Capítulo Dezesseis

Capítulo Dezesseis

Eros ( Diabo)

Aquele beijo não saia da minha cabeça, o lábio dela, sua pele, tudo estava na minha cabeça, só queria isso de novo, queria beijá-la novamente.

Quando tive a coragem de sair de dentro da minha casa, olhei para Irina e ela correu com as meninas para o banheiro que havia do lado de fora. Assim que a vi sair com aquele biquíni minúsculo, queria pegar ela no meu colo e correr com ela para meu quarto.

Respirei fundo e tentei afastar esses pensamentos. — Por Deus, estou apaixonado. — Anjo fala.

— Já é a segunda vez que fala isso sobre Ayko, tô começando a acreditar. — digo rindo.

— Na verdade, os dois estão né? — MT fala rindo e noto que está olhando minha irmã.

— Se continuar olhando pra mim irmã com essa cara de cão apaixonado, vou logo te dar uma surra. — falo sério e ele fica pálido.

— Para de assustar o MT, prefiro ele com ela, do que um total desconhecido. — Elias fala e encaro ele.

— Verdade, mas se magoar ela, nós dois vamos te matar. — Encaro ele de novo.

MT solta um suspiro e eu e Elias começamos a rir.

Noto que as meninas estão voltando e vou para a churrasqueira. Eu curtia ficar fazendo churrasco, mesmo sendo o dono da festa. Todos comeram e beberam, conversamos e demos risadas.

Voltei para poder ver as carnes que estavam assando, fiquei alguns minutos virando elas e quando voltei minha atenção para mesa não vi Irina e nem Ayko.

— Cadê as meninas? — Perguntei.

— Creio que foram resolver algo. — Léo diz colocando um pedaço de carne na boca.

— Elas foram resolver um assunto. — Anjo aparece.

Não disse nada, apenas me sentei e comecei a beber minha cerveja. Não sei, algo dentro do meu peito, estava sentindo que alguma coisa ia acontecer e não gostava desse pressentimento.

Olho para Léo e vejo que ele está com o celular na mão, com uma cara estranha, ele se levanta. — Diabo, vem comigo. — Ele fala e começa a andar. — Tchau pessoal, foi um prazer ver vocês. — Ele se despede e vai para dentro da casa.

O pessoal da tchau sem entender. Não falo nada e apenas sigo ele. Descemos para a garagem e peguei minha moto. Em poucos segundos chegamos na casa das meninas.

Fiquei furioso com Irina, ela queria simplesmente ir embora. Não ia deixar isso, prometi ao Léo que a protegeria, poderíamos ajudá-las.

Irina não quis saber e notei a raiva em suas palavras, ela realmente não queria nos envolver em toda essa loucura e eu entendia isso. Que merda! Mesmo sabendo disso e queria ela aqui de qualquer forma, me pergunto qual foi o momento em que notei que precisava de Irina perto.

Assim que ela entrou no quarto, não pensei e fui atrás dela, queria pedir para ela ficar, queria falar para ela que eu a protegeria, queria pedir para que ela não fosse embora para longe.

Mas quando escutei os fogos, sabia que meu pressentimento ruim era esse.

— O que tá acontecendo? — Irina me encara.

— Invasão, pegue suas armas. — Digo saindo do quarto.

— Merda! Quem é o idiota que tá invadindo. — Léo fala furioso.

Vejo ele pegar o celular e começar a falar com seus homens. — Ayko, pega suas armas, estão invadindo, precisamos segurar ele.

Saímos da casa e já comecei a ouvir os tiros. As meninas não falam nada, mas vejo ambas pegando as armas e começando a se preparar.

Os inimigos começaram a nos atacar, estava tentando identificar quem havia invadido, mas até o momento ninguém tinha essa informação.

Fiquei atrás de um dos carros quando vi Irina entrar em um beco, ela estava com duas pistolas na mão, ia me levantar para poder ir atrás dela, mas um tiro acertou o carro que eu estava, então me abaixei novamente.

— Eles parecem que estão recuando. — Léo fala.

— Irina tá indo pela lateral deles, temos que acompanhar e pegar eles de frente pra servir como distração. — Ayko recarrega a arma.

— Cheguei. — Anjo para ao nosso lado.

— Cadê a Agatha ? — Pergunto.

— Tá no cofre. — Ele fala ofegante.

— Precisamos ir. — Ayko diz.

Seguimos avançando mais um pouco e logo avistei Irina, ela estava em um dos becos escondida, Ayko e ela cruzaram o olhos e se comunicaram de alguma forma. — Atirem. — ela diz apontando a arma para um grupo de uns vinte homens que estão subindo.

