"DESPERTANDO EM UM MUNDO DE INCERTEZAS"
Alycia estava quase pegando no sono, no pequeno sofá desconfortável para o seu gosto, quando de repente ela ouve gritos angustiantes, vindos do andar de cima da casa, sem pensar duas vezes, sentindo o seu coração bater apressado e a adrenalina tomar conta de seu corpo.
Com os pés descalços rapidamente Alycia se levanta num pulo só do sofá, pegando o pequeno machado que carrega consigo em sua mochila, e corre subindo os degraus temendo que alguém esteja sendo atacado por um zumbi, ela segue os gritos até o quarto no final do corredor.
Quando de repente ela adentra o quarto no final do corredor de forma abrupta, quase que arrobando a porta se a mesma não estivesse entreaberta, com o pequeno machado em mãos, pronto para ser usado contra qualquer zumbi.
Quando os seus olhos verdes se deparam com uma cena que ela não esperava, pois ela esperava encontrar um zumbi atacando alguém que tentava se defender do mesmo por isso os gritos angustiantes de socorro.
Invés disso ela encontra a jovem que ela havia salvado algumas horas atrás de um zumbi, o jeito que ela respirava acelerado e os olhos assustados dela revelavam os vestígios do pesadelo que a havia assombrado.
Assim como Alycia, os outros habitantes do lugar acordam assustados ouvidos gritos angustiantes, correm para o lugar para ver o que estava acontecendo.
Já Madeline mãe de Alycia, em seu quarto terminava de arrancar as últimas páginas que ela considerava importantes do diário pertencente a pessoa, dona dos gritos angustiantes, e logo depois de esconder as páginas arrancadas no bolso de sua calça, ela corre para o quarto no final do corredor.
Dando de cara com os seus filhos Eric e Ethan, e os outros parados na porta olhando confusos a cena que se passava no mesmo, confusa por um instante, ela se lembra quem está nesse quarto, é a jovem sem memória que agora ela sabe mais do que só o seu nome, como um pouco do seu passado sombrio.
A garota sem memória que provavelmente acordou assustada devido o que ela passou algumas horas atrás, ao ser atacada por um zumbi, e se não fosse pela agilidade e destreza de Alycia, a jovem neste momento seria um zumbi, ou não, já que a mesma tem um segredo que Madeline havia acabado de descobrir ao ler em seu diário, e não podia revelar por enquanto nada para ninguém.
Rapidamente ela dispensa os seus filhos e os outros curiosos, tranquilizando eles explicando que a jovem apenas teve um pesadelo pelo o que houve algumas horas atrás, e logo depois que cada um volta para os seus quartos com Daniel de mau humor resmunga algo inaudível pelos os outros, por ter sido acordado por nada.
E o único que havia ficado no corredor esperando por Alycia, foi Ethan seu irmão mais novo, pois ele sabia que a mesma vai querer explicações por tudo isso.
Madeline adentra no quarto junto com o doutor Carson, vendo a sua filha paralisada com um pequeno machado em mãos pronto para ser usado, olhando fixamente com uma expressão confusa, e ao mesmo tempo preocupada para a jovem sem entender a situação em que se encontrava.
Alycia é despertada de seu transe por sua mãe dizendo que estava tudo bem, e que a jovem provavelmente deve ter tido um pesadelo, e nesse momento abaixando o machado Alycia fala com desdém tentando disfarçar a sua preocupação.
— Isso tudo por causa de um pesadelo.
— Isso é um absurdo!
— Eu sei filha, mas tente entender o que ela passou isso lhe causou um trauma muito grande.
— Sério mãe?
— Até parece que ela nunca viu um zumbi em sua vida antes.
Alycia fala com desdém, pois acha impossível que alguém nessa altura da vida, não tenha se deparado com um zumbi, neste instante ela olha confusa para a sua mãe que diz.
— Aparentemente ela não deve se lembrar, filha.
— Como assim mãe, não estou entendendo?
Alycia pergunta confusa desviando os seus olhos de sua mãe e voltando a olhar para a garota pálida assustada.
— Ela estar sofrendo de amnésia aparentemente temporária, pelo menos é o que achamos.
