"O DOCUMENTÁRIO DE ETHAN"
Ethan, segurando sua câmera com uma expressão decidida, decide capturar as vidas e as emoções do grupo enquanto enfrentam os desafios do apocalipse zumbi. Ele percorre o refúgio improvisado, registrando cada pessoa e suas atividades.
Amélia, tentando manter o otimismo, sorri para a câmera enquanto organiza os suprimentos. Carlos, em sua postura calma e calculista, verifica as barricadas ao redor do local. Lucas e Daniel, os irmãos gêmeos, aparecem em momentos de camaradagem e também de tensão, demonstrando a complexidade de suas relações.
Madeline, a matriarca do grupo, exibe uma expressão de preocupação enquanto cuida de Alex, que permanece adormecida. Alycia, por sua vez, aparece regularmente ao lado de Alex, mantendo uma vigília constante, com preocupação evidente em seu rosto.
Ethan também inclui a si mesmo na narrativa, ocasionalmente comentando sobre suas próprias experiências e sentimentos diante do caos que se desenrola ao seu redor. Ele busca registrar não apenas a sobrevivência física, mas também as transformações emocionais que cada membro do grupo atravessa.
Ao longo da gravação, Ethan tenta encontrar um equilíbrio entre documentar a realidade assustadora do apocalipse zumbi e preservar momentos de leveza e humanidade. A câmera se torna uma testemunha silenciosa das lutas, risos, medos e esperanças que compõem a jornada do grupo em meio à escuridão que envolve o mundo.
CARLOS MARTINEZ
Carlos, com uma expressão séria e reflexiva, olha diretamente para a câmera de Ethan, pronto para compartilhar sua perspectiva sobre os primeiros dias do apocalipse zumbi.
Me chamo Carlos Martinez, tenho 26 anos, sou filho único.
"No início de tudo isso, eu estava focado nos meus estudos e no meu estágio. A vida era... bem, normal. Mas, de repente, a normalidade desapareceu. Estava no trabalho quando as notícias começaram a chegar, e o que era apenas mais um dia se transformou em algo que nunca poderíamos ter imaginado."
Ele suspira, como se revivesse as lembranças difíceis daquele período inicial. "Amélia e eu, nós estávamos juntos desde o início. Ela sempre foi o meu equilíbrio, minha âncora. Quando percebemos que as regras do mundo haviam mudado, nossa prioridade se tornou a sobrevivência. Nós nos unimos a este grupo diversificado, cada um com suas habilidades, suas histórias."
Carlos faz uma pausa, contemplando a mudança ao seu redor. "Este novo mundo é cruel, implacável. No entanto, também é um lembrete constante da resiliência humana. Em meio à escuridão, encontramos pequenas luzes de esperança. Cada dia é uma batalha, mas também é uma oportunidade para redefinir o que significa viver."
Os olhos de Carlos refletem a determinação. "Aqui, neste novo mundo, onde as estruturas tradicionais desmoronaram, aprendi que a administração agora é sobre gerenciar recursos escassos, construir relações sólidas e tomar decisões rápidas. Cada dia é uma negociação com a adversidade."
Ele olha para Amélia, cujo rosto reflete a confiança que ela tem nele. "Neste mundo, precisamos ser fortes, mas também precisamos ser humanos. Encontrar um equilíbrio entre a sobrevivência e a compaixão é um desafio constante. Mas, enquanto estivermos juntos, enquanto formos capazes de sorrir mesmo nas situações mais sombrias, acredito que podemos enfrentar qualquer coisa."
AMÉLIA VALDEZ
Amélia, estudante de música e amiga próxima de Alycia, dirige seu olhar para a câmera de Ethan com uma expressão que carrega uma mistura de melancolia e força interior. Seu depoimento revelará sua perspectiva única sobre os primeiros dias do apocalipse zumbi.
"Me chamo Amélia Valdez, tenho 25 anos, e tenho um irmão mais novo Thomas, que espero que ele esteja bem, assim como os meus pais."
"No início, era difícil acreditar que esse pesadelo estava realmente acontecendo. Eu estava imersa na minha música, nos meus estudos. A vida era cheia de promessas e sonhos, e eu não fazia ideia de que tudo isso seria virado de cabeça para baixo."
