona erógena todos sabem, mas só realmente entendem aqueles que passam por uma situação daquelas. Eu estava ficando excitado, mas não o suficiente para ficar duro.

O membro grande e duro de outro homem deslizando cruel e bruscamente pela minha garganta estava me excitando. Ter isso em mente era surreal e vergonhoso, sentia como se meu orgulho estivesse se afundando.

Conforme eu ia chupando o pau dele, o mesmo ia ficando aos poucos cada vez mais quente e duro, ao mesmo tempo que ficava ainda mais molhado. O gosto do seu pré-gozo começava a vir na minha garganta e a escorrer por dentro dela, descendo pelo meu esôfago.

— Haah... Nada mal, pelo menos você aprende rápido.

Dominic segurou o meu cabelo e o meu queixo e aos poucos tirou seu membro de dentro da minha boca, quando tudo saiu, ele mandou que eu chupasse sua glande, então assim eu fiz e quando parei comecei a tossir, “o gosto é tão...”

— Hm... Você foi bem, merece uma recompensa.

De repente ele tirou a carteira do bolso e tirou um bolo de dinheiro, jogando no meu colo. “Isso....! Ele tá me pagando...!” No exato momento em que depois de ficar perplexo eu fui pegar o dinheiro do meu colo, mas Dominic segurou no meu antebraço e me levantou.

— Espera...! Me deixa pegar o dinheiro!

— Vai ficar aí, Não é como se eu fosse precisar.

— Mas...! Espera!

— Não vai adiar isso, Caesar. Vamos pra cama agora. Eu vou abrir o seu buraquinho agora.

— ...! Álcool... Tem algo alcoólico que eu possa beber....?

— Hã? Pra quê?

— Não vai achar broxante se eu não estiver nem um pouco excitado....? Pelo menos com álcool eu fico mais sensível —“E possivelmente não vou lembrar de nada amanhã”.

— ... Quer se embebedar? Hm... Não tenho fetiche em f0der alguém bêbado... E drogas? Você curte?

— ... Drogas...?

— São afrodisíacos, você pode beber álcool também se quiser, mas não te quero bêbado. Pelo menos os afrodisíacos vão te deixar acordado.

Eu estava angustiado, só queria fugir daquela situação, mas não poderia fazer isso por causa do dinheiro, “se ele tem tudo de dinheiro assim na carteira eu poderia pega-la simplesmente! Só preciso de uma garrafa de vidro! Pego o dinheiro e vou embora!”

— O que foi? Ficou tímido agora?

Dominic puxou mais o meu braço na direção do corpo dele e aproximou seu rosto do meu pescoço, me mordendo ali. “Dói! Mas não posso empurrar ele... Preciso de uma brecha. Na posição que estou agora nunca venceria numa luta corpo a corpo caso se ele quisesse me obrigar a ficar... Droga..!”

— Ngn... Desde que eu possa beber alguma vodca ou qualquer coisa assim eu estou bem.

— Hm, então era só eu encher seu cüzinho de álcool que você viraria a minha putinha? Era só ter dito antes.

Ele começou a me puxar, quase me arrastando desde o banheiro até o quarto. Assim que entramos ele largou meu braço e trancou a porta atrás de si, dizendo logo depois enquanto tirava a sua camisa:

— Está esperando o que? Um convite formal?

— ... Não sei o que você quer que eu faça.

— Como não sabe? Por acaso é algum retardado?

Senti ele agarrando meu ombro e me jogando com o rosto sobre a cama e assim que o levantei dei de cara com um enorme espelho, que ia de ponta a ponta da parede em frente a cama. No espelho refletido eu podia me ver deitado na cama enquanto ele vinha com seu corpo por cima do meu enquanto tirava toda a roupa que lhe tinha sobrado no corpo.

Parecia que o olhar que ele me deu naquele momento me tinha tomado conta, como se tivesse penetrado minha alma e gravando no fundo da minha mente que eu não tinha mais saída. Abaixei meu olhar sem pensar, e comecei a olhar para o colchão enquanto apertava a coberta já arrependido. De repente meu cabelo foi puxado para cima, fazendo com que eu levantasse a cabeça, Dominic me fez olhar novamente para o espelho e com sua outra mão segurando no meu pescoço ele disse com um tom frio e alegrinho:

— Olhe bem, não tire os olhos do espelho.