— Não entendo.
— Eu sei filha, com mais calma vou tenta explicar a situação pra você.
— Mesmo assim isso é um absurdo mãe...
E antes que Alycia indignada continuasse a falar o que estava pensado dessa situação para ela, a sua mãe fala lhe interrompendo.
— Calma Alycia nos deixe a sós com ela para tentarmos acalmar ela.
— Antes que a mesma chame a atenção indesejável por nós dos zumbis.
— Tudo bem.
É tudo que Alycia fala antes de desviar os seus olhos da garota pálida, que o doutor Carson cauteloso, tenta se aproximar para acalmar ela, que assustada se afasta do mesmo como pode, sentada na pequena cama de solteiro, agora arfando e reproduzindo sons baixo de medo, enquanto Alycia olha para a sua mãe que continua a falar.
— Depois eu lhe explico tudo sobre essa situação com ela.
— Tá mãe.
É tudo que Alycia diz antes de dar uma última olhada para a garota que aparentemente fica mais calma e em silêncio, ela sai do quarto dando de cara com o seu irmão mais novo Ethan que diz.
— Vamos lá pra baixo que eu te explico tudo.
— Ok.
É tudo que a Alycia fala seguindo o seu irmão mais novo Ethan, enquanto Madeline se aproxima cautelosa da garota pálida tentando acalmar a mesma.
— Calma querida, está tudo bem.
— Você está segura conosco.
Madeline, com os olhos cheios de compaixão se senta ao lado na cama, e segura suavemente em suas mãos trêmulas. O quarto estava envolto em uma atmosfera tensa, como se o terror do pesadelo ainda pairasse no ar.
— Foi apenas um pesadelo.
Ela fala de forma calma tentando transmitir tranquilidade e segurança para ela se sentir segura e tranquila com relação ao pesadelo que a fez despertar.
— Nada do que aconteceu no sonho pode te machucar.
— Consegue entender isso?
O doutor Carson pergunta calmo olhando para a jovem temendo que a mesma possa ter outro quase enfarto, se não fosse pelo o seu remédio caseiro.
A garota pálida respira fundo tentando se acalmar principalmente as batidas acelerada de seu coração, pois a última vez que o seu coração ficou assim tão acelerado ela desmaiou, e o pior quase aconteceu com ela.
Ela teve um começo de enfarto, se não fosse pelo o seu remédio caseiro que até agora o doutor Carson está fascinado para saber como a jovem fez.
Madeline consegue acalmar a jovem que volta a dormir deixando Carson ainda mais ansioso e curioso, para saber como a jovem reproduziu tal remédio, assim que os dois saem do quarto, Carson pergunta para Madeline o que ela havia descoberto ao ler o diário da jovem que até então ele não sabia o seu nome.
— Então o que descobriu ao ler o diário dela?
Madeline pensa bem, com cautela por alguns segundos antes de falar, pois ela não pretende revelar tudo que descobriu sobre a jovem, principalmente sobre a sua imunidade e passado obscuro, já que ela não confiava tanto assim no doutor Carson, ou melhor no veterinário, Carson, algo tão importante nos tempo de hoje ter tais informações, principalmente sobre alguém com as habilidades da Alex Morgan.
— Bom descobrir que ela se chama Alex Morgan, está na casa dos seus 31 anos, apesar de não aparentar ter essa idade.
— E que ela se separou de seu grupo há semanas, ficou vagando sozinha por aí.
— Entendo.
— E com relação ao remédio dela, ela fala algo como conseguiu reproduzir o mesmo?
— Como relação a isso não achei nada.
— Estranho!
Carson fala olhando desconfiado para Madeline, que olha para o mesmo tentando parecer sincera, com relação a sua resposta, pois no diário da Alex havia algo com relação ao seu remédio, mas como Madeline não confiava muito no doutor Carson, pois ela sente que o mesmo esconde algo sombrio desde que se conheceram.
— Pois é.
— É muito estranho, imagino que deva ser porque está faltando algumas páginas em seu diário, imagino que ela ou alguém tenha arrancando as mesmas.