Amélia toca de leve nas teclas de um pequeno teclado que encontraram em meio aos destroços. "A música sempre foi minha fuga, meu refúgio. Mas agora, em vez de concertos, estou tocando para manter nossa sanidade, nossa humanidade intacta."
Seus olhos se voltam para Carlos, transmitindo um vínculo profundo entre eles. "Carlos e eu nos encontramos nesse novo cenário. A música ainda é uma parte de quem sou, mas agora ela serve para conectar pessoas, para trazer um pouco de beleza a este mundo caótico."
Amélia reflete sobre a amizade com Alycia. "A Alycia é minha rocha, minha melhor amiga. Juntas, enfrentamos a escuridão, compartilhamos nossos medos e, de alguma forma, encontramos força uma na outra."
Ela olha para o horizonte incerto. "Neste novo mundo, a música não é apenas uma expressão artística; é uma necessidade vital. Tocamos para lembrar quem éramos, para manter nossa humanidade viva. E, de alguma forma, encontramos beleza na tristeza, harmonia na adversidade."
Amélia encerra seu depoimento com um sorriso suave, demonstrando a resiliência que a música e a amizade lhe proporcionaram nesse novo mundo desafiador.
DANIEL WILSON
Daniel, um atacante talentoso e estudante bolsista, se aproxima da câmera de Ethan com uma expressão marcada pela determinação e uma ponta de tristeza. Seu depoimento revela a perspectiva de um jovem atleta confrontando um mundo que mudou drasticamente.
"Me chamo Daniel Wilson tenho 24 anos, tenho um irmão gêmeo não idêntico, chamado Lucas, é claro temos a mesma idade."
"No início de tudo isso, eu estava na faculdade, lutando para me manter no time de futebol americano, perseguindo meu sonho. A vida era sobre treinos, jogos e a busca por uma chance de brilhar nos campos."
Daniel segura uma bola de futebol americano, uma relíquia do passado agora distante. "Nunca pensei que o mundo que conhecia seria substituído por algo tão... sombrio. Perdemos tantas coisas, incluindo amigos e colegas que eram como irmãos."
Seu olhar se volta para Lucas, o irmão gêmeo ao seu lado. "Lucas e eu, fomos jogados nessa realidade impiedosa. No campo, meu corpo era minha arma. Agora, é a única coisa que nos mantém vivos."
Ele mostra uma determinação resoluta. "Agora, nosso objetivo é sobreviver, não apenas como atletas, mas como irmãos, como seres humanos. Cada passo que damos é uma corrida contra o tempo, um esforço para proteger o que resta da nossa família."
Daniel olha para o horizonte com um misto de desafio e melancolia. "Este novo mundo pode não ter as multidões gritando nos estádios, mas temos uns aos outros. E vamos enfrentar o apocalipse com a mesma garra que tínhamos nos campos. Porque, no final, somos mais fortes juntos."
Ele encerra seu depoimento, deixando no ar a resiliência de alguém determinado a manter a chama da esperança acesa, mesmo nas circunstâncias mais sombrias.
LUCAS WILSON
Lucas, com sua expressão séria e o peso dos acontecimentos em seus ombros, compartilha sua jornada desde o início do apocalipse zumbi.
"Me chamo Lucas Wilson, tenho um irmão gêmeo não idêntico, é claro temos a mesma idade."
"No começo, eu estava na faculdade, focado em ser o melhor jogador de hóquei que poderia ser. Os treinos, os jogos... toda a minha vida girava em torno do rinque. Parecia que tinha tudo sob controle."
Ele segura um taco de hóquei, um símbolo agora carregado de nostalgia. "Mas, então, o mundo mudou. O rinque se tornou um lugar perigoso demais para se estar, e as partidas de hóquei foram substituídas por uma luta constante pela sobrevivência."
Lucas reflete sobre as mudanças em sua vida. "Quando os zumbis apareceram, tudo o que conhecia se desfez. Meu irmão e eu, sempre juntos, enfrentamos cada desafio que esse novo mundo lançou sobre nós."
Ele olha para Daniel, compartilhando um vínculo indelével. "Nós tínhamos o hóquei como paixão, mas agora nossa paixão é sobreviver. Encontramos novas regras nesse jogo, e a partida está mais intensa do que nunca."
Lucas fala sobre as perdas que enfrentaram. "Amigos, colegas de equipe... muitos se foram. Mas cada dia é uma nova oportunidade de lutar e manter a chama da esperança viva."
