Adam
Cheguei do trabalho e não vi minha mãe no meu apartamento.
- Dona Carmem onde está minha mãe?
- Ela saiu menino. Mas disse que era rápido e já voltava.
Eu mal tinha recebido a resposta da dona Carmem, e minha mãe entrou pela porta.
- Passeando dona Júlia?
Ela veio até mim e me deu um beijo na testa.
- Hummmm, está cheiroso meu bebê.
- Affs mãe. Tomei banho né. E a senhorita estava aonde?
- Fui tomar um café com a doce Mavi.
- Doce Mavi... Sei mãe. Você já não tinha encontrado essa garota hoje de manhã? Por que foi ver ela novamente, e no mesmo dia?
- Tive uma ideia quando estávamos conversando no seu escritório lembra?_ balancei a cabeça sinalizando que lembrava. - Então querido. Mavi é fisioterapeuta, e eu pensei em contrata-la para vir fazer as sessões com você.
- Se ela vir aqui em casa ou no escritório para fazer seu trabalho, por mim pode contratar.
Na verdade eu não estava entusiasmado com fisioterapia. Queria mesmo era não ter que fazer essa chatice. Mas se for aliviar um pouco as dores que venho sentindo, então que seja.
Então no dia seguinte a "doce Mavi", como chamou minha mãe, viria para eu conhece-lá e falarmos sobre seus horários.
Fui dormir cedo como tenho feito a bastante tempo, depois de me dopar de remédios para aguentar a dor e também para conseguir dormir, eu simplesmente apago.
Desde o acidente eu não consigo dormir mais direito. Então passei a tomar remédios para dormir. Numa dosagem que diria que estou ficando viciado. Não consigo dormir mais sem ser com o efeito deles.
No dia seguinte mantive minha rotina. A única que tenho na verdade. Me arrumei, tomei café da manhã e fui para empresa. Trabalhei, almocei na minha sala, como faço todos os dias, voltei a trabalhar. Tinha reunião, que fiz por vídeo. Era quase final do dia quando Lucas apareceu.
- Fala galã. Bravo comigo ainda?
Eu tinha dado uma bronca nele por ficar falando da minha vida para minha mãe. Não que eu não goste dos cuidados dela. Mas preciso que ela pense que eu estou bem, só assim ela volta a cuidar da vida dela, do seu trabalho, das minhas irmãs e do meu pai, que sei que sente falta da morena dele lá em Curitiba.
Mas ela preocupada comigo, passa mais tempo aqui em NY do que na sua casa. Ela vive por mim e esqueceu que tem uma família além de um filho.
- Deveria continuar para ver se você mantém essa boca fechada.
- Falei pro seu bem Adam. Mas agora, vim te convidar para a gente ir num barzinho depois do serviço. Vamos beber cara.
- Esquece que eu tenho que tomar vários remédios Lucas? Não posso consumir álcool. E hoje minha mãe marcou uma entrevista com uma fisioterapeuta lá em casa para mim. Daqui a pouco vou para casa.
- Verdade cara, esqueci os remédios. E essa fisioterapia aí? Vai voltar fazer? Fico feliz cara.
Lucas ficou mais um tempo conversando comigo. Eu segui para casa e ele para o tal barzinho.
Queria muito que ele não bebesse mais, depois do que me aconteceu. Apesar que Lucas é mais controlado do que eu era para bebida. Enfim, fui embora. Vamos lá conhecer a "doce Mavi", ou melhor, reencontrar depois de anos que não vejo.
A última vez que a vi ela devia ter seus 9, 10 anos, era uma pirralha ainda, que corria descalça pela fazenda com seus irmãos e primos. Eu já era um adolescente de 14 anos. Inclusive já tinha tido minha primeira experiência sexual naquela época. Depois desse dia, nunca mais vi a pirralha que usava maria chiquinhas.
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Atualizado até capítulo 56
Comments
ALINE ASSIS ♡♡♡♡
COMEÇANDO A LER AGORA ❤️
2025-03-13
2
Munique Silva Peçanha
Lindooo
2025-03-22
0
vanuza dantas
Nossa!!!!!
Isso q é homem bonito
2025-03-02
2