O natal estava próximo. Seria o primeiro natal com a nossa filha. Foi especial. Era a data que eu mais gostava. A ceia da véspera de natal era na casa da minha mãe, com a família inteira reunida. A gente fazia uma verdadeira festa. Primeiro era a oração, depois contávamos os minutos para a ceia, mas quem ficava mesmo em total ansiedade eram as crianças. A minha mãe era a encarregada de entregar os presentes. E era muito bom ver a alegria das crianças quando ganhavam seus presentes. As crianças menores eram as mais favorecidas. Eram as que ganhavam mais presentes. Thomas e Luiza bateram o recorde. Paulo e eu já tínhamos o nosso presente especial. Luiza, com cinco meses só gargalhava e rasgava os papéis. Dormimos na casa da minha mãe, para ajudar com a limpeza. No dia do natal, tomamos café e fomos para a nossa casa, tomar banho e nos preparar para ir almoçar com a família do Paulo. Era muita alegria também. Vânia apossou de Luiza e ninguém conseguia tomá-la. A gente ria. Lá tinha bebidas a vontade. Mas eu não bebi, pois tinha que cuidar de Luiza. Paulo bebeu uma cerveja e só. Rimos muito e ficamos até a tardinha.
Luiza estava cansada e por sorte dormiu cedo. Ficamos deitados nos braços um do outro, tomando uma taça de vinho.
_ Foi maravilhoso o natal. Agora eu quero o meu presente, mozão _ olhou para mim com um sorriso cativante _ você quer o seu?
_ Quero sim meu amor.
Fizemos amor suavemente. Estávamos cansados e dormimos abraçados. Luiza foi boazinha só a noite. Acordou cedo com o seu choro. Paulo levantou primeiro e foi trocar a fralda, dar um banho e eu cheguei com a mamadeira.
_ Mas que garotinha exigente essa! Dei beijos na bochecha dela que virou o rosto. Estava no colo do pai.
_ Sou irresistível mesmo. Todas as damas preferem a mim.
_ É mesmo? Que damas?
_ Você e Luiza, oras.
_ Acho bom que seja. Luiza viu a mamadeira e esticou as mãozinhas para pegar. Paulo pegou e a deitou no colo. Desci e preparei o nosso café. Paulo preferia chá. Mas eu só café. Ele desceu com Luiza, a colocou na cadeirinha e eu dei um pedaço de mamão para ela lambuzar. Ela mais apertava do que comia. Paulo e eu ficamos rindo das gargalhadas dela e da boquinha toda lambuzada.
No ano seguinte, no nosso aniversário de casamento, eu decidi fazer uma surpresa para Paulo. Mandei um cartão todo indecente o convidando para um jantar regado a vinho e sobremesa quente. Ele riu e aceitou na hora. Eu disse que queria ir ao restaurante onde íamos, no bairro Cidade Nova. Ele concordou. Escolhi a lingerie.Resolvo esconder no carro sem que Paulo veja.Escolhi um vestido provocativo. Um sandália com salto médio. Caprichei na maquiagem e abusei do perfume que Paulo me deu.
( imagem retirada da Internet)
Paulo estava de matar. O meu marido é muito gato.
( imagem retirada da Internet)
Como sempre a minha irmã ficou com Luiza. Eu dei sorte que o nosso aniversário caiu num sábado e assim a minha irmã não trabalhava. Fomos para o restaurante. Paulo quase bateu o carro porque ficava me encarando, admirando o meu visual.
_ Está mais linda ainda, mozão. Isso tudo é para mim?
_ Obrigada. Você também tá um gato. Claro que é para você. Sempre é.
No restaurante, Paulo sentou do meu lado. Claro que era para fazer safadezas. Ele começou a enfiar a mão por baixo do meu vestido. As carícias esquentaram o meu corpo e quando os dedos dele chegaram na minha intimidade, ele arregalou os olhos.
_ Está sem calcinha?
_ Esqueci de vestir_fingi inocência e dei um sorriso malicioso.
_ Sei _ ele cerra is olhos e passa a língua nos lábios, o que faz o meu corpo vibrar_ Agora aguenta a provocação. Enfiou o dedo em mim. Fez movimentos de vai e vem. Senti a onda do prazer e ele olhou divertido para mim, pois eu não podia nem gemer.
Paulo continuou a acariciar a minha intimidade quando o garçom veio. Como é o costume ele levou o cardápio na minha direção. Paulo pegou e pediu vinho. E achou o meu clitóris. Com o polegar fez movimentos circulares e eu tive que morder a língua. Paulo retirou o dedo, levou-o à boca e chupou sem tirar os olhos de mim.
O garçom trouxe o vinho. Brindamos e escolhemos filé de frango grelhado, salada festiva e arroz branco. A sobremesa era torta de chocolate. Estava uma delícia. Mas Paulo não quis demorar. Queria terminar o que começou.
Escolhi o motel Snob. Era muito melhor que o outro. Enquanto Paulo fechava o carro, peguei rapidamente a sacola com a lingerie e subi para o quarto. Tomei um banho rápido. Quando saí, Paulo estava sentado na cama, abrindo o vinho.
( imagem retirada da Internet)
Quando sai enrolada no roupão do motel, fui até ele. Peguei a taça e brindamos de novo.
_ Por que subiu sozinha e tomou banho sem mim?
_ Descubra_ disse maliciosamente, bebendo vinho olhando-o nos olhos.
Ele puxou o laço do roupão e vi o desejo brilhar nos olhos dele.
_ Que delícia você! Vai me infartar ainda. E bebeu um gole de vinho, me beijando e passou um pouco para mim.