— ... Mas eu-

— Se você desgrudar seus olhinhos dali são menos 10,000.

— ...! Filho da püta...

— Haha, amo seu humor, Caesar...

Ele apoiou seus braços sobre as minhas costas, empurrando meu corpo sobre o colchão. Senti uma de suas mãos saindo do contato com a minha pele, essa mesma ele usou pra pressionar seu membro na minha bunda, foi naquele momento que eu senti um frio em toda a minha coluna, uma situação daquelas estava assustadora.

— Haah... Vou transformar seu cüzinho numa büceta de tanto te f0der.

Paralisei quando nossos olhos se encontraram no espelho à nossa frente, seu olhar invadiu minha mente e meu corpo inteiro se estremeceu de medo, foi quando também me dei conta do tamanho que aquele cara era.

Pensei naquele exato momento: “Se eu tentar ir contra ele pra fugir, com certeza posso acabar saindo daqui aleijado... Ele pode me quebrar inteiro...” Enquanto lutava com minha vergonha e vontade de desviar o olhar daquela situação que eu me encontrava pude sentir sua mão agarrando no meu quadril, fazendo com que eu empinasse mais a minha bunda.

— Deixe sua bunda assim, nem pense em abaixar e não curve as costas pra cima, vai parecer um cachorro, é ridículo.

— ...! Mas-! —“Preciso pensar em algo pra adiar isso! Não me sinto pronto pra algo assim!”— E a bebida?

— Como? Haah.... Vai receber pra dar a bunda e ainda quer exigências, seu aproveitador?

“’Aproveitador’? Falando como se eu tivesse algo pra aproveitar nisso tudo... Nem o dinheiro vou poder segurar direito na mão...!”

Fiquei como ele queria, e então vi ele se esticando em direção ao chão e puxou de debaixo da cama uma caixa cheia de garrafas de cachaças, repleta delas. Levou sua mão a uma das garrafas, dirigindo sua a mesma até sua boca onde a abriu com os seus próprios dentes, ainda com seus olhos nos meus, Dominic agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça para trás, na direção do seu corpo.

Eu estava todo esticado para trás, minhas costas doíam, e pior, podia ver perfeitamente cada pedaço do meu corpo refletindo no espelho. Enquanto Dominic virava a garrafa na minha boca para que eu bebesse o álcool conseguia sentir meu corpo ficando cada vez mais quente e minha mente mais nublada, provavelmente porque estava bebendo muito rápido, mas estava ficando perdido e atordoado.

— Opa, já chega. Quero que fique acordado, já estamos enrolando demais.

continua....

⁠۝ CAPÍTULO 02, part2

Tirando a garrafa de perto de mim ele a apoiou no chão e voltou com seu corpo em direção ao meu, deslizando sua mão firmemente pela minha barriga enquanto esfregava-se em mim discretamente. Sua respiração no meu ouvido começou a ficar mais pesada, sua língua então deslizando pelo meu pescoço, subindo até a minha orelha me fez arrepiar e sem que eu percebesse acabei empinando um corpo mais.

A pele de sua barriga arrastava e prensava contra a minha bunda e era explícito e eu podia sentir bem a sua ereção ali, enquanto sua mão descia novamente pelo meu peito até percorrendo meu corpo chegando aonde ele queria pude ouvir uma leve risada e em seguida ele sussurrou no meu ouvido ao começar a deslizar sua mão ali e a me masturbar:

— Que alívio... Jurava que você não ia gostar de nada disso, mas eu só te abracei um pouquinho e você já se encheu de tesão.

— Ngn... Devagar com a sua mão...! Mmph...!

— É muito mais gostoso meter em alguém excitado, não concorda?

— Haah...! Para....

— ... Você está tão excitado, haha sério, quando foi a última vez que você fodeu alguém? Dois, três meses?

