Fernanda narrando
Agora estou aqui no quarto chorando de me descabelar, como eu fui burra, eu devia ter olhado antes de sair dessa casa, mas também como eu iria imaginar que esse monstro tatuado estaria logo em frente a porta ? Que merda, agora ele vai querer me bater ou sabe lá oque, eu só passo por essas coisas, nunca vi uma pessoa para sofrer tanto igual eu, é um sofrimento atrás do outro, parece que estou destinada à ter uma vida infeliz, penso mentalmente enquanto ando de um lado para o outro sem saber oque fazer, estou morrendo de medo, aquele olhar frio do Ceifador e o jeito que ele disse que depois acertaria as contas comigo, está me deixando preocupada, eu não sei do que ele é capaz..
Caminho para me sentar na cama, quando ouço a porta abrir bruscamente, olho para trás assustada e vejo ele fechando a porta com uma cara de me fazer arrepiar por medo, minha respiração começa à ficar ofegante, ele caminha vindo em minha direção sem tirar os olhos dos meus, eu dou alguns passos para trás, até que tropeço e caio sentada sobre a cama, ele logo chega perto de mim e segura forte o meu maxilar me fazendo encará-lo.
Ceifador : Eu te avisei pra não tentar nenhuma gracinha não avisei ? - Ele pergunta me encarando friamente.
Meu coração bate acelerado, enquanto olho para ele com muito medo, eu não tenho reação nenhuma para responder, ele me levanta pegando brutalmente no meu braço.
Fernanda : Ai aí você tá me machucando - Reclamo pois ele está segurando o meu braço com muita força.
O monstro não diz nada e saí me puxando para sairmos do quarto, eu tento tirar as mãos dele do meu braço mais não consigo, ele continua me arrastando como se eu fosse uma boneca em suas mãos, eu peço para ele parar mais é em vão, ele abre a porta do quarto com brutalidade e me puxa para o lado de fora, eu grito pedindo ajuda, e ele fala.
Ceifador : Se tu der mais um grito eu vou te quebrar na porrada - Ele fala com sua voz fria e carregada de raiva.
Eu engulo o choro e vou sendo puxada por ele até o andar de baixo, a mulher que parece trabalhar na casa, aparece e pergunta.
Vânia : Oque você vai fazer com a moça meu filho ? - Ela me olha preocupada.
Ceifador : Vou ensinar pra ela que deve me obedecer - Ele fala e me pega no colo.
Fernanda : Me larga, você é um monstro - Falo com muito ódio dele.
O infeliz não fala nada e me carrega até um corredor que fica depois da sala, eu me debato mais ele aperta o meu corpo me fazendo ficar imóvel nos seus braços, ele abre uma porta e entra comigo, tudo está escuro, não consigo enxergar nada, derrepente a luz acende e os meus olhos ficam totalmente arregalados por ver o lugar onde ele me trouxe, é um tipo de sala de tortura, eu começo à gritar feito louca, ele me deitada à força numa maca de ferro e me prende toda com vários cintos, eu continuo gritando e tento me debater mais não consigo por estar presa, ele pega uma fita e tampa a minha boca, minha lágrimas rolam sem parar enquanto ele me olha sorrindo, eu só consigo soltar gemidos abafados por não ter como gritar.
Ceifador : Tá com medo é ? - Ele pergunta debochando do meu desespero.
Eu olho para ele com os olhos cobertos por lágrimas, penso várias coisas horríveis que ele pode fazer comigo.
Ceifador : Precisa ter medo não ruiva, eu não vou fazer nada com você, só quero que tu aprenda à me respeitar se ligou ? - Ele fala e logo apaga a luz me deixando no escuro.
Escuto a porta sendo fechada e caio no choro trancada nessa maca gelada, penso comigo mesma enquanto choro " Oh meu Deus porquê tudo isso comigo ? Onde foi que eu errei para passar por tanto sofrimento e dor ? ", continuo chorando sem poder enxergar e sem falar...
