Helena,
Assim que ele sai, vejo a menina descendo as escadas toda torta, lembro dela, é uma das meninas que trabalha na Nora. Ela se senta na mesa e começa a tomar o café da manhã.
— Por que ele me chamou, se você está aqui? — Não sei se devo falar para ela sobre a gravidez, então só dou de ombros, fingindo não saber. — Eu já estive aqui antes, e de todos os dom que eu já fui, ele é um dos piores. Não vou me sentar direito por uma semana.
Olho para como ela está sentada e a vejo de lado, sem se apoiar totalmente na cadeira. Ela termina o café e vai embora. Ela pode sair sem ele permitir? Por que só eu que tenho que ficar presa aqui?
Fico com isso na minha cabeça o dia todo e quando chega a noite, ele vem com uma mulher na coleira. Ele sorri e me chama com o dedo.
— Dessa vez você vai ver tudo de pertinho. — ele leva a mão no bolso e tira a minha coleira dele. Vejo que até o meu nome ele gravou. Me viro de costas e ele a coloca em mim, e sai puxando nós duas até o quarto Igry. — Você se senta ali, Rose.
Ele solta a minha corrente e eu me sento na cadeira. Já a menina, ele retira toda a roupa dela e a coloca no shibari, de cabeça para baixo. Vai até os equipamentos e pega algumas palmatórias, e vem até a mim.
— Escolhe uma. — passo os olhos na quantidade de palmatórias que ele tem e levo a mão em uma que parece um cinto sobrado, mas tem alguns furos metálicos. — É o meu preferido.
Ele coloca as palmatórias do meu lado e vai até a menina. Ele a roda e quando ela para, ele começa a dar várias palmadas entre a intimidade e o ânus dela. Seus gritos ecoam pelo quarto e eu viro o meu rosto para o lado.
— Não, não, Rose, olhe para cá, não desvie o olhar. — Isso para mim é outro tipo de tortura, me obrigar a ver ele torturando outra garota.
Ele dá palmadas em cima de palmadas, até a pele dela ficar bastante vermelha. Ele a retira da shibari e a coloca na cama, de bruços.
— Venha, Rose, fica aqui do meu lado para ver tudo. — Ela era pequena, mesmo aparentando ter idade mais avançada. Ela praticamente sumiu quando ele se deitou sobre o seu corpo, se esfregando como um cachorro no cio.
Ele se levantou, abriu as pernas dela ao máximo que pode e ficou de joelhos na sua frente. Ele segura uma das pernas dela com uma das mãos e com a outra vai direcionando seu pênis até o ânus dela.
— Vou comer teu cü primeiro, pois parece que nunca deu ele a ninguém, posso até sentir as preguinhas com a cabeça do meu päu.
Ela parecia estar em treinamento na Nora, pois ela até tentava aceitar as investidas dele, mas dizia não para algumas coisas.
— Não, eu não dou o meu cü, só a minha bøceta. Eu falei isso para a madame Nora.
— Infelizmente, eu não sou a madame Nora. — ele se debruça e pega o pote vermelho de ky, e passa no seu pênis. — E eu paguei caro para ter uma noite só com você. Então, aguenta aí, que minha røla tá entrando.
Ele voltou a posicionar seu pênis na entrada do ânus dela, e ergueu seu corpo para ficar na altura do encaixe, puxou o corpo dela para ele e a coitada deu um grito que faltou desmaiar.
— Desmaia não, não tem graça assim. A Rose desmaiou no primeiro änal dela, e eu não gostei nada. — Ela olha para mim, e eu a olho com pena.
Só tinha entrado a metade, e ele empurrava cada vez mais, e mais ela se debatia com a dor. Quando ele chegou no fundo, ele ficou parado, enquanto alisava as suas costas. Ele não se importou se ela estava chorando pela dor, tudo que lhe importava era o prazer dele.
Olho para ela novamente, que agora parou de gritar, provavelmente desmaiou. Ele se debruça mais sobre o seu corpo e, sem mexer seu quadril, começa a dar vários tapas em seu rosto. Como ela não acordava, ele sai de dentro dela, a vira de frente, levanta as suas pernas e mete seu pênis de novo até o fundo do seu ânus.
Com as mãos, ele começa a beliscar os seios dela com força, e ela começa a voltar à consciência.
— Não é para desmaiar, droga. Sei que vocês gostam quando um macho come vocês com vontade, e eu sou seu mestre, tem que aguentar. — ele ergue mais o corpo dela e, sem freio nenhum, começa a føde-la com força.
Ela chora, se debate e desespera. E quando a mão dela vai até o braço dele e começa a arranhá-lo para que ele pare, ele pega as mãos dela e coloca em cima da sua cabeça, e aperta segurando só com uma mão. Com a outra, ele começa a dar tapas na cara dela, enquanto fala que só ela pode ser machucada.
O quadril dele se move rápido, enterrando cada vez mais para dentro dela. Fecho os meus olhos para não ver, mas ele dá um tapa na minha cara e manda eu olhar, ou vou ser eu a ficar no lugar dela.
Ele abre as pernas dela mais e empurra com tudo de uma vez, e ela berra, me deixando assustada com tudo isso. Olho para baixo e vejo o pênis dele saindo com algumas linhas de sangue. Não sei se pela virgindade tirada ou pela força brutal que ele está fazendo com ela.
— Vai, diz que ama o teu mestre, diz que ama como eu te fødo... Fala, karalho.
— Eu te amo, meu mestre, eu amo como você me føde. — as palavras dela não são proporcionais com os seus sentimentos, pois está na cara que ela fala só por obrigação. Cada vez que ele mete mais para dentro, uma lágrima rola dos seus olhos. Não suportando mais ver essa tortura, me levanto para sair do quarto.
— NÃO SE ATREVA A SAIR SEM A MINHA PERMISSÃO, ROSE, OU EU VOU ABORTAR ESSA CRIANÇA COM O MEU PÄU. — Ele berra, como se estivesse com raiva por eu ter me levantado. — Volta aqui, agora, e veja até o fim.
Volto e me sento na cama, fechando a minha mente para o que ele está fazendo com ela. Ele fica olhando para mim e com isso, ele vai cada vez mais rápido, até parar, enfiando tudo dentro dela e gozando como um louco...
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Atualizado até capítulo 96
Comments
lary
pra ela se apaixonar por ele, ele precisa passar por uma transformação total, ninguém em sua sa consciência vai amar uma coisa ruim como ele
2024-07-16
240
Veranice Zimmer Ferst
gente pelo amor de Deus que ele morto pufavor isso é muito não tenho palavras estou em choque que Deu me perdoe mais isso está me deixando com raiva da autora pufavor escreva que ela vai fugir dele pra muito longe pq não vai superar se eles ficam juntos por que e isso acontece eu não leio mais nada 😢😢😢😢😢😢😢
2024-11-11
0
Ivanilde T. Serra
Quero saber o que causou esse ser doente como ele é, isso não é normal. Temos que saber a história dele.
2025-01-03
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