Acordo bem cedo e tomo um banho, não dormi muito bem essa noite, a ansiedade de ter que ver Bárbara outra vez está me matando.
Também a incerteza se a loirinha vai aceitar ou não ir comigo ao casamento, a verdade é que adoraria que ela fosse. Tenho meus sentimentos por Bárbara, mas também sinto algo pela loirinha, disso eu tenho certeza.
Até porque se não sentisse teria a esquecido durante esses meses que se passaram desde a primeira vez que a vi.
Após meu banho, visto um terno de três peças azul marinho e uma gravata preta e calço sapatos pretos.
Penteio meus cabelos para trás, estão bem compridos, precisando de um corte, minha barba está grande, mas eu gosto dela assim.
Pego minhas coisas e vou para o escritório, hoje a loirinha vai me dar sua resposta e eu espero que seja positiva.
Ao chegar no escritório a vejo parada na recepção conversando com Marcela.
A loirinha está usando a p*rra de uma saia tão apertada que acho que pode se abrir a qualquer momento.
Nunca vi uma loira com uma b*nda tão grande, geralmente as morenas que tem, mas essa loirinha é uma excessão.
Vontade de dar uma boas palmadas nessa b*nda nela e depois meter com vontade.
Sinto meu p*u dar sinal de vida na hora, estou parecendo a p*rra de um adolescente que não consegue se controlar.
Me aproximo e ouço a conversa das duas.
— Bom dia Marcela. —a loirinha diz.
— Bom dia Raquel, chegou cedo hoje.
— Não vou correr o risco do chefe chegar antes de mim de novo. —a loirinha diz e eu sorrio de lado.
— Muito bem. —digo e ela se assusta.
— Bom dia senhor. —ela diz sem graça.
— Vamos até minha sala passar a agenda. —digo passando por ela que me segue.
Já em minha sala ela pega a agenda, mas eu a impeso.
— Sente. —digo e imagino ela sentando, mas não nessa cadeira e sim no meu p*u.
Inferno! Estou de p*u duro outra vez.
— Sobre a proposta, você já tem uma resposta?
— Sim senhor, eu aceito ser sua acompanhante.
Bom demais loirinha, assim tenho mais possibilidade de te f*der do jeito que eu quero.
— Ótimo, devo lhe dizer que não será só minha acompanhante, terá que fingir ser minha namorada. —digo e ela me olha assustada.
— O senhor tem certeza que sou qualificada para isso?
Ah loirinha! Você é a mais qualificada, ainda mais para o meu p*u que quer estar dentro de você.
— Pensei em você, se não aceitar vou procurar outra. —digo tentando parecer frio.
— Não, tudo bem, eu aceito. —controlo minha vontade de sorrir.
— Ótimo, sendo assim, assine aqui, esse é um contrato no qual você aceita e diz que não tem permissão para contar a ninguém sobre nosso acordo, já que aceita deve assinar. —falo tentando conter minha empolgação.
— Sim senhor. —como uma boa estudante de direito e futura advogada ela pega o contrato e começa a ler.
Enquanto ler ela morde o lábio inferior e fica passando a língua, isso tem ligação direta com meu p*u, que ganha vida na hora, já imagino essa boca engolindo meu p*u. Não consigo me conter e a olho fixamente.
P*rra! Essa mulher vai me deixar louco.
— Devo acrescentar no contrato que você não poderá morder o lábio. —digo e ela ruboriza, fica linda com as bochechas vermelhas.
— Desculpe senhor. —ela diz.
— Assine. —digo e ela assina. — O casamento será no final de semana, viajamos amanhã, é na praia, pense nisso quando for fazer a mala... não, melhor! Aqui meu cartão, vá fazer umas compras, afinal você será minha namorada, tem que está impecável.
— Não precisa senhor. —ela diz.
— Isso não é um pedido. —digo irritado, detesto quando sou contrariado. — Não se preocupe com o valor, compre todo o necessário para a viagem.
— Sim senhor, com licença.
— Vá agora, tire o dia de folga e compre tudo.
— Mas e o senhor?
— Fico bem sozinho.
— Sim senhor. —ela diz e sai da minha sala.
Algo me ocorre, como ela irá até ao shopping, já que não tem carro, sempre a vejo indo e vindo a pé trabalhar.
Sim! Eu a segui algumas vezes desde que ela começou a trabalhar para mim, mas nem foi intencional, nós moramos para o mesmo lado e acabei vendo-a e a segui para ver onde ela morava, isso da primeira vez, já das outras eu apenas a seguir para ver se ela iria chegar bem.
