* Celeste Venturi *
Leandro se aproximou lentamente, os passos silenciosos e determinados, como se cada movimento fosse cuidadosamente calculado. O ar entre nós estava espesso, pesado de tensão, e eu podia sentir o calor crescente que emanava dele, como se a proximidade já fosse capaz de me consumir por completo.
Ele parou na minha frente, seu olhar fixo no meu, os olhos azuis escuros brilhando com algo que eu não sabia identificar. Sua mão levantou, tocando delicadamente o meu rosto, a pele fria contrastando com o calor do corpo dele. Sua respiração estava mais pesada agora, o tom de sua voz mais suave, como se estivesse se permitindo se entregar a um desejo reprimido.
— Piccolina... — sussurrou, carregado de algo que eu não conseguia compreender totalmente. Ele se inclinou, os lábios se aproximando dos meus, tocando-os com uma suavidade inesperada, quase como se testasse minha reação, como se esperasse que eu fosse a primeira a ceder.
O beijo foi suave, exploratório, e algo em mim começou a derreter com a sensação dele, seus lábios macios sobre os meus. O toque era leve, como se ele temesse romper algum limite, mas, ao mesmo tempo, havia uma urgência no jeito com que ele se aproximava. Eu poderia sentir a tensão dentro dele, a necessidade contida que ele estava tentando controlar.
Aos poucos, seus lábios se abriram, e ele aprofundou o beijo, a língua deslizando com delicadeza, pedindo algo mais. Meu corpo reagiu, o calor aumentando à medida que ele se aproximava mais, seu peito pressionando contra o meu. O toque de suas mãos no meu pescoço foi suave, mas firme, como se ele quisesse me manter ali, junto a ele, sem espaço para fuga.
Ele me puxou para mais perto, a urgência se tornando mais palpável, mais intensa. Cada movimento parecia calculado, mas também cheio de uma necessidade crescente que ele não conseguia mais conter. O beijo que começou suave foi se tornando mais profundo, mais urgente, como se estivéssemos testando os limites de algo que já havia ultrapassado qualquer controle.
Cada segundo que passa sinto minha pele se esquentando o gosto do Leandro na minha boca e seu perfume da minha narina, ele continuava me beijando velozmente com necessidade, descia suas mãos até minhas pernas levantando me com facilidade, rapidamente prendo minhas pernas em volta dele, enquanto segurava o seu pescoço, Leandro com um movimento nos leva até a cama colocando-me em cima dos lençóis, ficando por cima imprensando meu corpo enquanto sua boca invadira a minha. Meu coração acelerando a cada toque fazendo minha pele sentir calafrios, logo Leandro para o beijo passando a língua no meu pescoço enquanto descia, com sua mão direita segurou meu pescoço com uma força que fazia sentir dominada, descendo sua língua em meu corpo, chegando na minha parte íntima Leandro dá uma pausa, levantando sua cabeça analisando meu rosto com uma expressão séria, mas diferente das outras vezes.
— Abre suas pernas para mim. — diz ele com um tom de ordem.
Eu obedeço, abrindo as pernas devagar sentindo um nervosismo, logo ele começa a tirar minha calcinha, deixando minhas partes a mostra, ele joga minha calcinha para um lado da cama enquanto me admirava, abrindo-as mais e mais, logo depois ele abaixa sua cabeça, começando a passar a língua na minha vagina, sentir meu sangue pulsando, uma sensação que nunca sentirá na vida, era relaxante e ao mesmo tempo inquietante, fazendo eu soltar gemidos baixos. Logo Leandro começou a aumentar seus movimentos fazendo eu enlouquecer de prazer, sua rapidez fazia sentir possuída por ele estando fora de mim, segurei nos lenções sentindo uma vibração na minha parte íntima, parecia que meus pulmões pegava todo o ar enquanto eu gemia sentindo meu corpo se esquentar cada vez mais, até que finalmente sentir algo que nunca sentirá antes. Por cinco segundos o mundo pareceu parar, fazendo eu só sentir aquela onda de sentimento e prazer, levei minha cabeça para trás apoiando melhor no travesseiro, apertando os lençóis cada vez mais, até que finalmente meu corpo relaxou passando a sensação e dando um alívio.
— Você é muito gostosa, principalmente gozando em minha boca. — Leandro se levantou da cama com um movimento lento e firme, sem desviar o olhar de mim. Com calma, levou as mãos até os botões da camisa e, um a um, os desfez, deixando o tecido escorregar pelos ombros até cair ao chão. Ao se revelar por completo, fiquei sem fôlego, observando cada detalhe de seu corpo esculpido, marcado por tatuagens que eu jamais havia visto. Os desenhos enigmáticos destacavam-se em sua pele, cada linha e curva parecendo contar uma história oculta, como se guardassem segredos que ele nunca havia revelado a ninguém.
Minha respiração acelerou, e senti um desejo ardente tomar conta de mim. Meu olhar seguia cada movimento dele, hipnotizada pela força que exalava. A proximidade de Leandro, com toda aquela intensidade contida, me fazia perder o controle das emoções, e percebi que meu corpo reagia a ele de uma forma que nunca havia experimentado.
Leandro deu um passo à frente, com um leve sorriso no canto dos lábios ao perceber meu olhar fixo em seu corpo.
— Gosta do que vê, piccolina? — ele murmurou, a voz rouca, carregada de uma confiança provocante que fez meu rosto esquentar no mesmo instante.
Senti meu rosto corar enquanto desviava o olhar, tentando controlar a súbita timidez que tomava conta de mim. Mas, ao mesmo tempo, sabia que ele tinha notado o impacto que causava. Meu coração batia tão rápido que parecia ecoar no quarto, e, mesmo envergonhada, não consegui conter um leve sorriso ao responder baixinho:
— Talvez...
