O dia estava realmente lindo, o sol raiava, estava um ótimo dia para tomar um banho no lago e tomar uma limonada, não parecia que um dia antes estava um dia nublado e frio. Assim que chegaram no centro da cidade, Laura foi para o banco e avisou que os encontraria em um ponto marcado, Luna e Apolo fora até a parte da feira escolher algumas frutas para comprar e Ava foi se sentar em uma fonte que tinha na praça da cidade, ela não queria muito ficar andando e por isso até mesmo levou seu caderno de desenho, ela tentaria desenhar um novo tipo de vestido, um digno de uma princesa ou só tentaria se lembrar de algum que ela viu no outro mundo e tenha gostado.
Sentada na beira da fonte, ela olhava para a folha do seu caderno em branco a sua frente e nenhuma inspiração surgia em sua mente, ela pensava, pensava e pensava, mas nada surgia em sua mente, aquilo estava a deixando frustrada e impaciente. Com o lápis entre dois dedos, ela o balançava tão rápido, o barulho que fazia quando a ponta do lápis batia em seu caderno a deixava mais nervosa.
Cansada de pensar, Ava coloca o lápis dentro do caderno e o fecha, ela começa a olhar para os lados, vendo todas aquelas pessoas, casais, crianças e idosos, todos tão calmos e felizes enquanto aproveitavam o dia a fez sorrir. Até que em um canto, perto de uma loja de roupa masculina ela à vista um grupo de homens, todos bem-vestidos e com uma beleza que ela não conseguia explicar, com os olhos fixados naqueles homens, ela começa a pensar – acho que já os vi em algum lugar – continuou pensando, pensando e pensando, até que se lembrou que os tinha visto no bar a noite passada, eram os convidados do rei.
Enquanto os olhava, ela os imaginava sendo uma inspiração de roupa masculina para ela, eles sendo seus modelos. Mas de repente um homem se aproxima e logo se junta a eles, um homem alto, de cabelos longos e preto, pele branca como a neve, só de olhar para ele já sentia um arrepio, ela tinha notado sua essência, de repente estava com uma vontade de desenhar, ele parecia uma obra-prima, uma arte grega e sombria. mas não podia fazer isso sem a permissão dele, de repente ela percebe que ele também estava olhando, só não sabia se era para ela ou alguém atrás dela.
O homem começou a caminhar em sua direção, ela ficou assustada com aquela situação, a cada segundo ele estava mais perto, até que parou a sua frente e percebeu que realmente ele estava olhando para ela.
Ava: Droga... – disse, estava assustada, será que ele achou que ela o estava desenhando? Será que vai brigar com ela? Eis a questão.
Vladmir: Bom dia, senhorita! – disse, parado em sua frente
Vladmir que tinha acabado de se juntar aos seus irmãos, após eles acordarem animados para andar pela cidade, não queria ficar reclamando e ficou olhando para todos os lados da cidade, percebendo que realmente a beleza da cidade fazia jus ao que escutava.
De repente ele percebe uma mulher olhando para eles, uma mulher de pele negra, cabelos cacheados e não parecia ser muito alta, mas não dava para saber ao certo, já que ela estava sentada. Ele lembrou-se dela, na noite passada, a garçonete do bar e decidiu se aproximar, descobrir o que ela estava tanto olhava.
Ava: Bom dia, senhor!
Vladmir: Percebi que estava olhando para nós, posso....
Ava: Com vergonha daquilo, ela o interrompeu – Me desculpa, eu juro que não foi por mal, eu apenas estava à procura de inspiração para um desenho e os vi, ali parados e me lembrei na hora que os vi no meu trabalho ontem.
Ele não consegue se conter com o desespero da moça a sua frente e começa a rir.
Ava: Perdão? Falei algo engraçado? – disse, enquanto olhava para o homem a sua frente, sem entender o que estava acontecendo agora.
Vladmir: Me desculpa, seu desespero para se explicar foi um pouco engraçado.
Ava: Ah... – disse, ainda tentando entender.
Vladmir: Por favor, me permita saber o seu nome.
Ava: Ava
Vladmir: Que?
Ava: Meu nome é Ava Ansel, qual o seu nome?
Vladmir: Prazer em conhecer você senhorita Ava Ansel. Não sabe meu nome? – ele a encarou, perplexo. Seria possível que finalmente alguém não saberia quem ele era?
Ava: Não, eu deveria saber?
Vladmir: Está falando sério?
Ava: Por que eu mentiria? Não te conheço, não tenho motivo para mentir, não gosto de mentiras e está tudo bem.
Vladmir: Mmm... isso é bastante interessante, a falta de informação das pessoas nesse país.
Já brava com a audácia do rapaz em falar aquilo na sua cara, como se fosse obrigada a saber quem ele era. Ava se levanta e começa a caminhar para algum lado, ela só queria sair de perto daquele homem.
“- Que babaca, que vontade de dar um soco nesse homem, ninguém é obrigado a saber tudo não.” – Pensou Ava
Vladmir começou a segui-la, ele não entendia o porquê ela saiu dali, será que ele disse algo? Ou fez algo? Ela o achou chato? Ele ficava se perguntando, então começou a seguir ela.
Vladmir: Espera, aonde você vai Ava?
Ava: Para bem longe de você – disse, desejando que ele parasse de seguir ela.
Vladmir: Por quê? Eu te fiz algo?
Ava: Não, imagina se tivesse feito.
Vladmir: Se não fiz, porque parece brava.
Ela para e se vira para o homem, respira fundo antes de abrir a boca para falar com ele, porque se não ela daria um tapa bem dado nele.
Ava: Você sabe o que é ironia?
Vladmir: Logico.
Ava: Então você entende que o “Não” foi irônico, você não presta atenção nas coisas que você fala?
Vladmir: Claro que presto. – disse, já ficando bravo.
Ava: Não parece, já que foi um pouco rude agora pouco. Eu não sou obrigada a saber quem você é, ninguém é obrigado a saber quem você é não meu querido, ponha-se no seu lugar seu insolente.
Ela não esperou nem mesmo Vladmir responder, simplesmente se virou e foi procurar sua família para ir embora, ela não aguentava mais olhar para a cara dele e só de pensar que de noite provavelmente iria se encontrar com ele, já a deixava mais brava que o normal.
Enquanto isso Vladmir estava perplexo com o que tinha acabado de acontecer, pela primeira vez alguém discutiu com ele, o que o deixou muito bravo, já que normalmente as pessoas pareciam ter medo de falar até mesmo um “oi” com ele. Vendo a mulher se afastar, ele se virou e foi até seus irmãos.
Vladmir: Vamos voltar agora, antes que eu mate alguém. – Ele disse, enquanto olhava para seus irmãos com uma cara de bravo.
Alucard: Por que irmão?
Vladmir: Não importa, só vamos embora agora.
Ele começou a caminhar, batendo o pé tão forte, todos sem entender o que tinha acontecido, deram de ombro e seguiram seu irmão.
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Atualizado até capítulo 79
Comments
Brennda Germany's
ela não é as doidas que correm atrás dele, tratando ele como um deus, aí ele vai se apaixonar por ela né???
2024-08-20
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Brennda Germany's
tem certeza?
2024-08-20
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Brennda Germany's
acho que não kkkkkkkk
2024-08-20
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