João Pedro…
Sou João Pedro Tavares, tenho 30 anos, formado em Direito e outros cursos especializados da polícia que fiz ao longo da jornada como policial. Sou perito em luta, tiro e investigação. Atualmente atuo como 1° tenente na polícia militar do Rio de Janeiro.
Sou um homem disciplinado, honesto, íntegro, corajoso, com capacidade de adaptação e compromisso com a ética e a justiça. Solteiro, por opção, gosto de curtir com mulheres que têm a mesma perspectiva que a minha. Sou perfeccionista tanto no trabalho, como em casa. Gosto das coisas bem feitas e organizadas.
Escolhi a carreira na polícia, por diversos fatores. Um forte desejo de servir à comunidade e fazer a diferença na vida das pessoas. Proteger os vulneráveis e garantir a segurança de todos. A imensa vontade de combater o crime e promover justiça, foi um motivador poderoso. A rotina de um policial é cheia de desafios e situações inesperadas, o que pode ser muito atraente para mim, que sempre busquei uma carreira ativa e emocionante, longe de uma vida monótona.
De todas as razões que me levaram a essa carreira, no fundo, a mais forte delas foi compromisso com a justiça e o desejo de contribuir para um mundo melhor, nos tempos em que estamos vivendo atualmente.
Tenho 1,90 de altura, pele branca, olhos azuis, cabelos castanhos curtos, barba por fazer e corpo atlético. Meu passatempo favorito é praticar exercícios físicos, amo deixar o meu corpo na ativa.
Tenho apenas um melhor amigo, meu tio, que é chefe do FBI, o restante são apenas colegas de trabalho.
Estou solteiro por opção, só tive uma namorada em toda a minha vida e ela foi embora para estudar e nunca mais nos vimos. Eu era apaixonado por ela, gostava de sua companhia, mas quando foi embora, logo soube que estava se relacionando com outra pessoa e fiquei muito revoltado. Tudo bem, que já tínhamos terminado, mas até hoje desconfio de que ela me traiu com esse sujeito. Éramos muito jovens e, depois disso, passei a curtir a vida com mulheres que não desejam compromisso sério.
Há algum tempo, conheci Lia, ela é muito parecida comigo e foi a única com quem transei mais de uma vez. Ela é linda e gosta de uma foda selvagem, assim como eu.
Não faço estilo romântico e não acredito no amor, apenas no dos meus pais, os quais são exceções. Acredito que tudo nessa vida não passe de uma mera paixão ou atração.
Passei anos estudando e trabalhando fora, participei de missões no FBI, mas decidi voltar para o Brasil.
Amo o meu país de origem e a vida lá é muito agitada, mal temos tempo para sair e nos divertir.
Meus pais moram aqui, mas decidiram fazer uma lua de mel, para comemorar o aniversário de casamento, e estão viajando o mundo todo.
Estou quase enlouquecendo, por não ter tempo de organizar todas as minhas coisas, que continuam nas malas.
Minha mãe indicou uma mulher que trabalhou para ela por muitos anos, moradora de uma favela conhecida no Rio de Janeiro. Fiquei apreensivo, mas, considerando a quantidade de anos que ela trabalhou para a minha mãe, fez-me querer lhe dar uma chance. Não é que eu seja preconceituoso, mas trabalhar na corporação, nos faz ficar atentos em quem colocaremos em nossas casas, até mesmo nas pessoas com quem iremos nos relacionar. Já tive colegas mortos de maneira sórdida, que me lembra a história de Sansão. Por isso, sempre devemos estar atentos a tudo e a todos. O nosso pior inimigo pode morar ao lado e dormir na mesma cama que nós, como dizem meus pais.
Minha mãe fez questão de vir até o Rio de Janeiro, só para que tudo desse certo com a tal moça. Confesso que já havia até me esquecido de que teria que entrevistar a moça.