Ele conclui seu depoimento, demonstrando uma determinação inabalável. "Neste novo mundo, o gelo do rinque pode ter derretido, mas nós ainda somos jogadores. E, desta vez, estamos jogando para vencer, não apenas um jogo, mas pela nossa própria existência."
MADELINE DANVERS
Madeline Danvers, com uma expressão reflexiva, começa seu depoimento para o documentário.
"Me chamo Madeline Danvers, tenho 49 anos, sou viúva, mãe de três maravilhosos filhos Eric é o mais velho, Alycia é a do meio, e Ethan o meu caçula, que inclusive é ele que está me filmando nesse exato momento."
Madeline começa a relembrar como as coisas aconteceram antes de começa a relatar onde ela estava no dia D.
Mas esconde um segredo de todos a sete chaves, ela é uma ex-agente sombra, ela fazia parte de uma organização secreta chamada "Sombra Alquímica''.
Alguns meses antes do dia D, Madeline Danvers, uma mãe dedicada em busca de um presente para o filho Ethan, teve seu passado sombrio ressurgindo em um encontro inesperado. Enquanto percorria as lojas do shopping, um rosto familiar surgiu na multidão, evocando memórias de seus dias como agente sombra para a misteriosa organização secreta "Sombra Alquímica''.
Determinada a desvendar o mistério, Madeline seguiu o rosto familiar até o estacionamento. Por entre os veículos, ela perdeu o alvo de vista, mas sua busca foi recompensada ao encontrar um envelope estrategicamente deixado em seu próprio carro. As mãos de Madeline tremiam enquanto abria o envelope, revelando informações cruciais sobre um iminente apocalipse zumbi.
As palavras impressas alertavam Madeline para cuidar de si mesma e de sua família, indicando um evento catastrófico que mudaria irreversivelmente o mundo ao seu redor. Diante desse aviso sombrio, Madeline precisaria reconciliar seu passado de agente sombra com o papel atual de mãe protetora, embarcando em uma jornada para salvar aqueles que ama em meio ao caos iminente.
A faculdade, um refúgio intelectual, transformou-se em um cenário caótico e apavorante. Alycia, uma estudante de artes plásticas, estava absorta em seus próprios pensamentos quando o primeiro grito ecoou nos corredores. O som era estridente, desconexo com a normalidade que ela conhecia.
O rugido dos zumbis ecoava pelos corredores, misturando-se ao som dos passos apressados e aos gritos de terror.
O pânico se espalhou como um rastro de pólvora. Estudantes corriam pelos corredores, rostos contorcidos pelo medo. O que parecia inicialmente um surto de violência revelou-se algo muito mais sinistro quando os primeiros zumbis surgiram, suas presas prontas para a carnificina.
Alycia, inicialmente atordoada, viu a realidade distorcer-se diante de seus olhos. Ela se viu forçada a abandonar sua sala de aula, refugiando-se em corredores tumultuados. O odor de sangue misturado com o som gutural dos zumbis criava uma sinfonia macabra.
Ao sair da sala de aula, deparou-se com cenas de horror. Colegas de classe, outrora focados em suas paixões artísticas, agora lutavam pela própria sobrevivência. O caos envolvia tudo. Os corredores, antes repletos de jovens aspirantes a artistas, agora eram dominados por criaturas grotescas e famintas. Tintas e pincéis foram substituídos por armas improvisadas, e os corredores se tornaram trilhas de fuga para escapar do inevitável.
A arte, que antes fluía em cada canto da faculdade, deu lugar a uma expressão mais primitiva: a luta pela vida. Alycia, armada apenas com sua determinação e a urgência do momento, encontrou-se no meio de um redemoinho de desespero e desafios.
Alycia teve que se adaptar rapidamente, abandonando sua visão romântica da faculdade.
A transição abrupta de um ambiente acadêmico para um campo de batalha deixou Alycia perplexa, mas a necessidade de sobreviver despertou nela uma força e resiliência antes desconhecidas. O campus, outrora seu refúgio, tornou-se um labirinto de perigos e oportunidades de sobrevivência.
Madeline Danvers, no dia fatídico, estava no shopping próximo à universidade frequentada por sua filha Alycia, sua namorada Joan, a melhor amiga Amélia e o namorado Carlos. O ambiente estava impregnado de entusiasmo, pois todos participavam de um evento geek. No entanto, a atmosfera de celebração foi abruptamente interrompida pelos primeiros indícios do apocalipse zumbi.
