capítulo 7

 Eu não pensei que seria tão fácil, não posso negar que estou triste e abalada com tudo isso, graças a Deus finalmente estou de volta a minha casa, tenho a minha editora em mãos e tudo que é meu por direito, ah, também tenho umas ações da empresa, Levy passou para o meu nome logo no começo do nosso casamento, e acho que vou passar a frequentar lá também.

Quero mostrar a todos que sair desse casamento por cima, mesmo com o coração partido por tudo que aconteceu, não vou deixar a minha dor e mágoa transparecer.

- e agora, o que vai fazer? - Camila vai ficar me fazendo companhia por alguns dias, não quero ficar sozinha.

- bom, agora eu vou até a casa dos meus pais, preciso falar com eles - peguei minha bolsa no sofá, e pedi para as meninas que trabalham aqui arrumarem o meu quarto, trocarem os lençóis e deixar tudo limpo.

Eu saí de casa sentindo um misto de sensações estranhas, ao mesmo tempo que estou feliz, muito feliz! Também estou sentindo que falta algo aqui.

Eu entrei no meu carro, e mudei a rota da minha saída, eu sei bem o que preciso, já não sou mais uma mulher casada, ao contrário, sou uma mulher livre, que sofreu muito com a traição do meu marido, da minha irmã, vim a perda do meu nenêm. E não foi ficar cheio dando pelos cantos enquanto tem um homem disposto a me fazer feliz.

Eu acelerei o carro e cheguei no endereço em que ele passou para mim, não fica muito longe da minha casa, e eu espero que ele esteja lá.

(...)

Eu estou com as mãos soando frio e sinto borboletas em meu estômago, faz tempo que não me sentia assim, nem mesmo com o Levy.

Só espero não estar me precipitando.

Eu toquei a campainha e em poucos segundos a porta foi aberta, ele está com uma toalha enrolada na cintura, o corpo molhado e água pingando do seu cabelo, não está assim que eu esperava encontrá-lo.

Eu tentei dizer alguma coisa, mas a vontade de me jogar em seus braços foi maior que eu, e foi isso que eu fiz.

Eu ataquei os seus lábios e ele me impulsionou a prender as pernas em sua cintura, ele fechou a porta e foi caminhando comigo até o sofá.

Sua língua pediu passagem e eu cedi sem demora.

Deus beijos foram descendo até o meu pescoço, e depois o colo dos meus seios.

Eu fechei os olhos e inclinei a cabeça para trás, ele parou o que estava fazendo e acariciou o meu rosto.

- deu tudo certo na sua casa? - ele me olhou duvidoso e eu sorri.

- sim, deu tudo certo - toquei sua mão que estava em meu rosto - eu não quero esconder de ninguém que tenho um homem incrível ao meu lado, eu quero ser sua, William, somente sua.

Ele me pegou nos braços e me levou até o quarto, fechou a porta e me pôs em pé na sua frente.

Dei um passo em sua direção para que ficássemos mais próximos e passei os braços em volta de seu pescoço, automaticamente ficando na ponta dos pés por conta da nossa diferença de altura. Senti suas mãos pararem sob minha cintura, fazendo com que nossos corpos se aproximassem cada vez mais. Fui eu quem tomei a iniciativa ao colar minha boca na sua, acabando com a distância entre nossos rostos.

Ele parece não acreditar que estou decidida a me entregar para ele.

Porém, o que era para ser apenas um selinho inocente se transformou em um beijo rapidamente.

 William abraçou minha cintura, fazendo com que meu corpo se aproximasse do seu. Soltei meus braços que se entrelaçavam em sua nuca, subindo as mãos pelo pescoço até que os dedos adentrassem no seu cabelo, puxando os fios de leve. Nossas línguas se entrelaçavam, permitindo que explorássemos a boca um do outro. O beijo, entretanto, não durou muito porque logo ficamos sem ar, precisando parar o beijo para conseguir respirar.

- eu quero você - ele andou comigo devagar até o meu corpo se encostar na parede do quarto.

Fui tirando a toalha da sua cintura, enquanto suas mãos tiravam a minha roupa.

Não pude contentar a timidez ao sentir o seu olhar quente sobre mim, Levy nunca me olhou assim, com tanto amor e prazer.

Seu membro já se encontra ereto e isso fez todo o meu tesão aumentar.