Não conseguia responder, a sensação dele tocando em mim era intensa, mas sim, fazia muito tempo desde que eu tinha feito sexo, por isso que eu estava mais sensível. Meu corpo começou a reagir antes que eu me desse conta, estava perdido na sua respiração no meu ouvido e no toque que sua mão fazia em mim lá embaixo. Segurei seu braço e tentei fazê-lo parar de mexer sua mão, mas nem sequer se movia.

— Vamos? Eu quero saber.... Quanto tempo que esse seu pau não entra em alguém?

Comecei a me contorcer por causa do prazer que nem sequer conseguia controlar, “bebi muito”, só passava isso na minha mente naquele momento.

— .... Hum.... Então não vai me dizer....

Dominic apertou meu membro, fazendo uma sensação aveludada de dor e prazer subir queimando desde ali até a minha barriga. Cheguei a me perder tanto em meio a sensação que acabei descendo meu corpo sobre a cama, mas como ele ainda segurava o meu quadril com uma de suas mãos a minha bunda continuou empinada.

Puxando os lençóis enquanto tentava reprimir a sensação, minha respiração estava ficando quebrada e eu estava arfando, meus gemidos eram as únicas coisas que eu não queria que se revelassem a ele, já estava me entregando demais. “Droga...! Não devia ser assim, achei que ele só colocaria dentro e pronto, porque ele está me tocando?!”

Ele sabia exatamente o que estava fazendo e tinha plena consciência de que meu corpo estava respondendo a cada toque dele, a sensação subia pelo meu corpo desde a ponta dos meus pés, subindo pelas minhas costas até a minha cabeça, eu estava chegando ao ápice.

— Ah... Espera, solta um pouco... Ah! A sua mão...!

— Hm.... Minha mão? Estranho, achei que você não iria reclamar tanto se eu te fizesse gozar, estou me redimindo porque te machuquei aqui atrás mais cedo, esqueceu?

— Não precisa...! Ngn...

— ... Sei que não preciso, mas quero te ver gozar...

De repente uma sensação estranha veio em mim, seu dedo estava dentro, e ele o mexia para baixo em direção a cama, pressionando dentro, em um lugar estranho.

— Ah! Não...! Dentro não....

— Como assim, ‘dentro não’? Você é burro por acaso? Como vou te foder sem colocar dentro?

Pode senti-lo girando os dedos por dentro e meu corpo vacilou com a sensação estranha e um tanto comprometedora.

— Huu, é gostoso aqui né?

— Não...! Mnn... Nem um pouco.... Precisa mesmo fazer isso...?

— Quero ver quais expressões você é capaz de fazer. Pra isso eu preciso de tocar em todos os lugares, não é? Caesar....

— Haah... Não....

“Não aguento, a sensação é muito esquisita” onde ele pressionava era estranho e além de sensível, achei que doeu. Seus dedos eram grosso e meio calejados, era bruto. Enquanto ele brincava com a minha bunda, parou de me masturbar pela frente e levantou novamente meu rosto, deitando seu corpo sobre o meu e nos fazendo olhar nos olhos um do outro pelo espelho. Dando um sorrisinho com apenas um canto da boca ele mordeu minha orelha, gargalhando logo em seguida e dizendo enquanto sorria com seu rosto apoiado no meu ombro:

— .... Wow...! Essa expressão é uma delícia.

— Argh... O que você tá fazendo dentro....? Ngn... Para, isso dói....

— Só dói?

— Minha barriga.... Sinto que você vai furar ela.... Ngn...!

— Hm... Só com os meus dedos você se sentiu assim? Imagine só quando eu enfiar em você outra ‘coisa’.

— Haah... Cala boca e acaba logo com isso....

Dominic levantou seu corpo novamente, “ele acabou....? Nem gozei, mas foi tão cansativo...” De repente senti uma pressão muito grande lá embaixo, como se tivesse sido empalado, a sensação me fez levantar meu corpo, comecei a me estremecer e o prazer misturado com uma dor intensa veio sobre mim, eu acabei gozando, foi quando eu assustado olhei pra trás.

— Argh....! Ngn... O que você fez?!

— Como assim ‘o que eu fiz’? Olhe. Fiz o que me pediu.