Sei que não deveria, mas me vejo levantando de minha cadeira e indo até ela.
— Você vai como? —pergunto colocando minha cabeça para fora da sala.
— Andando. —diz e parece constrangida, volto para dentro da sala e pego minhas coisas para ir com ela.
Sei que não deveria fazer isso, mas eu não vou deixar minha loirinha ir andando.
Minha! C*ralho! O que está acontecendo comigo?
Bom, hoje o dia está tranquilo, não tem nada de muito relevante, então posso me dar ao luxo de acompanhar minha loirinha até ao shopping.
MINHA SIM!
— Vamos, eu te levo.
— Não precisa senhor.
— Isso não é um pedido. —ela não diz nada e apenas me segue até o estacionamento.
Me concentro na estrada para não ficar olhando para ela, mas minha vontade é parar esse carro e f*der com ele até cansar.
Há um shopping aqui perto, mas irei levá-la até o do centro, lá as coisas são bem mais caras, mas minha loirinha merece o melhor.
Paro no estacionamento e ela faz menção de abrir a porta para descer, mas eu seguro sua mão a impedindo e desço para abrir a porta para ela.
— Vou até a praça de alimentação tomar um café, compre o que precisar e na volta almoçamos e discutiremos os termos do contrato.
— Sim senhor.
Ela se afasta e eu não consigo parar de olha-la, ela se vira e me pega a olhando e eu simplesmente viro as costas e saio.
Quando vejo que ela tomou uma boa distância volto e fico a observando de longe, que mulher bonita meu Deus.
Ela entra em um loja de biquínis e eu daria tudo para vê-la os experimentando.
Depois ela entra em outra loja e compra mais algumas peças e por fim entra em uma de vestidos de festa.
A vejo os experimentando e ela veste um verde água que fica lindo nela, combina perfeitamente com seus olhos cor de mel e seus cabelos loiros.
Não resisto e mando uma mensagem para ela.
"Esse vestido está ótimo."
Ela olha para todos os lados me procurando e eu sorrio disso, é linda a cara de confusão que ela faz.
Ela sai da loja e eu finalmente saio do meu esconderijo e ela meio que se assusta e eu me seguro para não sorrir.
— Vamos almoçar! —digo.
— Eu preferia ir para casa, não precisa se incomodar.
— Ok. —não vou discutir com ela, já a estou obrigando a fazer muitas coisas e não quero assustá-la.
Entramos no carro e ligo o som do carro, Earned It de The Weeknd começa a tocar. Essa música é bem sensual, imagino a loirinha sentando bem gostoso em mim, só o pensamento me excita.
— Por que o senhor precisa que eu finja ser sua namorada? —ela pergunta quebrando o silêncio.
— Minha irmã vai casar, meus irmãos já são casados e minha ex que também casou vai estar lá com o marido, já que ela é amiga da minha irmã, não quero aparecer lá sozinho. —sou sincero.
— Entendi.
— Não mencionei que iremos ficar na casa de praia da minha família, e como somos um casal teremos que ficar no mesmo quarto. —ela fica em silêncio e tenho medo que ela queira desistir. — É demais para você?
— Não, daremos um jeito, somos adultos.
— Ótimo.
Após alguns minutos paro em frente ao seu apartamento e ela me olha confusa.
— Como sabe onde moro?
— Já te vi sair daqui algumas vezes. —sou sincero.
— O senhor estava me observando?
Na verdade estava sim!
— Acho que você iria gostar se eu tivesse. —digo e desço do carro e abro a porta para ela. — Amanhã de manhã passo aqui para te buscar às 8:00 horas em ponto, não se atrase.
— Sim senhor. —entro no carro e vejo que ela me observa, sorrio com isso.
Esse final de semana você não me escapa loirinha!
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Atualizado até capítulo 64
Comments
Au Au❣️
Só falta fotos durante a narrativa, se encontrando, com as roupas citadas e claro, quando se agarrarem...
2025-01-27
0
iranete teofilo
Gostando muito da história do Caio com a Lorinha mais aí nesse capítulo a autora está revisando ainda, porque ele já está caidinho por ela, não é? Não demora muito pra juntar a lorinha e Caio, pra ruiva se dá mal. Doidinha pra vê essa piranha se dá mal. Faça isso correndo autora.
2025-02-26
4
Fatima Lopes
eu tbm Rose, só que com outro nome
2024-12-30
1