Como eu imaginei, minha noite tinha se transformado em um
verdadeiro inferno. Sophie tinha colocado uma droga de vestidinho que
mais parecia um guardanapo, já que mostrava mais do que cobria.
Cada maldito homem naquele lugar estava de olho nela, até mesmo o
babaca do Cris estava comendo ela com os olhos. E eu estava começando a
acreditar que ele a tinha chamado para a balada de propósito, ele
provavelmente já tinha colocado os olhos nela quando a encontramos na
floresta. Aquele merdinha!
Então ela focou os olhos em mim, parecia uma deusa sensual
remexendo os quadris, me olhando com aqueles olhos. Porra, até mesmo a
jogada de cabelo dela estava me excitando aquela altura.
Cris se aproximou ainda mais, enfiando o rosto no pescoço dela e
meu sangue ferveu. Estava tão ligado na cena deles que não percebi a
mulher se jogando no meu colo.
— Oi lindo, está tão sozinho. — ela grasnou passando a mão no meu
peito e subindo pelo meu pescoço.
— Acho bom tirar as mãos de mim. — ela sorriu de forma sedutora e
eu cogitei jogá-la do meu colo. — Eu sou um homem casado e bem casado,
minha mulher está no meio da pista de dança.
Coloquei a mão na perna dela, a empurrando para longe, já que a
mulher não parecia ter entendido o recado. Ergui meu olhar não querendo
perder Sophie de vista, mas o que vi fez meu sangue ferver.
Cris estava colocando aquela boca imunda na boca da minha mulher.
Me levantei no mesmo instante, pouco me importando para a mulher que
caiu no chão e me amaldiçoou enquanto eu atravessava o lugar a passos
largos.
— Que porra estava fa... — as palavras do babaca se perderam
quando eu soquei seu rosto.
— Que porra você estava fazendo beijando a minha mulher? Perdeu
completamente o juízo? — gritei fervendo de ódio, querendo socá-lo até
que estivesse no chão estrebuchando.
O babaca começou a gargalhar, Cris ria tanto que se curvou. Eu ia
matá-lo e não me arrependeria disso.
— Você está morrendo de ciúmes — ele falou entre as risadas. —
Mas não a tocou desde que ela chegou. Sabe que todos estão olhando para
ela, por que não vai mostrar que ela é sua esposa para os caras que ainda
não sabem?
— Vá se ferrar, acha que vou ouvir seus conselhos do que devo fazer
com minha mulher!
— Bom, você pode ficar aqui gritando comigo e deixá-la no banheiro
pensando que você está com a loira peituda ou ir atrás dela. — Cris tinha
aquele sorriso irritante preso no rosto, e eu estava louco para arrancar.
Mas me fez olhar em direção ao banheiro, imaginando o que Sophie
estaria pensando trancada no banheiro.
Ele tinha me dado uma boa ideia e foi o que fiz, sai de lá indo direto
ao banheiro.
Foi rápido para colocar todas as mulheres para fora, nada como você ser o dono do lugar. Entrei no banheiro e tranquei a porta principal, então esperei que ela saísse de uma das cabines e fiquei a observando.
Sophie estava alheia a minha presença e eu aproveitei para esquadrinhar o corpo dela por trás. A bunda empinada, as costas nuas, tinha pensado a noite toda em passar as mãos naquela pele macia.
— Acha que pode beijar outro homem e sair assim? — perguntei
assustando Sophie, mas aproveitei e continuei meu caminho até ela.
— Não chamaria aquilo de beijo e não acho que você tem direito a
reclamar quando estava passando a mão naquela mulher.
Uma sensação poderosa se apossou de mim, ela estava mesmo com
ciúmes de mim. Não deveria, mas me fez sentir muito bem.
Coloquei meus dedos na base das costas dela e senti a pele macia se
arrepiar com meu toque.
— Eu não estava tocando nela, mas sim mandando que ela tirasse as
mãos de mim. — murmurei concentrado de mais nas reações dela. — Mas
não sabia que tinha uma mulher ciumenta.
Envolvi o pescoço dela, subindo até sua nuca e ouvi Sophie suspirar
antes de dizer.
— É bom ficar ciente de agora em diante.