Ao testemunhar os primeiros zumbis invadindo o shopping, Madeline agiu com rapidez e instinto protetor. Agarrou seu filho Ethan e, sem hesitar, conduziu o grupo para longe da ameaça crescente. Correram pelos corredores do shopping, desviando-se dos caóticos encontros com mortos-vivos.
Chegando à universidade, Madeline e Ethan conseguiram salvar Alycia, Joan, Amélia e Carlos do iminente perigo zumbi. A união da família e amigos se tornou uma âncora vital em meio ao caos, e agora, enfrentando um mundo transformado, Madeline teria que usar todas as suas habilidades para proteger aqueles que ama e enfrentar os desafios do apocalipse zumbi.
"No dia em que tudo mudou, eu estava acompanhando meu filho Ethan em um evento geek no shopping. Parecia um dia normal, como qualquer outro. Eu era secretária executiva, tentando equilibrar trabalho e vida familiar."
Ela olha para o passado com um suspiro. "Nunca teria imaginado que aquele dia se tornaria um divisor de águas. O evento estava cheio de pessoas animadas, e Ethan estava tão empolgado com as novidades geek."
Madeline compartilha a transformação repentina desse dia. "Os zumbis surgiram como uma tempestade. O shopping, que costumava ser um lugar de diversão, tornou-se um campo de batalha. Eu só pensava em proteger meus filhos."
Ela fala sobre as dificuldades que enfrentaram. "Perdemos tanto nesse novo mundo. Amigos, segurança, a sensação de normalidade. Mas também descobrimos uma força interior que nunca soubemos que tínhamos."
Madeline reflete sobre a mudança de prioridades. "De uma secretária executiva preocupada com reuniões e relatórios, tornei-me uma mãe determinada a manter minha família segura. A vida agora é sobre sobreviver e proteger aqueles que amamos."
Ela conclui com uma nota de esperança. "Este mundo pode ter se tornado sombrio, mas ainda há luz em pequenos momentos de solidariedade e amor. Se pudermos nos apegar a isso, talvez tenhamos uma chance neste novo capítulo imprevisível."
ERIC DANVERS
Eric Danvers, com uma expressão séria, começa seu depoimento para o documentário.
"Me chamo Eric Danvers tenho tenho 27 anos, e tenho mais dois irmãos mais novos Alycia e Ethan."
"No dia em que tudo mudou, eu estava estagiando no jornal local. Era uma época agitada, cheia de notícias triviais e reportagens rotineiras. Nada me preparou para o caos que se desencadeou."
Ele relembra os momentos iniciais do apocalipse zumbi. "Recebi notícias desconexas de eventos estranhos, mas demorou para entender a gravidade da situação. Quando percebi, as ruas estavam cheias de zumbis, e a cidade se transformou em um pesadelo."
Eric fala sobre seu papel no jornal. "Como estagiário, minha função era relatar os fatos, mas, de repente, os fatos eram tão surreais que mal conseguia processar. A prioridade mudou de relatar notícias para garantir a sobrevivência."
Ele compartilha os desafios enfrentados. "A comunicação se perdeu, a ordem social desmoronou, e eu me vi lutando não apenas para escrever a história, mas para ser parte dela."
Eric reflete sobre o novo mundo. "No início, era sobre encontrar respostas, entender o que havia acontecido. Agora, é mais sobre como podemos continuar. Como podemos construir um futuro nesse cenário sombrio."
Ele termina com uma mensagem de resiliência. "O jornalismo pode ter mudado, mas a necessidade de contar histórias permanece. Talvez, ao compartilhar nossas experiências, possamos encontrar força e inspiração para seguir em frente neste mundo imprevisível."
ALYCIA DANVERS
Alycia olha para a câmera, seus olhos revelando uma mistura de tristeza e determinação. Ela hesita antes de começar a falar, escolhendo suas palavras com cuidado.
"Me chamo Alycia Danvers tenho 25 anos, e tenho mais dois irmãos uma mais novo Ethan, e o Eric meu irmão mais velho".
"No dia em que tudo desmoronou, eu estava na faculdade, no meio de uma discussão estúpida com Joan." Ela solta um suspiro pesado, como se o peso da lembrança ainda estivesse sobre seus ombros. "Eu estava com ciúmes, por causa de uma garota que estava claramente interessada nela. Era algo tolo, insignificante, mas as pequenas coisas importavam na época."
