Liya Carlim_
Já passou-se uma semana depois de tudo que aconteceu. Misteriosamente tudo que envolvia o meu nome foi apagado das redes sociais e o Josh foi a público falar sobre o ocorrido, eu vi o vídeo que ele fez, a Ney me mostrou. Ele falou muitas palavras bonitas e deixou claro que não falou nada sobre ser um casamento forçado ou nada do tipo.
Agora as coisas acalmaram-se, mas eu não fui para o trabalho pedi demissão e só fui assinar a carta de demissão, não conseguiria continuar lá sabendo que os olhares seriam ainda piores.
Hoje mais cedo o Josh mandou mensagem dizendo que os papéis do divórcio estão prontos. Agora estou colocando uma roupa para ir assinar os papéis. A Ney não queria deixar-me ir só, ela na verdade está bem grudada comigo e eu gosto disso, daqui a uns dias vamos para a cidade Natal dela, neyla fala bem pouco da família ela sempre diz que não gostaria de voltar na casa dos pais, porém ela não pensou num lugar melhor para ficamos, só na cidade Natal dela.
Chego no apartamento dela bato na porta, ela abre.
— Vamos estou pronta.
Neyla — Vamos. O uber está a nossa espera.
Ela pega uma pequena bolsa e sai do apartamento. Famos para baixo do prédio saímos e entramos no carro. Assim que cheguei no lugar e entramos vi o Josh lá a minha espera, não o via desdo dia que decidir acabar com o que estávamos tentando ter.
— Oi.
Josh — Oi, como você está?
— Estou bem, e você?
Josh — Eu não estou bem mas espero melhorar.
Sabia que não é algo de saúde que ele estava falando, espero que nos dois esquecemos esses meses que ficamos juntos e seguimos os nossos caminhos.
Famos para uma sala assinar os papéis, foi rápido. Saímos da sala o Josh segura minha mão, olho para ele.
Josh — A gente pode ser amigos? Quero continuar te vendo e conversar também.
Eu não sabia como dizer não para ele, então disse de uma forma que diga "não".
— Josh eu vou embora essa semana, a gente não vai poder se ver e, eu vou trocar de número.
Josh — Entendo... Vou sentir saudades Liya, espero que seja feliz.
— Obrigada. Tchau Josh.
Beijo a bochecha dele e vou saindo com a Neyla.
Os dias que passaram-se eu apenas arrumei minhas coisas peguei o dinheiro do que trabalhei, a Neyla fez o mesmo. O dia da viagem chegou está tudo pronto.
— Vamos amiga.
Neyla — Calma, calma.
Ela diz passando um batom nos lábios.
— Ney você já está bonita não precisa de batom.
Neyla — Só por que você não curte maquiagem que eu não vou usar.
Rio fraco dela. Espero a mesma terminar o reboco dela e saímos, famos direto para o aeroporto.
— Então vai contar o qual é o seu problema com sua família?
Ela olha para mim tipo 'não quero não'.
— Ney conta vai. Eu irei descobrir mais cedo ou mais tarde, estamos indo para lá.
Neyla — Ok, quando estivermos no avião eu conto.
Concordei e fiquei quieta. Chegamos no aeroporto fizemos tudo que precisávamos para poder embarcar. Ficamos meia hora esperando o nosso portão de embarque ser liberado. Finalmente entramos no avião, nos sentamos olho para ela esperando ela começar a falar.
Neyla Monink_
Minha família, por onde vou começar? Melhor do começo né? Ok do começo!
Faço parte de uma família poderosa em Reims uma cidade do nordeste da França. Arrisco a dizer que eles são os mais ricos de toda a cidade, uma fortuna muito grande. O sobrenome da minha família é bem famoso não só em Reims mais, em outras cidades da França, como Paris. Quando falar o sobrenome nome Monink, as pessoas pensam em sofisticação.
Sempre fui uma criança com tudo nas mãos, o que eu queria eu tinha, ao logo do tempo isso começou a ficar entediante, eu via pessoas saindo para trabalhar, os empregados de casa sempre comentavam sobre as coisas que eles demoraram tanto para conquistar com esforço e dedicação.
A minha mãe tratava-me como uma boneca de porcelana, frágil, delicada. Na minha casa às mulheres não podem trabalhar elas precisam sempre está bonitas e arrumadas, classe e sofisticadas sempre.
Da para imaginar o motivo pelo qual fui embora né!
