Hermínio....
***Dias atuais*** ......
Merda,merda,...eu detestava trabalhar com pessoas incompetente,e parecia que eu vivia rodeado de pessoas assim,saio do tatame onde eu treinava e vou até o escritório do meu irmão,que ultimamente vivía de cabelos braço por causa dos filhos,assim que chego no escritório vejo ele brigando com o marido.
Pietro: tudo e culpa sua,você não coloca limites nas crianças,pelo amor de deus Valentim,o Beijamim precisa de limites.
Valentim: isso é coisa da idade ,eu e meu irmão vivíamos aprontando na idade dele.
Pietro: independente,eu não quero saber o que você e seu irmão fizeram,ou deixava de fazer,mas você vai conversar com o seu filho,e dar um jeito naquele menino,antes que eu te enfoque.
Valentim: relaxa amor.
Pietro: não manda eu relaxar Valentim.
Olho a sena dos dois e agradeço ao ceus por nunca ter me casado, sinceramente não tinha paciência para essas brigas de casais,olho para o dois e falo.
Hermínio: depôs vocês resolverem esses problemas de vocês na cama,agora preciso do meu irmão.
Os dois me olha,e eu sou um sorriso sínico para o casal à minha frente,era visível que o dois se amavam.
Valentim: De noite nós conversamos no quarto.
Pietro: não,não vamos conversar no quarto, sempre acabamos em sexo.
Valentim: por isso mesmo meu amor..
Hermínio: pelo amor de deus,pode deixar para conversar na casa de vocês,preciso conversar com o meu irmão.
Pietro: algum problema?
Herminio: temos o baile no próximo sábado.
. Valentim: sinceramente não concordo muito com esse baile,tantos rivais juntos.
Hermínio: também não gostei nada da ideia, principalmente que não vamos poder estar armado,e o jostom vai estar,não confio em ninguém da máfia mexicana.
Pietro: ninguém confia.
Valentim: vamos ficar esperto,não podemos vacilar
Pietro: mas o que te trouxe ate a minha sala.
Hermínio: tive alguns problemas com o pessoal que ficou responsável por um carregamento,nossa mercadoria ficou aprendida, preciso que você faça uma nota e mande para a fiscalização, você já sabe como é o procedimento.
Eu era responsável pelas as armas,comprava e também vendíamos,um dos maiores clientes era os brasileiros,ele comprava muita aramas na nossa mão,e nos comprava algumas mercadorias na mão deles.
Pietro: a mercadoria estava indo,ou vindo do Brasil?..
Hermínio: vindo.
Estava quase saindo quando o Valentim me chamou e eu voltei.
Hermínio: sim
Valentim: Fiquei sabendo que você iria para o baile no sábado.
Herminio: não tenho escolha.
Pietro: você precisa casa irmão
Hermínio: a mulher que um dia achei que era a certa,era a errada.
Pietro:você ainda não a esqueceu?
Hermínio: aquela infeliz ainda atormenta a minha mente e os meus sonhos,acho que nunca vou ter paz.
Saio sem falar nada,e mais uma vez a lembrança dela vem a minha mente,o sorriso e os olhos azul tão lindo ingul o mar,os longos cabelo loiros,ainda sonhava com Ohana,ela ainda me atormentava,mesmo depois de onze anos, miserável onze anos e eu não conseguia esquecer ela,eu ainda não tinha encontrado um beijo tão bom,não conseguia encontrar alguém que se encaixasse tão bem no meu corpo, ainda acordava as madrugadas Chamando por ela, e não tinha encontrado um sorriso tão doce,eu estava contendo a morrer amando algum que um dia me destruiu.
Volto para a minha sala e começo a resolver alguns problemas,até da o horário de poder ir para a minha cobertura,já fez alguns anos que eu decidir morrar sozinho de início os meus pais não concordaram,mas só tinha restado eu,o Pietro estava casado,e Dafine estava no Brasil,o Henrique foi para a Rusia,e só tinha me restado,então decidir que era hora de ter o meus próprios lugar.
Já tinha uma cobertura que meu pai tinha me dado,mas decidir comprar um maior,com muito mas espaço,meus pais achava solitar,mas com o tempo eu comecei a apreciar a solidão, a minha outra cobertura usava como motel,nunca levei nenhuma para onde eu morava,a minha casa é um lugar sagrado, nunca entrou nenhuma mulher que não fosse da minha família,ou a Didi, apelido carinhoso que colocamos para Divirgem. Didi era uma senhora que era minha secretária do lar,ela ia na minha casa dia sim e dia não,e passamos horas conversando.
Depois de finalizar as minhas coisas decido ir para casa,ainda estava cedo,mas não tinha mas o que fazer no galpão da máfia,estava chegando no estacionamento quando vejo o meu pai e minha mãe se aproximado.
Hugo: onde vai?
Hermínio: não tenho mas o que fazer.
Débora: vai jantar conosco hoje?
Hermínio: tenho compromisso.
Débora: no brega,onde você ultimamente passa todas as suas noites?
Henrique: anda me segurando?
Débora: não,não precisa,você puxou o gênio ruim do seu pai.
Hugo: pronto,agora a culpa e minha,do menino ir para o brega ..
Hermínio: eu vou jantar com vocês.
Eu sabia que de eu não fosse minha mãe iria fazer um drama,eu já conhecia a mãe que eu tinha,vou para o meu carro e em vez de ir para a casa,dou partida para a casa dos meus pais.
Jantamos com minha mãe falando dos netos dela,minha mãe sempre falava que a dafine estava pagando tudo que ela aprontou,a filha da Dafine era uma cópia fiel da mãe,só que bem pior,a menina era conhecida por não ter limites e nem freio na língua,a junção da Dafine com o Matheus,deus uma mistura apocalíptica,a menina já sabia atirar com dez anos.
Depôs do jantar fiquei mas um tempo com os meus pais,e depois de um tempo me despedir deles e fui embora, até pensei em ir para casa mas no caminho desviei e passei em uma das casas nortunas que eu j era cliente,escolho teres garotas e vou para a minha cobertura que meu pai me deu,a que eu usava como motel.
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Atualizado até capítulo 68
Comments
Andressa Silva
tomara que se reencontra logo
2024-07-26
2
Maria Fatima
e verdade tadinha
2024-07-16
0
Silvia Moraes
Com tantos recursos poderia ter mandado investigar
2024-07-15
2