A torre.

Como pode um dia ficar tão ruim assim ? Eu literalmente acabei de chegar e tudo já foi por água abaixo. Perdi uma aula, estou com um corte na testa, estou dolorida demais para conseguir me manter sobre os sapatos que vieram junto ao uniforme da academia. E olha que ele é bem confortável.

Suspiro. Eu não posso perder aquela aula, talvez se eu falar com o professor ele possa me dar a oportunidade de continuar em suas aulas de alguma forma.

Eu não posso desistir!

Um vento forte sopra, assanhando meu cabelo, e me fazendo parar de andar e me encolher de frio. Olho na direção de onde veio e sou tomada pelo cheiro de mar que o vento trazia enquanto descia pelas escadas que subiam para cima.

— Onde é esse lugar? — me pergunto enquanto começo a ir em sua direção, subindo degrau por degrau.

É um caminho escuro e estreito, iluminado por um cadelabro único que fica pendurado no topo da torre. Achei por um momento que me cansaria, mas até que foi bem rápido de chegar aqui.

Uau, parece tudo tão bonito... Posso ver o mar forte batendo contra a costa e...

O que aquilo?

Me aproximo, me apoiando no parapeito enquanto meu corpo se enverga um pouco para frente pra que eu possa ver melhor.

C-ceus...

Tropeço em meus pés e caio no chão. Aquilo é uma pessoa ! Uma pessoa morta! Preciso dizer alguém.

O tempo que me viro é o tempo que sou derrubada no chão com tudo, meu rosto sendo empurrando contra o chão, me impedindo de virar e ver quem é aquele.

— O problema de garotas como você é que são curiosas demais. É por esse motivo que sempre são as primeiras a morrer. — Sua mão acaricia minha perna, subindo e subindo cada vez mais.

— M-me solte... P-por favor.

— Pedido não funcionam na academia, Amor... Precisa de mais que isso, precisa se esforçar muito mais. — ele agarra minha saia, puxando-a para cima e revelando meu rabo coberto por uma calcinha rosa. Minhas bochechas queimam.

— N-nao, isso não! — tento me soltar, mas ele agarra meus pulsos com força atrás do meu corpo.

— Me der um bom motivo para isso... Por que eu perderia a chance de foder um buraco apertado e molhado como o seu?

— E-eu não sei! Eu só queria estudar! Eu só queria me livrar da minha família e dos meus problemas, mas desde o momento que eu cheguei que tudo tem dado errado... Faça o que quiser comigo, mas isso não... Nada me magoaria mais. Eu nunca pude proteger nada na minha vida, e eu não veria mais motivos em minha vida se eu não pudesse proteger a única coisa que eu tenho agora. — E então eu desabo, o choro que eu tanto prendi agora estava escapando de mim, sem que eu pudesse mais controlar.

Não importa mais o que ele vai fazer comigo.

— Você é digna de pena e desprezo. — ele me vira, colocando a mão sobre meus olhos. Escuto o cinto abrindo. — Abra a boca.

— O que é que vai fazer ?

— Se não me obedecer vou foder seu rabo, porra!

Estremeço com suas palavras, obedecendo imediatamente. Sinto algo passar por minha boca. É grande, grosso e quente, ele esfrega em meus lábios e em seguida em minha língua, depois nas bochechas até finalmente entrar em minha boca. A sensação estranha de sufocamento me faz fechar.

Ah...

Isso é o...

— Caralho... — xinga em um sussurro misturado com um gemido rouco. Cada pelo do meu corpo se arrepia com aquele som e estranhamente um incômodo que nunca senti começa a se formar entre minhas pernas.

Meu cabelo se enrola em sua mão e os seus movimentos se tornam brutos. Ele vai e vem com força, minha garganta fica dolorida e a sensação se torna incomoda enquanto as lágrimas escorrem por minhas bochechas. O barulho molhado escapando pela minha boca.

Estou cansada... Meu queixo e garganta estão cansados. E sempre que me engasgo sinto minha cabeça doer dolorosamente mais do que a minha garganta que está sendo agredida pro aquele ogro.

O simples pensamento de estar sendo abusada de alguma forma, que deveria estar sendo incômodo, na verdade me deixa excitada, não sei o motivo, mas aquele homem misterioso que não sei o nome, nem rosto, além do cheiro masculino do seu perfume marcante, me trás sensações inebriante, e realmente estou me julgando por ser virgem agora, assim eu não teria que preservar por nada, assim eu não sofreria em perder nada.

Agarro suas coxas as apertando com força para que ele me solte, mas ele não faz, ele continua, mais brusco que antes.

Suas mãos agarram meu cabelo e ele me puxa com força para perto, despejando toda sua porra em minha garganta. Antes de me soltar no chão bruscamente. Ele sobe em mim e eu me viro para olha-lo enquanto tento chuta-lo para longe.

Ele fica bravo, e acertar um tapa em minha cara antes que eu consiga ver seu rosto. — Você é tão teimosa, querida. É por isso que só arruma confusão por onde passar, é por isso que a partir de hoje você nunca mais terá paz. A partir do momento que me mamou gostoso para proteger essa coisinha no meio das suas deliciosas coxas — sua mão esfrega meu clitóris por cima da calcinha, ele agarra o tecido e arreganha para o lado. — Você é minha agora, Mariybel. Minha doce e virgem, Bel. Lembre-se bem disso ou muitos vão morrer por tocar em você.

Seu peso some junto da calcinha que deixou para trás somente o barulho dela se rasgando em um puxão só.

Por segundos, não, por minutos. Eu fiquei naquele chão, com os olhos fechados, o rosto quente e dolorido, as pernas bambas e uma ansiedade, tesão e medo transbordando em meu interior.

Até que finalmente abri os olhos e tudo que vi foi o breu da noite sobre o céu, o vento gélido batendo contra a parte do meu corpo nu e as marcas profundas daquele homem em meu pulso.

Estou completamente sem saída agora. Eu acho que realmente estou encrencada.

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Comments

Carla Santos

Carla Santos

Meu Deus que horo coitada nunca tem paz

2024-08-24

0

Adriano Soares

Adriano Soares

tô chocada😮

2024-07-26

3

Ver todos

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