— Mas porque alguém faria isso?
— Isso eu não saberia dizer doutor.
— É claro que não.
Carson fala com um sorriso amarelo no rosto, e logo em seguida ele fala.
— Já que terminou de lê o diário dela.
— Se importa em me emprestar para eu tentar quem sabe encontrar alguma pista que você deixou passar sobre o remédio caseiro dela.
— É claro que não me importo.
— Então amanhã eu te dou.
— Se importa se for agora, quanto mais rápido eu começar a ler, mais rápido vou terminar.
— Pois imagino que quando ela acordar vai querer ler o mesmo para quem sabe tentar lembrar de algo.
— É claro.
Madeline fala se dirigindo até o seu quarto, com o doutor Carson em seu encalço, deixando para ter a conversa sobre a Alex, com a sua filha no dia seguinte, pois ela quer ler com mais calma as páginas arrancadas do diário da mesma, para entender melhor a situação em que se encontrava e principalmente como vai usar tais informações.
Enquanto isso Ethan puxa uma cadeira para se sentar com Alycia fazendo o mesmo, colocando o seu mais novo inseparável machado em cima da mesa, que Ethan rapidamente pega observando os detalhes do desenho de uma caveira no cabo do mesmo, parecendo ter saído de algum jogo de vídeo game que Ethan é fã.
— Nossa Aly, é bem legal esse seu novo brinquedo.
— Onde você achou tem outro igual?
Etha pergunta analisando em suas mãos o pequeno machado o quanto deve ser afiado, e o desenho em seu cabo tentando imaginar qual o seu significado, quando Alycia fala irritada com o seu comentário, e tirando o pequeno machado das mãos de seu irmão antes que o mesmo se machuque.
— Isso não é um brinquedo, Ethan.
— Tá, tá sei é uma arma de combate.
— Isso mesmo.
Deixando o comentário idiota de seu irmão de lado, com relação ao seu machado, Alycia intrigada e curiosa para saber mais sobre a nova hóspedes deles, pois tem algo nela que chama a sua atenção de uma forma inexplicável pra ela, como se conhecesse de algum lugar, mas Alycia tem certeza que nunca havia cruzado o seu caminho antes.
— Então terei que adivinhar, ou vai contar sobre a nova hóspedes.
— Bom maninha tudo que sei sobre ela é que.
— Foi os gêmeos que trouxeram ela há alguns dias atrás quando estavam vasculhando um posto de gasolina abandonado.
— Encontraram ela vagando sozinha, e pelo o estado que os gêmeos trouxeram ela, todos imaginavam que ela se transformaria logo em seguida, inclusive eu.
— Mas indo contra tudo que pensávamos, ela está bem por assim dizer, fisicamente, mas mentalmente ela está lelé-da-cuca. (Que ou aquele que se revela sinais de loucura; doido, maluco).
Ethan fala fazendo um gesto em rodar o dedo indicador na têmpora, indicando que ela tem uma mente confusa, nesse momento Alycia fala interrompendoo seu irmão.
— Acho que não, pois a mamãe disse que ela está com amnésia temporária ou não.
— Foi o que eu acabei de dizer.
— Não, não foi.
— Foi sim.
— Não foi Ethan.
— Foi sim, quer saber tanto faz.
— Não Ethan, o que você acabou de dizer é que ela é maluca, mas na verdade ela tem amnésia há uma grande diferença.
— Que seja Alycia, você tá certa de todo jeito.
— E você sabe o nome dela por acaso?
— Não, ninguém sabe, mas isso está prestes a mudar.
— É por que?
Alycia pergunta curiosa.
— Porque a mamãe ontem quando estava prestes a jogar a mochila decadente dela fora, depois de achar uma pequena caixa metálica cheia de frascos de 20ml contendo alguma espécie de remédio caseiro, ela achou um diário no fundo de um compartimento da mochila, como se estivesse sido escondido lá, pra ninguém encontrar-lo.
— E curiosa como a mamãe é.
— Deve está, ou já deve, ter terminado de lê o diário dela, e provavelmente vamos saber o nome dela pela amanhã.
— Imagino que sim.