Saí bem cedo para trabalhar e deixei tudo por conta da minha mãe, ela me conhece bem, sabe do que gosto e do que não gosto. Portanto, é a única pessoa que confiaria para estar no meu lugar para essa entrevista.
Estamos com uma missão importante, invadir todos os morros e eliminar esses meliantes de quinta. Não admito falhas e por isso, estou estudando cada movimento do lugar, cada detalhe conta, principalmente quando se trata de ter pessoas inocentes no meio de tudo.
Quando passamos numa rua próxima ao morro do Vidigal, porr@, vi uma mulher tão linda, que toda a minha estrutura ficou balançada. Observei cada detalhe do seu rosto angelical, como se estivesse descobrindo uma obra de arte rara. Seu corpo escultural parecia ter sido desenhado à mão, de tão perfeito. Seus lindos cabelos loiros longos pareciam ouro brilhando diante do sol.
Não sei explicar o que senti, mas o meu olhar fica preso naquela beldade e meu membro duro como pedra.
O tempo pareceu desacelerar, trocamos olhares com uma forte intensidade, seu rosto delicado ficou corado, a deixando ainda mais linda.
Assim que o carro segue seu percurso, virando por outra rua, volto meu rosto para dentro e balanço a cabeça, afastando todos os pensamentos e reações do meu corpo.
O policial que estava comigo faz um comentário que me irrita de maneira assombrosa.
— Essas faveladas são gostosas pra c@cet@, pena que são marmitas desses bandidinhos de merda!
Não rebato o seu comentário, mas cerrei os punhos e o maxilar, contendo uma raiva inexplicável que se instalou dentro de mim.
Depois desse fato, não vi mais aquela garota e não negarei que ela ficou nos meus pensamentos.
Ontem fui até o hotel de Lia, aquela maluca quer que invadir o sistema do FBI, algo impossível de ser feito, mas se suspeitaram do que pretende, pode ir presa. Não comentei que meu tio trabalha no FBI, porque é algo sigiloso.
Pela primeira vez na vida, não tive vontade de transar nem com ela e nem com ninguém.
Voltei para casa e tive uma noite tranquila de sono.
Acordei bem cedo, fiz a minha higiene pessoal, me troquei e fui até a cozinha. Preparei uma vitamina caprichada e corri.
Uma hora de corrida, voltei e fiz algumas séries de abdominais, flexões e depois encerrei com alguns exercícios de alongamento.
Tomei um banho, enrolei a toalha na cintura e saí do quarto secando os meus cabelos com outra toalha.
Meus olhos foram na direção de uma mulher, com o vestido de uniforme de empregada, com um coque bem feito e a bunda virada para o meu lado.
Meu p@u pulsou e endureceu na hora, com aquela bunda perfeita na minha direção.
A mulher estava distraída, olhei mais um pouco e pigarrei para chamar a sua atenção.
Quando ela se vira, não posso acreditar no que os meus olhos veem.
Se trata da mesma garota do outro dia, eu reconheceria aquele olhar até numa densa escuridão.
Seu rosto imediatamente cora…
— Se… senhor… me desculpe! — diz cobrindo os olhos e virando o rosto para o lado. — Pensei que já tivesse ido trabalhar… sua mãe disse que…
Ela engasga nas palavras e eu acho engraçado a situação.
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Atualizado até capítulo 129
Comments
Josigg Gomes Galdino
Bruce, deu para entrar em outra história, não estou gostando dessa reciclagem ♻️ de primas ,ele transa com Lia,e agora vai ficar com a Tati
2025-03-12
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joana Almeida lima
Se ele for o mesmo cara da polícia que ficou olhando pra Tatiane, tomara que não fique afim dela pois seria chato ficar com o cara que transa sem compromisso com s prima. Tomara que seja outro cara que Tati irá trabalhar na casa dele.
2025-01-29
1
Rosângela Pereira
Droga tinha que ser logo o peguete da prima!
2025-01-17
2