Há quatro anos atrás, após termina a faculdade eu queria trabalhar e os meus pais não deixaram, eles dizia que o meu trabalho é sempre está em casa ou nos eventos preciso sempre está bonita. Discutimos naquele dia, perguntei o por que fiz faculdade se não era para trabalhar? Eles falaram que eu precisava ser inteligente. Eu queria conquistar as minhas coisas ter o meu próprio dinheiro com o meu esforço, eu achava injusto que o meu irmão trabalhava nas empresas e eu não podia. Eu fiz greve do jeito que eles entendesse que eu não queria ser uma "princesinha", comecei a vestir-me do meu jeito, roupas curtas que "mostrava" até o c*, maquiagem pesada no rosto, eu andava pela casa com o cabelo bagunçado até mesmo na rua eu andava desleixada, joguei os meus saltos tudo dentro de uma caixa e mandei para doação, saltos de grife. Fiz eles passarem vergonha em vários eventos.
O meu irmão era o único que divertia-se com isso, ele também achava esse maluquice que mulher não pode trabalhar uma verdadeira falta de classe. Os meus pais estavam ficando loucos comigo, um dia eles deram-me uma escolha. Eu parasse e voltasse a ser uma moça normal ou ia embora e esquecer que tinha família, o meu irmão discordou com isso.
A minha escolha foi evidente, os meus pais estavam mais preocupados com essa loucura da cabeça deles ao invés do desejo da filha de querer ser independente.
Tem quatro anos que não piso em Reims e não tenho contato com ninguém de lá. Pode até parecer algo sem importância para muitos, mais para uma menina que viveu a vida para ser uma "barbie perfeita" é muita coisa.
Liya após ouvir tudo e diz.
Liya — Poxa amiga, e eu achando que era por outra coisa. Então você é rica.
— Eu não, os meus pais sim. Não considero a fortuna deles como minha.
Liya — Por que você optou para voltar?
— Porque estou com saudades do meu irmão e a cidade Reims é o melhor lugar para você começar sua vida, um lugar calmo com pessoas agradáveis ninguém vai te julgar por nada. E o meu irmão pode nos ajudar a encontrar um bom emprego.
Liya — Você não sente saudades do seus pais?
— Sinto! mas, creio que eles não sentem por mim. Eu não mudei em nada, continuo com o mesmo pensamento de quando sair da mansão deles, se eles sente minha falta logo vai sumir quando eles perceberem que eu não mudei.
Liya — Entendi.
— Agora você conhece a minha história sem graça.
Liya — Querer ser independente não é sem graça. Tem muitas mulheres que adoraria ter a vida que os seus pais dava-lhe, mas são mulheres ambiciosa e que adorariam viver no bem-bom. Mulher de verdade sabe que para ter as coisas do jeito dela precisa trabalhar, ganhar as próprias conquistas com as próprias mãos. Dependesse apenas dela mesma.
— Sabia que você entenderia-me.
Ela sorrir para mim. Ficamos a maior parte da viagem conversando. Chegamos em Paris, após sete horas de vôo, desembarcamos.
— Agora pegar um taxi para irmos para Reims.
Liya acompanha-me. Pegamos nossas malas e famos pegar um táxi.
Liya — Como vamos falar com o seu irmão?
— Ele morar sozinho numa casa dele, o Theo saiu sedo da casa dos meus pais, assim que começou a trabalhar com o meu pai nas empresas ele mudou-se da mansão.
Liya — Ah sim! Agora estou compreendendo.
Uma hora e meia de viagem de carro e chegamos na cidade Reims, não mudou nada, continua bonita e calma.
Chegamos na mini mansão do meu irmão, descemos do carro e famos para o portão, aperto o botão de chamada uma voz feminina pergunta quem era, eu respondo.
— Neyla Monink, irmã do Theo.
O portão abre.
— Vem amiga.
Famos caminhando em direção a porta de entrada. O meu irmão abre a porta, sorrio ao vê-lo.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Cleonice Teixeira
acho que ela deveria dar uma segunda chance para Josh, afinal de contas o casamento foi pra ele não perder as empresas e ele abriu mão de tudo por ela
2024-12-09
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Conceição Freire
quando leio Uma História Assim eu fico com tanto ódio tanto ódio que a minha vontade é de xingar esculhambar bater rasgar o c* de uma égua dessa aí em cima para baixo de baixo para cima esfolar ela inteirinha uma mulherzinha chata dessa aí vai arrumar um monte de desculpa para sempre se passar por uma coitadinha Ô Coitadinha dessa do pau Dora escuta amaldiçoada perdi meu tempo até aqui lendo essa p**** Vai para o c****** e a altura do
2025-03-01
2
Raquel Martins
Ela poderia pelo menos continuar amiga dele. Ele já não confia no Rodolfo mais, só tem a Clarice agora.
2025-01-10
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