Alycia fala não demonstrando ter interesse em saber mais sobre essa estranha, que aparentemente é mentira, pois a vontade de saber mais sobre ela a consome de uma forma inexplicável a vontade de saber mais, e mais sobre essa estranha que ela havia salvo algumas horas atrás, quando os seus olhares se encontram por um milésimos de segundos Alycia sentiu algo que ela não sabia explicar.
E que não saia de sua cabeça o pensamento de que elas se conhecem de algum lugar, que ela não sabe dizer de onde, pois ela lembraria de alguém como essa garota, mas mudando de assunto sobre tais pensamentos, Alycia fala chamando atenção de seu irmão que a encarava para tentar saber o que se passava em sua mente com relação a sua conversa sobre a mais nova hóspedes deles.
— Mas mudando de assunto Ethan você não sabe o que eu encontrei para te dar de presente.
— Mas não sei se você tá merecendo.
— Ah, qual é, Alycia vai me tratar feito criança?
— Eu não fiz nada.
— É claro que não, seu bebê chorão.
Alycia fala esticando a sua língua pra fora de sua própria boca, em direção de seu irmão mais novo, e bagunçando em seguida os seus cabelos de um jeito engraçado, fazendo o mesmo rir da palhaçada de sua irmã.
Fazia um bom tempo que Alycia não fazia tal brincadeira com ele, e muito menos sorria daquela forma que estava sorrindo como se não carregasse um peso enorme em seus ombros, como ela sempre fez até mesmo antes do apocalipse zumbi.
— Vai sua chata o que foi que você achou?
Ethan fala afastando as mãos de sua irmã de seus cabelos para ela não assalhar ainda mais os seus cabelos do seu mais novo penteado.
— Tá bom seu chato, eu vou dizer o que é, ou melhor, eu vou te mostrar.
Alycia fala pegando o seu machado levando consigo mesma até a sala onde ela mexe em sua mochila tirando algo de lá deixando Ethan bastante curioso, e entusiasmado ao ver a pequena câmera nas mãos de sua irmã.
— Isso é pra mim?
Ethan pergunta apontando para a pequena câmera nas mãos de sua irmã, que feliz sorrir dizendo antes de entregar pra ele o pequeno objeto.
— É sim, presente de aniversário atrasado.
— Nossa maninha que maneiro.
Ethan fala com os olhos brilhando de alegria, pegando a pequena câmera junto com alguns cartões de memórias, que Alycia havia encontrado em uma loja de penhoras, em uma de suas buscas por suprimentos, e ela achou que o seu irmão mais novo iria gostar do presente, um pequeno gesto para fazê-lo esquecer do mundo que agora estão vivendo.
— Você gostou?
— Nossa Aly, se eu gostei?
— Eu adorei o presente.
— Que bom essa era a intenção.
— Muito obrigado maninha.
Ethan fala dando um abraço rápido e desajeitado em sua irmã alguns anos mais velha do que ele.
— De nada.
Alycia sorrir boba vendo o seu irmão examinar a câmera, mas sentindo um cansaço enorme agora ela fala chamando atenção do mesmo.
— Tá ficando tarde, então acho melhor a gente descansar.
— É claro imagino que a viagem que teve que fazer para chegar até aqui foi muito cansativa.
— Então eu vou subir e deixar você descansar.
— É claro que eu não vou dormir agora, pois quero dar uma olhadinha nessa beleza.
— Imagino que sim.
— Mais uma vez muito obrigado por esse presente incrível Aly.
Ethan fala olhando para a câmera em suas mãos imaginando o que vai fazer com ela, parecendo hipnotizado.
— Tenha uma boa noite e descanse bem Aly.
— Você também Ethan.
— Até amanhã.
Ethan fala se despedindo de sua irmã e subindo as pressas as escadas indo rumo ao seu quarto que ele dividi com os gêmeos, já Alycia coloca o seu machado no braço do sofá pegando o pequeno cobertor, ela se ajeita no pequeno sofá encontrando uma posição que a deixe confortável.
