*:・Capítulo 8 - Passeio

Olhei a ficha do Elmer que eu peguei das outras que Ane me trouxe, me surpreendi por ela ter pensado em pegar algo tão útil.

Elmer Thompson

36 Anos 

Filho Ilegítimo de um Barão

Só tinha informações básicas, ele tirou ou só perguntam isso? 36 anos, ele tem quase o dobro da minha idade, faz sentido Ane chamá-lo de senhor.

Olhando rapidamente o caderno de finanças só tinha confirmado o óbvio: Desvio de dinheiro geral,

Dinheiro de reposição de alimento, cuidados da casa, privado para a marquesa, entre outros.

O básico para se sobreviver na nobreza são três coisas que você aprende em pesquisas rápidas: Dinheiro, influência e poder.

A família D'Colines carrega o título de Marquês, como agora eu sou a única da linhagem viva automaticamente herdei o título para manter a família.

Sou prometida a um príncipe (que pretendo resolver) mesmo se acontecesse algo, a influência dele já ficou sobre mim, então não preciso me preucupar muito (apesar que preciso me comunicar com outras pessoas).

— Bem, agora vamos enfrentar o mordomo e recuperar meu dinheiro —

Sussurrei. — Leah já voltou?

— S-sim senhorita, está aqui na porta com Sir.Eliot. 

— Bem, você pode ir resolver suas pendências Dana, Leah e William me acompanham — Ane se curvou levemente e abriu a porta para eu passar.

Fiz sinal para William e Leah me seguir e fui em direção ao escritório.

— Vocês ficam aqui na porta, vou conversar com ele.

— Sim senhorita — William respondeu simpático, e Leah apenas confirmou com a cabeça tomando sua posição na porta.

Entrei no escritório fechando a porta em seguida, e fui recebida com a imagem de um escritório totalmente revirado, e um homem sentado que parecia cansado.

— O que foi agora — Murmurou abrindo os olhos, pareceu surpreso ao me ver ali na sua frente — Se-Senhorita? Deseja algo?

— Acho que o mordomo sabe porque estou aqui, não? — as gotas de suor em seu rosto eram visíveis mesmo nós estando quase no inverno.

— E-eu fiz tudo isso para seu bem senhorita!

— Meu bem? Desviar dinheiro, me deixar sem uma única moeda para fazer nada, e fechar o dinheiro para a comida me matando de fome é para o meu bem?

— F-foi nescessário para seus cuidados! 

— Nossas opiniões de como cuidar de alguém são bem diferentes, não concorda? — ele engoliu seco.

Estranhamente eu estava confiante ao falar assim, devo está me acostumando, quando eu era Rosa eu costumava falar o que me desse na telha, e me arrependia profundamente depois, perguntando se foi certo ter falado.

— Não me importa seus cuidados ou proteção, a partir de agora quero relatórios mensais de como foi usado o dinheiro, se eu ver qualquer coisa faltando você vai para rua, amanhã quero as coisas repostas em minha mesa, entendido?

Elmer pressionou a mão, não sabia se era de frustração ou raiva, e apenas acenou com a cabeça, virei as costas em direção a saída quando ouvi o barulho e senti algo gelado em meu pescoço.

— E-Eu não posso fazer isso senhorita! O conde, o conde Marechal e o, e o- não vão me deixar livres se eu não arruinar o financeiro da casa Colines! — Suas mãos estavam tremendo com a faca de chá no meu pescoço.

— Eu não recomendaria fazer isso, tenho duas testemunhas lá fora, e se você se jogar do segundo andar do escritório vai cair no concreto. 

Ele não me mataria, ele estava nervoso demais para isso, tinha como ele fugir sem ser pego pulando nas plantas caso o fizesse, mas ele não pensaria nisso nesse estado.

— Abaixe a faca, ou você quer ser acusado de tentativa de assassinato? — ele abaixou e caiu de joelhos aos meus pés em seguida.

— Me perdoe senhorita, me perdoe eu não posso parar se não tiver como me proteger, eu não quero morrer!

— Uma escolta, e você morar em um cômodo único dos serventes é o suficiente? Se não, não tenho outra escolha.

—  Sim! Sim! É o suficiente! Obrigado pelo seu perdão, muito obrigado! — Ele levantou seus rosto lacrimejando.

— Elmer, você tinha mencionado o conde Marechal nisso, já estava ciente sobre, mas — Me abaixei um pouco segurando seu queixo — você fez menção a outro indivíduo, quem era?

— E-eu não posso falar!

— Elmer — Cerrei os olhos.

— E-eu realmente não posso falar senhorita! M-me perdoe eu não posso!

— Para ele está agindo assim só me vem poucos motivos em mente.

— Então me responda apenas isso, é alguém mais poderoso que eu? — ele afirmou com a cabeça repetidamente.

— Bem, então pode ir fazer suas coisas, amanhã mando alguém conferir — Saí do escritório.

— Sir.Eliot.

— Sim, senhorita?

— Pode encontrar alguém para escoltar o mordomo diariamente?

— Posso sim.

— Pode fazer isso agora então? — Ele afirmou com a cabeça e fez uma referência saindo.

Alguém com um título maior que o de marques se juntou com o Conde Marechal para destruir a casa Colines, mas quem? O ducado ou a realeza?...

Isso é problemático.

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