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Meu Cunhado

1. Casamento falso

...William Koch......

— Quando vai pedir o divórcio daquela garota?

Lucy me pergunta com raiva, e sou empurrando no sofá, ela senta no meu colo passando as suas mãos no meu peitoral.

— Amor podemos não falar dela?

Passo as mãos nas suas pernas, com malícia.

Lucy — estou cansada Liam de ser sempre a outra, a amante. Era eu que deveria ser sua esposa e morar naquela casa! Fala revoltada, e entendo Aylla veio e roubar isso dela.

Liam e como ela carinhosamente me chama.

— Meu amor falta apenas seis meses, um ano passou rápido. Só existe, você na minha vida. Nunca vou olhar para outra mulher.

Beijo os seus lábios, ela corresponde.

Lucy — Eu acho bom porque aquela garota já está apaixonada por você e espero que não tenha dado motivos. E amanhã é o aniversário de casamento de vocês, eu não quero que saia com ela!

Empurro ela com carinho do meu colo.

— Lucy não inventa, eu nunca dei motivos para desconfiar de mim. E não vou comemorar nada. viro de costas.

Lucy — porque esta, nervoso?

— eu não estou. Lucy, implicância com Aylla agora.

Lucy — porque defende essa garotinha, porque para mim ela é uma garota não uma mulher. Cheia de mi-mi-mi, com aquela cara de sonsa e anjinho, fofinha. Faz cara de nojo e debochada.

— Lucy é melhor eu trabalhar, não quero brigar. E muito menos falar da minha esposa.

Ela bate os pés e sai da minha sala batendo a porta com força, sento na cadeira e suspiro aliviado.

Ela não pode nem imaginar que eu já dormi com a Aylla isso aconteceu uma vez, eu e Lucy brigamos, estava bêbado naquela noite. Nunca deveria ter acontecido.

Eu amo a Lucy, é o amor da minha vida, Aylla é uma garota linda gentil totalmente diferente da minha Lucy, mas eu não tenho nenhum interesse é apenas um casamento falso.

A minha história com a Lucy começou há 4 anos, ela era minha assistente lentamente nos apaixonamos. Mas a família Koch não aceita, quando decidi que iria-me casar com ela, fui ameaçado de perder tudo até o meu cargo da presidência, sempre foi meu maior objetivo ser o CEO, então o meu avô propôs a casar com Aylla Pritzker, um casamento por contrato que envolve negócios, com duração de um ano e meio, quando encerrar posso ficar livre para viver em paz com a Lucy.

Alguém bate na porta, é a minha secretária. É uma senhora de 40 anos.

— Sr. Koch, o seu pai ligou e deixou um recado.

— porque não transferiu a ligação? Falo frio.

Ela fica toda errada e gagueja

— O Sr. pediu... para não interromper...

Ela está certa.

— ok, saia!!

Ela sai correndo com os seus saltos barulhentos, e com medo da Minha reação. E depois ela volta de cabeça baixa...

— fala!!

— o Sr. Koch disse que o seu irmão chegará amanhã, que eles esperarão a sua presença no jantar de Boas-vindas...

— ok.

Ela sai rápido, Max é meu irmão mais novo. Ele conseguiu o que tanto queria, sair do controle do nosso pai, criou a sua própria empresa do zero. Já faz quatro anos que ele morar em outro país bem longe das ordens da família Koch. Admiro o meu irmão e a sua coragem de enfrentar o nosso pai. Somos só dois irmãos, o meu pai é filho único então somos os únicos herdeiros da família Koch.

...----------------...

...Aylla....

— Marta pode preparar o meu prato preferido, por favor. Faço biquinho...

Marta — é claro que sim querida, alguma vez neguei algo?

— obrigada, eu vou sair e dar uma volta no shopping, comprar uns brinquedos para as minhas crianças da ONG.

Marta — a minha menina é tão linda, sempre pensando no próximo.