São sensações que eu nunca havia sentido antes, não que com Levy não fosse bom, mas com ele, com o William, é tão diferente.

Seus lábios estão castigando o meu pescoço como se não houvesse amanhã, enquanto suas mãos tiram a minha roupa me deixando exposta ao frio fazendo todo meu corpo se arrepiar rapidamente.

Ele foi andando lentamente comigo até que caímos na cama.

Ele sorriu e tocou o meu rosto com ternura enquanto o meu corpo se esquenta debaixo de si.

Ele voltou a colar os nossos lábios e eu rapidamente inverti nossas posições ficando por cima dele.

Com um movimento rápido, levantei meu corpo para que pudesse afastar a calcinha e, a única peça de roupa que ainda estava em meu corpo, com a ajuda dele, posicionei a glande em minha intimidade, logo abaixando meu corpo para que fosse penetrada por completo. Mordi o meu lábio para abafar a dor que senti no momento, talvez pela perda do bebê, e pelo tempo em que fiquei sem transar, eu senti essa pequena dor, nada demais.

Assim que me acostumei, pedi para que continuasse e assim ele fez, de forma lenta e carinhosa.

Não consegui conter um gemido que escapou logo que o senti deslizando dentro de mim e precisei colocar as mãos em seus ombros para que tivesse um apoio. Ele, em contrapartida, colocou suas mãos em minha cintura, me ajudando no ritmo dos movimentos para que não cansasse muito rápido.

Assim que me senti confortável, comecei a movimentar o quadril em movimentos que seguiam para frente e para trás, como se estivesse cavalgando-o. Ele apertava minha cintura entre os movimentos, não de uma forma dolorosa, mas que denunciava o quanto estava gostando, além de ajudar na minha movimentação, aumentando o ritmo para que eu conseguisse ir mais rápido.

William segurou firme a minha cintura e sentou na cama melhorando a nossa posição.

Ele aproveitou que meus seios estavam livres e expostos para si e logo tratou de colocar o esquerdo na boca, passando sua língua em volta do bico como se estivesse brincando com ele, o que só me fazia ficar mais excitada, jogando a cabeça para trás. Tirei as mãos de seus ombros, levando ambas para o cabelo dele, que rapidamente comecei a puxar conforme o desejo aumentava.

Entre os movimentos, soltávamos diversos gemidos de todos os tipos, ora altos, abafados na curva do pescoço, no ombro ou mesmo com beijos. Eu constantemente arranhava suas costas, em busca de esvair um pouco do tesão que sentia, enquanto ele fazia o mesmo ao apertar minha bunda ou mordiscando o bico do meu peito.

Após um tempo, senti como se uma corrente elétrica percorresse todo o meu corpo, passando pelos dedos do pé e se concentrando na minha intimidade, até explodir em um orgasmo que fez com que meus olhos se revirassem e toda a força se esvaísse de meu corpo. Tudo o que consegui fazer foi me apoiar no ombro dele, que continuou a segurar minha cintura e me movimentar até que ele também gozasse. Eu havia me esgotado, como se toda minha energia houvesse saído de mim junto com o gozo.

Ele logo me acompanhou, parecendo tão exausto quanto eu. Aquilo havia sido inegavelmente bom. Com os olhos fechados, não consegui controlar um sorriso que se formou em meu rosto.

- você é linda! - ele acariciou o meu rosto.

- não fala assim, eu fico com vergonha - sair do seu colo e me deitei na cama o puxando junto comigo.

- não deveria ficar - ele puxou o lençol e cobriu os nossos corpos nus, enquanto passou a acariciar as minhas costas.

- eu não acredito que fiz isso - deitei minha cabeça em seu peito, ainda sem acreditar que acabei de me entregar a ele.

- está arrependida? - senti um pouquinho de tristeza em sua voz e neguei.

- como posso está apreendida em está aqui, ao lado de um homem incrível, e que eu tenho certeza que vai me fazer extremamente feliz?

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Comments

Dulce Gama

Dulce Gama

maravilhosa que história linda /Rose//Rose//Rose//Rose/

2024-12-14

0

Fbiana De Santos

Fbiana De Santos

estou adorando linda história

2024-10-20

0

keyla junia ferreira

keyla junia ferreira

Que bom que melhorou, 👏🥰

2024-10-10

0

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