Chegando em casa, encontramos Jean com uma mulher que eu havia visto no casamento, mas até o momento não sabia quem era. Eles se beijaram no sofá e isso enfureceu a Fernanda que subindo para o quarto me revelou que aquela mulher era sua irmã.
Danilo: Se eles estão se dando bem, deixa quieto. Vai vê ele vai embora com ela.
Meu desejo do fundo do coração.
Fernanda: Ele não poderia porque ela é casada com um delegado.
Isso só me mostra o quanto esse homem não respeita o relacionamento alheio. Se não fosse a irmã da minha mulher daquele sofá, poderia muito bem ser a minha esposa e eu o pegaria para dar uma surra. De bom humor, eu começo a vê essa situação com bastante raiva, como se eu fosse o delegado traído.
Fernanda e eu descemos para o andar de baixo e eu a vejo mandar a irmã embora e sentar com o amigo para convencê-lo do que está fazendo não está certo. No entanto, eu conheço homens da categoria dele e eles não se importam se é errado ou certo, eles só querem se aventurar com a mulher proibida.
Como ele não é nada meu, eu volto para cima e espero a minha esposa no quarto. Assim que ela chega, eu percebo que para ela esse assunto em questão não é mais da conta dela. Chego a questionar se ela não vai mandar esse idiota embora e ela me virou para me lembrar que mesmo que somos casados e donos dessa casa, ele era o amigo dela e ela não iria deixá-lo sair sem um lugar pra ir.
Danilo: Isso que está fazendo é passar a mão na cabeça da cobra que só age de traição.
Fernanda: Não exagera, tá bom? Agora levanta e lave as mãos para irmos jantar.
Eu de bobo, vou atrás dela porque eu estou com fome. O almoço na casa de seus pais era uma salada e um pedaço de carne que estava bem passada do ponto. Na mesa de jantar, eu agir com educação com o traidor e com a minha esposa que estava passando pano para ele. Não queria, mas estava imaginando várias coisas com esses dois. Coisas que eles poderiam fazer nas minhas costas. Eu nunca fui paranóico, mas eu realmente acho que esse homem tem que sair para a minha saúde mental continuar intacta. Agora, isso parece muito longe de acontecer.
Jean: Fê, você acha que pode arrumar uma vaga lá na sua empresa? Preciso juntar um dinheiro e agora que estou brigado com o meu pai, eu não tenho nenhuma outra fonte de renda. Poderia me ajudar?
Fernanda: Claro! Vai lá amanhã que eu arrumo alguma coisa pra você fazer por um espaço curto de tempo e lhe pago bem.
Sussurro: “É por isso que as coisas não vão.”
Fernanda: Falou alguma coisa?
Danilo: Não, eu só estou pensando no trabalho que deixei para amanhã.
Jean era um aproveitador declarado e eu odeio o fato de Fernanda não perceber.
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Atualizado até capítulo 76
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