— devemos sempre pensar no próximo, e eu posso ajudar.

Beijo a sua cabeça. Entro no carro, Theo é o meu motorista ele já sabe toda a minha rotina, compro todos os presentes para as crianças. Eles ficam muito felizes observo uma criança de um ano, e percebo que talvez eu nunca tenha filhos, amo crianças.

Sou casada com Willian Koch, um casamento de contrato que beneficiaria as duas famílias e era uma condição para receber a minha herança casar com um homem da minha mesma classe social, achei isso um absurdo. Mas era vontade dos meus pais, e o meu avô escolheu ele.

Vou fazer um ano de casada amanhã, do que adianta eu sei que ele vai comemorar com a Lucy Jones, seu grande amor. A minha vida é uma solidão. Eu imaginei a minha vida de casada diferente.

A pior coisa foi me apaixonar por ele, sendo que nunca vou se correspondida, não esqueço da nossa noite. Eu queria que ele me olhasse da mesma forma como olha para Lucy, com cuidado, carinho e amor. Sou uma boba sonhadora.

Passo o dia com as crianças, ensino elas a tocar piano, aprendi a tocar e cantar com a minha mãe que faleceu. Eu tinha apenas 15 anos quando os meus pais sofreram um acidente, na minha adolescência fui criada pelos meus avós que amo muito.

Apesar da ideia desse casamento ser apenas um negócio, eu sinto que os meus avós pensam que estou feliz. Eles não sabem da existência da Lucy. Chego em casa e o carro do William que ele costuma usar esta na garagem, ele já deve estar em casa.

Dou passos largos, estou louca para vê-lo. Quando entro fico decepcionada Lucy está sentada no seu colo os dois estão se beijando, escondo a minha cara de decepção e subo para o meu quarto em silêncio.

Tiro as minhas roupa e entro debaixo do chuveiro, tentando segurar as minhas lágrimas. Passo as mãos no meu corpo, lembro da nossa noite. Fecho os meus olhos, imagino ser tocada por ele. Sou desperta por uma voz grossa chamando o meu nome, pulo com o susto. William na minha frente analisa todo o meu corpo, lembro que estou nua, puxo a toalha para me cobrir.

— não sabe bater?

Ele desperta do transe, e balança a sua cabeça.

William — não, eu vim avisar que o jantar está pronta quero que desça para jantamos.... Ele vira de costas para sair...

— espera! Ele para e vira de frente esperando eu falar. Podem jantar, eu não quero.

William — por que?

Fala com sua voz rouca e autoritária.

— William eu só te pedi uma coisa não trazer essa mulher aqui na minha casa.

William — essa casa também é minha eu trago quem eu quiser!

— claro tem que trazer a sua amante né..

Ele aproxima dando passos largos...

William — Lucy não é a minha amante, eu considero mais ela como a minha esposa do que você. Isso é apenas um contrato não confunda.

— Eu exijo respeito, não temos um casamento de verdade. Mas eu sei que não iria gostar de ver um namorado meu nessa casa.

William — não é louca de fazer isso, ele morre eu não vou ser corno.

— agora eu posso ser corna?

William — É diferente eu e Lucy nos amamos, fui forçado a casar com você. Lucy que é a verdadeira dona.

***Ele quis dizer que ela é dona dessa casa. Sempre é ela! calma Aylla falta seis meses para ficar livre.

...ΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩ*...

recadinho importante

ola amandos leitores, recentemente eu recebi mensagens de alguns leitores dizendo que eu fiz o bloqueio dos capitulos, não gente eu não fiz nada, eu estive afastada da plataforma desde o ano passado, está recente minha volta..... vou verificar as atualizaçoes da plataforma o que mudou, e se houver a possiblidade de limberar os capitulos eu farei, irei verificar me atualizar.... espero a compreensão de voces. Beijos e obrigada

2. De volta ao lar

Ao terminar meu banho, coloco um pijama e me sento em frente à minha penteadeira. Passo a escova devagar pelos meus cabelos longos, quando de repente vejo o reflexo da Lucy no espelho.