Por um instante o pensamento em subir até o quarto da garota pálida para ver como ela estava, não saia de sua cabeça, o seu olhar enigmático, e a estranha sensação delas se conhecerem de algum lugar que ela não conseguia se lembrar.
Mas ela sacudiu a sua cabeça afastando tais pensamentos, vencida pelo o cansaço Alycia pega no sono, acordando somente no dia seguinte por sua amiga Amélia.
Madeline, com mãos trêmulas, folheia as páginas arrancadas do diário de Alex. O quarto está silencioso, apenas o som da respiração de Madeline ecoa. As palavras de Alex saltam das páginas, revelando um passado sombrio.
A noite encobria a cidade quando, como uma sombra no submundo, iniciei minha rotina noturna como assassina profissional. Meus passos eram danças silenciosas nas ruas sombrias, cada beco e rua deserta era meu território de caça.
Dentro do meu esconderijo, examinava dossiês que representavam sombras a serem apagadas. Meu telefone sussurrava acordos obscuros e contratos mortais. Para o mundo, eu era uma mulher comum; para aqueles que conheciam minha verdadeira identidade, era a Hunter, a caçadora, mestra na arte do silêncio letal.
Minhas ações se estendiam por corredores sombrios e ambientes perigosos. Cada movimento calculado, cada ação executada com a precisão de uma predadora experiente. Mergulhava em bares clandestinos, onde informações valiosas fluíam como água suja.
Em um desses momentos, em um bar esfumaçado, observava silenciosamente a clientela diversificada. O submundo era meu território, cada rosto que cruzava meu caminho era conhecido. Ali, colhia informações cruciais sobre alvos e contratos.
Em um contato, conheci Brad Kelventom, devendo a Viktor, meu chefe. Brad acaba comprando informações importantes de um dos supostos cientista da "Sombra Alquímica'', algum tipo de laboratório clandestino ou governamental vai saber, sobre uma nova droga chamada Z. Brad tem a brilhante ideia de dar essas informações para mim, e até mesmo uma amostra dessa droga em troca de Viktor perdoar a sua dívida.
O som agudo do despertador interrompeu minha reflexão, e eu me levantei com determinação.
Com uma expressão fria e determinada, me levanta de minha cama desfeita. O quarto modesto revela poucos vestígios da minha personalidade, mas as cicatrizes visíveis em meu corpo contam histórias de um passado sombrio.
Meu nome é Alex Morgan, tenho 27 anos, e sou uma assassina profissional. Não fui eu quem escolheu essa profissão; ela me escolheu. essa é a minha profissão, eu costumo dizer que não fui eu que escolhi ela, e sim ela que me escolheu, geralmente as pessoas levam anos para descobrirem qual é a sua profissão no meu caso foi quando o meu pai, Hector ele foi um fator determinante para que eu me tornasse uma assassina. Como Hector contribuiu para o caminho sombrio que tive que caminhar para chegar até onde cheguei.
Meu passado, marcado por uma infância traumática, é um labirinto de violência e segredos sombrios. O destino, moldado por escolhas e circunstâncias, é algo que merecemos.
Como Hector, meu pai, contribuiu para esse caminho sombrio é uma história marcada por dívidas de jogo, apostas arriscadas. Quando eu tinha apenas 12 anos, Hector, já estava afundado em dívidas de jogo devido ao seu vício em apostas, e um acordo desesperado com Viktor Regali. Minha guarda foi a aposta, perdida em uma partida de cartas.
A partir desse momento, a minha vida mudou drasticamente. Fui arrancada de minha família e cresci sob a tutela de Viktor, um homem cruel e impiedoso. Sob a tutela de Viktor, fui submetida a um treinamento brutal que me transformou em uma assassina de aluguel habilidosa.
Essa infância traumática e a influência de meu pai me arrastaram para um mundo de violência e segredos sombrios. Eventualmente, a minha amnésia temporária me levou a um novo caminho, mas meu passado me atormenta. O destino é uma jornada pelos méritos que conquistamos. E assim, cada noite, como uma sombra entre as sombras, eu continuo minha busca por identidade e redenção.
Sabe certa vez Albert Einstein disse, "Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos", tenho plena certeza disso.
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Atualizado até capítulo 25
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