Maria Elisa Mattos.
Não sei o que pensar, o jantar foi delicioso, a companhia falante, eu vi como ele me encarou a noite toda, e isso fez eu ficar toda molhada.
Mas ele foi um lorde, me comeu apenas com os olhos, pareceu sincera suas respostas.
Agora estamos aqui, sentados na sua enorme sala, estou muito confortável no sofá preto, a lareira está acesa e estou na terceira taça de vinho.
— O que realmente quer? Pare de rodeios!
Digo e ele também com sua taça de vinho, sorri enquanto beberica um gole da bebida.
— Você é perspicaz, gosto disso em você!
Ele se endireitou, colocou a taça na mesa de centro, abriu os botões das mangas da sua camisa branca e dobrou.
— Eu nunca paguei para transar! E sei que você não faz programa, mas gostaria de fazer uma proposta.
Coloquei a minha taça na mesa de centro, e cruzei minhas pernas, com as mãos no colo agora
— Que tipo de proposta?
Eu o encarei firme e cética.
— Meu gosto é peculiar, e adoraria foder com você, te ensinar sobre meu mundo. Em troca posso pagar por exclusividade, por tempo indeterminado, você não teria que dançar para mais ninguém.
Esse homem me deixa confusa, parece uma proposta que inclui dinheiro, mas não para mim, para minha cafetina.
— Se eu não quiser?
Ele sorriu, e isso foi lindo, o cara é gato.
— Vai dançar para mim de qualquer jeito, mas podemos nos divertir muito mais, posso te dar quantos orgasmos aguentar!
Minha calcinha já é uma piscina nesse momento.
— Você diz essas coisas com uma facilidade!
Disse e peguei a taça ainda com dois dedos de vinho
— Adoro te fazer corar!
Ele disse e se levantou, e se aproximou de mim.
— Sua companhia foi excelente nesta noite, me deixou de pau duro do início ao fim, mas se preferir posso te levar para casa.
Assenti, apertando minhas pernas para tentar aplacar o fogo entre elas.
— Por favor. Pensarei nessa proposta maluca sua.
Ele sorriu e estendeu a mão para me ajudar a levantar, e com meu casaco nos braços peguei sua mão
Entramos no elevador e ele apertou o botão do subsolo, ele ficou atrás de mim.
Pelo espelho eu via seus olhos, pareciam desenhar meu corpo
Me virei e o encarei
Sua boca tomou a minha, e nossas línguas digladiaram, é uma luta perdida para mim, esse homem é uma perdição. Sua mão direita agarrou o cabelo na minha nuca
Quando sua mão esquerda apertou minha bunda ele gemeu, me apertando contra ele, foi então que o que vi a noite toda eu senti, seu pau estava tão duro e ele esfregou em mim com ferocidade
— Te foderia agora, mas prometo ser um lorde está noite!
Eu sorri em seus lábios
— Quem disse que quero um lorde?
Ele apertou o botão de parada do elevador.
Abriu o zíper da calça, liberando seu lindo pau grosso e me ergueu, colando minhas costas na parede gelada do elevador, puxou de lado minha calcinha e entrou rápido, eu gritei
— Que boceta gostosa!
Ele foi de zero a cem, em segundos, estava tão rápido e socava cada vez mais forte, senti meu orgasmo chegando, eu gemia e pedia mais como uma gata no cio
E ele me obedeceu. Depois que gozei, ele me soltou e eu me ajoelhei, mesmo com as pernas bambas, seu pau estava brilhando com meu gozo.
Abocanhei e chupei, sentindo meu gosto, ele gemia gostoso enquanto sugava forte, e o masturbava, ele gozou na minha língua e eu engoli. Nunca imaginei fazer algo parecido.
Vi a admiração que ele me encarou, e isso foi muito sexy.
— Vou te levar para casa!
Me ajudou a me levantar, se ajeitou e apertou o botão do elevador
O motorista estava esperando no carro, fomos os dois atrás, assim que parou em frente o apartamento ele segurou minha mão
— Até mais!
E me beijou, quase o agarrei de novo, o beijo desse homem me faz perder as estribeiras, eu não sou eu mesma com ele, sou a Mali.
...
— Como está linda!
Marcos, que deveria estar com Juliana, está andando pelo apartamento.
— O que faz aqui? Onde está Juliana?
Ele se sentou no sofá.
— O Jason está com ela hoje, você não vai precisar mais dos serviços dele por enquanto.
Eu estava parada no meio da sala, e ele pareceu vir do meu quarto.
— Isso não responde minha pergunta!
Ele sorriu e bateu a mão no sofá, como se estivesse me chamando. Eu não me mexi.
— Qual é gata, não precisa ter medo de mim, do Jason, sim, ele não está gostando nada de você estar indo até a casa do magnata.
Eu bufei, e abracei minha bolsa.
— Amélia me mandou ir até lá, e Jason e eu não temos nada, foi só um momento de loucura.
Ele riu e se levantou, vindo em minha direção
— Ele sabe?
Ele piscou e passou por mim, indo direto para a porta da saída.
— Até mais, docinho!
Abriu a porta e saiu.
Fiquei estatística por alguns segundos, pensando no que ele acabou de me dizer, e o que ele poderia estar fazendo aqui.
Corri até meu quarto, e meu closet estava aberto. Minhas coisas estavam remexidas, nada tão explícito, mas sou eu que arrumo, então sei bem onde e como está tudo.
Abri minha bolsa e meu passaporte ainda está comigo.
— E se ele tivesse encontrado?
Não posso dar bobeira, ou vou me dar mau nisso tudo.
...
— Bom dia.
A voz de Juliana me tira de um sonho perturbador, onde eu estava algemada nua e servia uma fila de homens, que se aproveitavam, enquanto Amélia gargalhava e contava montanhas de dinheiro.
— Oi, como foi sua noite?
Ela sorriu, e se sentou ao meu lado com uma bandeja com croissant, café e mamão.
— Robert foi me ver de novo.
Pobre coração, ela que disse para não me iludir, está caindo como um patinho.
— Você vai ir ver ele hoje, não vai?
Ela assentiu sem parar. E eu apenas a encarei incrédula.
— Sei que é impossível um cara desses gostar realmente de mim, mas vou viver o momento intensamente.
— Ow minha!
A abracei forte, era o que eu também precisava, mas deixei o momento só para ela
— Que horas você vai vê-lo?
Perguntei e ela se afastou, limpando algumas lágrimas
— Ele me convidou para ir ao cinema, hoje é minha noite de folga. Quando é a sua?
Olhei confusa para ela, não discuti sobre isso com Amélia.
— Preciso ver com Amélia.
Ela assentiu e pegou a bandeja, e me sentei.
— Come, já está tarde. É quase duas da tarde, eu traria comida, mas acordar e tomar um bom café é o que você precisa.
— Até mais tarde, vou passar o dia no shopping
Ela saiu do meu quarto e eu fiquei ali, encarando minha bolsa. Preciso ir até um banco, urgente.
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Atualizado até capítulo 83
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