_ O vinho assim é mais gostoso. Eu fiz a mesma coisa. Agachei e tirei a calça dele. Coloquei o membro na boca. Molhei o membro com vinho e mamei até ouvir os gritos de Paulo. E aí percebi que ia goz@r. Não deixei que ele tirasse da minha boca Senti o gosto dele. Não achei ruim. Ele me puxou para a cama. Me deitou e foi me despindo. Com delicadeza e beijos. A calcinha ele tirou com os dentes. Encheu a boca com vinho e caiu de língua na minha intimidade Foi uma sensação diferente. Ele lambeu toda a minha intimidade e soprava o meu clitóris. Gemi alto e ele enfiou dois dedos. O vai e vem frenético com a língua no meu clitóris me levou ao céu. Ele já estava preparado e me colocou de quatro na cama. Me possuiu com estocadas fortes e rápidas. Nós dois gritamos juntos.
Foi uma noite intensa. Fiquei dolorida. Na manhã seguinte eu nem desci do carro quando fomos buscar Luiza. Como eu iria encarar a minha mãe andando com as pernas abertas.
Logo depois do nosso aniversário de casamento, eu fiquei envolvida com a etapa final da minha faculdade. Eram provas, monografia. Paulo me ajudava, cuidando de Luiza ao chegar do trabalho. Um dia, no início de junho, estudava em casa. Fiquei perdida nos estudos e não vi a hora. Quando escutei o choro da Luiza, fui dar a mamadeira e aí notei que era tarde. Paulo chegava no máximo às seis horas da tarde. Dei a mamadeira, troquei a fralda. Luiza dormiu e voltei a estudar. Mas Paulo não chegava. A preocupação começou a tomar conta de mim. Liguei para o celular dele, mas nada. Eu acabei dormindo em cima dos livros. Acordei xom o choro de Luiza. Aí vi que Paulo não chegou. Liguei novamente para ele. Não atendeu. Dei a mamadeira. Teria que levar Luiza para a faculdade. Não podia faltar. Era a última prova de uma matéria que eu precisava de nota. Fiz a prova correndo. A faculdade ficava perto do pronto socorro de Belo Horizonte. Resolvi ir lá. Quando cheguei vi o meu cunhado no balcão. Só puxei a sua camisa.
_ Onde está Paulo?
_ O que você está fazendo aqui, Bella. Com Luiza ainda.
_ Cadê ele? Fala logo.
_ Ele sofreu um acidente. Está bem. Mas está na cirurgia.
_ Cirurgia? Então não está tão bem, não é mesmo? Por que não me avisou?
_ Ele não quis deixar. Eu tentei ligar para a sua casa hoje cedo. Mas não atendeu
_ Eu fui obrigada a ir fazer prova na faculdade. Se tivesse sido avisada ontem, não tinha ido. Eu tinha que estar ao lado dele.
_ Fique calma. Ele está bem. Rompeu a bexiga, mas não houve mais lesão.
_ Isso é um absurdo. Eu passei a noite em claro.
_ Eu falei com ele Bella, que esconder de você era pior. Mas Paulo é teimoso. Venha, vou levar você e Luiza para a casa da minha mãe.
_ Não vou. Trouxe mamadeiras extras. Só saio daqui depois de ver o Paulo.
_ Bella, essas cirurgias demoram. Pense ns Luiza.
_ Ela está dormindo no carrinho.
_ Hospital não é bom para bebês.
\= Eu vou ficar.
Cleiton não insistiu mais. Procurei um lugar mais calmo. Sentei e troquei a fralda de Luiza. Ela estava tranquila, brincando com seu mordedor.
Os pais de Paulo chegam e Vânia ao me ver veio chorando.
_ Bella, você o viu?
_ Não, Vânia. Só fiquei sabendo agora.
_ Eu também. Ela pegou Luiza que já estendia os braços para ela.
_ Vem docinho da vovó
O senhor Alberto é Cleiton vieram até nós.
_ A cirurgia terminou. Ele está bem. Bella o horário de visitas é só a tarde. Não tem como você ficar aqui com Luiza.
_ Eu quero vê-lo.
_ Eu conheço o porteiro _ diz o senhor Alberto, dirigindo-se a mim_ vou ver se consigo convencê-lo a deixar você e a Vânia entrarem.
Logo voltou e disse que poderíamos entrar mas rapidamente. O senhor Alberto pegou Luiza no colo e Vânia e eu fomos ansiosas.
Paulo estava acordado. Pálido, com sonda para sair a urina. Cheguei perto dele, peguei a sua mão que estava com soro.
_ Oi. Da próxima vez que me der um susto desse eu te mato.
_ Oi mozão. Oi mãe. Cadê minha filha?
_ Está com o seu pai. Você está sentindo dor?
_ Não. Estou com sono. Bella desculpe não ter te avisado.
_ Foi a pior noite da minha vida. Mas vou te castigar depois. Por enquanto está salvo.
_ Que sorte a minha.
O enfermeiro vem dizer que está na hora. Deu um beijo nos lábios dele e a Vânia um na bochecha.
_ Amanhã voltamos.
Vânia insistiu para que eu ficasse na casa dela. Eu não tive escolha, pois além decser mais perto da faculdade Vânia era a única que poderia cuidar de Luiza. Estava de greve na escola. Avisei a minha mãe. Ela prometeu ir ao hospital no dia seguinte. Pedi que passassem na minha casa para arrumar as malas minhas e de Luíza.
Seriam dias difíceis.
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Atualizado até capítulo 71
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