Começamos a trocar tiro e então Irina agiu, ela se enfiou no meio deles e a única coisa que eu conseguia ver, era seu cabelo vermelho balançando de um lado para o outro de forma rápida e eficaz.

Assim que todos caíram ela veio até onde estávamos. — pronto. — Ela respira um pouco ofegante.

— Chefe os caras recuou! — um vapor fala no rádio.

— Aumenta a segurança da barreira e manda limparem o morro! — Digo no rádio.

— Quem invadiu foi o idiota do alemão, e muita audácia dele. — Léo fala nervoso.

Olhei em volta e fui até onde havia alguns inimigos mortos. — Pânico tá com um armamento diferente, isso não é bom. — Digo pegando uma das armas.

— Será que ele tá se aliando com alguém? — Léo me encara.

— Não sei, essas armas são potentes, foi sorte termos segurado essa invasão. — Digo passando a mão pelo cabelo.

Jogo a arma no chão de novo e me viro para subir pra boca, olho em volta e as meninas não estão mais conosco, solto um suspiro e chamo o Léo para ir na casa delas. Nossa conversa não acabou.

— Nunca vi, essas duas parecem fantasma, somem do nada. — Léo fala.

— Nisso tenho que concordar. — Digo rindo.

Chegamos na frente da casa dela e logo noto sangue na porta, olho para o Léo e sem pensar ele já abre a porta com tudo. Olhamos para dentro e vejo Irina sentada em uma cadeira com uma garrafa de whisky na mão. Ayko está ajoelhada na sua frente com uma pinça na mão.

— Que porra aconteceu? — Léo vai até elas preocupado.

— Só um tiro, Ayko está resolvendo. — Irina dá um longo gole na bebida.

— Vou chamar um carro e vamos para o posto. — Digo pegando meu celular.

— Pronto, já tirei a bala, só vou suturar e colocar ela no soro. — Ayko diz animada.

— Viu mandão, não precisa, já estou bem. — Irina me encara.

— Vocês duas são loucas. — Léo fala tirando a garrafa da mão da Irina e dando um gole. — Vou embora, e vocês duas, fiquem aqui. — Ele encara as duas. — E nem adianta falar nada, amanhã vou voltar e conversamos. — Léo devolve a garrafa para Irina.

Irina olha para Léo e revira os olhos, e apenas concorda. Fico encarando elas e meu deus, como essas duas podem ser assim. Tudo bem que elas são assassinas e sempre se viraram sozinhas, mas é difícil pra gente de fora ver isso e achar normal.

Leo saiu da casa e continuei olhando as duas, Irina bebe o whisky sem parar enquanto Ayko termina de suturar, ela não grita e nem chora, só fica fazendo algumas caretas.

Eu estava totalmente impressionado, nunca havia visto uma mulher tão forte como as duas, eu estava sim preocupado com Irina, com seu machucado, mas a precisão e profissionalismo de Ayko e a confiança que Irina tinha no olhar com cada coisa que ela fazia, me deixava tranquilo.

— Diabo, me ajuda a deitar ela lá no quarto, logo o remédio faz efeito e ela apaga. — Ayko fala e sai do transe.

Vou até ela e pego Irina no colo, a mesma fica me olhando sem falar nada. Ayko tirou a garrafa de suas mãos e colocou em cima da mesa.

Levei ela até seu quarto e a deitei na cama, Ayko saiu e não sei porque continuei. Desde que deitei ela na cama e me sentei ao seu lado, estamos nos olhando sem parar.

— Você é tão gato. — Irina fala um pouco arrastada.

Com certeza ela está um pouco alta, não só pela bebida, mas pelo remédio que deve estar fazendo efeito. Abro um sorriso bobo e me aproximo dela. Levei minha mão até seu rosto e acariciei sua bochecha, no mesmo instante, ela fecha os olhos, como se estivesse gostando do meu toque.

— Gosto do seu toque. — Ela abre um sorriso.

Sinto meu coração acelerar, porra! Sei que ela não tá com sua mente sã, mas sei que ela está falando a verdade, sinto que está, vejo a verdade em seus olhos.

Abri um sorriso e continuei acariciando seu rosto, acho que sabia que esse momento seria único e nunca mais teria um igual. Não sei o porquê mas acho que nunca poderia ter algo com ela, não por não querer. Porque quero muito isso!