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Ceifador narrando
Enquanto a ruiva não aprender que eu mando nessa porrä toda, ela não vai ter paz, eu não vou machucar ela de forma nenhuma, mais ela também vai ter um castigo severo pra entender que comigo não se brinca, tô boladão, cheio de bagulho na cabeça pra resolver e essa mandada fica tentando me descontrolar.
Sai da sala do castigo que foi construída pelo meu pai, onde eu deixei a ruiva e fui na cozinha falar com a Vânia, cheguei mais perto e vi ela preparando uma parada com o cheiro bom, e falei.
Ceifador : Tô só avisando, eu deixei ela lá na sala do castigo, não é pra levar nada pra ela comer e nem beber, ela vai ficar sem nada por dois dias - Passei uma ordem pra ela.
Vânia : Meu filho ela não vai aguentar, é....
Ceifador : Vai aguentar sim, se tu levar qualquer parada eu vou ficar boladão .
A Vânia concordou balançando a cabeça e continuo mexendo na panela, eu saí da cozinha e caminhei até sair de casa, pedi pra um vapor passar o rádio mandando alguém trazer o ärrombädo que me traiu, ele logo fez oque eu mandei, fiquei esperando do lado de fora enquanto fumava um bäsëado junto com os vapores.
Vapor : Patrão, os moleque já limpou o morro todo, os menor que morreram nós já entregamos o corpo pra família
Ceifador : É isso aí, precisou nem eu mandar dessa vez - Falei trocando umas ideias com os vapores.
Vapor : O Cachorrão morreu também patrão, tá sabendo ?
Ceifador : Agora eu tô, aquele já foi tarde, tava mandado também - Falei dando um trago no bäsëado.
Minutos depois os vapores chegaram com o TG amarrado.
Ceifador : Leva esse ärrombädo lá pra praça, eu vou matar ele lá, pra todo mundo ver que traidor comigo não se cria - Encarei o desgraçado.
Vapor : Já é patrão
Eles pegaram o filho da püta e saíram descendo o morro arrastando ele, eu entrei em casa e peguei a minha moto, saí voando indo direto pra praça, cheguei primeiro que eles por tá de moto, esperei tranquilão, logo eles chegaram com o ärrombädo, mandei amarrar ele no poste de frente pra todo mundo que tava passando, as pessoas começaram a parar pra olhar, eu peguei a madeira com pregos que o outro vapor me trouxe, e me virei de frente pra rua.
Ceifador : Isso aqui acontece com quem tenta me passar a perna - Falei pra geral ouvir.
Dei a primeira madeirada nas costelas do filho da püta, o prego perfurou a pele dele, bati outra vez no mesmo lugar e os pregos ficaram presos na pelo do miserável, eu puxei forte rasgando a pele dele toda, o desgraçado gritou, algumas pessoas começaram a ir embora por não aguentar ver, e outras ficaram, os vapores estavam só olhando, continuei batendo pra cärälho no ärrombädo, quebrei as pernas dele, furei ele todo e por último taquei fogo nele vivo, os gritos dele foram diminuindo quando ele já estava sendo todo consumido pelo fogo.....
* AUTORA *
O ÚLTIMO CAPÍTULO SAÍ AS 17:30, FIQUEM LIGADOS PORQUÊ VEM FORTES EMOÇÕES.!
CURTEM E COMENTEM MUITO PARA EU POSTAR MAIS...!
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Atualizado até capítulo 84
Comments
Celia Barreto
burra tinha que ficar tranquila e pedir para aprender a atirar, já que está destinada a viver no morro e aturar bandidos
2025-01-22
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Celia Fernandes
AF ISSO RIDICULO ELA NAO PODE E NEM DEVE SE APAIXONA PPR ELE ELA E TONTA E BURRA SE ISSO ACONTECE TEM QUE TER UMA PRA VIRA O JOGO E SER FORTE E DA O TROCO DO MESMO JEITO QUE FEIS COM ELA ELA NAO PODE FICA COM ELE PELO AMOR AUTORA
2025-01-06
1
Lêda Moraes
Esse é primeiro que vejo sendo malvado demais com a mocinha...
2025-01-13
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