"O que você quer?" - pergunto, surpresa.

Ela solta uma gargalhada. "Quero muitas coisas, e uma delas é que você fique longe do meu homem!"

"Está com ciúmes, Lucy?" - questiono.

Ela me olha com desdém. "Eu, com ciúmes de você? Nunca! Em breve serei esposa do Liam."

"Ótimo, agora sai do meu quarto!" - ordeno.

"Eu vi a sua cara de decepção quando subiu as escadas, pobre garotinha apaixonada", provoca Lucy.

Sinto minha bochecha arder de raiva. Puxo-a para fora do meu closet, levando-a até a porta. Ela grita, fazendo cena...

"O que está acontecendo aqui?" - pergunta William, aparecendo na porta.

Lucy faz uma cara dissimulada, que eu conheço bem, sempre faz esses truques para fazer William brigar comigo.

"Amor, eu vim chamar ela para se juntar a nós no jantar, ela me machucou", diz Lucy, mostrando seu braço direito com arranhões.

William olha para mim com desconfiança. "Aylla, está louca? Por que fez isso com a Lucy?"

"Eu não fiz nada! Sua mentirosa!" - respondo, indignada.

"Amor, eu juro que quis ser gentil com ela, mas ela disse coisas horríveis. Falou ser sua verdadeira esposa, eu te avisei que está apaixonada por você", mente Lucy.

"Chega!" - interrompe William.

Minha vontade é de pular em cima dela. Como ela pode ser tão falsa?

"Desça para jantar, Aylla. Não quero que meu avô diga que estou negando comida a você", diz William, olhando para Lucy. "Vem, querida, vou cuidar desses ferimentos", ele a puxa para longe.

"Cobra..." - murmuro, fechando a porta com raiva.

Termino de pentear os meus cabelos e desço de pijama, já que estamos em família.

"Demorou, já jantamos", comenta William.

"Melhor ainda", respondo baixinho.

"O que disse?"

"Nada." Os dois sobem as escadas e eu vou para a cozinha. Marta está de costas. Abraço-a por trás e escoro minha cabeça em suas costas.

"Minha menina, não vai jantar?" - pergunta Marta.

"Perdi a fome com aqueles dois aqui", respondo.

"Esquece eles. Fiz o seu prato preferido como pediu", diz Marta, mostrando a lasanha.

Aquele cheirinho delicioso abre o meu apetite. Pego um pedaço e coloco no meu prato.

"Não vai me acompanhar?" - convido Marta.

"O Sr. William está em casa, ele não vai gostar", responde Marta, temerosa.

"Eu também mando nessa casa, Marta. Se ele pode trazer a sua namorada para cá, você pode comer junto comigo", digo, puxando a cadeira para ela.

Marta senta com medo de que William apareça a qualquer momento. Coloco um pedaço de lasanha em seu prato.

"Ele não vai aparecer agora. Deve estar puxando os cabelos daquela cobra", digo.

Marta ri. "É uma pena que o Sr. William não perceba que tem uma esposa linda de bom coração ao seu lado."

"Faltam apenas seis meses, Mar. Depois estarei livre dessa família."

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Aeroporto...

saio do meu jantinho particular, exalando confiança

— Cheguei, gatinhas! — digo, caminhando

Noah levanta uma sobrancelha, interessado.

— E aí, vai para a casa dos seus pais? — ele pergunta.

— Não, eles não sabem que eu cheguei. Falei que chegaria amanhã. — respondo.

— Josh avisou que hoje tem a inauguração do clube novo. — Noah comenta.

Fico pensativo.

— Não sei se devo ir. — admito.

Noah olha para mim, curioso.

— Por causa dos seus pais? — ele pergunta.

Dou um suspiro.