Leandro deu mais um passo na minha direção, até que chegou à beira da cama, o olhar fixo em mim com uma intensidade que fazia meu coração disparar. Sem hesitar, subiu na cama, se posicionando sobre mim com um olhar determinado e penetrante. O peso e a presença dele ali tão perto aumentaram o calor que já dominava o ambiente. Ele apoiou uma das mãos ao lado do meu rosto e, aproximando nossos corpos com uma precisão quase calculada.
Seus lábios voltaram a encontrar os meus, mas agora com uma intensidade ainda maior, como se cada movimento fosse uma promessa silenciosa. Eu sentia a respiração dele contra minha pele, o toque firme das suas mãos, e uma parte de mim se rendia completamente, submersa naquela sensação avassaladora.
Leandro parou o beijo com tranquilidade, tirando suas calças com facilidade, logo após sua cueca também deixando seu membro para fora, era grande um pouco rosado com veias estufadas, mostrando uma brutalidade, não conseguia tirar os olhos desejando aquilo dentro de mim, mas ao mesmo tempo preocupada em não caber.
— Isso não vai caber dentro de mim, Leandro. — Digo envergonhada enquanto Leandro olha para mim mostrando um sorrisinho de lado provocador.
— Não se preocupa Celeste, vou fazê-lo entrar nessa sua bucetinha. — Leandro me envolveu com firmeza, trazendo nossos corpos para mais perto enquanto se posicionava sobre mim, os olhos fixos nos meus, intensos e profundos. Senti o peso dele, uma mistura de segurança e desejo que aumentava a cada segundo.
Olhei ele descendo sua mão para segurar seu membro, tendo em mão começou a colocar na entrada da minha vagina imprensando com um pouco de força, fazendo-me segurar seus ombros com firmeza. Logo sentir algo tentando entrar dentro de mim, uma ardência veio logo em seguida, com isso gemi um pouco, sentindo finalmente dentro. Aquela dor inicial, inesperada e aguda, me fez prender a respiração. Era algo que eu não sabia exatamente como lidar, mas me forcei a relaxar. Leandro percebeu e me olhou nos olhos, a intensidade dele parecia aliviar um pouco a apreensão. Ainda sentia o desconforto, mas havia algo na maneira como ele me tocava, na segurança que passava, que tornava tudo suportável, quase reconfortante.
— Que buceta gostosa que você tem minha piccolina — diz ele no meu ouvido.
Meu corpo parecia dividido entre a dor e uma nova onda de sensações mais suaves, uma entrega que eu mal conseguia explicar. Sentia que estava perdendo o fôlego, mas de uma forma que eu sabia ser o começo de algo que iria além daquele momento. Era intenso e transformador, como se parte de mim fosse deixada para trás e outra parte finalmente surgisse.
Depois daquele momento inicial, ele começou a se mover devagar, quase como se estivesse esperando meu corpo se adaptar, e aos poucos a dor foi dando lugar a algo mais suave, uma sensação que ia além da dor e me envolvia. Os movimentos dele foram se tornando mais profundos, mais intensos, e, a cada toque, sentia um calor novo crescendo em mim, um misto de prazer e alívio que parecia ganhar força com o ritmo dele.
Conforme o tempo passava, os movimentos se tornavam mais intensos, e era como se ele soubesse exatamente o que fazer para me fazer esquecer qualquer resquício de dor. Eu me deixava levar, sentindo cada onda de prazer se intensificar. A cada nova investida, parecia que estávamos mais conectados, nossos corpos em perfeita sintonia, até o ponto em que toda a apreensão havia desaparecido, substituída apenas pela intensidade do momento.
Os movimentos de Leandro se tornaram mais intensos, cada um deles enviando uma onda de calor insuportável que parecia consumir todo o meu corpo. Os gemidos saíam cada vez mais altos, como se eu não tivesse controle, uma resposta involuntária a cada toque que ele me dava. Era uma mistura de desejo e tensão, uma energia densa que parecia encher o quarto, e eu me sentia completamente perdida nele, como se tudo ao nosso redor tivesse desaparecido, como se fosse impossível voltar atrás.
Ele aumentou o ritmo, e meu corpo respondeu de uma forma que nunca imaginei. Cada célula vibrava, cada músculo se contraía, e a intensidade crescia, cada vez mais. Eu me segurava nele, o calor se tornando quase esmagador, até que a tensão finalmente se quebrou, liberando toda aquela sensação que eu mal sabia que podia existir um dia. Senti o corpo de Leandro se enrijecer também, em meio aos movimentos finais, ele alcançava o ápice depois de mim, liberando-se um liquido dentro de mim. Um calor profundo me preencheu, e um arrepio percorreu minha pele, como se algo invisível nos conectasse de forma irrevogável. Naquele instante, o mundo pareceu silenciar ao nosso redor, e fiquei ali, sentindo o calor dele se mesclar ao meu próprio, nossas respirações se acalmando aos poucos enquanto absorvíamos a intensidade do momento.
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Atualizado até capítulo 140
Comments
Thainan Santana
essas estórias que submetem mulheres a fazer tudo que os homens querem é elas ainda se apaixonam por eles é deprimente. não estou criticando a aurora que por sinal escreve muito bem, mas me deixa tão triste ver essas estórias. acho que eu odiaria meus pais pro resto de minha vida se me obrigasse a isso. é praticamente um estupro
2025-03-18
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Fátima Ribeiro
é.
foram bem.
e agora vamos aguardar pra saber como será.
2024-12-03
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Marcia Cristina Carneiro
concordo plenamente com VC colega 19/11/24/
2024-11-20
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