Maria - Aproveita que minha irmã veio ficar com meu pequeno, vou para casa. Irmã, me fala, você vem com Dr. Warlley?
Mariana - Sim, falo tudo que aconteceu desde ontem, a declaração de que foi me buscar em casa.
Maria - Vejo no seu olhar que gostou dele também, mas vejo medo, se abre comigo, sou sua irmã, já passamos por tantas coisas, além disso, sou sua amiga.
Mariana - Eu não consigo, eu carrego uma tristeza enorme, eu não mereço ser amada, ninguém vai me querer quando falo, fico calada.
Maria - Irmã, se abre comigo, não chora. A enfermeira leva o Brian para exames, aproveito e levo Mariana para a lanchonete.
Mariana - Maria me leva para a lanchonete, começo a contar tudo, não suposto a dor e tenho crise de choro.
Maria - calma, porque você não me falou, poderia ter lutado juntas contra ele.
Mariana - Eu não conseguiria, pois você já estava cheia de coisas, tinha Brian.
Maria - Você não teve culpa, se entregou por amor, ele que foi covarde com você, não chora, eu a abraço.
Mariana - E tem pior parte: eu fiquei com depressão, crise de ansiedade e pânico. Ontem eu tive crise, sinto a presença dele, fico com medo de não conseguir dormir direito.
Maria - Vamos fazer assim, você vai para casa e fico com Brian. Ele dormiu bem à noite e conseguiu dormir.
Mariana - Eu estou gostando do Warlley. Ele não vai me querer depois que eu contar para ele.
Maria - Se ele gosta realmente de você, ele vai te amar com sua ferida e acredito que amor cura tudo, até as feridas mais profundas.
Mariana - Obrigado por tudo, me sinto um pouco melhor.
Maria - Você precisa procurar ajuda. Pelo que entendi, você só foi ao médico quando morávamos no Brasil, precisa de ajuda psicológica.
Mariana - Eu tenho vergonha de contar essa história, pois eu me sinto culpada por ser tão ingênua.
Maria - Não se sinta culpa, como falei, você foi vítima daquele desgraçado, ele só te usou. Vou marcar uma psicóloga para você aqui no hospital.
Mariana - Não, o Warley, ele vai descobrir que ele é dono do hospital.
Maria - Mesmo que ele soube que você foi à psicóloga por ser dona de um silício médico, ele não pode falar, e como falei, se você estiver gostando dele, uma hora vi ter que contar.
Mariana - Acho que não vai dar certo, tenho meus traumas e somos de classe social diferente.
Maria - Enquanto existir amor, isso só destalhe, agora vai para casa e descansar.
Warley - Depois de algumas consultas, vou até o quarto ver o Brian, meu anjo. Quando chego lá, onde está Maria, acho estranho. Maria, onde está a Mariana? Ele me disse que iria ficar com Brian.
Maria - DR William, ela foi para casa, não sentia bem, ela me contou sobre você se declarar para ela, só peço que não a machuque. Ela já está ferida demais e já sofreu muito, não posso te falar, pois essa história é dela, só me promete que vai cuidar dela.
Warlley - Pode me chamar só de Warlley. Ela está bem.
Maria - Sim, está, sim, assim espero.
Warlley - Vim trazer os resultados de alguns exames do Brian, infelizmente não tenho boas notícias, seu coração está muito fraco, os medicamentos não estão ajudando, e ele começou a usar outros tipos de medicação agora, vamos esperar até uma semana, caso não melhores, vamos necessitar de cirurgia ou cateterismo cardíaco intervencionista. Isto pode ser de coração aberto e um tipo de cirurgia mais invasiva.
Maria - Meu mundo caiu, Warlley sair eu não consigo, aproveito que Brian está dormindo e saio do quarto com muitas lágrimas nos olhos, acabando esbarrando em alguém.
William - eu não sei, sinto uma paz quando eu estou perto do Brian e da Maria. Sinto uma necessidade de ir ver eles. Quando eu chego perto do quarto, a Maria está visivelmente abalada. Ela não me vê e acaba esparrando em mim, nosso olhar se encontra, sinto que já a vi em algum lugar. Se machuco, desculpa.
Maria - Não, eu peço desculpa, eu não olhei.
William - Aconteceu alguma coisa, Brian está bem?
Maria - Quando ele menciona o nome do Brian, eu lembro do Warlley, falou e tenho crise de choro.
William - Hei, calma, vem comigo até meu consultório.
Maria - Não posso, ele pode acordar a qualquer momento.
William - Vou pedir para a enfermeira ficar com ele.
Maria - Tudo bem.
William - Levo Maria até o meu consultório, ofereço um chá calmante, ela bebe e fica mais calma.
Maria - Não aguento mais ver meu filho nessa situação. Warlley me falou que seu coração está muito fraco, que os remédios não funcionam, ele vai precisar fazer uma cirurgia.
William - No caso dele, quanto foi diagnosticado, já estava com três anos, por esse motivo que seu tratamento não respondeu à medicação. Caso aconteça a cirurgia, meu irmão e melhor, vocês estão em boas mãos.
Maria - Muito obrigada pelo carinho, acho que estou melhor, não posso fraquejar agora, meu filho precisa de mim.
William - Vamos, eu estava indo lá visitar ele, gostei muito dele. Oi, campeão, está muito dorminhoco hein, trouxe um jogo para jogarmos, você topa?
Brian - Sim, gostei muito de você. Parece o titio que aparece nos meus sonhos, são dois, outro meu papai, só que ele está triste, não consigo ver seu rosto, minha mãe falou para pedirmos ao papai do céu para mandar ele para a gente para podermos curar seu coração.
Willian - Maria faz sinal após me explicar. Sinto um amor por essa criança, não sei explicar, fico bom tempo com ele, depois tenho alguns pacientes para visitar.
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Atualizado até capítulo 68
Comments
Irene Correa
olha gente não somos perfeitos,mas eu estou conseguindo ler e entender a escrita e a história dela, se vcs não estão gostando, é só parar de lê e parem de criticar, nem Jesus Cristo agradou a todos, como nós reles mortais vamos conseguir 😔😔😔 é por isso que dizem o ser humano é difícil de lidar e entender,🌹🌹🌹🌹🌹
2024-08-25
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Maria Araújo
Concordo plenamente a estória está muito boa estou entendendo bem autora não se preocupe com as críticas só faz eles descobrirem logo que são pai e filho e não deixa aquela desgraçada separar eles acaba logo com ela
2024-11-18
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Cleusa Maria Pereira
Dificil entender as palavras, está trocando até o nome dos protagonistas
2025-01-20
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