Amigas, um pedido muitooo especial p vcs antes de começarem a leitura: POR FAVOR, curtam e comentem muitoo pra me ajudar... E também avaliem a história com ⭐⭐⭐⭐⭐ para que mais pessoas possam ler, para que ela seja divulgada e mais acessada. Eu ficarei muito feliz e agradecida, não custa nada fazer isso p vcs mas pra mim é muito importante ❤️ desde já agradeço pelo apoio de todas vcs. Agora, fiquem com o capítulo.
O Sr. Hoffmann não é um homem de conversar muito eu já percebi. E não é como se eu quisesse manter esse contato com ele, mas se fosse apenas um pouco mais simpático talvez eu me sentiria mais confortável em sua presença.
— Bom, agora eu preciso ir a reunião que comentei com você. E vens comigo. Já está pronta? — perguntou ele, me encarando no fundo dos olhos.
— Sim, estou pronta. — afirmei e ele concordou. Já estava pronto, vestia um terno que deixava em evidência os seus músculos, estes que podiam quase rasgar o tecido, de tão saltados que estavam.
Este homem é mesmo um luxo de tão bonito.
Ele só pegou sua bolsa e me deu espaço para que eu passasse, logo após informar que estaríamos rumando para a garagem. Eu só passei na frente no momento em que saímos do seu escritório, logo depois disso, ele seguiu na frente.
Sandra ainda estava ali. Ela parecia estar ouvindo a conversa que estávamos tendo dentro do escritório do Sr. Hoffmann. Essa mulher é uma tremenda curiosa... E além de ser isso, ela também age como se ele fosse a sua única propriedade!
— Sr. Hoffmann! — o cumprimentou quando o viu. Seu rosto branco se tornou vermelho.
— O que está fazendo aqui, Sandra? Você não deveria estar na cozinha treinando as novas auxiliares? — questionou o homem, duramente. Ela uniu suas mãos na frente de seu corpo, o modo como olhou para o próprio chefe me causou náuseas.
Não entendo bem a razão... Mas não gostei muito dessa mulher; desde o primeiro momento que a vi o meu santo não bateu com o dela. E eu sei que pelo menos desse sentimento compartilhamos, é recíproco. Ela também não gosta nada de mim.
— Eu só queria perguntar-
— Mais tarde você pergunta, agora eu estou atrasado. — respondeu ele, ignorando completamente a existência daquela atrevida. Passou por ela e desceu os degraus até o hall, sem nem olhar para trás ou vacilar.
Troquei olhares com a tal Sandra e pude notar faíscas voando dele. E eu só sorri minimamente.
Segui o Sr. Hoffmann até a sua garagem e novamente me vi embasbacada com a infinidade de carros de luxo aqui estacionados. Fiquei até me perguntando qual deles ele escolheria, Jesus, são tantas opções...
Ele destravou um deles e era uma Lamborghini amarela. A porta do carro se abriu sozinha e ele me olhou, apontando discretamente para que eu entrasse e me sentasse.
Assim o fiz, bem devagar para não acabar tropeçando ou passando vergonha diante dos olhos desse homem.
— Enquanto dirijo, você pode começar ligando o tablet que eu te dei. É com ele que você vai trabalhar hoje. Vai ser bom você ligá-lo e tentar se adaptar. Não sei... Talvez você possa ter alguma dificuldade. — disse aquilo com bastante educação, completamente diferente da forma como falou comigo lá dentro.
Assenti com a cabeça, sem falar nada. Uma vez acomodada e devidamente protegida, eu fiz o que ele pediu e liguei o tablet. Comecei a mexer no mesmo, buscando aplicativos, até mesmo as notas para me acostumar a mexer naquilo. A sensibilidade me assustou e eu fiquei ainda mais nervosa quando percebi o Sr Hoffmann me olhando, ele estava bem sério e quando nossos olhares se encontraram, ele voltou a focar na direção do veículo.
Saímos da garagem e logo em seguida dos arredores da propriedade dele e eu me via muito nervosa. Cada vez mais... Até mesmo meu coração batia acelerado no peito. Independente de saber que eu posso lidar com esse emprego, posso conseguir me manter aqui, eu ainda fico um tanto quanto temerosa. Talvez seja a presença do Sr Hoffmann que me deixe dessa maneira.
