NICOLAS NARRANDO
Dayane machucou o pé feio, levei ela ao hospital todos os funcionários da Reis tem convênio no melhor hospital da cidade. Imobilizaram o pé dela e isso já é motivo para Dayane achar que não vai trabalhar.
Mas claro que ela vai, a inocente achou que não vou dar o Login e as Senhas da empresa pra ela, foi deixar bem claro que da minha agenda e da minha vida ela vai cuidar a partir de agora.
Tomamos café da manhã e a Dayane veio com o assunto de voltar a ser a copeira, porque ela tem medo do que as pessoas pensam, eu jamais iria permitir uma coisa dessas, Nunca mais eu vou deixar a Dayane se rebaixar nem ninguém rebaixar ela, deixei bem claro que o lugar dela é o meu lado, na é empresa Claro.
Nunca me senti tão relaxado assim, passamos o dia praticamente todo deitados no sofá, assistindo filme, Dayane se entupindo de doce, mandei os seguranças comprar doce para ela, que ficou sorrindo igual uma criança.
Mas antes ela falou que estava machucada, eu devia mimar ela para sarar logo, Dayane é muito convincente, ela tem um poder de persuasão muito forte sobre mim, mas não vai saber nunca.
Perguntei se ela queria dormir aqui em casa, ela falou que dormia comigo, desde o momento que a Dayane falou isso que eu pensei em 1001 possibilidade disso acontecer, faz anos que eu não durmo com ninguém, mesmo ela conversando, sorrindo, minha mente não saia do assunto.
Levei ela para o quarto de hóspede, voltei para o meu quarto, tomei banho quando sai do closet, fiquei olhando para cama realmente é muito grande cabe nós dois Dayane é magrinha e eu tenho que me acostumar com isso, ficaria estranho se uma das empregadas visse que nós dormimos em quartos separados.
Fui para o quarto dela, a porta estava aberta do jeito que eu deixei, mesmo assim bati de leve ninguém respondeu, quando eu entrei fui caminhando pelo quarto ouvi o barulho do chuveiro, sentei na cama e fiquei pensando se eu estava fazendo a coisa certa, quando já estava desistindo pensei em levantar e voltar para o meu quarto a Dayane saiu do banheiro e me viu sentado na cama.
— Pensei que você já estava dormindo.
— Vim te chamar para dormir comigo.
— Quer dormir comigo Meu amor.
Desde que chamei a Dayane de meu amor na casa dos meus pais, que ela fica tirando sarro da minha cara, olhei direito para ela que estava com a roupa de dormir, tanta coisa para olhar eu sempre quero olhar para os seïos dela.
Dayane entrou no closet e não me respondeu nada, quando ela saiu estava com o cabelo solto e o seu cheiro, invadindo minhas narinas
— Vai dormir comigo?
— Me leva no colo.
Me aproximei, peguei ela no colo e levei para o meu quarto, a cena foi um tanto inusitada, parecia até que somos um casal de verdade, coloquei ela com cuidado deitada na minha cama.
Tirei minha camisa dei a volta na cama e deitei do outro lado, quando ele vai a Daiane ela estava de barriga para cima com as mãos cruzadas em cima da barriga olhando para o teto.
— Está sem sono?
— Não!
— Quer conversar um pouco?
— Eu nunca dormi com ninguém.
— Entendi, você é daquelas do casual, faz e depois cada um vai para o seu lado
Ela virou de frente para mim, analisou o meu rosto, eu já estava ficando vermelho com seu olhar penetrante, ela colocou a pontinha da língua entre os lábios umedecendo, isso é uma coisa normal mas para mim pareceu tão erótico, sexy, tive que respirar fundo para me concentrar.
— Eu nunca fiz e nem dormi com ninguém.
— Você é vïrgem?
Ela confirmou que sim com a cabeça, fiquei no mínimo 2 minutos tentando formular uma palavra enquanto abria e fechava a boca, minha noiva é vïrgem.
Sentindo meu corpo esquentar, a luxúria tomou conta de mim, não sei direito o que me deu, me aproximei da Dayane, puxei ela para perto e ataquei a sua boca, só ouvindo ela dizer que é vïrgem fiquei excïtado.
Colei os nossos corpos, nessa hora a única coisa que eu queria era ter a Dayane, fiz ela sentir a minha ëreção e isso assustou.
— Nicolas.
Dayane falou entre o beijo ela estava um pouco ofegante, eu podia sentir o seu corpo quente em minhas mãos.
— Eu não estou preparada.
— Tudo bem, não vamos fazer nada que você não queira.
— Mas eu quero, só não quero agora.
Voltamos a nos beijar, só que dessa vez foi ela que tomou a iniciativa, nos beijamos até faltar o fôlego.
Estava tão excitado, louco para sentir um pouco mais da Dayane, foi descendo beijo pelo seu queixo onde deixei uma leve mordida, a expressão dela era muito fofa, o rostinho estava vermelho e os olhinhos fechados.
Fui beijando o seu pescoço, sentindo seu cheiro adocicado, o cheiro dela é tão bom que me empolguei e acabei mordendo com força.
— Aiiii tá louco? Você me mordeu.
— Não te contei? Eu sou vampiro.
Ela sentou na cama rapidamente e ficou me olhando bem séria, com a mão no pescoço onde eu mordi, os olhos da Dayane não saiam da minha boca.
Não é possível que ela esteja pensando isso mesmo, vampiros não existem são apenas lendas, Ela perguntou se realmente eu sou vampiro não aguentei e comecei a rir, expliquei para ela que o vampiro não existe, mordi porque fiquei empolgado com o seu cheiro gostoso.
Acabei conversando sem querer que eu gosto do cheiro dela, fiquei com dó, o seu pescoço ficou vermelho, mesmo ela falando que não estava doendo mas ficou marcado, levantei foi no closet peguei uma pomada e passei.
A Dayane começou a ficar com sono, me deu boa noite, e virou de costas, fiquei em uma luta interna comigo mesmo se iria abraçar ela ou não, também tem a questão do pezinho dela que tá machucado e Ela nunca dormiu com ninguém.
Não sei porque fiquei muito feliz em saber que a Dayane nunca foi tocada intimamente em meio a esses pensamentos de adolescente bobo consegui pegar no sono.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Denis
Nicolas, Nicolas. Tu também é inexperiente. Não sabes que a primeira vez de uma mulher tem que ser especial. Num é chegar e vapt vupt não.
2025-01-10
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Valdercina Rodrigues
E por isso que o álcool está ficando muito caro kkkkkk
2024-12-29
1
Maria Maura
Autora por favor não faça a ex vadia aparecer para encher o saco
2025-02-21
0