Com Vincenzo
Eu estou na sala com um copo de whisky na mão, a reunião foi péssima, as coisas não estão muito boas para mim, eu estou conversado com o Mário e o Victor, sobre a filha dele.
Mário- Eu vou pra França, não importa o tempo que eu fique lá, mas eu vou encontra a minha filha.
Vincenzo- Eu vou com você, e só decidi o dia.
Mário- Você não pode, tem que cuida do "casamento"
Vincenzo- Já está decidido, não vou volta nisso... E eu tenho pessoas que eu pago muito bem para cuida disso, e eu vou com você.
Victor- Estão a sentir?
Mário- O que?
Victor- Cheiro de queimado.
Na mesma hora a senhora Giusepina, desce as escadas correndo e gritando.
Giusepina- SENHOR TORRICELLI, SENHOR TORRICELLI.
Vincenzo- Falar comigo?
Giusepina- O quarto da sua esposa...
Vincenzo- Merda vou matar aquela filha da puta.
Eu jogo o copo em cima da mesinha e subo corredor e gritado.
Vincenzo- MANDA VIR COM EXTINTORES, AGORA!
Eu termino de subi as escadas e no corredor dos nossos quartos já está cheio de fumaça, eu coloco a minha blusa na boca e aproximo-me de lá, eu tento abrir, mas nada dela ser aberta, deve-te algo pesado na frente, o Victor e o Mário chega perto de mim com dois extintores, eu arrobo a porta e ela cair, ela acaba caindo em cima da Valentina que estava escorada nela, o Victor e o Mário começa a espalhar o gás e eu pego a Valentina que está caída desacordada, eu pego ela sentido uma espécie de medo.
Eu tiro ela de casa e levo ela até a minha Lamborghini que está por lado de fora, sendo limpada, eu coloco ela no banco do passageiro, passo o cinto, atravesso, entro no carro e dou partida indo na direção do hospital, eu estou passado das 200 por hora, eu chego no hospital, pego a Valentina no colo e levo até a recepção aos gritos.
Vincenzo- POR FAVOR AJUDE A MINHA MULHER... AGORA PORRA!
Vem duas enfermeiras com uma marca e eu coloco ela e ajudo as enfermeiras leva até uma sala, eu tento entrar, mas logo o médico barra-me, eu sento-me numa cadeira e coloco as minhas mãos na cabeça.
💭 Porra eu não fiz nada pra ela, nem a toco, e eu não entendo porque ela fez isso, por que ela queria ser matar? Merda, eu vou interroga aquela ruiva dos infernos 💭
Eu tiro as minhas mãos da cabeça, cruzo os meus braços, rezado por nada acontece aquela louca dos caralhos, eu olho pro lado de um quarto e vejo a Anna saindo com a mãe dela.
💭 Merda era só o que me faltava 💭
Ela vê-me e abre um sorriso pra mim, a Anna foi a minha namorada no passado, até depois do namoro acaba eu continuei tendo relações com ela, ela vem até mim e eu me levanto, ela dá-me um abraço e fala.
Anna
Anna- Muito obrigada por vir busca a gente, e por isso que te amo - ela vai pra mim um beijo, mas eu afasto o meu rosto e ela olhar-me curiosa - o que aconteceu?
Vincenzo- Eu não estou aqui por você.
Anna- Como não? A minha mãe passou mal e eu pensei que você estava aqui para nós busca.
O doutor que já é um senhor, baixo, cabelos grisalhos, ele ser aproxima e fala.
XXX- Senhor Torricelli, já pode entra para vê a sua esposa.
Anna- O senhor está confundido doutor, o Vincenzo não tem esposa, mas eu espero ser a sua mulher no futuro.
Ela me dá um sorriso de apaixonada, e cresce mais a minha raiva da Valentina.
Vincenzo- Você não deve está a saber Anna, mas eu vou casar-me, está convidada... com licença - eu pego a mão da senhora baixa, com cabelos pretos lisos, eu dou um beijo nas suas mãos e falo - melhoras para a senhora.
Eu me afasto, mas ainda ouço ela falando.
Anna- Vincenzo que merda está a acontecer?
Eu odeio mágoa a Anna, ela ficou do meu lado quando eu mais precisei, e muito ruim saber de uma notícia assim, mas eu nunca sentir nada por ela e sempre deixei claro que eu não queria relação seria com ela.
Eu entro no quarto da Valentina e vejo ela acordada, dá pra vê que ela está abatida, está com os olhos caídos, eu aproximo-me com os meus braços cruzados e ela olha-me e fala.
Valentina- Me perdoa.
Vincenzo- Só me diga uma coisa, eu já te bati?
Valentina- Não.
Vincenzo- Te comi a força?
Valentina- Não, e você não é louco.
Vincenzo- ENTÃO PORQUE MÍSERA QUIS SER MATAR CACETE?
Valentina- Da pra parar de dá chilique a minha cabeça está a doer e você está em um hospital.
Eu aproximo-me dela, na intenção de a enforca, mas na hora que eu vou termina de aproximar-me ela olha-me com os seus lindos olhos azuis, eu fecho a minha mão e aperto, e a olho.
Vincenzo- Por que quis ser matar?
Valentina- Eu não queria, era um presente pra você.
Eu dou uma gargalhada, porque eu não estou a acreditar nessa merda.
Vincenzo- Quem disse que eu te quero morta, eu disse que você e minha e quando eu tenho uma propriedade eu cuido dela direito, então não inventar de fazer essa merda mais, que raiva, você da muito trabalho.
Valentina- E só me solta.
Eu pego no seu queixo e me aproximo do seu rosto.
Vincenzo- E o que eu ganharia com isso?
Valentina- Vamos fazer um trato, eu fico com você, uma noite, garanto-te que você nunca teve a noite que vai-te comigo e quando amanhecer você deixa eu ir embora.
Vincenzo- Enteder essa porra caralho, tenho certeza que você já deu para todos em Paris, mas mesmo assim eu quero você e não outra puta, eu vou te ter mais você não vai sair do meu lado, e por favor não ser rebaixe mais assim, só está me mostrado o quanto e desprezível.
Eu solto o seu queixo que já está vermelho, e saio do quarto putasso.
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Atualizado até capítulo 87
Comments
Karla Barbosa Marinho
esse homem te quer
2024-02-09
3
Andrelina Moura
Vai se surpreender bobão ela é daquelas que não se esquece
2024-02-07
1