Seguimos o nosso percurso em silêncio. Ele não se atreveu a dizer nada e eu assim fiquei também. Mas não deixei de olhar para as suas mãos no volante, as veias saltadas nas mesmas, a forma como ele segura aquele objeto também é muito atraente.
Céus, ele por inteiro é atraente. Torço muito para que eu me acostume com essa sua beleza e charme, pois caso isso não aconteça, pode acabar atrapalhando o meu bom desempenho no trabalho e isso de longe é o que eu quero. De forma alguma.
Peguei o meu celular por alguns segundos, aproveitando-me do fato de ele estar completamente focado na pista à nossa frente. Hoje o trânsito decidiu não colaborar.
Haviam milhares de mensagens de Marianne. Ela estava surtando e com razão.
>> "AMIGA DO CÉU, COMO ASSIM VOCÊ JÁ ESTÁ AÍ? VOCÊ NÃO ME AVISOU NADA!!"
>> "NYANNI, VOLTE AQUI AGORA E ME EXPLIQUE TUDO"
>> “EU QUERO SABER DE TODOS, TODOSSS OS DETALHES"
>> "FINALMENTE VAI SAIR DAQUELE SUBÚRBIO MALDITO? OHH CÉUSSS"
Comecei a sorrir silenciosamente imaginando a minha amiga surtando, até podia ouvir a sua voz a me falar tudo aquilo. Rapidamente a respondi quando o Sr Hoffmann me olhou rapidamente, e sua expressão se fechou no mesmo instante.
Engoli a seco.
— Espero que isso não se torne um costume, senhorita. — ele disse, e já não mais olhava para mim.
Chegamos no aeroporto. Eu já sabia que ele trabalhava aqui, mas não deixei de me surpreender. Ele entrou por portões nunca vistos por mim antes, falou com alguns seguranças e logo depois passou um cartão por um sensor ali perto. — Já chegamos e eu vou entrar em reunião agora. Você só precisa me seguir. — avisou-me e eu, mais que depressa, organizei toda a minha bolsa e desci do carro no momento certo.
Fomos caminhando lado a lado até entrarmos no prédio. Várias pessoas uniformizadas falavam com ele ao vê-lo passar e pela expressão delas, eu percebia como o admiravam e com certeza devem puxar o seu saco.
Chegamos a um elevador e adentramos. — Eu trabalho no último andar. Quando você precisar vir aqui sozinha, já sabe. — orientou, no mesmo tom de sempre. Não há nenhuma surpresa nisso.
Quando as portas se abriram, Sr Hoffmann ainda saiu andando na frente e passou rapidamente numa sala em que a porta estava aberta. Lá dentro, eu pude ver que havia um rapaz muito bonito; mas não só eu o notei, ele também me viu e me deu uma boa encarada.
— Yuri, vou entrar em reunião agora mesmo. Pode avisar a Liya que eu não quero receber nenhuma ligação. — disse o Sr Hoffmann e o rapaz somente assentiu — E, ah, diga a ela que passe em minha sala mais tarde. Todas as ligações direcionadas para mim eu quero que sejam passadas para ela, — ao falar isso, ele apontou para mim. — A Srta. Olliver é a minha assistente pessoal e somente ela atenderá as minhas ligações e passará os recados que forem direcionados a mim. Fui claro?
— Sim, Sr Hoffmann! — respondeu o rapaz — E não se preocupe, vou avisar tudo a Liya, como o senhor pediu.
— Obrigado. — ditas essas palavras, ele deu as costas ao garoto que só sorriu sem graça. Nós dois nos dirigimos a uma outra porta, dentro de um corredor mais afastado. Era diferente, um pouco maior. — Aqui é a sala de reuniões. Lembre-se do que eu te disse: Foco total.
E tudo o que eu fiz foi murmurar um "certo" e entramos. Depois de uma rápida oração mental, eu pedi ao universo para que tudo desse certo.
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Atualizado até capítulo 71
Comments
Clarice Hoss
eu no lugar dela já estaria em surto
2025-01-02
0
daniely aparecida
tadinha imagina o desespero dela
2024-12-05
0
Carmem Damásio
mais mais mais mais
2024-04-28
1