— Não, pior, a mulher do Josh. Cara, estou fugindo dela. Isso tem sido um desafio. Ela é gostosa demais e está sempre se esfregando no meu amigo aqui. — confesso.

Noah ri, concordando.

— É uma safada, e muito deliciosa. — ele diz.

Coço a cabeça, preocupado.

— Essas são as que dão mais trabalho. Não quero estragar minha amizade com ele. — comento.

Noah balança a cabeça, compreensivo.

— Não sei o que lhe falar. A mulher é uma verdadeira tentação. — diz ele.

Abro a porta do meu carro, pronto para ir embora.

Noah — Se não quiser, eu quero!

— Toda sua. — Entro no meu carro e acelero. Noah é meu amigo desde a época do colegial, agora é meu sócio. O motivo da minha volta é que quero abrir uma nova filial aqui. Fiquei quase 5 anos longe de casa. Falo apenas com a minha mãe; eu não sou muito próximo do William, meu irmão mais velho, que é seis anos mais velho do que eu. Tenho 27 anos e soube que ele casou, mas nunca quis saber quem é a mulher. Só sei que quem escolheu foi meu avô. Coitada da mulher.

A minha família é assim: eles escolhem o nosso destino. Eu fui o único que não aceitei. Queria muito mais do que ser um fantoche nessa família.

Tenho a minha empresa e sou um dos milionários mais jovens do país. Comecei de baixo e, claro, tive apoio, e uma dessas pessoas foi a minha avó, que faleceu. Ela era a única que prestava na nossa família. Sinto a sua falta, minha avó amada.

William faz tudo o que o meu avô e meu pai mandam. Eu não duvido que esse casamento foi por negócios. Sinto pena da escolhida; o meu irmão é um cara antipático, arrogante e frio.

Sigo o caminho para a minha casa. Quero trocar de roupa e sair para uma nova caçada. Eu dormi uma vez com uma mulher, não quero ter nenhum relacionamento e não pretendo casar. Tudo isso é perda de tempo.

Há muito tempo, me apaixonei por uma garota na época do colegial. Ela era a garota mais linda da escola e mais nova do que eu. Eu estava no último ano. Passei metade do ano inteiro querendo conversar com ela, embora naquela época eu fosse o mais popular e as meninas caíssem aos meus pés. De alguma forma, eu tinha vergonha. Ela era como inalcançável para todos, e os seguranças não deixavam ninguém se aproximar.

Até que, em um dia muito chuvoso, lá estava ela, fora da escola, esperando o seu motorista, com os olhos vermelhos. Seus seguranças não estavam por perto. Buzinei e abaixei o vidro.

Flashback on...

— Quer carona? — Ela olhou para trás e para os lados.

— Está falando comigo? — Ela perguntou confusa.

— Sim!

— O meu motorista já vai chegar. — Aquele momento era importante; eu não podia perder.

— Eu não mordo, ah! Não ser que queira...

— Convencido! — Ela sorriu e deu a volta por trás do carro e entrou.

— Onde mora?

— Não sei se ainda tenho casa.

— Dia péssimo?

— Piores dias... — Ela fala desanimada.

— Quer ir em algum lugar?

— Pode me deixar nesse endereço? — Ela mostra um papel com o endereço.

— Sei onde é.

— Se não puder, vou entender... — A voz dela é tão doce.

— Eu posso sim. — Falo com as mãos no volante. O caminho todo foi silêncio. Chegamos no endereço.

— Obrigada.

— Posso te esperar se quiser.

— Não, eu não quero incomodar.

— Vou esperar. — Ela assentiu com a cabeça e saiu do carro. Ela corre para a porta de uma casa simples e bate. Um rapaz sai e os dois se abraçam; eu fico com ciúmes. Eles entram, ela demora uns 20 minutos e sai da casa, entra no carro.

Flashback off...