Alicia continua, recordando a confusão que se seguiu. "Zumbis apareceram, a ordem desapareceu e, de repente, nossas vidas viraram de cabeça para baixo. Aquela briga parecia tão insignificante diante do caos que se desencadeou."
Ela baixa o olhar por um momento, antes de encará-lo novamente. "Perdi a Joan de alguma forma sabe, ela mudou desde então. A discussão idiota se tornou uma sombra comparada ao que enfrentamos. Mas, mesmo assim, sinto a culpa. Como se aquela briga tivesse de alguma forma desencadeado tudo isso."
Alycia fala sobre como o mundo mudou para ela. "A faculdade de artes plásticas, que antes era meu refúgio, agora é um lembrete constante da vida que tínhamos antes. As ruas que costumávamos percorrer agora estão infestadas de zumbis."
Ela olha diretamente para a câmera, seus olhos transmitindo uma determinação recém-descoberta. "Neste mundo de pesadelo, a arte se tornou minha maneira de lidar com a dor e encontrar um propósito. Talvez, através dela, eu possa fazer as pazes com o passado e seguir em frente."
A câmera capta a expressão intensa de Alycia enquanto ela encerra seu depoimento.
ETHAN DANVERS
Ethan olha diretamente para a câmera, segurando sua câmera geek 2, apelido carinhoso que ele deu para a sua nova câmera, com entusiasmo misturado com tristeza em seus olhos. Ele respira fundo antes de começar a falar.
"Me chamo Ethan Danvers tenho 19 anos, e tenho mais dois irmãos mais velhos Alycia e Eric."
"No dia em que tudo mudou, eu estava com a minha mãe, participando de um evento geek no shopping. Estávamos nos divertindo, cercados por fãs de quadrinhos, jogos e tudo o mais. Parecia um daqueles dias em que tudo estava certo no mundo."
Ele faz uma pausa, seus olhos refletindo a nostalgia e a perda. "Mas, de repente, zumbis apareceram. As coisas ficaram caóticas, as pessoas correndo, gritos ecoando pelo shopping. Parecia que o próprio mundo dos nossos jogos havia se tornado realidade, mas não da maneira que sonhávamos."
Ethan sorri levemente, como se recordasse de algo. "Eu tinha uma câmera como essa comigo naquele dia a geek 1. Era meu presente de aniversário do Eric. Eu sempre amei documentar momentos, mas isso... Isso era algo que ninguém estava preparado para capturar."
Ele continua, expressando sua visão sobre o novo mundo. "Depois daquele dia, as coisas mudaram para sempre. O evento geek se transformou em um cenário de pesadelo. Agora, cada dia é uma batalha pela sobrevivência, e a única fantasia que resta é a luta contra os zumbis."
Ethan levanta a câmera, como se quisesse capturar o que resta da normalidade. "Mas, sabe, mesmo com todo esse caos, ainda tento documentar. Não só para mim, mas para quem ou o que vier depois de nós. Talvez, um dia, alguém encontre essas gravações e entenda o que aconteceu aqui."
Ele encerra seu depoimento com um olhar determinado, seu amor pela cultura geek agora uma lembrança de um mundo que já não existe mais.
DR. CARSON
O Dr. Gabriel Carson, um veterinário dedicado aos cuidados dos animais, compartilha suas experiências no documentário de Ethan. Ele estava em sua clínica veterinária quando os primeiros sinais do apocalipse zumbi surgiram. Enquanto muitos corriam para garantir a própria sobrevivência, o Dr. Carson permaneceu no local para cuidar dos animais de estimação deixados para trás por seus donos assustados.
Com uma visão compassiva, o veterinário fala sobre os desafios de manter os animais seguros e saudáveis em meio ao caos crescente. Ele destaca a importância dos vínculos entre humanos e animais, mesmo em um mundo transformado por zumbis.
Ao compartilhar sua perspectiva, o Dr. Carson enfatiza a necessidade de compaixão e solidariedade em tempos difíceis. Ele acredita que, no novo mundo pós-apocalíptico, a relação entre humanos e animais continuará desempenhando um papel crucial na busca por esperança e conexão.
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Atualizado até capítulo 25
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