A viagem durou muito mais tempo que o comum. Mas nem por isso foi menos prazerosa. Sempre que achava um lugar bonito para tirar fotos, Paulo fazia questão de parar. Outras vezes, a nossa fome um do outro também precisava ser saciada.
Chegamos em Salvador na segunda-feira, a tarde. Paulo reservou uma pousada muito aconchegante.
Eu amei a pousada. Mas desfiz as nossas malas, tomamos um banho e claro, estreamos o banheiro com muito prazer.
_ Minha Bella, acho que deveríamos descansar agora e amanhã a gente vai conhecer a cidade_ diz ele com voz rouca no meu ouvido, malicioso.
_Eu sei muito bem o descanso que você está querendo. É claro que fazer amor é delicioso. Mas estou muito ansiosa. Prometo compensar você depois_ Olho para ele fazendo bico.
_ Sabe que fica linda fazendo bico e assim eu não resisto. Vou jogá-la na cama e te mostrar que sou uma atração turística exemplar.
_ Não discordo de você, meu amor. Mas agora quero ir passear. Ainda dá para aproveitar a praia do Forte.
_ Está bem, amor. Mas vou cobrar a sua promessa.
Eu dei pulinhos de alegria e fui me vestir.
_ Sério que você vai usar esse biquíni?
_Não gostou?
_ Até demais. O problema é que outros também irão gostar.
_ Podem ver e apreciar, mas eu sou só sua.
_ Gostei de ouvir. Eu estou brincando. Adoro ver os outros te admirando e saber que só eu posso ter você derretida nos meus braços.
Paulo não se sentia a vontade com sungas, que para ele pareciam cuecas e escolheu um short. Eu até achei melhor. Rsrsrs.
Saímos de mãos dadas e fomos direto para a praia do Forte. Como é maravilhoso o mar. A maresia preencheu as minhas narinas. As ondas sussurravam e convidavam . E eu obriguei Paulo a entrar no mar, porque era a primeira vez que eu pisava numa praia. E sou medrosa. Paulo ri do meu medo e me carrega para o mar. As ondas me assustavam, mas ao mesmo tempo me fascinavam. Paulo me colocou na água, eu manti os meus braços no seu pescoço e ele calmamente me ensinou a manter o equilíbrio. Logo acostumei, mas Paulo não quis me soltar e ficamos aproveitando as ondas acariciando os nossos corpos colados.
_ Ai Bella, se estivéssemos sozinhos eu ia fazer amor com a minha sereia.
_ Será que é bom fazer no mar?
_ É sim, meu amor.
_ Não sei se gosto da ideia de imaginar você com outra fazendo isso.
_ Mas nós já fizemos amor na banheira. A sensação é a mesma.
_ A água do mar é salgada. Mas estou disposta a correr riscos.
_ Kkkkkk. Você é terrível. Podemos escolher uma praia mais deserta. Por hoje vamos nos contentar com a cama e a banheira.
_ Estou com fome.
_ Eu também _ olha para mim maliciosamente _ muita.
_ Seu tarado. Estou com fome de comida.
Saímos da água e fomos para o quiosque. Paulo pediu cerveja e eu acabei experimentando e gostei. Pediu peixe assado com salada e batata frita.
Ficamos comendo e observando o movimento. A praia não estava muito cheia. Não era temporada de férias. Paulo fez amizade com o dono do quiosque e passamos uma tarde agradável. O dono do quiosque indicou um restaurante aconchegante, ele mesmo ligou e fez a reserva para nós. Ao chegarmos na pousada, Paulo se dirigiu ao banheiro e colocou a banheira para encher. Voltou para o quarto e me abraçou por trás. Desamarrou o sutiã do biquíni. Começou a me beijar. Senti a sua língua nos meus mamilos e logo ele mamava com força. Comecei a gemer. Ele sorriu, abaixou-se, retirando a minha calcinha e provou a minha intimidade.
_ Nossa! O gosto está incrivelmente delicioso. Agridoce. Você é gostosa pra car@lho.
Eu arqueei para trás e ele sugou o meu clitóris com vontade. Gritei o seu nome e ele me colocou de costas, se posicionou e me possuiu por trás. Eu de pé, ele me puxou , inclinando a minha bund@, para facilitar. As estocadas eram fortes e logo nós chegamos ao ápice. Paulo viu que eu estava com as pernas bambas, me pegou no colo e fomos para a banheira. Ele me sentou de costas para ele e ficamos um tempo só nos sentindo. Logo senti que ele estava duro e fiquei de quatro na banheira. Ele veio vom a língua mas logo senti as estocadas. Começou lentamente. Tirava e colocava. Eu pedi por mais e ele aumentou o rítmo. Chegamos juntos ao ápice. Fomos tomar um banho no chuveiro. Estava com fome.
_ Acho que você irá ficar viúva cedo se continuar a usar essas roupas. Vou infartar de ver você e ter que conter a vontade de te pegar.
_ Você também está um gato. Aí de quem olhar para você.
_ Ciúmes, meu amor?
_ Não. Elas que olhem a vontade. Você é só meu.
Fomos para o restaurante indicado. Era muito lindo e aconchegante. Música ao vivo. Claro que as músicas eram axé. Eu gosto muito.
Paulo me avisou para não abusar da comida baiana, pois eles adoravam pimenta e a maioria dos pratos era apimentada. Ele pediu ao garçom para suavizar os temperos. A comida, bobó de camarão como prato principal, salada colorida, arroz branco estava de fechar os olhos, de tão gostosa. Dançamos muito e Paulo gostava mais quando era música suave para colar o corpo ao meu. Mas o danado era bom na lambada, um ritmo que estava fazendo muito sucesso e era sensual. Decidimos voltar para a pousada, pois Paulo queria me arrastar para o banheiro. E a nossa noite foi muito quente.
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Atualizado até capítulo 71
Comments
Débora Ribeiro
interessante a história mas alguns detalhes estão deixando-a confusa. A história é nos anos 80 e 90 até o momento as roupas não condizem.
2025-02-03
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Vanildo Campos
❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️
2024-12-20
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