Com Valentina
Eu entrei no carro e ele começou a andar e a minha cabeça só passar uma coisa realmente ferrou, a minha carreira, os meus sonhos, mesmo eu ameaçado ele eu não posso fazer nada contra o rei Vincenzo Torricellli, ele tem mais poder que eu, acabou a minha alegria, agora vou ser uma "bonequinha de porcelana, que vai ser abusada sempre", eu só queria-te família para me protege agora.
O carro sair da cidade e vai para a rodovia, ele passar perto do mar e eu escoro a minha cabeça na janela e fico vendo a paisagem, aqui e apaixonante mesmo, tem uma vegetação vasta, muitas árvores, e muito limpo, passar uma hora e de longe eu vejo uma casa no estilo de palácio, nos chega perto de um enorme portão preto com homens armados na frente, um dos homens vem até o carro e o motorista abre a janela e ele vê o Vincenzo, ele comprimenta ele e o Vincenzo balança a cabeça os cumprimentado, o motorista torna fecha a janela e o carro começa a subir uma ladeira cheia de voltas, eu vejo uma casa que parece mais um palácio, ela e gigantesca, deve te vários quartos, em volta dela tem muita vegetação, não tem outras casas perto dela é só ela e os matos, tem muitas flores, árvores frutíferas em roda dela, o Vincenzo olha pra mim e fala.
Vincenzo- Seja bem vinda a sua nova casa.
Eu dou um sorrisinho de caito da boca e falo.
Valentina- Ficaria melhor ser você falassem, seja bem ao seu castelo onde um dragão vai te viaja todos os dias.
Ele ser aproxima de mim, pega no meu queixo aperta e fala com a boca perto da minha.
Vincenzo- E bom saber que o dragão aqui - ele tirar a mão do queixo e começa a desce ela, passado em cima dos meus peitos e apertado - está com muita fome.
Ele tirar a mão, ser afasta de mim e começa a rir, e dá-me mais raiva, o carro para na frente da porta da casa dele, e caralho a porta pivotante de madeira e gigantesca, maior até que o brutamontes do Vincenzo, tem uma escada branca que ajudar a realça a casa no tom champanhe, no meio da passagem a baixo das escadas tem uma fonte com água flutuante, pra cima nas escadas os empregados estão todos em pé a espera do rei.
O motorista abre a porta pro Vincenzo, e vem outro empregado dele e abre a minha, o cara e baixo, com cara de bolacha e cabelos que provavelmente deve ser longos, pois está amarrado, o cara pega na minha mão e eu saio do carro, todos me olhar curiosos, eu caminho para frente do carro e o Vincenzo pega na minha mão e nós subimos as escadas.
Nós passamos pela, a porta e eu vejo que aqui e um paraíso cheio de luxos, mafiosos deve matar muito pra te todos esses luxos, a sala e em off White, com batentes janelas de vidro, fizeram uma jogada nessa casa misturado vegetação, o rústico e o clássico, tem uma lareira logo em baixo de uma janela com madeiras pretas, um sofá em forma de C com vários travesseiros em cima, perto da lareira tem uma mesinha de centro, tem vários vasos de plantas, tem um bar gigantesco e bem iluminado perto de uma pilastra na direita e longe dos sofás, já na direita tem um piano preto com a tapa levantada que dá a impressão de ser tocado sempre.
O Vincenzo olhar-me e fala.
Vincenzo- Sobe e vai descansar, mais tarde chega o seu vestido.
Valentina- Vestido?
Vincenzo- Sim, a parti de domingo eu poço fazer o que quiser com você.
Valentina- Você é lixo, tenho perna de você.
Vem uma senhorinha baixa, cabelos grisalhos, ela está vestida com uma saia longa preta, uma blusa branca e um terninho preto, eu e ela subimos as escadas de pedras e com alguns quadros exposto, chegamos em um corredor gigantesco que faz a divisão de uma encruzilhada, pois no meio do corredor tem um corredor que parece pequeno e e bem escuro, já os outros dois lados que é os corredores direto deve-te vários quartos, pois tem várias porta de pivotante de madeira na cor marrom pastel, a senhora leva-me até o corredor do meio mais escuras e me dá um frio tremendo na barriga.
Dona Giusepina
💭 Me ferrei bonito meus amigos 💭
No corredor tem apenas quatros com portas pivotantes pretas, a senhora abre a porta da que fica no meio e eu entro e vejo um quarto iluminado, com o teto preto e o chão de madeira, com paredes pretas e uma parede de musgo na onde está a cama, tem uma cabeceira de couro preto, com vários abajur pendurados no teto, dos dois lados da cama tem uma mesinha de cabeceira no tom marrom escuro, na frente da cama tem um rake no mesmo tom das mesinhas, em cima do rake tem uma televisão fina grande, tem uma porta de vidro e vários quadradinhos e uma cortina na cor cinza elefante, e uma cadeira marrom perto da porta de vidro, lá fora foi a que mais me chamou a atenção, eu ando até lá e vejo através da porta uma linda cachoeira pequena que mais parece um véu de uma noiva, tem um riozinho pequeno quem vem até a porta, tem uma pequena ponte de pedras.
A senhora sair sem eu vê, mas quando eu vou pra perto da cama eu vejo um roupão e uma lingerie branco ainda enrolado no pacote e com etiqueta, eu pego eles e vou até a porta, fecho elas e vejo que as chaves não estão na traca.
💭 merda, eu vou matar aquele pervertido 💭
Eu pego uma cadeira e coloco perto da traca para segurar ele lá fora, eu espero.
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Atualizado até capítulo 87
Comments
Mary Muniz
Autora, com todo respeito, não há necessidade de ficar detalhando os corredores, que tem um corredor, que no meio tem outro corredor....em fim uma narração completamente desnecessária
2024-02-26
4
Karla Barbosa Marinho
querida vai já fé
2024-02-08
0
Andrelina Moura
Não vai dar certo ele vai entrar de toda forma, e quando isso acontecer vai se pra sempre porque vai amar ele
2024-02-07
2