Tom Coleman...
Meu nome é Tom Coleman, tenho 49 anos, 1,90 de altura, corpo atlético, cabelos castanhos e olhos azuis.
Sou um homem inteligente com uma excelente visão estratégica, justo, controlador e possessivo com o que eu quero. As únicas pessoas por quem vivo e sinto emoções, é por minha família.
Vou contar um pouco da minha história de vida. Com apenas sete anos de idade, fugi de casa. Meu pai, era um cafetão alcoolatra e minha mãe uma viciada em sexo. De hora em hora, havia um homem diferente dentro de casa, que se trancava no quarto com a minha mãe. Não sabiam o que tanto faziam no quarto, meu pai dizia que estavam brincando, ouvíamos apenas os gemidos e gritos deles. Algumas vezes, a minha progenitora, saía toda machucada do quarto.
Um dos homens que a machucava, passou a ser seu cliente fiel, ia todos os dias em casa, se sentia o dono, passava por cima até do meu pai, que não passava de um frouxo.
Um determinado dia, ele não deixou que eu fosse a escola, me obrigou a ficar no quarto assistindo aquela cena horenda que ficou por anos passando na minha mente. Eu era apenas uma criança e isso me afetou profundamente, principalmente quando ele tentou me obrigar a tirar a roupa.
Fico furioso, ao imaginar o que teria acontecido se não tivesse fugido.
Quando fez tal pedido eu me neguei, então socou o rosto da minha mãe, quando ele se afastou dela com uma cinta na mão para vir para cima de mim eu corri o mais rápido que pude. Mesmo com a pouca idade, decidi que nunca mais voltaria para aquela casa nojenta.
Passei a morar na rua, conheci uma gangue de garotos que me acolheram e passei a participar dos roubos com eles. Morávamos debaixo de uma ponte. Inicialmente, os roubos eram para nos alimentar, mas depois, eles começaram a roubar para comprar drogas. Devido ao uso excessivo dessas drogas, passaram a ficar violentos, principalmente com as vítimas dos nossos roubos.
Eu já não aguentava viver essa vida, cada dia tínhamos que fugir para um lugar diferente, viver nos escondendo para não ser pego pela polícia e muita das vezes, dormir com fome. Eu ajudava a roubar, mas quando começaram a usar os entorpecentes, já não compravam comida, apenas seus vícios diários. Muitas vezes, meu estômago doía tanto, que tinha que comer comida do lixo.
Com 13 anos de idade, me tornei um garoto, mas com atitudes de um homem mais velho, enfrentava os caras, para que saíssem do vício, mas era em vão.
Num determinado dia, eles tentaram roubar uma senhora mais velha, a mulher resistiu e tentaram bater nela, fui obrigado a entrar no meio e impedi-los. A senhora fugiu, enquanto eles vieram para cima de mim, tentei correr, mas desisti e resolvi enfrentá-los, mas estavam em número maior. Foi nesse dia, que tive a minha vida mudada.
Fui salvo pelos Coleman, desde então passei a morar com eles, até que decidiram me adotar e foi o dia mais feliz da minha vida. Quando meu pai adotivo, me apresentou a máfia, fiquei admirado, tudo ali me interessou.
Ramiro me mostrou um mundo que não conhecia, mas que queria fazer parte. A primeira tortura que asssiti, foi a do homem que tentou me fazer mal, o fizeram de mulherzinha com um ferro de brasa quente, ainda era chamado de bichinha, ele foi agredido por dias, essa foi a minha primeira tortura, eu o soquei com um soco ingles até me cansar, relembrando em como o rosto da minha mãe ficava, quando ele se trancava com ela no quarto.
O tempo foi passando, fui crescendo sendo treinado por meu pai e estudando muito para assumir os negócios da família.
Quando completei dezoito anos, assumi o cargo de capo da máfia. O capo mais novo da história da família Coleman.
Mesmo estando tão focado em crescer nos negócios da família, o passado ainda me perseguia e trouxe algumas consequências para a minha vida. Me tornei um viciado em sexo, cada dia estava com uma mulher diferente, queria fuder e fuder cada vez mais.
Um dia cheguei em casa da faculdade exausto, Ravena estava na cozinha comendo um lanche e bebendo suco, já havia percebido que ela andava me provocando. Sempre que estavamos apenas nós dois, vestia roupas provocativas e eu tinha que me segurar muito para não perder a cabeça.
Nesse dia, seus pais haviam ido fazer uma viagem e ficamos apenas nós dois, entre uma conversa e outra, ela começou a se insinuar para mim, sentou no meu colo e rebolava em meu membro que estava a ponto de bala. Eu consegui fugir dela, deixei claro que nunca rolaria nada, pois respeitava ela e os seus pais, contudo, quando cheguei em meu quarto, comecei a passar mal. Um calor insuportável, uma vontade louca de fuder, minha cabeça queimava e minha visão foi ficando meio turva, mas não perdi a consciência.
Ravena entrou no meu quarto, tirou suas roupas e o pior aconteceu, transei com ela até não querer mais, tirei a sua virgindade e o meu sossego.
Depois disso, ela ficou grávida e fomos obrigados a nos casar. Ela sempre foi muito linda e atraente, mas arrogante, nariz em pé, maldosa e preconceituosa. Linda por fora, mas podre por dentro.
Até tentei ser um bom marido, mas era impossível aguentar. Ela foi ficando cada vez mais chata, e após o nascimento de Leonardo, nunca mais transamos. Nosso casamento é de fachada, ela saí com quem quer e eu saio com quem eu quero.
Ela já tentou se aproximar, mas desenvolvi um certo ódio. Isso foi desencarreado por inúmeros fatores, seu plano sórdido de me amarrar, suas atitudes de menina mimada, suas maldades, sua falta de caráter e outros mais.
Desse casamento, a única coisa boa, a alegria dos meus dias, foi a chegada dos meus filhos, que são tudo para mim.
Ravena, ainda diz me amar, mas finjo que não ouvi, pois quem ama, pelo menos tenta mudar pelo outro e ela nunca fez isso.
Há algum tempo atrás, conheci uma modelo, num desfile com as marcas de Ravena, que me deixou louco. Meu coração bateu tão forte quando a vi que pensei estar desenvolvendo algum problema no coração.
Por mais que fugisse, a verdade é que me apaixonei pela primeira vez em minha vida, por uma garota muito mais jovem do que eu. Contudo, ela era noiva e minhas chances foram para o espaço. Por ela eu acabaria com esse casamento de aparências, essa foi a única mulher, por quem meu coração se interessou.
Não tem um dia, que eu não admire as suas fotos, ou que eu não deseje revê-lá.
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Atualizado até capítulo 114
Comments
Gedna Feitosa Gedna
Não lembro de Katherine e nem do Guilherme.
2025-01-21
0
Aline Sousa
/Drool/
2025-01-29
0
Mara Lima Pereira
valei-me,minha nossa senhora dos homens bonitos. /Angry/
2025-01-23
1