— É bom que você aprenda Senhora Carter, que seu marido é um
homem possessivo! — quando enrolei o cabelo dela em meus dedos e
puxei, ela soltou um gemido delicioso. — Vou te mostrar que você é minha!
Colei minha boca no pescoço longo, espalhando beijos até alcançar o
lóbulo da sua orelha. Sophie fechou os olhos tombando a cabeça contra
minha mão e me dando ainda mais espaço.
Tracei o cordão que segurava a parte de cima de seu vestido e quando
cheguei ao laço o desfiz com os dentes. Sophie arfou quando o tecido caiu
para frente, deixando seus seios expostos para mim.
Rosnei vendo os seios perfeitos se sacudirem com a respiração
descompassada dela, os mamilos rosados endureceram antes mesmo que eu a tocasse. Porra, ela era tão receptiva, ao menor toque já estava arfando ou
gemendo.
Soltei seu cabelo e deslizei minhas mãos pela lateral do corpo dela até
alcançar os seios. Os segurei firme, sentindo o peso deles antes de contornar
os mamilos com o polegar.
— Ohhh Patrick... — ela gemeu se contorcendo e esfregando a bunda
gostosa contra mim.
— Abra os olhos querida, veja seu marido te tocando. — raspei
minha barba contra o pescoço dela, arrancando mais um arquejo dela. —
Abra os olhos e me veja te enlouquecer.
Sophie abriu os olhos, me dando a visão do desejo brilhando em suas
íris. Empurrei meu corpo ainda mais perto do dela e torci um mamilo em
meus dedos, ela abriu a boca gemendo e apertou a bancada da pia com
força, me dando uma visão deliciosa.
Ela voltou a rebolar, dessa vez contra minha ereção dura. Tão linda e
tentadora, eu quis erguer a parte de baixo do vestido, empurrar a calcinha
dela de lado e me afundar dentro dela.
— Patrick... Por favor... — ela implorou com a respiração
entrecortada e eu sabia ela queria um alívio, mas precisava ouvir daquela
boquinha.
— O que você quer esposa? — usar aquela palavra era estranho, mas
eu sentia uma necessidade de declarar minha posse sobre Sophie.
— Me toque... — massageei os seios e então apertei os mamilos
duros e sensíveis, arrancando um som ainda mais alto dela.
— Já estou tocando querida. Estou tocando e adorando! — sussurrei
contra sua nuca e as pálpebras dela vibraram quase se fechando. — Me diga
onde quer que eu te toque!
Sophie resmungou baixinho e então apertou as coxas uma contra a
outra, sacudindo seu corpo em minha dureza.
— Me toque lá... Eu preciso de você, preciso que me toque lá em
baixo.
— Onde? Aqui? — perguntei descendo minha mão por sua barriga e
ouvi seus resmungos. — Aqui? — coloquei as mãos sobre sua bunda
apertando a carne macia e empinada. Mas ela sacudiu a cabeça com força,
subi as mãos por suas coxas até alcançar sua intimidade. — E que tal aqui?
— Si... Sim... Por favor, Patrick... — ela arfou abrindo ainda mais as pernas.
Conseguia sentir o calor emanando de sua calcinha, o tecido estava
molhado e eu rosnei ao imaginar como estaria sua boceta.
Puxei o tecido para o lado e esfreguei meus dedos, me lambuzando
em sua excitação. Meu pau pulsou apertado dentro das calças, Sophie
estava escorrendo e agora mais do que nunca eu fantasiava em me afundar
dentro dela.
— Porra, tão molhada! — exclamei provocando sua entrada e ela
tomou e cabeça para frente, gemendo sem parar antes mesmo que eu
colocasse um dedo dentro dela.
Então eu deslizei, afundando o dedo médio nas paredes fodidamente
apertadas. O gemido dela reverberou pelas paredes do banheiro e seus olhos
se fecharam com força enquanto eu começava a bombear dentro dela.
— Ahh meu... Eu... Isso é tão... — ela repetia sem conseguir terminar
nenhuma das frases, deixando tudo sem sentido enquanto voltava a gemer.
O desejo de prová-la me tomou, eu precisava sentir o gosto dela,
desvendar o sabor daquela boceta e riscar aquilo da minha lista.