Estaciono o meu carro, o celular toca "Mãe📳". Não vou atender; ela quer saber o horário que vou chegar. Eu não odeio a minha mãe, só penso que ela é fraca e aceita tudo o que o meu pai faz.

3. Um herdeiro

AYLLA

O dia está lindo. Levanto da cama, tomo um banho e coloco uma roupa confortável. Estou pronta para a minha corrida matinal. Cumpro o meu objetivo e volto para casa, apenas para me surpreender com as pessoas sentadas no sofá.

— Aylla, minha nora amada. — Abigail Koch me abraça. Esta mulher é a mãe de William.

— E a nossa garota! — Este é George Koch, avô de William.

— Como vai\, filha? — E este é o Tio James Koch\, pai do meu marido. ***Acho estranho eles virem sem avisar; quando eles aparecem juntos\, é algo sério.***

— Peço desculpas por não recebê-los adequadamente. Vou pedir para Marta servir o café.

Abigail — Não precisa se preocupar, a culpa é nossa por viemos sem avisar.

George — E onde está William?

Demoro para responder. Eu sou a esposa, mas não sei onde ele está.

— Bom\, ele... ***Ouço aquela voz grossa e autoritária...***

William — Estou aqui. — Ele desce as escadas, coloca suas mãos em meu ombro e beija minha bochecha. — Não imaginei que fosse me ver sair da cama...

Abigail — Que casal lindo. — Ela fala com brilho nos olhos.

— Vou me trocar para tomarmos café. ***Subo as escadas rapidamente. Qual seria o motivo da visita dos Koch?***

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WILLIAM

Passei uma noite maravilhosa com Lucy. Ela é incrível na cama. Acordamos, tomamos um banho juntos e fazemos amor debaixo do chuveiro.

Lucy — Amor, estava pensando numa nova viagem. Estou louca para conhecer Paris. Nunca me levou... — Ela faz um biquinho.

— Depois do divórcio, podemos ir. Quem sabe na nossa lua de mel...

Lucy — Promete? — Ela passa os braços em volta da minha cintura.

— É claro que sim\, meu amor... ***Nos beijamos\, mas somos interrompidos pelo toque do meu celular. "Abigail" está ligando\, atendo e espero ela falar.***

[**Ligação 📱**]

— Seu pai e seu avô estão a caminho. Volte logo se estiver fora de casa.

— Ok!

[**Ligação encerrada 📱**]

Lucy — Quem era? — Pergunta preocupada...

— Melhor eu ir para o apartamento.

Lucy — Por quê? Quero ficar ao seu lado, amor.

— A minha família está vindo agora. Depois conversamos, Lucy.

Lucy — Liam, não pode fazer isso comigo! Sua família deve me aceitar. Estou cansada deles sempre fazerem de tudo para nos separar.

Ela me segue dentro do closet. Coloco uma camisa.

Lucy — Liam!

— Lucy\, faz o que estou te pedindo. Conhece meu avô. Para ficarmos juntos\, temos que fingir que estamos separados. ***Coloco minhas mãos em seu rosto...***

Lucy — Para aquela garota roubar o meu lugar? Tira as minhas mãos do seu rosto...

— Aylla não vai roubar o seu lugar...

Lucy — Ela está apaixonada por você, e parece que gosta disso. Fala a verdade, Liam, nunca tocou nessa garota?

Engulo seco, tento disfarçar...

— Não! Por que essa implicância agora?

Lucy — Eu tenho medo de te perder.

— Não vai, vou pedir para o motorista levar você.

Lucy — Vou esperar no apartamento.

Ela desce as escadas rapido e a vejo entrar no carro e vou até o quarto de Aylla para avisá-la. A cama está arrumada, o perfume doce e suave dela está em todo o quarto. Isso me faz lembrar da nossa noite, alguns fragmentos da sua pele macia...