Não terei algo com ela, por conta dela. Irina não quer ter nada com ninguém e é teimosa, sei que esconderia seus sentimentos. Isso dói um pouco, porque queria tentar algo. Mesmo ela sendo essa pedra, vejo o quando é maravilhosa por dentro, meiga e linda.

— Eros — ela me tirou de meus pensamentos.

— Irina.

— Obrigada por me beijar. — Ela abre os olhos e me olha com intensidade. — Foi o melhor beijo que dei na minha vida toda.

Meu coração agora está tão acelerado que acho que pode parar a qualquer momento. Porra Irina, porque você tem que estar neste estado agora. Só queria te envolver em meus braços e beijá-la.

— queria te beijar mais. — Ela dá uma risada gostosa e desmaia.

Abro um sorriso e solto um longo suspiro. — se você soubesse o quanto eu queria te beijar de novo.

Me aproximo dela e selo nossos lábios, dou um selinho nela e me afasto. Levanto da cama e saio do seu quarto. Ayko não está na sala, então apenas saio e subi na minha moto.

Chego na boca e dou de cara com meu irmão e MT. — até que enfim.

— Fui ver as meninas, Irina levou um tiro. — Solto um suspiro e me sento.

— Tá tudo bem ? — anjos fica preocupado.

— Sim, Ayko já tirou a bala. Agora ela está dormindo.

— Por deus, realmente as duas são doidas. — Anjo fala se sentando.

— Descobriram algo? — Pergunto encarando os dois.

— Sim, mas você não vai gostar. — MT me encara.

— Já manda o papo.

— Pânico invadiu o nosso morro com a ajuda de um aliado. — MT me dá algumas fotos. — Nosso informante só conseguiu nos entregar agora as fotos. Ele disse que o cara é de outro país e deu as armas para o Pânico.

— Pode ser quem está atrás das meninas. — digo olhando as fotos.

— também achamos isso. — Anjo suspira.

— Eros, os caras vieram com tudo, foi sorte termos ganhado essa e você sabe disso. — MT me encara e sei bem o que ele pretende falar, e sei também que vai estar certo de suas palavras. — Se ele vir invadir, vai vir mais forte ainda, temos que dar um jeito de tirar as duas daqui, ou você vai perder seu morro.

Me levanto da mesa, frustrado, não posso deixar elas irem, não posso! Mas também não posso colocar todos deste lugar em risco. O que vou fazer?

Passo as mãos pelos meus cabelos. — Que merda!

— Não podemos simplesmente jogar elas pra fora do morro Eros. — Anjo se levanta nervoso.

Eu sei que não podemos, mas também não posso jogar fora tudo que construí até agora. Não posso colocar todos em risco. Porra! Me sinto tão inútil, me sinto egoísta.

— MT, arrume um carro, e peça pra arrumarem a minha casa da praia que fica aqui no rio, vamos mandar as duas para lá. — Digo olhando para ele. — Só espera Irina acordar.

— Você vai mesmo largar as duas sozinhas, sabe bem que vão achar elas e logo vão estar mortas. — Anjo fala nervoso.

— Cala a boca. — Encaro ele. — Já está decidido, vou deixar alguns homens com elas. E outra, elas são responsabilidade do Léo, ele vai fazer algo.

Queria me dar um soco agora, estou literalmente mandando elas para a morte. Me sinto um monstro. Mas é minha família, meu morro, devo isso a todos.

— Não acredito nisso Eros. — Vejo a raiva e o desapontamento nos olhos de Elias. — MT eu vou levar as meninas, e vou ficar com elas lá, prepare dois carros. — Ele diz e encaro ele.

— Nem pensar, você vai ficar aqui. — Vou pra cima dele.

— Não porra! Se você não tá nem aí pra elas, eu estou, não vou abandonar as duas. — Ele grita e sem que eu responda sai da sala.

Me viro e dou um murro na mesa, não queria que fosse assim. Mas elas vão estar seguras lá, vou fazer de tudo para não descobrirem que elas estão lá, não vou deixar nada acontecer com elas.

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Comments

Maria Sena

Maria Sena

O Eros tá entre a cruz e a espada, el quer proteger elas mas também tem que proteger o morro. Ele tá certo, os caras que tão atrás delas não tá nem aí de matar pessoas inocentes para alcançar seus objetivos.

2024-11-25

1

Maria Lucia

Maria Lucia

Ele está certo tem primeiro pensar nas pessoas que mora no morro..e ela são assassinas vão matar ou morrer fazendo isso...

2025-02-13

0

Luana Guimarães

Luana Guimarães

o lixo q estão atrás dela se aliaram c o alemão, por isso esse armamento mias moderno

2024-11-20

1

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