Tirei o dedo de dentro dela e levei até a boca, fechei meus olhos
sentindo o cheiro e o sabor delicioso dela. Senti meu pau babar na cueca
apenas com aquele gosto. Sophie encarava tudo com os olhos arregalados e
a boca aberta, atenta a cada movimento meu.
— Eu preciso de mais! — exclamei, a surpreendendo quando a girei
ficando de frente para mim.
Ela só teve tempo de segurar em meus ombros antes que eu a
erguesse pela bunda e a colocasse sentada na bancada. Ainda me encarando
em choque, eu deslizei as mãos pelas coxas dela até alcançar a calcinha,
segurei dos lados e tirei devagar.
Encarei o rosto de Sophie, as bochechas avermelhadas e a respiração
descompassada. Havia algumas marcas vermelhas no pescoço e eu
planejava colocar mais algumas ali.
Mas meus olhos se prenderam no espelho atrás dela e eu vi meu rosto
parcialmente coberto com a máscara, escondendo minha deformidade.
Aquele era um lembrete do por que eu não deveria estar ali e muito menos
tocando nela.
Antes que eu me afastasse, os dedos dela tocaram meu rosto, me
puxando para perto e colando nossas bocas. Sophie não se importou com a
máscara atrapalhando nosso beijo, ela apenas me beijou com desejo,
parecendo faminta e querendo mais de mim, reacendendo o desejo.
Desci minha boca por seu pescoço, lambendo e mordiscando cada
pedacinho de pele, até alcançar os seios com os mamilos entumecidos.
Abocanhei sugando com força, enquanto massageava o outro, o grito de
prazer dela invadiu meus ouvidos e eu fiz o mesmo com o outro, até que ela
estivesse gemendo e se contorcendo em baixo de mim.
Só então minha atenção se voltou para o mais importante. Desci
minha boca enquanto minhas mãos subiam o vestido para cima até que sua
boceta estivesse visível para mim.
Encarei os lábios grossos e a entrada brilhando, esfreguei meus dedos
antes de lamber meus lábios e enfiar minha cabeça entre suas pernas.
Um rugido estremeceu meu peito quando afundei minha língua nas
dobras dela e o sabor de sua excitação invadiu minha boca.
— Deliciosa! — lambi cada pedacinho dela. — Porra, vou ter que
fazer isso todos os dias!
Fechei os lábios em volta do clitóris inchado e voltei a deslizar um
dedo dentro dela, sendo recebido pelas paredes apertadas.
— Aaahhh... isso, Patrick! — Sophie gemeu mais alto, jogando a
cabeça para trás e se entregando.
Ela estava tão perdida, tão pronta para vir que não demorou para que
começasse a pulsar em volta do meu dedo. Molhada, quente e apertada
como um inferno. Caralho, eu estava prestes a explodir dentro das calças!
— Você quer vir querida? Quer gozar senhora Carter? — me afastei
dela o suficiente para falar isso, antes de voltar a lamber e sugar tudo dela.
As coxas dela se fecharam em volta da minha cabeça e o corpo todo
se tencionou antes dela gritar meu nome e explodir em um orgasmo. Os olhos de Sophie reviraram nas órbitas e eu não parei de chupá-la enquanto a
observava estremecer dos pés a cabeça.
Eu estava ferrado, não tinha como eu ficar sem isso mais. Se tinha
esperanças de provar e esquecer, elas tinham se esvaído naquele momento.
Agora mais do que nunca eu estava desesperado para sentir cada
pulsação daquela boceta em volta do meu pau.
— Oh meu Deus, Patrick... — uni nossas testas enquanto ela tentava
recuperar o fôlego e assimilar tudo o que tinha acontecido.
Aparentemente não era só o único a tocá-la, também tinha acabado de
dar seu primeiro orgasmo.
— Vamos para casa antes que eu faça uma loucura!
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Atualizado até capítulo 54
Comments
Lucky
agora a macaca pia
2024-05-03
5
Adriane Silva
agora vai pegar fogo no parquinho kkkk
2024-04-03
1
Adriane Silva
tudo armação dele com a mãe de Patrick pra ver se ele o chega a mulher que ele tem gostei kkkkkkk
2024-04-03
0