— O que você pensa que está fazendo, William? Pensa na Lucy! É ela que é a mulher da sua vida. — em poucos minutos. Ouço vozes vindo de baixo. Conheço bem os donos dessas vozes. Apareço bem na hora, beijo a bochecha dela para acalmá-la. Admiro o seu rosto sem maquiagem Aylla tem traço angelical ela é linda. Enquanto ela foi tomar um banho, fomos ao escritório meu avô e meu pai querem conversar comigo.

— então o que de tão urgente para invadir a minha casa.

George — Pensei que fosse mais esperto William, mas é um fraco apaixonado. Porque continua vendo aquela vagabunda.

— Vovô não fale assim de Lucy!

James — o seu avô tem razão, ela não é mulher para um Koch. Isso vergonhoso para nossa família.

— isso é absurdo, Lucy não nasceu no berço de ouro, mas é uma mulher com dignidade...

...O meu avô solta uma gargalhada......

George— Conheço muito bem uma vadia, eu não vou permitir que use meu dinheiro com aquela golpista, farsante e vag...

Não deixo ele terminar de falar a palavra...

— Chega! Lucy é a mulher que amo!

James — Tem uma esposa linda, deveria tentar fazer esse casamento ser real William. Não ficar correndo atrás daquela mulher que não é do nossa classe social.

George — já estão fazendo um ano de casados já deveria ter feito um filho com ela. Os Pritzker vão cobrar um neto herdeiro.

— Vou cumprir o prazo falta apenas seis meses e não vou ter filho nenhum com essa garota.

George — É isso ou é fora da presidência. Se essa mulher que você tanto diz ter dignidade, se ela tivesse realmente, não estaria a sendo sua amante! Porque isso que ela é.

James — Filho escuta, os Pritzker ajudam nos negócios. Um neto seria bom, para nós.

Solto um sorriso irónico e balanço a cabeça negativamente.

— Estou cansado de fazer o que pedem. Deixa eu viver a minha vida!

George — Então vai viver, o seu irmão assumirá os negócios.

— Max não quer saber, ele já tem a própria empresa.

George — o seu irmão está chegando hoje. E pode se preparar porque sairá escorraçado da minha empresa com aquela sua ordinária!

— Não faria isso vovô…

George — eu faço, não vou permitir que manche o meu nome.

Engulo seco, não posso perder a presidência e nem a Lucy...

— ok, falarei com Aylla para temos um bebê. E a decisão dela, não a minha.

George — ótimo, prepare as malas que hoje iremos para a casa de campo. Os avós de Aylla nos encontrará lá. E vamos receber o seu irmão que está voltando.

— vovô eu não posso tenho muito trabalho.

George — Não aceito, não, como resposta e nada de ligar para aquela mulher. E não esqueça de comprar um presente para Aylla hoje é o aniversário de casamento de vocês, toda mulher gosta disso.

Confirmo com a cabeça e saio do escritório furioso. Como eles podem querem controlar a minha vida, já sou um homem. Se Lucy descobrir que a minha família está me pressionado para ter um filho, ela pode-me deixar. Tenho que arrumar um jeito dela não descobrir.

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AYLLA

Tomo um banho demorado, quando saio do banheiro Abigail está 8sentada na ponta da minha cama.

Abigail — espero não incomodar a minha querida, vou ser rápida. Tomei liberdade e pedi para Marta preparar a sua mala, vamos para a casa de campo os seus avós também vão.

— Assim do nada? Por quê?

Abigail — William não contou?

— Não...

Abigail — o meu filho está chegando do exterior, irei fazer uma festa para recebê-lo.

— O irmão mais novo do William.

Abigail — sim\, estou muito feliz... ***Ela começa a falar com entusiasmo dele\, a verdade é que nunca vi o filho mais novo do Koch\, até fotos dele não tem na mansão. A única coisa que sei é que ele se afastou da família e abriu a sua própria empresa e morar no exterior. Não sei o motivo\, e o nome dele. A família Koch não fala sobre ele.

...ΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩ***...

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