Assim que olhei para a minha bunda vi que ele estava todo dentro de mim, até o talo, sua barriga chegava a encostar na minha bunda, quando eu vi pareceu que minha ficha tinha caído.

Eu desviei meu olhar de volta para frente e toquei na minha barriga sentindo o volume dele dentro de mim, doía muito... Mas eu não entendia nada, pensei que ainda estava com tesão por causa do álcool.

— Caesar.

— Ngn.... Dói....!

— Argh, por isso nunca subiu na vida. Doía com meu dedo e dói agora também? Ei, olhe pra cá, só sabe reclamar...

Olhei para o espelho e o vi novamente, ele paralisado enquanto me via chorar por causa da dor de ter ele dentro de mim.

— Ngn.... Termina logo com isso.... Parece que vou morrer...

“Tudo pelo dinheiro, ele vai acabar com isso e depois é só pegar meu dinheiro...”

— Nossa... Acho que eu sou realmente cruel, agora te vendo chorando estou com ainda mais vontade de judiar de você.

Senti um arrepio, de repente a sensação como se ele estivesse saindo pela minha garganta veio novamente. 3le estava me penetrando. Fazendo movimentos rápidos de vai e vêm, minha mente não conseguia mais processar aquele momento, provavelmente por causa do álcool, a sensação o membro dele deslizando brutalmente em direção ao meu interior, em cada canto dentro de mim me atormentava.

“Fui eu que pedi por isso! Preciso suportar mais um pouco!”

Só conseguia chorar e gemer, nem minhas pernas tinham forças, estavam tremendo como loucas e sentia que não ia aguentar ficar de joelhos por muito tempo, nem sequer podia afasta-lo ou desviar o olhar do espelho, não podia perder o dinheiro.

O gemido rouco e baixo dele, misturado com a sua respiração quente na minha nuca me deixavam angustiado, só pensava que queria que ele gozasse logo, antes que meu corpo se perdesse naquelas sensações, eu até estava começando a ficar excitado de novo, mas daquela vez ele não havia me tocado na frente em nenhum momento.

— Haa...! Ngn.... Ngn...! Termina logo com isso...

— Haah... Pare de dizer coisas broxantes, se não vou demorar mais pra gozar, tente me seduzir pra variar, Hm? O que acha? Eu te mimei agora a pouco, lembra?

— Ah.... Haah.... O que você quer que eu faça?

— .... Chame o meu nome.

— ... Ngn... Só isso, majestade?

— ... Se ponha no seu lugar e pare de choramingar, quero te ouvir gemer.

Ao sentir ele metendo forte e rápido dentro de mim, tive que me concentrar pra parar de chorar, estava sentindo uma sensação forte e excitante andando por cada pedaço do meu corpo, sem pensar muito acabei começando a soltar mais meus gemidos, mas eles soavam estranhos.

— Ah! Ngn....! Haah...!

— Haah... Sua bunda é tão apertada...! E quente... Ah...

— Ngn! Haah.... Dominic....! Ah!

— Haha, agora assim... Isso sim é excitante pra caralho.

Ele agarrou meu pescoço e me fez aproximar meu rosto do dele, beijando e mordiscando a minha nuca, comecei a me segurar em seus braços que me agarravam com tanta força que pareciam que iriam me espremer. O suor escorrendo pelos nossos corpos enquanto o calor do prazer misturado com a dor tomava conta do meu ser, e as minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto mais e mais a medida que eu deixava dominar meu corpo era torturante.

Sentia minha consciência aos poucos deixando a minha mente quando ele me agarrou com mais força e me pressionou meu corpo sobre a cama, segurando e apertando forte a minha bunda, simultaneamente ouvi seu gemido quebrado e seu corpo se estremecendo, enquanto seu esperma escorria de dentro de mim com seu membro latejando de tanto prazer. Olhava sua expressão pelo espelho, estava tão exausto e dolorido que minha visão foi se perdendo aos poucos, quando nossos olhos se encontraram no espelho antes que minha consciência pudesse me deixar Dominic sorriu com uma face maliciosa e sussurrou no meu ouvido:

— Você é minha propriedade, seja bonzinho... Caesar. Eu vou cuidar muito bem cuidado de você...

continua....

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